Da primeira vez
Lembro-me de quando a vi pela primeira vez,
E mesmo vendo, não acreditei ser real
Fora essa a primeira vez em que me senti na lua,
Nunca havia sentido nada igual.
Desde então, ao te ver, perco o chão.
É sempre essa "Sensação Especial".
Segurança Em Primeiro Lugar
Não se pode deitar de novo
Com quem te assustou da primeira vez.
Imagina se eu durmo, e aí você me ama?
Não, menino, que perigo.
Coisa feia.
Imagina eu durmo e aí eu te amo de volta.
Não, jamais me colocaria em tamanho risco, jamais.
Meus pais me criaram direito,
Eu tenho medo até do vento.
Imagina um poema ruim, de amor ainda, se rima então...
Credo.
Eu, hein, Deus me livre.
Fazer poema rimado,
Coisa de idiota, sabia?
De depravado.
Então vou esperar um pouco,
Só o suficiente pra eu voltar na minha cadeira de otário.
Até lá eu durmo de olho aberto,
Eu ligo a câmera.
Só me deito contigo numa cama com segurança na porta,
Com alarme, com sino, com sensor.
Imagina eu invento de te mostrar pros meus amigos
E aí eu te tiro desse lugar bonito
Que a minha imaginação te colocou.
Eu, hein, ainda não tô doido, não tô.
Se depender de mim, minha mãe jamais vai saber teu nome.
Segurança em primeiro lugar,
Principalmente de pseudo-amante
Que a gente só sabe fingir que ama.
Não nasci ontem,
Não nasci.
Eu já fui muito atacado por amor, calado, de noite.
É um perigo,
É um caminho sem volta.
Eu me recuso a agir com tamanho estupidez.
Não, não, não.
Não é que eu sou neurótico também, nem nada,
Só que...
Nunca se pode deitar de novo
Com quem te assustou da primeira vez.
eu magoei uma pessoa que sempre esteve ao meu lado,não é a primeira vez e essa pessoa sempre me contou seus medos pediu pra que eu nao fizesse certas coisas e eu fiz,eu sei que estou errado eu sei tudo que eu fiz mais eu a amo tanto,eu sou uma pessoa ruim?
Eu saio pelo jardim onde te vi pela primeira vez
E me apaixonei
caminho em lágrimas recolhendo os pedaços do meu coração quebrado
As flores murcharam nossa primavera agora é inverno gelado
Sou uma sombra solitário num jardim
Sem flores sem cores se perfefume
Como meu peito onde deposito os pedaços do que sobrou do meu coração
Que tanto te amou
Agora a primavera partiu e o inferno gelado congela a minha alma que de tanto te amar morreu por não suportar
A dor de amar a quem nunca me amou.
Primavera é inverno
Quando nos
Falamos pela
Primeira vez,
Eu não tinha
Ideia de que
Vc seria tão
Importante
Para mim :)♡
No dia que te vi pela primeira vez, o tempo parou,
entre as luzes e as sombras, você brilhou.
Coração acelerado, borboletas no ar,
era o início de tudo, sem eu saber.
Seus olhos, como faróis na multidão,
Um passo, um giro, uma batida do coração,
e de repente, tudo era só você.
Depois naquele gramado verde do quintal sob o
céu azul, seu olhar encontrou o meu, tão puro e tão cru.
O mundo silenciou, só nós dois a vibrar,
Naquele instante eterno, difícil de explicar.
Mas o tempo, cruel, não sabe esperar,
nos trouxe ao momento de nos separar.
Seus olhos de novo, agora cheios de adeus,
e o peso das palavras que nunca dissemos
carregavamo meu peito e o seu.
Despedi-me com o peito a sangrar,
um sorriso trêmulo, tentando disfarçar.
E as borboletas, antes vivas no peito,
se foram deixando um vazio tão perfeito.
E assim carrego cada olhar,
cada toque, cada passo, sem lugar.
Um amor que nasceu no brilho do teu olhar,
Se desfez no silêncio, sem esperança.
Mas ainda escrevo, por não saber calar,
essas lembranças que o tempo não vai levar.
Porque mesmo na dor, há beleza em sentir, em lembrar.
Sentir pela primeira vez, mais uma vez.
Aquela mesma sensação de criança, quando você se perdia no mistério das descobertas.
Cheiro e gosto de coisa nova.
Viajar enriquece!
Lixo
Encontram-se na área de serviço. Cada um com seu pacote de lixo. É a primeira vez que se falam.
- Bom-dia.
- Bom-dia.
- A senhora é do 610.
- E o senhor do 612
- É...
- Eu ainda não lhe conhecia pessoalmente...
- Pois é...
- Desculpe a minha indiscrição, mas tenho visto o seu lixo...
- O meu o quê?
- O seu lixo.
- Ah...
- Reparei que nunca é muito. Sua família deve ser pequena...
- Na verdade sou só eu.
- Mmmm. Notei também que o senhor usa muito comida em lata.
- É que eu tenho que fazer minha própria comida. E como não sei cozinhar...
- Entendo.
- A senhora também...
- Me chame de você.
- Você também perdoe a minha indiscrição, mas tenho visto alguns restos de comida em seu lixo. Champignons, coisas assim...
- É que eu gosto muito de cozinhar. Fazer pratos diferentes. Mas, como moro sozinha, às vezes sobra...
- A senhora... Você não tem família?
- Tenho, mas não aqui.
- No Espírito Santo.
- Como é que você sabe?
- Vejo uns envelopes no seu lixo. Do Espírito Santo.
- É. Mamãe escreve todas as semanas.
- Ela é professora?
- Isso é incrível! Como foi que você adivinhou?
- Pela letra no envelope. Achei que era letra de professora.
- O senhor não recebe muitas cartas. A julgar pelo seu lixo.
- Pois é...
- No outro dia tinha um envelope de telegrama amassado.
- É.
- Más notícias?
- Meu pai. Morreu.
- Sinto muito.
- Ele já estava bem velhinho. Lá no Sul. Há tempos não nos víamos.
- Foi por isso que você recomeçou a fumar?
- Como é que você sabe?
- De um dia para o outro começaram a aparecer carteiras de cigarro amassadas no seu lixo.
- É verdade. Mas consegui parar outra vez.
- Eu, graças a Deus, nunca fumei.
- Eu sei. Mas tenho visto uns vidrinhos de comprimido no seu lixo...
- Tranqüilizantes. Foi uma fase. Já passou.
- Você brigou com o namorado, certo?
- Isso você também descobriu no lixo?
- Primeiro o buquê de flores, com o cartãozinho, jogado fora. Depois, muito lenço de papel.
- É, chorei bastante, mas já passou.
- Mas hoje ainda tem uns lencinhos...
- É que eu estou com um pouco de coriza.
- Ah.
- Vejo muita revista de palavras cruzadas no seu lixo.
- É. Sim. Bem. Eu fico muito em casa. Não saio muito. Sabe como é.
- Namorada?
- Não.
- Mas há uns dias tinha uma fotografia de mulher no seu lixo. Até bonitinha.
- Eu estava limpando umas gavetas. Coisa antiga.
- Você não rasgou a fotografia. Isso significa que, no fundo, você quer que ela volte.
- Você já está analisando o meu lixo!
- Não posso negar que o seu lixo me interessou.
- Engraçado. Quando examinei o seu lixo, decidi que gostaria de conhecê-la. Acho que foi a poesia.
- Não! Você viu meus poemas?
- Vi e gostei muito.
- Mas são muito ruins!
- Se você achasse eles ruins mesmo, teria rasgado. Eles só estavam dobrados.
- Se eu soubesse que você ia ler...
- Só não fiquei com eles porque, afinal, estaria roubando. Se bem que, não sei: o lixo da pessoa ainda é propriedade dela?
- Acho que não. Lixo é domínio público.
- Você tem razão. Através do lixo, o particular se torna público. O que sobra da nossa vida privada se integra com a sobra dos outros. O lixo é comunitário. É a nossa parte mais social. Será isso?
- Bom, aí você já está indo fundo demais no lixo. Acho que...
- Ontem, no seu lixo...
- O quê?
- Me enganei, ou eram cascas de camarão?
- Acertou. Comprei uns camarões graúdos e descasquei.
- Eu adoro camarão.
- Descasquei, mas ainda não comi. Quem sabe a gente pode...
- Jantar juntos?
- É.
- Não quero dar trabalho.
- Trabalho nenhum.
- Vai sujar a sua cozinha?
- Nada. Num instante se limpa tudo e põe os restos fora.
- No seu lixo ou no meu?
O que passou a ser o “amor”?
Quando me apaixonei pela primeira vez, o amor era escrever cartas, dedicar músicas, fazer serenatas, declarar-se em frente a todos, com direito a flores, ursos e chocolates. Agora o amor virou piada, e nessa história quem são os palhaços?
Sinto saudades dos amores exagerados como cantava Cazuza. Sinto saudades de amar na varanda, olhando as estrelas no olhar de um verdadeiro amor, sinto falta de sentir o amor.
Como pode morrer assim toda uma nação de apaixonados, exagerados, loucamente românticos, estupidamente intensos e emocionados. Luto para aqueles soldados que morreram na guerra da paixão, com balas de olhares direto no peito, sem a cura do tão desejado beijo.
Os palhaços dessa história somos nós, amantes de um único amor, os verdadeiramente apaixonados, soldados feridos de uma eterna luta entre mente e coração. Somos nós que amamos amar, e somos nós que morreremos tentando.
Lembro da primeira vez que te olhei
Não pude acreditar que era você, que você estava ali, na minha frente
Antes de ir te encontrar fiquei admirando e pensando o quanto eu esperei por aquele momento
Você linda, toda tímida apenas me deu um sorriso
Eu me encantei com você muito antes de ter te visto
Ali com toda certeza naquele momento, foi o começo de uma paixão
Paixão essa que só vem se alimentando a cada dia por você, paixão para você
Dizem que a vida é feita de momentos..
Então você será o meu eternamente.
" Na primeira vez que meu olhar cruzou com o teu, e vi esses lindos olhos verdes me olhando, me deu um frio na barriga e o coração se perdeu nas batidas, por um segundo fiquei pensando... caralho que olhos são esses, percorri meu olho pro resto do seu corpo e conclui meu pensamento: " o olho é apenas um detalhe no conjunto dessa obra maravilhosa "...
eu sofri de amor pela primeira vez.
eu sofri quando eu te olhei pela primeira vez;
eu sofri quando te pedi pra ficar mais;
eu sofri quando resolvi te olhar só pelo o que eu gosto;
eu sofri quando compartilhei as minhas músicas;
eu sofri quando te ensinei a dançar;
eu sofri quando almocei ao seu lado;
eu sofri quando compartilhei silêncios;
eu sofri quando te deixei me enxergar;
eu sofri quando todo mundo me avisou, mas eu ignorei todas as placas;
eu sofri quando furei o sinal vermelho;
eu sofri porque eu não esperei o "ação";
eu sofri por não ter me aberto antes;
eu sofri por não saber mais;
eu sofri por querer sofrer?
eu sofri.
EU sofri.
EU.
e depois de tudo, eu me olhei no espelho e vi lágrimas caindo enquanto entendia o pior: EU sofri, EU fiz, EU. é COMIGO.
Esta não é a primeira vez que sou refém dessas lágrimas. Não acredito que finalmente estou superando meus medos. Pelo menos sei o quanto tentamos, você e eu, não foi?
E ela, ao ver seu próprio reflexo nos olhos dele sorriu. Pela primeira vez, uma amante das palavras, procura uma palavra especial para descrever aquele momento, mas nada expressava tanto sentimento. Era como se encontrasse a própria alma no fundo daquele olhar.
Experimentar pela primeira vez o sabor de uma fruta desconhecida é um dos maiores prazeres da vida.
Quando senti a presença do Espírito Santo pela primeira vez, tive um sentimento de que tudo a partir daquele momento seria mais fácil, que as dificuldades contundentes da alma jamais teriam o poder de subjugar-me novamente. Era algo inefável, inexplicável, contudo, era um sentimento de acolhimento, amor e alegria imensurável no qual é impossível se contentar com o conformismo da era presente.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Eu sou como um doce enjoativo.
Lembra daquele doce que, na primeira vez que você experimentou, era tão delicioso, tão apetitoso? Virou o seu favorito por tempos e tempos. Mas, chegou um certo dia em que você simplesmente enjoou dele. Tornou-se repetitivo, enjoativo, mesmo sem nunca ter mudado. No entanto, foi essa consistência que te fez se apaixonar por ele pela primeira vez.
Você para de comer esse doce, mas ele continua lá, o mesmo. Então, um dia, você o vê novamente e lembra de como seu gosto era bom. Você sente saudades. Mas, ao colocá-lo na boca, ele está amargo, azedo e com uma textura áspera. Não é mais aquele mesmo doce, não aquele que você conheceu.
Você questiona o vendedor: "Onde está aquele doce? Aquele doce delicioso, apetitoso e com uma textura tão fofa? O doce que eu conseguia me sentir aconchegante e confortável comendo?"
O vendedor responde: "Ele continua aqui. A fórmula nunca mudou. O doce apenas está assim para você. Depois de tanto tempo sem comê-lo, ele pode ter ficado menos apetitoso para você."
Você observa a felicidade dos outros clientes ao comerem esse doce. Eles estão como você, no começo de tudo.
"Esse doce... mudou para mim? Mas... foi apenas por um tempo... Eu só queria experimentar doces novos. Mas eu percebi que nenhum doce completava o meu vazio como esse. Todos os doces. Ou eles eram muito azedos, ásperos, fofos demais ou com um gosto forte demais. Esse doce era perfeito para mim. Eu só não tinha percebido isso."
Por que deixá-lo de lado? Você só percebe que algo era bom quando sente sua falta.
"Não tire conclusões precipitadas,ao conhecer uma pessoa pela primeira vez.Muitas tendem a ficar mais interessantes,a partir da construção de uma amizade.Você pode estar deixando de ter um grande amigo,ou um grande amor"
Quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Sou covarde, tenho medos
Da primeira vez que te vi;
Eu não sabia que nos pertencíamos;
Fiquei com medo e com vontade de sair correndo;
Mas sou covarde e tenho meus medos;
Mentiu ontem e mentiu hoje;
Sempre há mentiras para contar;
Mente de corpo e espírito;
Eu quero sair correndo;
Mas não tenho coragem;
Eu quero ficar;
Mentiras profundas, sentimentos e paixões;
Mentiras sinceras;
Mentiras Cantadas;
Estou mergulhada, me afogando
Quero sair correndo;
Sou covarde, tenho meus medos;
Pega na minha mão;
