Cuidando do meu Jardim
"O melhor amigo do meu melhor amigo, pode ser o meu inimigo."
"Não há mais confiança quando o segredo de uma chave pode ser copiado."
"Se eu não tomar cuidado com meus pensamentos, posso transformar meu melhor amigo no meu pior inimigo."
"Ego, ego meu, se eu aprender a voar com uma águia, me torno um águia?
Ego: Não, borboletinha, nem a fênix pode renascer das cinzas com outro propósito."
"Mimei meu ego e hoje ele gasta mais do que eu ganho."
"Não tenho medo de reencarnar pobre, tenho medo de reencarnar com um ego ignorante que não acredita na sabedoria."
"Meu maior medo é ser enganado pelo meu próprio ego."
"Se meu trabalho atrai pessoas interessantes, meus resultados atrairão pessoas interessadas ou interesseiras."
"O toque em outra vida"
Nos teus olhos revi meu abrigo,
fomos mais que amantes, fomos mais que amigos.
Na palma da mão, o universo acendeu,
e tudo o que fomos, de novo, renasceu.
É toque que cura, que acalma, que chama,
memória que pulsa, que vive, que inflama.
E ali compreendi, no calor do teu ser,
que o amor não conhece o que é esquecer.
Teu Sorriso, Meu Refúgio"
Teu sorriso, é sol que clareia,
até meu caos ele incendeia.
Tua alegria me faz dançar,
mesmo quando o mundo tenta me calar.
Carregas o mundo sem reclamar,
abraça dores que nem são teu lugar.
Cuida de todos, com alma tão forte,
e ainda me abraça quando a vida é sorte.
Teu olhar tem brilho que não se mede,
marcou minha pele.. Virou minha sede.
Tatuei tua luz, tua calma e tua cor,
porque em ti, menina, encontrei amor.
Nos murmúrios do vento, domino o silêncio,
Ecoa a brisa da saudade no meu peito. Trago comigo das eras a missão do poema, a urgência grávida de erguer pirâmides no teu ventre.
Anseio salivar a tua doce presença,
Entre ruínas de versos e desejos insatisfeitos.
Ninguém me ensinou a ser tolo, a girar como uma roda de um moinho, mas espreito pelas costuras da vida, à procura dos peixes, dos arco-íris que brilham nas tuas pálpebras, como uma criança abandonada.
Tenho asas e não voo, guelras e só respiro por meio das palavras, dos verbos.
Nos teus peitos cravei estacas para marcar os campos da fome, os limites das baías tristes dos teus cabelos, onde naufrago como um cacto no deserto.
E nas falésias, uno-me às marés e aos ventos, como as antigas caravelas extintas do meu país.
Nem sereias, nem canções, nem moradas, nem lamentações.
Ser poeta é definhar a cada dia, envenenado como um gato vadio que se espuma pelas ondas.
Quem nunca...
