Cupido
Não a toa a arma do cupido é um arco: seus dardos são maliciosamente lançados e cravados no peito de um desavisado.
Suas pontas são embebedadas na imagem de alguém aleatório a quem passamos a admirar, e por mais que se tente, não conseguimos arrancar aquele dardo, então vivemos a perambular, com a imagem cravada pelo anjo, que o escolheu para amar.
O amor dói! são flechas impiedosas de uma criança; lançadas, nos enganam com a aparência da ingenuidade, doçura, inocência e leveza... Cada flecha é lançada ao seu tempo, fazendo com que a solidão seja a primeira companhia do atingido.
O cupido sofre com o esquecimento de também atingir o outro da imagem, e assim, o solitário sofre até aquele arqueiro decidir alvejar a quem deveria também no peito cravar a imagem daquela vida sofrida por amar.
Não adianta fugir, chorar, se esconder, fazer calar, se isolar, dormir... essa dor não se cura só! o amor só possui um antídoto: o amar. Até que se tenha, vira obsessão, sonhos, planos, imagens... Sem o outro não há alívio para sua dor, não há remédio para sua febre.
Ai do escolhido!, o amor fere a pele e atravessa o peito, sua dor é profunda e constante, seu arqueiro não usa critérios ou padrões, apenas atinge quem de peito aberto fica da vida a esperar, por isso ganha forças, foco e objetivos ao ser escolhido para amar.
"Será que o meu cupido veio em forma de um pernilongo e eu o matei?"
☆Haredita Angel-04.10.2013
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A dor da perda, e a saudade de um tempo que você estava lá;
"Aparência de um cupido,
de um rapaz querido e
amado pelos amigos de
um coração digno.
A pessoas que são
lembradas pelo os atos
bons e lindas amizades
que conquistam em torno
de sua vida. E amado amigo
contigo não foi diferente disso.
Vc partiu, mais deixou brotado
em nossos corações uma linda amizade.
Nesse momento difícil eu um amigo meio distante
fui encarregado em nome de todos os amigos, de passar essa humilde e simples
mensagem mais é claro você merecia muito mais,
é assim que termino esta simples poesia com harmonia
e a lembrança, de agradecer a cada momento de ter conhecido
uma pessoa humilde, simples e um nobre amigo"...
Me conquiste com suas atitudes e jeito de ser e não com essa aparência adorável de cupido sonhador, a beleza superficial só conquista a pessoas fúteis, meus olhos enxerga a inteligência, simpatia, muito além de um mero rostinho bonitinho".......
Minha relação com o cupido sempre foi desastrosa por seu comportamento inconveniente, desconfio até que seja adepto de alguma droga ou que simplesmente tenha uma marcação comigo, assim, busco ficar atento para não piorar a minha situação, não quero tê-lo como inimigo, já bastam as suas flechas que só seguem na minha direção, deixando-me apaixonado sem que ele tenha a preocupação se serei correspondido ou prejudicado com alguma triste consequência. Esta é uma explicação bastante provável, tendo em vista, que apenas fico interessado em mulheres que não têm um interesse recíproco ou que poderíamos acarretar em lamentáveis resultados, por isso que tenho escolhido mais a razão, de insensato, já basta o cupido, mas claro que não estou isento, sei que a qualquer momento, posso chegar na seguinte conclusão "Fui atingido pela a paixão novamente", espero que eu não seja o único a ser atingido, que ela também seja, então, senhor cupido, tenha mais atenção com suas flechas.
Quando vejo pessoas bonitas fumando, além de todo mal pra saúde, eu lembro de o quanto faz mal para a aparência delas ...
A sensação é a mesma de quando vejo alguém degradando uma bela paisagem ou estragando alguma obra de arte ...
Sinto algo forte dentro do meu coração
Não consigo mais conter pois já estou em suas mãos.
Veio como não quer nada e ganhou logo a jogada e com um olhar paralizante conquistou meu coração.
Te vejo em meus sonhos como deusa cintilante que veio me socorrer do pesadelo e da ilusão. Estava desesperado na beira de um abismo com dúvidas em mim sem amor só ilusão.
Não sei se afrodite a deusa do amor pegou meus sentimentos e te entregou ou se o cupido flechou meu coração juntou ele com o seu e me modificou.
Em uma conversa pra lá de produtiva, numa sexta que mais parecia um sábado, eis que surgem altas analogias em meio às palavras que mais pareciam versos em forma de diálogo.
Mesa de bar também é poesia, é prosa, é metáfora.
E que endossa, à medida que as inspirações veem e que vão também.
Papo vai, papo vem...
Me pego falando sobre o amor e como fiz referência dele na teologia.
Diria que no amor de Cristo, para ser mais exato.
Jesus disse que eis que está a porta e bate, se a pessoa abrir a porta, Ele entrará e ceará com a pessoa. Fiquei pensando que algo semelhante ocorre com o amor. Afinal, Deus é amor, e o maior mandamento é o amor.
Em meio a este pensamento, fiquei pensando que o amor não entrará em nossas vidas se a porta estiver fechada. O amor é um convite, é dádiva, é presente, é algo que se apresenta para conosco quando estamos dispostos a abrir a porta e deixá-lo entrar.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que a porta esteja fechada.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que a casa não esteja arrumada.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que o destinatário ainda não seja você.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que ele esteja esperando um convite para entrar.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que ele já esteja em você, e amor você já é.
Se o amor não chegou ainda, pode ser que a porta está entreaberta, e o amor não fica onde há dúvida. Acredite!
"Andei pelo vale da sombra da morte e o Senhor estava comigo.
Senti a ausência do Deus, quando tu não estavas comigo.
É loucura, é devaneio, pecado é o que me acometeu, o tal cupido.
Quando te vejo, o coração palpita e a cada palavra, é um novo suspiro.
Tento imaginar o amanhã sem ti e não consigo.
Não sei o que faço, se és tu meu ar, em sua ausência, como respiro?
Eu não te olho mulher, eu te vislumbro, eu te admiro.
Um dia, imaginei-nos, em uma vida à dois, mas era miragem, era delírio.
Pesadelos de amor, foram os sonhos, que imaginei contigo.
Senti-me em total abandono pelo universo, quando jogou tudo que te ofereci no lixo.
Eu sou muitas coisas, mas não merecia isso.
E no famigerado vale, eu sou a sombra, eu sou a morte, refém de um coração, sob o julgo do Deus cupido.
Conversando com o Logos, ele confidenciou-me, ainda estar comigo..." - EDSON, Wikney
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