Curiosidade

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ESPAÇO ENTRE NÓS

A curiosidade virou amizade,
E depois, um amor de verdade.
Pensamentos tão parecidos,
Corações tão bem unidos.

Ele dormia e sonhava,
Acordado, pensava:
Como podemos ser tão iguais?
Com conversas tão legais?

Ela contava sua história,
E o seu dia de glória.
Ele falava dele sim,
Mas não tão interessante assim.

Eles amavam conversar,
Ficavam horas a papear.
Mas isso já não bastava,
Estarem juntos, ele sonhava.

Entre eles, tudo é perfeito,
Só a distância é o defeito.
Mas logo criam o teletransporte,
Que vai levar do sul ao norte.

Agora ele sofre com tristeza e dor,
E pensa como viver esse amor.
Por que tinha que ser assim?
Por que ela tão longe de mim?

Mas, mesmo longe, ele decidiu lutar,
Pois o amor verdadeiro sabe esperar.
Com palavras, carinho e conexão,
Mantém viva essa paixão.

Meu hobby,me divertir despertando curiosidade, e despistar curiosos.

0312 "Como dissemos Eu e talvez Sócrates: 'Curiosidade não tem remédio e Curiosos não têm correção'. Se Sócrates não disse, bem poderia ter dito!"

0313 "Curiosidade é o mesmo que bufa: eles tentam controlar, mas nunca conseguem. E para alguns é também algo viciante!"

A ciência não nasce de qualquer curiosidade, mas da investigação rigorosa que pode ser testada e validada.

Basta uma lembrança
Pra mim fazer ler
Textos antigos
Uma curiosidade
De me sentir em vc
meu gosto
combina com teu
Será
O por do sol
Falando nós
Cuidado de te olhar
Lentamente
Ver o medo de me olhar
E ver quando real eu sou
É que autenticidade
Chama meu nome
É isso assusta eu sei
Mais existe uma ingenuidade
Em mim
Que te ver
Vc tem medos bobos
E só te falta uma coragem absurda .
E vc sabe que tô falando…

A religião divide o mundo em rebanhos; a ciência o une em uma só curiosidade.

A verdadeira privacidade começa onde a curiosidade tecnológica encontra um limite moral.

A certeza absoluta é, muitas vezes, o lugar onde a curiosidade morre sem perceber que morreu.

O conhecimento humano avança quando transforma a curiosidade em método.

A ciência civiliza a ignorância quando transforma curiosidade em método e dúvida em evidência.

Estudar sem curiosidade é lançar palavras à memória sem oferecer-lhes raízes; aquilo que não desperta a inteligência raramente sobrevive ao esquecimento.

Aquele que interroga a natureza, o homem e a sociedade com a mesma curiosidade transforma o conhecimento em uma forma de descoberta.

A curiosidade é a força que transforma fronteiras intelectuais em territórios de descoberta.

A curiosidade renascentista não perguntava apenas “o que é isto?”, mas “com que outras coisas isto se parece, se relaciona ou se transforma?”.

⁠És um lindo mistério que transita pelos meus pensamentos, instiga minha curiosidade assim como uma história de suspense, o teu jeito discreto é tão atraente como um pequeno feixe de luz que contraria uma grande escuridão, mas pra desfrutar do teu desfecho, é necessário ter apreço e bastante atenção, sem ignorar nenhum detalhe, caso contrário, todo o esforço será em vão.

Um belo dia, desses em que a gente abre o Instagram mais por tédio do que por curiosidade, como quem abre a geladeira esperando que um brigadeiro mágico tenha brotado do nada, lá estava ele. Sugerido. Entregue pelo algoritmo como se fosse uma encomenda atrasada do passado. A pessoa que eu mais amei nessa vida, ali, em pixels bem organizados e uma bio que provavelmente nem dizia metade do que um dia eu achei que ele era.


E foi estranho. Não aquele estranho de arrepio ou saudade que aperta o peito, não. Foi um estranho quase burocrático, como reencontrar um conhecido antigo no mercado e perceber que você não tem absolutamente nada para dizer além de um “oi” educado que nem chega a sair. Eu olhei e pensei, com uma calma que teria me assustado anos atrás: eu não o conheço mais. Talvez nunca tenha conhecido.


Porque a verdade, essa senhora inconveniente que chega sem bater, é que a gente ama muito mais a versão que constrói do que a pessoa em si. Eu amei um garoto de 16 anos que despertou em mim um universo inteiro, como se tivesse apertado um botão secreto dentro do meu peito que ninguém antes tinha encontrado. E eu fiquei ali, por muito tempo, vivendo daquele eco, daquela sensação inaugural, como se o primeiro amor fosse um selo de autenticidade na minha história.


Eu queria que ele tivesse crescido ao meu lado. Queria que o tempo tivesse sido gentil o suficiente para nos transformar juntos, como duas xícaras esquecidas no mesmo canto da mesa. Mas a vida não é esse romance organizado que a gente planeja na cabeça. A vida é meio bagunçada, meio irônica, meio debochada. Ela separa com uma naturalidade impressionante aquilo que a gente jura que nasceu para ficar.


E separou.


Só que o mais curioso não foi a separação. Foi o depois.


Depois veio alguém que dizia nunca ter conhecido o amor. E eu, que já tinha um coração com histórico de quedas, cheguei cautelosa, quase com um manual invisível nas mãos. Observando. Testando. Duvidando. Porque amar de novo não é exatamente romântico, é quase um ato de coragem meio inconsequente. É tipo provar uma comida que já te fez passar mal, torcendo para que dessa vez o tempero esteja certo.


Ele era um homem feito, mas com aquele jeitinho de menino que ainda não entendeu algumas coisas básicas da vida. E eu fui, sem perceber, ensinando. Mostrando. Traduzindo sentimentos que às vezes nem eu mesma dominava tão bem assim. E no meio disso tudo, eu me tornei o primeiro amor dele. Olha que ironia bonita. Eu, que carregava um primeiro amor como uma espécie de monumento interno, virei o primeiro amor de alguém.


E eu gostei disso. Não vou mentir. Tem um certo charme em ser o começo de alguém, em ocupar esse lugar inaugural que muda tudo.


Mas não foi fácil. Eu tive medo. Medo de me decepcionar, medo de repetir a história, medo de investir de novo em algo que poderia virar mais uma lembrança guardada numa gaveta meio empoeirada da alma. Só que, diferente da primeira vez, eu não fui no impulso. Eu fui construindo. Lapidando. Questionando. Como quem monta um quebra-cabeça sem a imagem da caixa.


E, aos poucos, fez sentido.


Hoje, tantos anos depois, o amor não é aquele incêndio descontrolado do começo da vida. Ele é mais estável, mais consciente, mais… decidido. A gente se ama com uma escolha diária, quase teimosa. Não é perfeito, longe disso, mas é real. E talvez seja isso que mais importa no fim das contas.


E então, naquele dia, diante da sugestão do Instagram, eu percebi uma coisa simples e libertadora: não fazia mais sentido. Não havia mais curiosidade, nem saudade, nem aquela vontade boba de stalkeada estratégica. Só havia um “X” ali, discreto, quase tímido, esperando para ser clicado.


E eu cliquei.


Sem drama. Sem trilha sonora. Sem discurso interno elaborado. Cliquei como quem fecha uma aba desnecessária no navegador da vida.


Porque, se existe essa ideia bonita de que somos amores de outras vidas tentando nos reencontrar, eu realmente espero que, em algum outro tempo, em alguma outra versão de mim, a gente tenha dado certo. Que a gente tenha se encontrado no momento certo, com a maturidade certa, com a vida menos caótica.


Mas não foi nessa.


E tudo bem.


Porque nessa vida aqui, nessa bagunça organizada que eu aprendi a chamar de lar, eu já tenho o amor que eu quero ter até o fim. Não aquele que me ensinou a sentir pela primeira vez, mas aquele que escolheu ficar quando sentir deixou de ser novidade e virou compromisso.


E olha… entre um amor que marca e um amor que permanece, eu fico com o que fica. Sempre.

A curiosidade sobre a eternidade pode ser filosófica e espiritual. Não precisa virar um experimento.

Só um Minuto


De curiosidade, prazer e descontrole


Bastam para destruir sua vida

Galeria diversificada, onde cada moldura revela uma textura especificada. Curiosidade sobre os desenhos, mas o contexto não surpreende. Vejamos os detalhes, mas encontramos as figuras na literatura. Bíblia que se expressa nas ideologias, mas conflitos idealistas de um indivíduo. Protestos que influenciam mudanças, mas coletividades que destroem tais mudanças.