Curiosidade

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A curiosidade desperta o conhecimento.

Você tem que ter certeza o que você fala, a firmeza desperta curiosidade, isso transmitirá sentimento.

o segredo do amanhã é a curiosidade de vivê-lo.⁠

Sempre busque entender as coisas e os fatos, não seja um desentendido(a), tenha curiosidade, abra a sua mente.

“Entre a curiosidade e o egoísmo, a fuga se revela como a incapacidade humana de sustentar o que exige comprometimento real.”


Naldha Alves

Na escritora habitam a curiosidade da criança, a profundidade da filósofa e a precisão da cientista — ela pergunta, pensa e revela.

Filósofos, crianças e cientistas têm em comum a curiosidade, o questionamento e a busca por compreender o mundo de forma criativa.

⁠"A ambição maliciosa nasce quando a curiosidade faz você tomar atitude que teve favorecimento próprio sem pensar nas consequências dos que estão a sua volta"

Um belo dia, desses em que a gente abre o Instagram mais por tédio do que por curiosidade, como quem abre a geladeira esperando que um brigadeiro mágico tenha brotado do nada, lá estava ele. Sugerido. Entregue pelo algoritmo como se fosse uma encomenda atrasada do passado. A pessoa que eu mais amei nessa vida, ali, em pixels bem organizados e uma bio que provavelmente nem dizia metade do que um dia eu achei que ele era.


E foi estranho. Não aquele estranho de arrepio ou saudade que aperta o peito, não. Foi um estranho quase burocrático, como reencontrar um conhecido antigo no mercado e perceber que você não tem absolutamente nada para dizer além de um “oi” educado que nem chega a sair. Eu olhei e pensei, com uma calma que teria me assustado anos atrás: eu não o conheço mais. Talvez nunca tenha conhecido.


Porque a verdade, essa senhora inconveniente que chega sem bater, é que a gente ama muito mais a versão que constrói do que a pessoa em si. Eu amei um garoto de 16 anos que despertou em mim um universo inteiro, como se tivesse apertado um botão secreto dentro do meu peito que ninguém antes tinha encontrado. E eu fiquei ali, por muito tempo, vivendo daquele eco, daquela sensação inaugural, como se o primeiro amor fosse um selo de autenticidade na minha história.


Eu queria que ele tivesse crescido ao meu lado. Queria que o tempo tivesse sido gentil o suficiente para nos transformar juntos, como duas xícaras esquecidas no mesmo canto da mesa. Mas a vida não é esse romance organizado que a gente planeja na cabeça. A vida é meio bagunçada, meio irônica, meio debochada. Ela separa com uma naturalidade impressionante aquilo que a gente jura que nasceu para ficar.


E separou.


Só que o mais curioso não foi a separação. Foi o depois.


Depois veio alguém que dizia nunca ter conhecido o amor. E eu, que já tinha um coração com histórico de quedas, cheguei cautelosa, quase com um manual invisível nas mãos. Observando. Testando. Duvidando. Porque amar de novo não é exatamente romântico, é quase um ato de coragem meio inconsequente. É tipo provar uma comida que já te fez passar mal, torcendo para que dessa vez o tempero esteja certo.


Ele era um homem feito, mas com aquele jeitinho de menino que ainda não entendeu algumas coisas básicas da vida. E eu fui, sem perceber, ensinando. Mostrando. Traduzindo sentimentos que às vezes nem eu mesma dominava tão bem assim. E no meio disso tudo, eu me tornei o primeiro amor dele. Olha que ironia bonita. Eu, que carregava um primeiro amor como uma espécie de monumento interno, virei o primeiro amor de alguém.


E eu gostei disso. Não vou mentir. Tem um certo charme em ser o começo de alguém, em ocupar esse lugar inaugural que muda tudo.


Mas não foi fácil. Eu tive medo. Medo de me decepcionar, medo de repetir a história, medo de investir de novo em algo que poderia virar mais uma lembrança guardada numa gaveta meio empoeirada da alma. Só que, diferente da primeira vez, eu não fui no impulso. Eu fui construindo. Lapidando. Questionando. Como quem monta um quebra-cabeça sem a imagem da caixa.


E, aos poucos, fez sentido.


Hoje, tantos anos depois, o amor não é aquele incêndio descontrolado do começo da vida. Ele é mais estável, mais consciente, mais… decidido. A gente se ama com uma escolha diária, quase teimosa. Não é perfeito, longe disso, mas é real. E talvez seja isso que mais importa no fim das contas.


E então, naquele dia, diante da sugestão do Instagram, eu percebi uma coisa simples e libertadora: não fazia mais sentido. Não havia mais curiosidade, nem saudade, nem aquela vontade boba de stalkeada estratégica. Só havia um “X” ali, discreto, quase tímido, esperando para ser clicado.


E eu cliquei.


Sem drama. Sem trilha sonora. Sem discurso interno elaborado. Cliquei como quem fecha uma aba desnecessária no navegador da vida.


Porque, se existe essa ideia bonita de que somos amores de outras vidas tentando nos reencontrar, eu realmente espero que, em algum outro tempo, em alguma outra versão de mim, a gente tenha dado certo. Que a gente tenha se encontrado no momento certo, com a maturidade certa, com a vida menos caótica.


Mas não foi nessa.


E tudo bem.


Porque nessa vida aqui, nessa bagunça organizada que eu aprendi a chamar de lar, eu já tenho o amor que eu quero ter até o fim. Não aquele que me ensinou a sentir pela primeira vez, mas aquele que escolheu ficar quando sentir deixou de ser novidade e virou compromisso.


E olha… entre um amor que marca e um amor que permanece, eu fico com o que fica. Sempre.

Meu hobby,me divertir despertando curiosidade, e despistar curiosos.

⁠THE END
A sensação de posse é o principal ingrediente que provoca a inexistência da curiosidade, da imparcialidade e da falta de espanto. Assim a sedução que doutrora existira, esvai-se gradativamente.

Há quem olhe de longe
não por saudade,
mas por inquietação.
Curiosidade não é cuidado.
É a pergunta que se faz
sem coragem de escutar a resposta.
Quem observa em silêncio
costuma carregar dúvidas
que não sustenta em voz alta.
Espia para confirmar
se a escolha feita
ainda se justifica.
Mas olhar não é presença.
E visitar não é permanecer.
Há histórias que não aceitam plateia
de quem escolheu não ficar.
Algumas portas seguem visíveis
não por convite,
mas por transparência.
Outras jamais se reabrem,
mesmo quando vistas.
E se alguém entende ao ler,
entende porque sabe.
Curiosidade reconhece
aquilo que não foi resolvido.

A curiosidade nos conduz por caminhos nunca antes percorridos e acende, no espírito, a chama viva do conhecimento.

"Curiosidade não tem remédio e curiosos não têm correção. Curiosidade é o mesmo que bufa: tentam controlar, mas a "coisa" sempre escapole!"
Frase Minha 0312, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0312 "Como dissemos Eu e talvez Sócrates: 'Curiosidade não tem remédio e Curiosos não têm correção'. Se Sócrates não disse, bem poderia ter dito!"

0313 "Curiosidade é o mesmo que bufa: eles tentam controlar, mas nunca conseguem. E para alguns é também algo viciante!"

“⁠Na infância, a curiosidade é sede por conhecimento. Na fase adulta, muitas vezes contaminada por sentimentos mesquinhos, torna-se apenas um instrumento para deformar impressões e emitir julgamentos baseados em mundos próprios.”

⁠És um lindo mistério que transita pelos meus pensamentos, instiga minha curiosidade assim como uma história de suspense, o teu jeito discreto é tão atraente como um pequeno feixe de luz que contraria uma grande escuridão, mas pra desfrutar do teu desfecho, é necessário ter apreço e bastante atenção, sem ignorar nenhum detalhe, caso contrário, todo o esforço será em vão.

A boa teologia é apenas
curiosidade bíblica, mas o evangelho é a realidade da vida eterna. ✝️

Curiosidade para os fãs de Mortal Kombat! Apesar do ator Hiroyuki Sanada dar vida ao Scorpion nos filmes, a voz por trás do icônico "Get over here!" é do Ed Boon, um dos criadores da franquia. Eles mantiveram o som original como uma homenagem!


Mac Jhogo