Cuidando do meu Jardim

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⁠Poetisa sem pressa
de publicar o meu
livro porque estou
vivendo a poesia;
Poesia sem livro
de um destino
a inundar é mais
difícil de capturar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Do meu roseiral
poético colhi pétalas
para serem passadas
no açúcar do seu coração
na noite dos desejos,
Para ti guardo a safra
mais fina de beijos
para enveredar
sob os auspícios
da América Austral.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu poema absoluto
da América do Sul,
amor profundo,
e tesouro misterioso,
Sempre vou me render
ao seu charme sedoso,
Não haverá regresso
porque para ti irei viver
do amanhecer ao anoitecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Mais valioso que
todos os tesouros
da Rota da Seda
é o teu charme
meu doce poema
capaz de fazer
perder a cabeça;
porque mesmo
sem você saber
tenho previsto
o quê será escrito
em ti quando
estiver comigo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠As flores do açafrão
do meu cesto foram
espalhadas pelo vento,
E ele te trouxe bem
perto de mim porque é
ciente que moro dentro,
e assim resolvi pactuar
com a vida e o tempo;
Desafia mesmo é guardar
a poesia, a atração,
a volúpia e o sentimento
sem saber de fato se devo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu guarda-chuva
branco e vermelho,
é o poético pedido
onde tudo de atroz
tem sido semelhante
num mundo perdido.

A plataforma é unitária
e a agonia é coletiva
por cada prisão arbitrária,
E ali não há nenhuma
gente autoproclamada.

De como está o General
não sei de nada,
ele foi preso injustamente
e para a volta da liberdade
não há nem data marcada.

Como ele tem sido sufocada
é a tropa por cada segundo
que o tempo carrega
e a injustiça que não passa,
neste continente onde
a verdade tem sido silenciada.

Está a caminho no México
a próxima rodada
que além de mim coloca
muita gente esperançada,
firme quero crer que
a triste sorte pode ser mudada.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠De uma terra distante
o teu acorde não
falou mais alto e nem
bonito no meu ouvido.

O Pai de Arpa e Thor
foi condenado,
mais não foi esquecido.

Podem falar em todas
as línguas para tentar
ser convincentes.

Será muito difícil,
pois nada haverá de
ser como antes.

Se não se conforma
com a sua imaginação,
Nada posso fazer,
Estou a implorar para
saber do paradeiro
de um General que foi
preso injustamente,
e segue desaparecido.

Sou livre para falar
o quê eu quiser,
e manifestar a quem
eu bem entender.

A esposa espera
o corpo do marido
Capitão-de-Corveta
para enterrar,
Não estão querendo
à ela entregar,
E o vexame a cada
dia só faz aumentar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando as Raízes do Tempo
me tiram para dançar
é quando sempre me lembro
que aqui é o meu lugar.

Belmonte, minha relíquia,
a Coluna Prestes aqui passou,
tens histórias para contar
e muito calor humano para dar.

Mãos de origem polonesa
ergueram esta cidade
aqui tem memória que
também é feita de saudade.

Belmonte, meu bonito lar,
és o meu orgulho de verdade,
Belmonte, minha linda cidade,
você sabe que te amo de verdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Benedito Novo da minha vida,
os teus ribeirões e cachoeiras
valem mais do que meu poemas.

Benedito Novo cheia de belezas,
do africano que buscou a liberdade
assim sagrou-se com nome e mística.

Benedito Novo do meu peito,
amo os teus sabores postos na mesa
e a tua força de encontrar jeito.

Benedito Novo imensa e repartida
com Doutor Pedrinho,
não há quem não louve esta honraria.

Benedito Novo, cidade gentil,
a tua gente ergueu cidade preciosa
no Médio Vale do Itajaí deste Brasil.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Olha, meu bem,
que decepção!

Pensei o meu
povo não fosse
nunca mais
dançar este
rock 'n' roll,
Sinceramente,
me enganei;
As credenciais
foram entregues
a embaixadora
do autoproclamado,
Deste capítulo não
tenho nem mais
vontade de falar,
Só tenho muita
vontade de chorar.

Olha, meu bem,
preste atenção!
O General que
foi preso inocente,
e se encontra
enfermo pelo
o quê intuo,
Tudo indica
que é vítima de
desaparecimento
forçado até
que me provem
o contrário,
Não vou parar
de me queixar.

Olha, meu bem,
não para de doer
o meu coração!

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu país
retirou da lista
de credenciais
a embaixadora
nomeada pelo
autoproclamado,
Um rock 'n' roll
que ninguém
dançará mais.

O General é
inocente
e você sabe
bem que sim,
Está na hora
do penar
dele ter fim;
Onde ele
está nesse
instante agora?

Sinal de paz
vindoura
e duradoura,
Sonho parar
de reclamar,
Podem falar
que é utopia,
que ninguém
me fará deixar.

Não vi mais
sequer uma
imagem nova
do General,
Não saber
de mais nada
tem me feito
muito mal,
Não quero
nunca mais
ver situação
tão frágil
quão um cristal.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu coração
está onde
o povo está,
Por isso te peço
contra o povo
não me estenda
mais a mão para
praticar qualquer
tipo de agressão,
Para a mulher
amada peço
só compreensão.

Acredite ou não,
as melhores
pessoas já
passaram
pela prisão
sendo na vida
militares ou não,
O Filho de Deus
já foi preso;
Tens motivos
de sobra para
não fazer
um calabouço
no teu coração.

Para que nunca
mais se repita
compartilho
essa trágica
recordação:
"2017: Centro
de Detención
Amazonas
39 presos
asesinados.
2018: PoliCarabobo
69 asesinados.
2019: Acarigua
30 asesinados."
Afaste com
sensibilidade
a possibilidade
desse tipo incidente,
Já deu para ver
Que não é pela
força que se obtém
a pacificação,
É preciso cuidar
do povo com
amor no coração.

Anteontem, mais
uma audiência
foi adiada
para o Coronel,
A rota do dia 23
de janeiro dividiu
o movimento,
Não critico,
Cada um siga
o seu caminho,
Cada tem o seu
entendimento.

O meu caminho
é o da poesia,
Para pedir
um pouco
de compaixão
onde está
fazendo falta;
Porque me
incomoda
saber que
para o General
não há nem
perspectiva
de justiça,
esperança
ou alguma fresta,
E só absurdo
que infelizmente resta:
ele se encontra preso
em Fuerte Tiuna
sem ter nenhuma culpa.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bocaina do Sul

Tu sempre será o meu
Rio Bonito de ensinamentos,
do teu povo amigo orgulho
não nego que tenho, louvo
e poemas eu à todos dedico.

Nos Aparados de Piurras
reabro o livro da tua vida,
das origens carijó e jê,
Bocaina do Sul, ternuras
mil devoto todas à você.

Na Cachoeira Morro das Pacas
releio todas as páginas
de crescimento que te fizeram
na vida uma cidade erguer,
Bocaina do Sul és alegria de viver.

Nas cachoeiras e no Rio
na localidade de Campinas
agradeço a sua existência linda,
Bocaina do Sul, minha querida,
filha da Bela e Santa Catarina.

Na Pedra da Boca eu marquei
um encontro escondido com
você porque és tudo que amei,
amo e sempre na vida amarei:
Bocaina do Sul em ti me amarrei.

Nas tuas grutas e no teu memorial
de devoção rezo por mim,
por ti e por tudo que és,
Bocaina do Sul, minha amada,
não há ninguém que não se renda
aos teus pés diante de tanta beleza.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Meu bem,
a vida ensina
quem se permite
o discipulado,
e não se omite
de vivê-lo;
porém, existem
sempre aqueles
que não querem
o aprendizado,
e vivem julgando
sem consequência
e sem prova a tropa.

Não é suficiente
a complexa
exigência de
clareza necessária
na comunicação
direta porque
ela pede que
a mensagem
seja exata
como a tabuada.
Para que essa
insana rotina
não nos castigue:
deixo nas sagradas
mãos da poesia
que da linguagem
figurada se encarregue,
mas não esqueço
de se objetiva
ao dizer o sofrimento
que o General vem
passando na pele.

Ir ao quê interessa
levo como sempre
como regra absoluta
e excelência para
não deixar dissipar
o quê deve ser dito
em nome do que
sempre há o quê
comunicar quando
o bom senso falta,
e o quê é de verdade
se cala na multidão.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Olha, meu bem,
tenha cuidado,
porque corrupção
espiritual anda
produzindo
até condenação,
é uma re-edição
desgostosa
de 'O pecado
mora ao lado',
uma paródia
de mau gosto
'à beira de um
ataque
de nervos'.

É linguagem
poética feita
para rir quando
o tempo se
encontra fechado,
porque o quê
importa é ir
tocando o barco.

Um mistério que
não nasceu para
se explicar,
mas se você
me sente como te
sinto ficará fácil
de me interpretar:
o quê vale nessa
vida muito além
de agradar é
sentir no coração
a dança do universo
em sua plenificação.

Porque eu quero
saber do General
e da tropa,
porque onde eles
se encontram é
o endereço do
inferno institucional,
e como resposta
assumo como
tatuagem zodiacal
o compromisso de ser
o sonho de liberdade.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O meu coração
mora onde
o povo está
nesta noite
de agonia
privado
de proteção
e amparo;
pois falta luz
deixando-me
em todos
os estados,
em milhões
de pedaços
e preocupada
com quem
está preso
e com quem
está solto
passando por
essa covardia.

Não há como
ir descansar
tranquila,
Alí em estranhas
circunstâncias
morreu vítima.

O calvário
da tropa
e do General
injustiçado
não faço ideia
até hoje
quando termina.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Enquanto não
libertarem
o General
e a tropa
O meu coração
vai seguir
aborrecido,
E a minha
alma injuriada.
Silenciosas as
asas do condor
sob Abya Yala,
A minha canção
você não cala,
Porque falo
o quê precisa
sempre ser dito.

Ressoam as
vozes nas ruas,
O povo grita
com brio,
Induzido a um
enfrentamento
sombrio,
Culpa de um
Império maldito.

O patriotismo
da região foi
estrategicamente
afastado para
que o povo
achasse normal
todos os dias
ser roubado,
e o povo
mutuamente
se fazer agredido.

Abertamente
tudo isso me
preocupa porque
na minha terra
nem chargista
é respeitado,
Querem fazer
da Venezuela
a porta de entrada
para o desconhecido.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Perseguido
o povo em
diáspora
no Equador,
e o meu
coração
segue partido
sem poder
de ajudar
e doendo
de tanto
se indignar.

Gostaria
de ter a
unção
para com
todo esse
sofrimento
terminar,
mas estou
por aqui
com os meus
poemas para
semear a glória.

É aniversário
do General,
chora o cuatro
venezuelano,
não há o quê
comemorar,
manter ele
preso é um
amargo engano,
está na hora
de libertar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Capinzal Celeste

És presente do Imperador,
espírito farroupilha perene
e ainda tens o meu amor.

Capinzal da minha vida,
celeste és sem dúvida filha
do magnífico Rio Uruguai.

És beijo do Rio do Peixe
e as araucárias do destino
tu abriga e de louvor és digna.

Capinzal torrão celeste
da Bela e Santa Catarina,
ao teu povo entrego toda poesia.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Wittmarsum

Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão poético
da nossa Pátria amada.

Descanso dos guerreiros
no jardim do príncipe,
Minha poesia sublime,
Nova África e estrela azul
talvez que amo a cada
dia mais mês a mês.

Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão de ternura
da nossa Pátria amada.

Com apego as origens,
garra e união aqui
no nosso Vale Europeu
ergueram cidade
nesta Pátria sagrada
onde vive a liberdade.

Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão de paixão
da nossa Pátria amada.

Reverencio a sua gente
que sabe ser acolhedora,
a Natureza embaladora
e os teus sabores bem
postos na mesa e tudo
aquilo que fostes, és e serás.

Wittmarsum, adorada,
és o meu torrão amor
da nossa Pátria amada.

Inserida por anna_flavia_schmitt