Cuidando do meu Jardim
Porque esse meu telefone não toca, não aguento mais esperar,amor, por favor, me liga, pois quando eu te liguei, ninguém atendeu, eu te amo, você me beijou, desmostrou um sentimento naquele momento, mas agora quando me olha ,desvia o olhar, eu nunca amei ninguém a esse ponto para implorar uma ligação, não faça isso comigo, eu te amo!
Meu coração me pediu...
Para amar você...
Eu soube esperar um momento...
E guardar em mim um sonho...
E tocar o seu coração..
Eu amo amar você...
Eu quero amar você...
Mais, muito mais, te aquecer num olhar...
Meu coração chamou...
O teu respondeu...
Sou todo seu, me faz bem te amar...
Te querer...
Eu choro com você...
Me alegro com você...
Divido com você...
Cada instante de nós dois...
DIVAGAÇÕES COLORIDAS
Tudo branco e preto no vermelho do meu coração
Sua aquarela não enfeita seu mundo
E se escuto ainda a mesma canção
É saudade e medo do profundo:
Tempo que exista ilusão
Visões...
Saiam logo dos meus espaços!
Divagações...
Quando sinto, sinto aos pedaços
Se perco tempo
É com a tristeza de um sorriso
Mas se me perco por um momento
Ah... Então é a visão do meu paraíso!
E o branco deixa o céu mais azul
E o preto deixa o vermelho mais nu
Aos olhos de quem vê com ignorância
Vem descolorir meu arco-íris de papel
O preto e branco racional de ser adulto-criança
Não vivo no mundo que a sociedade exige.
Vivo no meu mundo, escolho minha moda, minha comida e sou minha etiqueta social!
Apenas sou...
Independente do alheio!
À procura
Procuro algo em mim
Entre duas pedras
Dentro de um vulcão voraz.
Procuro meu ser poeta,
Que só o meu destino
Pode encontrar!
Onde não sei…
Vejo tudo em neblinas.
No aconchego interno do seu corpo, o meu fez morada e aqui nossos corações batem juntos, no ritmo de amor.
O único lado meu em que me permito ser absolutamente radical é na minha resistência a ser arregimentado pelo radicalismo dos outros.
A cada dia mais entendo, a cada dia compreendo. O meu tempo chegou desde que eu fui parido. Eu despojo tudo o que sou, eu sou bem muito mais que tenho. Pois sei que agora é a hora, o hoje é o tempo de crescer.
Na aquarela do meu viver, pintar meus sonhos.
Na cidadela da minha alma, ser estrela sem limite de duração.
Ser água de dia, límpida, branda e fresquinha...
E que venha o fogo de noite, acender meus desejos e repor minhas energias.
O bagulho é doido, pense o que pensarem contraditoriamente achando que sou bandido pelo meu dialeto ou pelo meu momento;
Nunca rodei, sou certo pelo certo demarquei os meus caminhos para não cai como errado na adrenalina que oferece a morte;
“O vento parecia silenciar, os pássaros já não cantavam mais; o meu coração doía, como nunca, e lá estava eu deitava mais uma vez em minha cama, ensopando mais um travesseiro; e pensando em minha vida; onde me fez perceber como a vida é injusta e como temos que lutar por ela, pois se não fizermos isso cairemos em um buraco profundo […] tocava onde hoje já não há mais sangue, só cicatrizes. Minha angústia aumentava cada vez mais, ao lembrar de toda aquela luta, e de tantas outras que terei de ter por essa vida que só está começando.”
Por ser ele. Apenas isso.
Simplesmente pela forma
como apareceu.
Pelo jeito tão dele,
tão meu, tão assim...
sem explicação.
Ele chegou de leve, e de-li-ca-da-men-te
mexeu com minhas funduras,
desbravou espaços, marcou território
aonde as palavras não conseguem chegar.
E ele foi. E ele veio. E ele vem.
Ele sempre aparece quando
tudo se faz ausência,
é quando minha
sensibilidade está a flor da pele
que ele se derrama sobre mim.
Mesmo sem saber, mesmo sem querer,
ele me aproxima de mim mesma
quando eu me perco
no meu labirinto de existir.
Para aquele que é sinestésico e musical.
Buscador; contraditório; intenso. Vasto..
Ele.
