Crônicas de Amor

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Meu (quase ex) amor

É sobre você de novo pois no momento estou com você na cabeça, mesmo já tendo passado por isso várias vezes de certa forma é diferente, sim "nada acontece duas vezes da mesma forma" mas sei que você gosta pelo jeito que olha e desvia o olhar, pelo abraço e tudo mais. infelizmente minha experiência me diz que acabou e estou fielmente e cegamente acreditando nela pois não quero me apegar a falsas ilusões de coisas que só eu vejo; quem sabe no futuro escrevo algo sobre nós dois juntos, mas minha vida por enquanto tá seguindo e sou uma pessoa melhor, por enquanto não quero ninguém de qualquer forma, estou bem tranquila.

SEMEAR.
Não sou perfeito, mas estarei sempre a semear carinho, amor, amizade, gratidão, fé em Deus, etc. Não me esperem para a colheita, porque lanço a semente para que alguém possa usufruir e disseminar esse plantio. Mesmo porque, não tenho tempo para voltar.
Preciso continuar a minha semeadura, para cumprir o projeto de vida que me foi elaborado por Deus e, com isso, deixar algum legado.

Eu só queria uma chance
Meu amor pra te mostrar
O quanto que eu te amo
E o quanto quero te beijar
Não importa qual a altura que eu suba por você
Eu vou até na lua, pra fazer a minha vez
Mostrar que tu és rainha
E que eu quero ser teu rei
E mesmo meu amor, Que eu não possa lhe falar
Invento qualquer desculpa, pra pelomenos te mostrar
Que eu sou louco por ti
E até pretendo me casar!

AMOR NÃO CORRESPONDIDO.

Acordo, paro, penso. O que vem em meu pensamento? Você, só você, será que tô apaixonada? Ou é só desejo? Dúvidas, dúvidas me seguem a todo momento :/ Ah, como eu queria poder ler seus pensamentos, só pra saber se o mesmo acontece com vc. Tento te falar, mas não consigo, algo me impede de te falar o que sinto, olha pra mim, veja como estou, me dá teu coração, vem dançar comigo na sintonia dos batimentos do meu coração, vem, vem correndo, me abraça, deita em meu colo, fica em silêncio e escuta a suavidade da minha voz te falar. EU TE AMO.

amor, conheço?

Já ouvi falar do amor, mas não o conheço pessoalmente, eu acho que já o vi por algumas vezes, acho que já tirei os olhos dele, fingi não vê-lo, já fingi revê-lo, fingi, apenas fingir, o amor têm medo de mim da mesma forma que eu tenho medo dele, mas não se esconde de mim o quanto eu me escondo dele, eu tenho um poder imensurável pra amar, mas eu não quero amar, o amor é imensurável, mas ele também não me quer, na verdade, talvez sejamos inimigos mortais, mas, o amor não é mortal, mortal é apenas eu, o amor nunca morreu, ele está dentro de tudo, inclusive dentro de espaços vazios, o amor é o som do silêncio, o amor preenche a vácuo, o amor é sublime, suas conseqüências são inimagináveis, eu mataria por amor mas de amor eu não morro, eu não sou imune à ele, mas ele é impune, por isso o temo, o respeito e às vezes até o compreendo, o amor te faz crescer e ficar pequeno, te derruba e o te faz grande, o amor que pode ser descrito é pequeno, o amor com um feliz fim não é eterno, o amor que te prende não te condena, o amor que constrói não imagina o que corrói, o amor é simplesmente indescritível mas eu sou tão insano à ponto de tentar descrevê-lo.

Falemos de amor na poesia Leve de "Um soneto", de Guilherme de almeida:

Ama, quieto e em silêncio. É tão medroso
o amor, que um gesto o esfria e a voz o gela.

Não. O amor não é medroso. O poeta brinca apenas com a vulnerabilidade dos sentidos ao emprestar "O eco" à vida:

Perguntei à minha vida:
- "Como achar a apetecida
felicidade absoluta?"
E um eco me disse: - LUTA!"

Lutei - "Como hei de a esta pena dar a cadência serena
que suaviza, embala e encanta?"

- "CANTA!"

Cantei. - "Mas, como, num verso,
resumir todo o universo
que em mim vibra, esplende e clama?"
então, o eco me disse:

- "AMA!"

Amei - "Como achar agora
a alma simples que eu pus fora
pelo prazer de buscá-la?"
O eco, então, me disse:

- "Cala!"

Calei-me. E ele, então, calou-se.
Nunca a vida foi tão doce...
Tudo é mais lindo a meu lado:
Mais lindo, porque calado.[/i]

Lutar, cantar, amar e calar... assim queria o poeta. Lutar para que os desvarios mundanos não roubem nossa sensibilidade. Cantar a canção da dor e a canção o amor. Cantar pelos que, empedernidos, já não conhecem os acordes. Cantar por aqueles que impedem a canção alheia. Cantar o silêncio dos que não têm voz ou vez. Amar como ação necessária de encontros e paisagens. Contemplamos o mundo para conhecê-lo e transformá-lo. E calar? Mas como calar diante das feridas abertas da injustiça e da destruição do nosso irmão? Calar para, como Maria, a mãe da esperança, escutar a boa nova, a missão e então agir...

... Paciência não como acomodação. Calar é contemplar o que precisa ser mudado para depois lutar, combatendo o bom combate, e depois cantar uma canção nova e aí, então, amar. E calar novamente. Sim, amigo, é no silêncio dos nossos porões que habitam muitas razões.

Ganhar ou perder são imagens que temos de momentos que vivemos e de pessoas com as quais nos surpreendemos. Não sei, amigo, se você tem medo das perdas que surgem por ái. Ou se a paciência já é convidada do seu alimento diário. persigo a paciência como persigo a inquietação; Não quero deixar as coisas como estão. Quero mudar o mundo, sim, e para isso presiso também da paciência. E da cumplicidade. Sozinho, sou incapaz de prosseguir, até porque os medos contemporâneos não me abandonaram. Sozinho, sou capaz de desistir....

Dizem que amor e ódio andam de mãos dadas. Mas, será que é realmente possível transformar o amor em ódio? Se você respondeu sim é hora de rever seus conceitos.

Por expressar uma variedade de formas de afeto que diferem em nível e intensidade, este sentimento costuma receber milhares de rótulos: amizade, carinho, ternura, companheirismo, entre outros.

Porém, na realidade, o que costumamos constatar é que nem sempre a expressão do amor dá-se por vias saudáveis. Um exemplo disto pode ser visto em certos tipos de relações conjugais, onde encontramos o exercício da "posse" mascarada sob a roupagem do "amor". Aqui, diante das dificuldades de convivência, os cônjuges comportam-se como verdadeiros inimigos transformando suas juras de amor em desavenças dentro do próprio lar ou, em casos extremos, em incansáveis disputas judiciais.

Mas, será que isto realmente pode ocorrer? Podemos transformar o amor em vingança?

Diz-se que, enquanto no amor temos a expressão do afeto em sua forma positiva, no ódio encontramos o total desapreço por aquele que se tornou alvo da nossa ira.

Desta forma, quando alguém nos diz que hoje odeia aquele que um dia jurou amar, podemos afirmar com certeza, que o que ele sentia por esta pessoa era tudo, menos amor. Isto porque o amor é um sentimento que predispõe alguém a desejar o bem de outrem. Aqui o meu foco está voltado para o exterior, para o lado altruísta da relação e baseado na vontade que tenho de cuidar dos desejos e interesse alheio.

Como o amor não cobra, não exige, simplesmente flui incondicionalmente, a pessoa que ama verdadeiramente espera que o outro seja feliz, que tenha experiências que lhe propiciem o crescimento, mesmo que isto signifique abrir mão do desejo de estar em companhia do amado. Para estes indivíduos, a própria felicidade encontra-se atrelada ao bem-estar daqueles que eles escolheram ser o objeto de seu apreço, pois eles bem sabem que é impossível separarmos aquilo que nunca esteve unido de fato e que o amor pode se expressar de outras formas aquém da união física.

Certamente, aqui não quero dizer que não podemos ficar com raiva ou nos sentirmos magoados quando alguém, que julgamos amar, opta por outro caminho. Porém, se me decepcionei com esta pessoa é por que talvez eu tenha acreditado nela e não em sua essência.

Lembre-se que o tempo é um grande sábio e, como dizem, o melhor remédio para curar nossas feridas e enxergarmos com clareza a realidade que existia e não aquilo que havíamos criado frente as nossas carências internas.

Quando o amor se faz presente em nossos corações, conseguimos nos perdoar e aos outros também, entendendo que as pessoas passam por nossas vidas, para que possamos vivenciar lições úteis ao desenvolvimento de ambos.

Aprendamos, pois, a transformar a posse em amor, a olhar o que de positivo restou, pois sabemos que o que fica de uma relação é o que de verdadeiro existia nela: carinho, amizade, respeito ou, simplesmente compaixão pelo outro.

Mas, se o amor é isto como o ódio surge?

Para responder a esta pergunta, vamos primeiramente tentar entender o que significa odiar. Podemos descrever o ódio como uma paixão que nos impele a causar ou desejar mal a alguém. Ora, se ódio é paixão e esta um sentimento intenso que sobrepõe nossa lucidez e razão, o que encontraremos aqui é o apego, ou seja, o lado egoísta da relação. Neste caso, preocupamo-nos muito mais com a satisfação de nossos desejos pessoais, com nossas carências, com o controle do relacionamento afetivo, do que com a nossa capacidade de expressar o amor de forma incondicional.

Várias pessoas costumam acreditar que amam realmente alguém até surgir um obstáculo na relação. Quando o outro, por ação ou omissão, deixa de satisfazer seus desejos, muda seu padrão de comportamento, faz uma nova escolha, ou seja, começa a se afastar daquele modelo por elas idealizado, o sentimento de intensa frustração instala-se, levando-as a se fixarem no desejo de destruição daquele que julgam ser o grande culpado pela intensa dor emocional que atravessam.

Isto acontece porque costumamos entrar nas relações imaginando que o outro nos completará, satisfazendo nossos desejos e idealizações. Esquecemos, porém, que não podemos completar aquilo que só a nós compete: o preenchimento de nosso vazio interno. Que a relação envolve sentimentos de compreensão, companheirismo, troca, o saber ceder ou esperar. E, o mais importante, de que as pessoas não são nossos ativos, mas sim nós é que pertencemos ao mundo, tendo liberdade de vivências e escolhas, sejam estas agradáveis ou não para nós ou para o outro.

Sempre digo que, relação é conhecimento, é crescimento e que este pode se dar de inúmeras formas. Muitas vezes, quando nos relacionamos com alguém, costumamos ativar dinâmicas psíquicas não bem resolvidas em ambos, as quais resultam numa interação patológica. Isto pode ser facilmente observado nas situações onde a perfeição do outro se torna condição sinequanon. Nestes casos, quando nossas expectativas não são correspondidas, acabamos por gerar sentimentos de hostilidade que se transformam num jogo de culpas, cobranças e no aniquilamento das pessoas envolvidas.

Esquecemo-nos, porém, que enquanto nos "pré-ocupamos" em nos punir ou levar o outro à tortura, deixamos de viver novas experiências, de fazer novas escolhas, de aprender com o suposto erro, de nos respeitarmos enquanto seres merecedores de amor e compreensão e de encontrar o nosso verdadeiro caminho.

Cumpre-nos lembrar aqui também, que a dinâmica amor e ódio pode ser encontrada naqueles indivíduos que cultivam sentimentos de ciúmes. Isto porque o ciumento não consegue desenvolver o amor autêntico por confundir todas as relações com uma necessidade narcísica. Em outras palavras, estas pessoas não conseguem amar, mas sim precisam de um sentimento que são amadas, o que justifica que suas perdas sejam revestidas de uma posterior substituição. É diante da ameaça da perda que elas transformam sua paixão em ódio, sentimento este que reflete a baixa auto-estima e insegurança que as assolam.

Finalizando, lembre-se de que um verdadeiro encontro de almas só ocorre quando existe o real desapego e isto só é possível quando aprendemos primeiramente a nos amar, a nos respeitar e a nos valorizar, através do nosso autoconhecimento, ou seja, do contato com a nossa essência.

Em matéria de amor é importante ressaltar que as pessoas ficam juntas, não por necessitarem umas das outras, mas sim pela satisfação que sentem em compartilhar um mesmo sentimento, um mesmo ideal.

O amor não precisa de condições, ele basta por si só. Sendo assim, se apenas podemos refletir no mundo aquilo que temos dentro de nossa alma, que este algo seja o exercício do AMOR INCONDICIONAL, pois através dele o ódio nunca encontrará espaço para se manifestar.

Quando não se reconhece um amor

Um grande erro é não dar valor a quem te ama,
Mas que não erra?
Perdoei.
Fiz o impossível para sempre manter seu sorriso,
Nunca fui reconhecido por isso.
Relevei.
Passava horas imaginando te encontrar, te amar.
Tinha o prazer em estar com voce.
Me importei.
Certo momento eu fazia de tudo e voce não via,
Me senti enfraquecido, te respeitei.
Mas me cansei.
Autor: Riller Diniz

Que amor é esse?
Que me enche de emoção,
Que me entrego de paixão,
Que mudou a minha vida.
Que amor é esse?
Que contagia a multidão,
Que criou uma nação,
Que dar alegria em uma partida.
Que amor é esse?
Que me torna campeão
No estádio ou na televisão,
Vivo por ti Corinthians.

LUZ, VIDA E AMOR! POEMA MÍSTICO

No centro da Rosacruz
Desabrocha a rubra flor
Símbolo que me conduz
Na senda da Luz, Vida e Amor...

Exala um perfume alquímico
Que fica sutil no ar
Impregnando meu corpo anímico
Que faz minh’Alma no infinito levitar...

Entro em contato com o Cósmico
Meu ser é enlevado em poesia
Sou um buscador Místico
Envolto nesta sublime trilogia:

Luz que emana Vida
Vida que emana Amor
Amor é a Luz da Vida
Na mística rubra flor.

Amor virtual

Quem é você que todas as noites me põe a parar
quem é você que entra em meus pensamentos
quem é você que consegue me fazer sorrir
quem é você que alegra mais e mais meus dias
quem é você?
Você é aquele que todas as noites está a me esperar,
que me escreve palavras lindas, que me coloca a sorrir,
que parece real, que me encanta com apenas palavras
que me entende, que me compreende, que me aconselha.
Você é aquele que sempre está aí pronto para me amar.
Misturamos nossos sentimentos
hora virtual, hora real
palavras são ditas, sentimentos sentidos.
Você é aquele que deixa saudade
mesmo nunca tendo se visto,
um misto de amor com razão.
Razão essa que não acredita que se pode amar
através de uma telinha
amor esse que até então só nascia olhando nos olhos,
e hoje pode ser sentido através
de uma pequena telinha.
Telinha essa cúmplice de uma história de amor,
um amor real, não sei, mas com uma química virtual.
Para amar não existem regras e, sim, sentimentos.
Estes que nascem sabe Deus de onde, somente aparecem
e nos fazem nos sentirmos diferentes, felizes, apaixonados.

Essa noite estivemos juntos em pensamentos... Nos misturamos em nossas sensações, e fizemos amor de uma maneira que ninguém mais conseguiria fazer.
Descobrimos o nosso mundo, onde um era o outro, e nada mais importava.
Acho que tou me apaixonando, e isso me parece tão atraente quanto perigoso...

Todo o amor do mundo pode ser dado a você, mas, se você decidir ser infeliz, permanecerá infeliz. E você pode ser feliz, imensamente feliz, por absolutamente nenhuma razão – porque a felicidade e a infelicidade são decisões suas.

Leva muito tempo para perceber que a felicidade e a infelicidade dependem de você, porque é muito confortável para o ego achar que os outros estão fazendo você infeliz. O ego insiste em dar condições impossíveis, e ele diz que primeiro essas condições precisam ser satisfeitas e somente então você poderá ser feliz. Ele pergunta como você pode ser feliz em um mundo tão feio, com pessoas tão feias, em uma situação tão feia.

Se você observar corretamente, rirá de si mesmo.

É ridículo, simplesmente ridículo.

O que você está fazendo é absurdo.

Ninguém está nos forçando a fazer isso, mas insistimos em fazê-lo – e gritamos por socorro.

E você pode simplesmente sair disso; trata-se de seu próprio jogo – ficar infeliz e depois pedir simpatia e amor.

Se você estiver feliz, o amor fluirá em sua direção… não há necessidade de pedi-lo.

Essa é uma das leis básicas.

Exatamente como a água flui para baixo e o fogo flui para cima, o amor flui em direção à felicidade.

Bom dia
Olha as flores que eu trouxe pra você, amor
São pra comemorar aquele dia
Que passei a viver do teu lado
Eu me lembro, entre nós não havia quase nada

E agora é só você que me faz cantar
E é só você que me faz cantar...

Havia mil motivos pra eu não estar naquele show
Mas o nosso destino foi escrito
Sob o som de uma banda qualquer
Eu me lembro, em setembro conheci minha mulher

E agora é só você que me faz cantar
E é só você que me faz cantar

Se pudéssemos andar pelos sentimentos,
o amor seria uma estrada sem fim,
teríamos mão e sentido únicos,
cada quilômetro seria assim:
muita aventura, emoção,
desengano, traição,
no horizonte, via-se obstáculo,
cada passagem um espetáculo,
mas se houvesse, na prova,
disputa de chegada,
o amor mais sincero
e verdadeiro seria o que ganhava

QUANDO CHOVE

Quando olho nos teus olhos
Não vejo a luz do amor
Só as sombras do passado
Só um fogo que se apagou

A vida é assim
Nosso espelho se quebrou
É hora de se guardar
Os segredo no coração

Se chove lá fora
Queima aqui dentro
De vontade de te abraçar
Amor
Quando chove
Fica mais triste esperar
Por alguém que não vai chegar

Quando ouço teu silêncio
Escuto meu coração
Bater apressado e urgente
Te querendo sem querer
Cansado de sofrer
Mais agora já é hora
Dessa chuva ir embora

Ele abre o pergaminho das promessas
Então pega a sua caneta do designios
E escreve com amor a tua vida
E desenha com carinho teu caminho
Põe a interrogação no teu pecado
Põe dois pontos quando ainda quer falar
Reticências no final da profecia
Ponto final na derrota e no pecar
Ele tem a tua vida na palma da mão
Ele sabe mesmo antes de você perguntar
Ele cuida o dia inteiro e de noite também
Tua parte é somente glorificar
Ele marca o caminho do inimigo fugir
Ele faz o que você nunca vai conseguir
Ele trata com o fogo depois cura com amor
Ele está guiando tua vida
Deus está no controle
Ele pega o pão e o vinho e põe na mesa
Faz água de uma rocha transbordar
Ele sabe cada fibra de seu corpo
Cada dia, cada sol tem seu mandar

Eu adorei conhecer você.
Você tem mais do amor.

O teu agir tem um toque mágico,
até suas palavras têm sabor.

Que alma doce é igual ao mel.
É um espetáculo sobrenatural,
é coisa lá do céu.

Teu caminhar, o meu caminho.
No escuro não é um brilho...
Mas luz própria da minha Vida.
Contigo não fico perdido em trevas.

SERÁ AMOR?

Posso sentir...
Eu sei que posso...
Sei porque já sinto!

O que sinto?
Sinto saudade,
Sinto vontade de estar perto, vontade de ouvir tua voz,
Sinto alegria ao te ver feliz,
E dor ao te ver chorando.

Pra falar a verdade não sei o que sinto.
O que será isso que faz minhas mãos suarem frias ao te ver?
Que faz meu coração bater mais forte, minhas pernas tremerem...
Será que é amor? Paixão? Amizade?
Ou sei lá que sentimento é esse que invade meu coração me fazendo pensar só em você, e em mais nada.
Ou talvez isto seja apenas uma ilusão, mas te digo do fundo do meu coração:
"Eu te amo!"

CONSTRUINDO AMOR

Felicidade a todos os namorados: Aos que estão felizes nesse momento, aos que já foram felizes, aos que terminaram, mas ainda querem voltar. Aos que se conheceram há pouco tempo, mas que se amam como velhos namorados. Aos solteiros, que sofrem silenciosamente, aos que ainda não perderam a esperança de encontrar um alguém, aos que sonham com a felicidade. Aos que lutam por ela. Felicidade também para os casados que não permitiram que a rotina, que as dificuldades da convivência pudessem alterar o amor que sentiam antes. Que mantêm a chama do amor desde o primeiro dia que se conheceram. Enfim, parabéns a toda humanidade que precisa mais fazer amor, ter amor, construir amor.