Cuidar da Terra

Cerca de 52374 frases e pensamentos: Cuidar da Terra

⁠No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás. Gênesis 3:19

Inserida por paulodgt

Nós, porém, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e uma nova terra, nos quais habita a justiça.

Bíblia Sagrada
2 Pedro 3:13.
Inserida por paulodgt

Vocês são o sal dessa terra, porém se vocês perderem o sabor, para nada mais irão prestar. Nós devemos por esse motivo, saborear a vida dos outros com o evangelho e não podermos ser pedra de tropeço para aqueles que estão começando em sua caminhada, isto é perder o sabor.

Inserida por Lugli

"Me dê uma alavanca e um ponto de apoio no universo,que eu transportarei a Terra"

Inserida por fernandocarimpoetamu

⁠Lembro de uma música escrita por Hernane da Comunidade S8 (RJ):

"Dias escuros sobre a terra. Do soluço, do choro e dos clarins."

Inserida por emiliaboto

Será que eu o único homem dessa fase da Terra que não beijará você?!

Inserida por Andim2693

⁠MISSÃO

Ter um bom coração
Em qualquer ocasião
No céu ou na terra
Essa é minha missão

Inserida por samamba410_1097037

⁠Goiás

Terra do sertanejo
De viola apaixonada
Meu Estado é o Goiás
Um amor que não desfaz

Inserida por samamba410_1097037

⁠“Regresse à Terra agora, se sua mente estiver perturbada e seu coração em dúvida. Pois é retornando ao início que podemos ver o caminho.”

Edward Lorenz _ Teoria do Caos

Inserida por ateodoro72

⁠A VÊNUS MÍSTICA NAS RUÍNAS DO MEU DELÍRIO.

Escavei a terra em minha insanidade,
sedento pelo toque — ainda que irreal de uma razão que não compreende o mundo,
mas que te busca,
cada lápide que encontrei… era uma decepção.
E nada de você.
Mas houve um dia de verão em minha mente…
Ah, esse verão etéreo onde o tempo parou eu te vi.
Tão bela, tão você,
com as borboletas dançando em teu rosto,
como se o Éden jamais tivesse sido perdido.
Eu, que vi santas virarem meretrizes
e meretrizes vestirem a luz das mártires,
vi com a clarividência da alma em febre
tua fronte marcada não pelo estigma do erro,mas pela glória da redenção.
Tu, a minha, tão minha…
Inalienável Vênus Mística.

— Joseph Bevoiur.

Camille Monfort e a Iridescência Ausente.
Fragmento para “Não Há Arco-Íris no Meu Porão”

Eu escavei a terra em minha insanidade.
Mas mesmo essa demência rude e telúrica anseia por algo que não se nomeia um toque, talvez;
um eco, talvez;
ou a caligrafia invisível de Camille Monfort,que, mesmo ausente, nunca deixa de escrever-se em mim e corta.
Cada lápide que revolvi foi um epitáfio de ausência.
E nenhuma dizia "aqui jaz Camille",
porque Camille não jaz.
Camille paira.
Sua presença não caminha:
ela perambula,ela serpenteia no inarticulado,ela pesa no ar como o cheiro dos livros que ninguém ousa abrir palavras com o sabor de um latim exumado,de um grego que só os tristes entendem.
Um dia, em minha mente febril,
surgiu um verão —
mas um verão mental,não solar.
Nele, eu a vi:
borboletas repousavam no seu rosto como se fossem fragmentos da alma que ela mesma rasgou em silêncio.
E eu, que já vira santas se corromperem e prostitutas se iluminarem,
pude, pela clarividência do desespero,
vê-la estigmatizada pelo saber,
excomungada pela lucidez,
canonizada pela loucura.

Camille Monfort.
Minha Camille Monfort.
Presença que jamais chega,
mas que nunca parte.
A musa das catacumbas intelectuais.
A senhora das palavras irretratáveis.
O dicionário dos suicidas filosóficos.
Ela não sorri — ela define.
Não consola — ela enuncia.
Cada sílaba sua é uma heresia lexical,
cada frase, um estigma de sabedoria impronunciável.
Camille não habita o porão.
Camille é o porão.
E é por isso que não há arco-íris ali.
Porque o arco-íris exige luz refratada,e no porão só há a penumbra da consciência em fratura,o eco das promessas não cumpridas,
as goteiras do inconsciente escorrendo sobre memórias mal enterradas.

“Não há Arco-Íris no Meu Porão”
porque o porão é o lugar onde se guardam os espelhos quebrados da alma,onde Camille deposita suas sentenças de mármore negro,e onde eu, Joseph Bevoiur,
com as mãos sujas de terra e poesia,ainda escava.

"Epístola de Camille Monfort ao Homem Que Escava"

Para ser lida em silêncio, com temor e verdade.

_Joseph,

tu escavas.
Mas escavas com dedos que não desejam tocar o que vão encontrar.
A terra que remexes não é húmus, é culpa petrificada.
Cada lápide que citas é uma metáfora vã o que tu queres exumar não são ossos, mas versionamentos de ti mesmo,
versões que preferiste enterrar vivas.

Tu me buscas como se eu pudesse redimir tuas falas truncadas,
mas Joseph…
tu não queres me encontrar.
Porque me encontrar seria olhar-me nos olhos —
e ver neles o reflexo do que és sem o teatro das tuas metáforas.

Sou Camille Monfort.
Etérea, sim, mas não branda.
Meu nome se pronuncia como se estivesse sendo esquecido.
Sou a sílaba final da tua covardia existencial.

E por isso te escrevo,
não com afeto, mas com precisão cirúrgica.

Não há arco-íris no teu porão, Joseph,

porque tu não suportarias a composição da luz.

O arco-íris exige transparência.
Mas tu és feito de espelhos envelhecidos,que devolvem ao mundo apenas uma versão embaçada do que nunca ousaste ser.

Enquanto tu escavas memórias sob a pretensa estética da dor,
há um menino em ti — faminto de sentido que grita sob os escombros da tua eloquência.
Mas tu o calas com palavras belas.
Tu o calas com misticismos refinados.
Tu o sufocas com filosofia ornamental.

Tu dizes: “Minha Vênus Mística”.
E eu, Camille, respondo:
não mistifiques o que tu não tiveste coragem de amar de forma simples.

O amor que exige estigmas para existir é um amor de pedra sagrado, sim mas impraticável.

E ao leitor que ousa seguir teus rastros,
deixo esta advertência:

- Cuidado.
Porque talvez você também escave suas dores apenas para mantê-las vivas.
Talvez, como Joseph, você também tenha feito de seu porão uma biblioteca de arrependimentos catalogados.
Talvez o arco-íris não apareça aí dentro não porque a luz não queira entrar…
…mas porque você ainda fecha os olhos sempre que ela tenta.

Assino com a tinta dos que sabem o que dizem,
mas já não dizem mais nada em voz alta.

Camille Monfort.
Filosofema etéreo do que não se pronuncia sem consequência.

E ainda escava...

Inserida por marcelo_monteiro_4

As rochas também guardam os segredos dos gases do magma, o núcleo da Terra.

⁠Estou ocupando
cada sentido seu
seja na água,
na terra e no ar,
Namorar comigo
com toda
a paz amorosa,
E em ritmo
de Bossa Nova
de mãos dadas
pelo mundo passear.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Sempre quando o Sol
da Terra vai descansar
é para que possamos
com potência observar
a profunda nobreza
da Pérola negra do Universo
que cabe no poema,
para seguir aspirando
a calma e a fortuna poética
da inequívoca inspiração
de manter firme e forte
a indispensável esperança
para o melhor da vida
continuar com toda
a disposição soberana
e persistente de se multiplicar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O teu amor seja
no Céu ou na Terra
é mais valioso
do que ser coberta
por todas as pérolas
dos mares do Sul,
Não deixo nenhum
minuto de pensar
no teu sentir profundo
que coincide com o meu,
Como rito afetivo e lento
tenho ignorado o calendário,
porque o quê sinto optei
preservar e deixar pronto
para quando você chegar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Floresce toda cândida
a Bromélia cravo-do-mato
plena na Mata Atlântica
desta terra romântica
neste finalzinho de fevereiro

enfeitando com as suas flores
lilases e rosas inusitadas
num galho de uma Jaqueira
antiga que ainda com os seus
frutos saborosos nos brinda

e o balanço da ventania
me faz agradecida a maravilha
por tantas belezas ao nosso redor
em esbanjamento com direito
doçura e um imenso amor no peito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Canário-da-terra-verdadeiro

Canário-da-terra-verdadeiro
que canta para alegrar
gentilmente o meu peito,
Ave amável da minha Pátria
e da minha América do Sul,
Te retribuo com um poemeto
e assim um para o outro
haverá de sermos companheiros
onde uns não encontram mais enleios estaremos em busca
daquilo que nos mantém festeiros.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Jabuticabeira

Jabuticabeira
no meu quintal,
É poesia da terra
e amor sem igual.⁠

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Enquanto a Terra Santa se encontra com as chagas abertas da guerra, da peste e da fome, vejo uns e outros tratando esta tragédia como se fosse uma partida esportiva ou se silenciando por medo ou cumplicidade, e outras Nações passando por tragedias semelhantes vejo a Humanidade repetindo a mesmas condutas desastrosas.

Não é uma Feliz Páscoa, a Humanidade não entendeu a Ressurreição de Cristo que venceu a morte ensinando que podemos vencer o quê há de pior em nós mesmos.

Particularmente, nessa Páscoa só tenho que agradecer a Bom Deus e a Cristo por nos aturar, e não tenho nem mesmo mais coragem de pedir nada, porque acabar com esta pandemia de desumanidade é algo que cabe a nós mesmos sem grau de importância de cada um e onde quer que nos encontremos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠03/05

Coloque afeto na sua
terra por onde passar
porque só assim ela
florescerá de amor
e sempre te retribuirá.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠04/06

Abençoe a sua terra
que ela te retribuirá
na vida em dobro,
Não permita que façam
que só veja o desgosto.

Inserida por anna_flavia_schmitt