Cultura
A vaidade nos faz acreditar em coisas sem importância real, como se fosse uma grande homenagem conquistada por distinção.
O verdadeiro artista é um espirito livre e inconformado, que vive atormentado em constante criativa ebulição.
A agencia de inteligência em uma democracia tem que ser independente do estado para melhor angariar verdadeiras imparciais informações.
A corda de Oitenta e Um Nós que circunda o Templo das Virtudes, simboliza a União e a Fraternidade, material e espiritual que deve existir entre todos os irmãos caminhantes, maçons livres, em todas as dimensões.
A verdadeira felicidade condiz em buscarmos sempre os mais simples e os semelhantes, que são alegres por que vivem, e celebram a existência a cada encontro, na alegria que nos acolhem.
Precisamos sempre que alguém acredite pelo menos, em parte de nossos sonhos pois a outra metade, conquistamos, diante da oportunidade.
Quem só sabe ler a assinatura usual de cada artista sobre uma plataforma, é alfabetizado, parabéns, mas não entende nada, de historia da arte.
Existem vários distúrbios mentais e psiquiátricos considerados incuráveis, ainda hoje mas a partir da fusão entre a arte e o psique da medica psiquiatra brasileira Nise Magalhães da Silveira, minha amiga, existe uma reorganização da loucura e por conseguinte uma melhor qualidade de vida aos portadores destes males da mente.
Pelo analfabetismo crescente do Mercado de Arte brasileiro, costumam aparecer varias oportunidades. Pois na verdade, sabe se que nem tudo que é muito importante para uma cultura, tem que ter um valor muito elevado.
Poucos percebem com gratidão, todo esforço e bondade passadas de uma velha amizade. Cada vez mais as pessoas são efêmeras e preferem, por comodidade, mesmo que artificialmente viverem na superfície das relações do agora.
Nenhuma politica publica no Brasil pode ser digna e inclusiva, se não promova a integração social da população indígena, negra e pobre.
Ainda não sei o suficiente, para entender pacificamente tantas guerras, misérias e pobrezas no mundo.
Os seres da Amazônia, pertencem a vida da Grande Floresta em uma personalidade cultural, nativa e diferente. Sendo assim, cabe ao governo cultural federal e a sociedade, preservar, impedir que as novas tecnologias cheguem a eles e muito menos convidar como atração pura e ingênua nas terras dos homens brancos. Pois por mais que convidarmos a habitar transitoriamente em gaiolas de ouro, para tentarmos entender suas culturas, não entenderemos a essência e sua original cultura de liberdade, quando retornar, a ancestralidade, será diferente.
A Santíssima Trindade católica imposta pela catequese "é o Pai quem gera, o Filho quem é gerado e o Espírito Santo quem realiza" mas na compreensão original nativa indígena brasileira, vem resistente até hoje pela ancestralidade. A trindade que é "um Deus em três pessoas", para cultura religiosa indígena é a Vida em substância, essência e a natureza, a Mae Terra é quem gera, todo ser que existe na natureza é gerado e o Grande Espirito Ancestral do Universo quem tudo realiza.
A modernidade burra brasileira, quer destruir a medíocre e pobre língua portuguesa, que nos resta, substituindo alternadamente números por letras.
Aquele que ouve sem questionar, aprende mas aquele que ouve, julgando e interpretando a verdade sob seu ponto de vista, não absorve nada do ensinamento.
