Curiosidade

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⁠"A ambição maliciosa nasce quando a curiosidade faz você tomar atitude que teve favorecimento próprio sem pensar nas consequências dos que estão a sua volta"

A curiosidade nos conduz por caminhos nunca antes percorridos e acende, no espírito, a chama viva do conhecimento.

“⁠Na infância, a curiosidade é sede por conhecimento. Na fase adulta, muitas vezes contaminada por sentimentos mesquinhos, torna-se apenas um instrumento para deformar impressões e emitir julgamentos baseados em mundos próprios.”

"Ser trilionário de verdade é nunca deixar a curiosidade morrer. Quem faz perguntas ganha o mundo!"

A curiosidade nasce da inconformidade diante do não saber; a inventividade, da boa aplicação do saber.

A curiosidade desperta o conhecimento.

Quando a recompensa é desproporcional ao que deve ser feito a suspeita desperta antes da curiosidade.

Na escritora habitam a curiosidade da criança, a profundidade da filósofa e a precisão da cientista — ela pergunta, pensa e revela.

Filósofos, crianças e cientistas têm em comum a curiosidade, o questionamento e a busca por compreender o mundo de forma criativa.

A inteligência da humanidade não foi feita só pela curiosidade. Mas, também foi feita pelo medo.


O medo do mistério e das profundezas do universo.


Criam teoria do que e certo e errado.


Falam o que acontece depois da morte. Teorizam o futuro e o passado.

"A curiosidade é o que move o ser humano."
- Meneses, Ulisses.

A curiosidade me leva mais longe do que a pressa.

Quem ama quer saber tudo do outro, não por mera curiosidade, mas por se sentir parte dele.

A Vida Entre o Quase e o Aconteceu


Existe uma curiosidade sobre a vida que só percebemos quando olhamos para trás.
Quando somos crianças, acreditamos que tudo é possível. O mundo parece pequeno diante da nossa imaginação. Um cabo de vassoura vira cavalo, uma caixa de papelão transforma-se em castelo, e uma simples tarde de chuva é suficiente para criar aventuras que nem os adultos conseguem compreender.
Nessa época, os sonhos não conhecem limites.
Queremos ser astronautas, jogadores de futebol, cantores, heróis ou qualquer coisa que nos faça sentir especiais.
O mais bonito é que acreditamos de verdade.
Mas o tempo passa.
E a infância, sem pedir licença, entrega lugar à adolescência.
Talvez seja aí que os primeiros desencontros aconteçam.
O espelho começa a mostrar alguém diferente.
O coração passa a bater mais forte por motivos desconhecidos.
Surge aquele amor impossível pela menina da escola, pelo rapaz da sala ao lado, por alguém que muitas vezes nem sabe da nossa existência.
Passamos horas ensaiando palavras que nunca serão ditas.
Criamos diálogos perfeitos que jamais acontecem.
Vivemos encontros imaginários e colecionamos desencontros reais.
Mas seguimos em frente.
Porque a juventude tem essa estranha capacidade de transformar decepções em combustível.
Então chega a fase em que acreditamos que já sabemos tudo.
Escolhemos profissões.
Fazemos planos.
Desenhamos o futuro como quem traça uma estrada reta em um mapa.
Só esquecemos de um detalhe.
A vida raramente segue o mapa.
Ela prefere os atalhos.
As curvas.
Os desvios inesperados.
Muitos encontram o emprego dos sonhos.
Outros descobrem que o emprego dos sonhos não era exatamente aquilo que imaginavam.
Há quem encontre o amor cedo.
Há quem espere anos por ele.
Alguns constroem castelos.
Outros precisam aprender a reconstruí-los depois que desabam.
E assim vamos colecionando experiências.
Os anos passam.
Os encontros continuam acontecendo.
Novos amigos surgem.
Outros seguem caminhos diferentes.
Algumas pessoas chegam para ficar.
Outras apenas passam, deixando ensinamentos que só compreenderemos muito tempo depois.
Também existem as frustrações.
A promoção que não veio.
O negócio que não deu certo.
O namoro que terminou.
O projeto que ficou pela metade.
A oportunidade perdida por poucos segundos.
São momentos difíceis.
Porque ninguém cresce imaginando os "nãos" que ouvirá pelo caminho.
Mas eles chegam.
E quando chegam, doem.
Porém existe algo curioso nas derrotas.
Elas quase sempre ensinam aquilo que as vitórias nunca conseguem explicar.
Então a vida continua.
Casamos.
Criamos filhos.
Mudamos de cidade.
Mudamos de opinião.
Mudamos de sonhos.
E, sem perceber, vamos mudando a nós mesmos.
Chega uma fase em que passamos mais tempo lembrando do que planejando.
As conversas ficam mais profundas.
As prioridades mudam de lugar.
Aquilo que parecia indispensável perde importância.
E coisas simples passam a valer ouro.
Um almoço em família.
Uma ligação inesperada.
Uma tarde tranquila.
Um abraço sincero.
Percebemos que a felicidade nunca esteve tão longe quanto imaginávamos.
Ela apenas se escondia nos detalhes.
Mesmo assim, a vida continua nos surpreendendo.
Porque sempre existe algo por acontecer.
Um novo amor.
Um novo trabalho.
Um novo projeto.
Uma nova amizade.
Uma nova chance.
Talvez seja esse o grande segredo.
A esperança.
Ela é a única companheira que atravessa todas as fases da nossa existência.
Está presente na criança que sonha.
No adolescente que ama.
No jovem que planeja.
No adulto que trabalha.
E também naquele que já viveu muito e continua acreditando que o amanhã pode ser melhor.
A esperança não envelhece.
Não se aposenta.
Não desiste.
Ela permanece sentada em algum canto do coração, esperando o momento certo para nos lembrar que ainda há páginas em branco para serem escritas.
E talvez a vida seja exatamente isso.
Uma sucessão de encontros e desencontros.
De expectativas e frustrações.
De planos que dão certo e de caminhos que precisam ser refeitos.
Mas, acima de tudo, uma jornada onde a esperança nunca deixa de caminhar ao nosso lado.
Porque enquanto houver esperança, sempre existirá um novo capítulo esperando para acontecer.


Autor: Sandro Sansão da Silva Costa

A curiosidade deve ser ilimitada. As conclusões precisam caminhar na velocidade das evidências. A mente deve permanecer aberta o suficiente para descobrir o novo, mas disciplinada o suficiente para não confundir possibilidade com realidade. É nesse equilíbrio que nascem as verdadeiras inovações - na ciência, nos negócios e na própria vida.

Ao olhar para uma pessoa, seus olhos não apenas revelam a curiosidade, mas têm o desejo de saber mais do que não é falado.

⁠THE END
A sensação de posse é o principal ingrediente que provoca a inexistência da curiosidade, da imparcialidade e da falta de espanto. Assim a sedução que doutrora existira, esvai-se gradativamente.

Há um tom de fim em tudo que me olha com curiosidade.

A solidão ensinou-me cedo que, o mundo assiste à sua queda com curiosidade ou pena, mas raramente com a intenção de estender a mão.

Há dias em que a única coisa que me mantém de pé é a curiosidade de saber como será a próxima frase que a minha dor vai ditar para a minha mão. Sou o primeiro leitor da minha própria tragédia, assistindo ao espetáculo com a fascinação de quem não sabe o final.