Cronicas de Luiz Fernando Verissimo Pneu Furado

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POR QUE AS ROSAS SAO TAO LINDAS?
(Luiz Islo Nantes Teixeira)

Por que as rosas sao tao lindas? Hoje estive me perguntando
E cheguei a mais sublime e perfeita conclusao
Sao porque cada uma delas possuem um belo coracao
E sao voces mulheres que passam a vida inteira nos cativando

O que seria de meu coracao sem os teus amores para preenche-lo?
O que seria de minha alma sem os teus sorrisos doces e alegres?
O que seria de meu corpo sem os teus toques de amor cheios de zelos?
O que seria de mim sem os teus perfumes embriagando as nossas peles?

Ah! Se todos os homens soubessem como cultiva-las ,minhas preciosas rosas?
E como trata-las com o amor maior que possa existir neste mundo?
Ah! O mundo seria um imenso jardim de flores mulheres e maravilhosas

E eu as amo por existirem em nossas vidas e em nossos coracoes
E eu as amo por serem tao amigas,lindas,companheiras maravilhsoas
E eu sempre as amarei por me trazerem as melhores e mais sagradas das paixoes

© 2007 Globrazil/Islo Nantes Music
USA

SAUDÁVEL
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

Pra que eu vou brigar
Se o amor sempre sera rei
Através dos tempos
Mesmo se os ventos
Soprarem temporais.

Pra que eu vou me irritar
Se o amor sera companheiro
Regendo meu signo
Mesmo se o inimigo
Espreitar feroz

Deixem que se rasguem
Que xinguem ate que firam
Suas consciências imbecis
Um dia
Quando o tempo cobrar
Talvez alguém pense que foi azar
Ser tao infeliz

Pra que eu vou chorar
Se a dor e dadiva dos fracos
Que não sabem se impor
Mesmo se o amor
Clama um pouco de paz

Só quero te amar
Pra ser saudável da cabeça
E sempre da razão
Mesmo se o seu coração
Não aceita um amigo a mais

© 2007 Globrazil Inc/Islo Nantes Music(ASCAP)

AS LIGACOES
(Luiz Islo Nantes Teixeira)

Quando atendo ao telefone
E ouço o teu nome
Logo me resguardo de antemao
Nao falo o bastante
Para a conversa nao ir adiante
E abrevio a ligacao

Se voce sente minha frieza
Eu sei que com certeza
Tu disfarcas bem, sempre!
Porque para o meu desespero
Quando menos espero
Tu ligas novamente

Tantas ligacoes insistentes
Palavras mais que vazias
E uma frieza entre nos dois
Tuas palavras doentes
Teus desvarios de fantasias
Ja nao reconheco tal voz

So mundando o meu telefone
Para que tu esquecas do meu nome
E saibas que preciso de paz
Assim tu comeces viver a tua vida
E entendas que nossa despedida
Nao teras volta , jamais

Ja tentei te explicar
Que ja nao ha mais lugar
Para nenhum carinho
Que e melhor tu te conformares
E buscar outros beijos, lugares
Mas longe do meu caminho

© 2008 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)

QUEM SABE
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

Quem sabe se importar
Dividir ,entender e amar
Com a amargura da dor
E a ternura que o amor traz
Quando uma pequena mudanda de ventos
Altera os bons tempos
E tira toda a paz

Guarda a chave da felicidade
Nas maos
E sabe achar a saida
No meio de tanta aflicao
E sabe tambem que nem e hora de sentir saudade
Nem e hora da partida
Nem e hora de ferir o coracao

Por que tambem sabe lembrar
Que a calmaria e a tempestade
Sao inimigos mortais
Mas a calmaria sempre prevalece
Sobre os vendavais
E e nesta hora que o amor se fortalece
E te ensina a paz

E assim todo o sofrimento
E absorvido como uma mera luz divina
Que ilumina a escuridao de nossas almas
Nos piores momentos
Que nos cegam e nos dominam

E entao que aprendemos que hora de entender
Dividir e se importar com quem se ama
E revitalizar a chama
Que volta mais forte e resoluta
Pronta pra uma nova luta
Ate a proxima tempestade
E seu vendavais
Que entao a sabedoria do amor e felicidade
Vencerao uma vez mais

© 2007 Globrazil Inc/Islo Nantes Music(ASCAP)
Emails: globrazil@verizon.net or globrazil@hotmail.com
Cell(914)776-4867 - New York - USA

SOMENTE OS TOLOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
Somente os tolos comemoram a velhice
A companheira implacavel de seus primeiros anos
A mesma que te sauda no seu primeiro respirar
A mesma que te surpreende no seu primeiro olhar
E a mesma que testemunha seus primeiros desenganos

Somente os tolos comemoram a velhice
A verdade definitiva de todos seres humanos
A mesma que envelhece os rostos mais bonitos
A mesma que enfraquece os brutos, os mansos e os aflitos
Os mendigos , os ricos, os orgulhosos e os mundanos

Somente os tolos comemoram a velhice
E baten palmas e fazem as festas e fazem ceias
Para esta companheira que nao se importa um segundo
Que nao lhe da treguas em nenhum lugar do mundo
E te retribue com as rugas mais fundas e feias

Somente os tolos comemoram a velhice
Que todos temem e ao mesmo tempo cantam
A mesma que dobra os nossos joelhos
A mesma que reflete o que somos e seremos nos espelhos
Mas nao envelhece o amor dos que nos amam

Somente os tolos comemoram a velhice
A companheira implacavel que suga todas suas energias
Como suga das criancas, dos jovens ,dos adultos e dos velhos
Ate sugaram daqueles que viveram mais segundo os evangelhos
Porque numerados estao os nossos mais lindos dias
© 2010 Islo Nantes Music

SAMBA DO DISCURSO
(Luiz Islo Nantes Teixeira/Carolina Teixeira)

Primeiro agradeco ao divino Deus
O ser supremo do universo
Que me deu a vida e o verso
Para eu poder versar

Agradeco pelos filhos seus
Que adoram as minhas cancoes
Sejam de alegrias ou ilusoes
E assim posso cantar

Obrigado pelos aplausos
Aos amigos que fiz
Em qualquer lugar
O discurso e longo
Mas estou feliz
Por poder expressar

Segundo agradeco meus pais da Ilha
La da Ilha do Governador
Que com um imenso amor
Souberam me educar

Agradeco a minha filha
Que Deus em sua bondade infinda
Fez a princesa mais linda
Que veio ao mundo reinar

Obrigado….

Terceiro agradeco a primeira mulher
Que me deu a maior ilusao
De onde tirei a licao
Para eu sobreviver

Agradeco a segunda mulher
Que ganhou o meu coracao
Curou as dores da solidao
E hoje e o meu viver

Agradeco neste samba
Minha total gratidao
E longo sim, minha gente bacana
Mas e do fundo do coracao

© 2009 Islo Nantes Music/Globrazil(ASCAP)
Globrazil@verizon.net or Globrazil@hotmail.com
Brazil - (021) 2463-7999 - Claudio
USA (1) 914-699-0186 – Luiz

Deixei atrás os erros do que fui

Deixei atrás os erros do que fui,
Deixei atrás os erros do que quis
E que não pude haver porque a hora flui
E ninguém é exato nem feliz.

Tudo isso como o lixo da viagem
Deixei nas circunstâncias do caminho,
No episódio que fui e na paragem,
No desvio que foi cada vizinho.

Deixei tudo isso, como quem se tapa
Por viajar com uma capa sua,
E a certa altura se desfaz da capa
E atira com a capa para a rua.

Entre o luar e o arvoredo

Entre o luar e o arvoredo,
Entre o desejo e não pensar
Meu ser secreto vai a medo
Entre o arvoredo e o luar.
Tudo é longínquo, tudo é enredo.
Tudo é não ter nem encontrar.
Entre o que a brisa traz e a hora,
Entre o que foi e o que a alma faz,
Meu ser oculto já não chora
Entre a hora e o que a brisa traz.
Tudo não foi, tudo se ignora.
Tudo em silêncio se desfaz.

Sonhe com as estrelas,
apenas sonhe,
elas só podem brilhar no céu.
Não tente deter o vento,
ele precisa correr por toda parte,
ele tem pressa de chegar, sabe-se lá aonde.
As lágrimas?
Não as seque,
elas precisam correr na minha,
na sua, em todas as faces.
O sorriso!
Esse, você deve segurar,
não o deixe ir embora, agarre-o!
Persiga um sonho,
mas, não o deixe viver sozinho.
Alimente a sua alma com amor,
cure as suas feridas com carinho.
Descubra-se todos os dias,
deixe-se levar pelas vontades,
mas, não enlouqueça por elas.
Abasteça seu coração de fé,
não a perca nunca.
Alargue seu coração de esperanças,
mas, não deixe que ele se afogue nelas.
Se achar que precisa voltar, volte!
Se perceber que precisa seguir, siga!
Se estiver tudo errado, comece novamente.
Se estiver tudo certo, continue.
Se sentir saudades, mate-as.
Se perder um amor, não se perca!
Se o achar, segure-o!
Circunda-se de rosas, ama, bebe e cala.
O mais é nada.

NÃO DIGAS NADA!

Não digas nada!
Não, nem a verdade!
Há tanta suavidade
Em nada se dizer
E tudo se entender —
Tudo metade
De sentir e de ver...
Não digas nada!
Deixa esquecer.

Talvez que amanhã
Em outra paisagem
Digas que foi vã
Toda esta viagem
Até onde quis
Ser quem me agrada...
Mas ali fui feliz...
Não digas nada.

Fernando Pessoa
Poesias Inéditas (1930-1935)

"Quanto mais eu sinta, quanto mais eu sinta como várias pessoas,
Quanto mais personalidades eu tiver,
Quanto mais intensamente, estridentemente as tiver,
Quanto mais simultaneamente sentir com todas elas,
Quanto mais unificadamente diverso, dispersadamente atento,
Estiver, sentir, viver, for,
Mais possuirei a existência total do universo,
Mais completo serei pelo espaço inteiro fora."

O reencontro do meu amor

Andava vagando
Pra sucumbir meu vazio,
Carregando nuvens de pensamentos,
Algumas claras como algodão
Outras escuras de tormento,
Quando me deparei com você,
Eterna musa dos meus olhos,
Reconheci todo esse encanto de ser.
Não acreditava no que via,
Apenas sentia meu coração responder,
É ela mesma, ele dizia,
A mesma que nos deixou um dia,
Que naquela outra vida,
Jurou que jamais nos esqueceria,
E que voltaríamos a nos encontrar um dia.
Não dei razão ao coração
E segui minha jornada,
O coração ficou murcho, desprezado,
Choroso, dolorido.
Após dias de caminhada
Não mais sentia a dor,
Ri dele por ser tão inocente,
E acreditar nessas coisas de amor.
Quando não mais que derrepente,
Olhei para trás e vi,
Estava ali parada à minha frente,
O motivo da ausência da dor.
Era ela novamente,
Que seguira minhas passadas,
Veio até mim e falou:
Sou eu mesma meu amor,
Aquela que em outra vida jurou
Que nunca te esqueceria,
Que novamente te encontraria.
Vim dessa vez para ficar,
Nunca mais irei embora,
Seja para onde for,
Só irei com você agora.
Meu coração ficou choroso novamente
E derramou-me lágrimas nos olhos,
Mas dessa vez era diferente,
Não eram lágrimas de partida,
Eram lágrimas de vida.
Abracei-a forte,
Senti que não era um sonho,
Sua imagem nunca saíra dos meus olhos,
Nem as lembranças do meu pensamento,
Tampouco o amor do meu coração.
Era ela realmente,
Havia cumprido o que jurou,
Daí pra frente,
A solidão me deixou.
Continuarei seguindo a estrada,
Porém agora de mãos dadas,
Com o meu eterno amor.

Para falar de pessoas especiais, as palavras, por mais bonitas que sejam, nem sempre vão descrever realmente aquilo que se passa, no mais íntimo de um coração, que sente um enorme carinho por alguém.
Falar de você é parar o tempo, é deixar a emoção falar mais alto, é perceber que nada é por acaso. E esse carinho especial que sinto por ti é um sentimento lindo que surge da simplicidade de um olhar, de um gesto encantador, de um pensar em comum.
Sua presença forte que encanta e deixa saudades na ausência, faz querer estar perto o tempo todo. Uma voz suave, um olhar sincero, um sorriso lindo que reflete a magia e a beleza de um ser único. Um coração que pulsa na velocidade dos seus sonhos e te faz admirável e querida por mim e por todos.
Enfim, por mais que eu busque palavras para definir o quão especial você é, sei que sempre vai faltar alguma coisa, pois pessoas como você não definimos, apenas sentimos e amamos. Simplesmente te adoro, linda.

Meninas são bruxas e fadas,
Palhaço é um homem todo pintado de piadas!
Céu azul é o telhado do mundo inteiro,
Sonho é uma coisa que fica dentro do meu travesseiro!
(...)
Velhinhos são crianças nascidas faz tempo!
Com água e farinha eu colo figurinha e foto em documento!
Escola é onde a gente aprende palavrão...
Tambor no meu peito faz o batuque do meu coração!

É o que restou...

Todo amor se foi...
Dessa história que acabou, só fotos e lembranças foi o que restou...
Lembranças de momentos bons, e de uma dezena de meses marcantes...
Lembranças de momentos de realidade, de um sonho onde eu nunca quis acordar...
Lembranças de um olhar sincero, e de um sorriso singelo que um dia mi fez chorar...
Ficaram lembranças de palavras que foram ditas apenas da boca pra fora, palavras como “Eu te amo”, e outras coisas... Planos que foram criados e pessoas que si decepcionaram... Erros que ficaram claros, e perdões que foram dados sem ao menos serem pedidos...
Foram sonhos perdidos, e um amor que se dizia puro, que em fim morreu na praia...
Ficaram lembranças de muito amor demonstrado, e uma insegurança que trousse erros e grosserias... Ficaram lembranças de momentos que nunca vão ser esquecidos... Ficaram lembranças... Lembranças que são reflexos de saudade... E a saudade que é ausência da presença... Afinal quando o amor é puro ele permanece vivo dentro das lembranças... Como um dia a caminhar na chuva, como uma brincadeira e outra entre um beijo e um abraço bem apertado... Dentre tantas juras e promessas de amor, muitos momentos serão lembrados e outros jamais poderão ser esquecidos...

"Amore Mio"

O amor, quando se revela;
Não se sabe revelar;
Sabe bem olhar pra ela;
Mas não lhe sabe falar.

Quem quer dizer o que sente;
Não sabe o que há de dizer;
Fala: parece que mente;
Cala: parece esquecer.

Ah! mas se meus olhos falassem;
"Amore Mio" haveriam de dizer;
Ah! se ela adivinhasse;
Se pudesse ouvir um olhar;

E se um olhar lhe bastasse;
P'ra saber que a estão a amar!;
Mas quem sente muito cala.

Quem quer dizer o quanto sente;
Fica sem alma nem fala.

Fica só inteiramente!

Mas se esta poesia puder contar-lhe;
O que não ouso dizer-lhe.

Já não terei de falar-lhe;
Pois o seu coração;
Haverá de me compreender.

Minha imagem se configurará em seu olhar;
Seu coração pulsará em sintonia ao meu;
Seus lábios proferiram o meu nome;
E o seu desejo se identificará com o meu.

Os meus sonhos não serão somente meus;
Minha vida não será solidão;
Minhas mãos terão calor e afeto;
Meu sorriso não será sem compaixão.

As noites escuras traram novamente estrelas;
O crepúsculo não será tão infecundo;
A aurora trará à luz um novo tempo;
E minh'alma arderá no fogo da paixão... certamente, um NOVO MUNDO.

E não sei o que sinto, não sei o que quero sentir, não sei o que penso nem o que sou.
Verifico que, tantas vezes alegre, tantas vezes contente, estou sempre triste.
Não vejo, sem pensar.
Não há sossego - e, ai de mim!, nem sequer há desejo de o ter.

(Livro do Desassossego - Bernardo Soares, heterônimo de Fernando Pessoa)

Se às vezes eu disser que as flores sorriem
E se eu disser que os rios cantam
Não é porque eu julgue que há sorriso nas flores
E cantos no correr dos rios.
É porque assim faço, mais sentir aos homens falsos
A existência verdadeiramente real das flores e dos rios.

Porque eu escrevo para eles me lerem, sacrifica-me às vezes,
À sua estupidez de sentidos.
Não concordo comigo mas absolvo-me,
Por que eu sou só essa coisa séria uma intérprete da natureza,
Porque os homens não percebem a sua linguagem,
Por ela não ser linguagem nenhuma.

Na casa defronte de mim e dos meus sonhos,
Que felicidade há sempre!

Moram ali pessoas que desconheço, que já vi mas não vi.
São felizes, porque não são eu.

As crianças, que brincam às sacadas altas,
Vivem entre vasos de flores,
Sem dúvida, eternamente.

As vozes, que sobem do interior do doméstico,
Cantam sempre, sem dúvida.
Sim, devem cantar.

Quando há festa cá fora, há festa lá dentro.
Assim tem que ser onde tudo se ajusta —
O homem à Natureza, porque a cidade é Natureza.

Que grande felicidade não ser eu!

Mas os outros não sentirão assim também?
Quais outros? Não há outros.
O que os outros sentem é uma casa com a janela fechada,
Ou, quando se abre,
É para as crianças brincarem na varanda de grades,
Entre os vasos de flores que nunca vi quais eram.

Os outros nunca sentem.
Quem sente somos nós,
Sim, todos nós,
Até eu, que neste momento já não estou sentindo nada.

Nada? Não sei...
Um nada que dói...

Fernando Pessoa
PESSOA, F. Poesias de Álvaro de Campos. Lisboa: Ática, 1944 (imp. 1993).

Todas as Cartas de Amor são Ridículas

Todas as cartas de amor são
Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem
Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras,
Ridículas.

As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser
Ridículas.

Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor
É que são
Ridículas.

Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor
Ridículas.

A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são
Ridículas.

(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente
Ridículas.)