Cristianismo
Um caráter defraudado é um caráter egoísta, é não pensar no próximo. E o egoísmo é uma tragédia para a alma humana, uma expressão patética.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Nossa conduta presente aponta a personalidade que iremos possuir. Nossa diretriz futurística da personalidade é cada traço marcado pelo que semearmos.
Livro: Servir, o maior dos desafios
São muitas as questões que o nosso arqui-inimigo tem utilizado para macular o nosso caráter e estagnar a nossa fé. Satanás é erudito em tentar tirar-nos do foco; seu arsenal de distrações está sempre de prontidão ao ataque. Sua ideia e o seu propósito é nos distrair com as coisas mais insignificantes da vida para tentar roubar as bênçãos que nos conectam ao Criador. Satanás está predisposto a fazer-nos negociar nossas bênçãos com coisas passageiras e sem significado, como no caso de Esaú (Gn 25:29-34) que vendeu o seu direito de primogenitura por um mero pão e guisado de lentinhas: “...Assim desprezou Esaú a sua primogenitura.” É como um peixe que morre pela boca.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Satanás é astuto, tem uma habilidade incomparável de enganar (Gn 3:1), e é com essa habilidade que ele tem semeado toda e qualquer maledicência na vida de cristãos desprovidos de vigilância e santidade.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Quando focamos questões que não nos edificam espiritualmente, estamos fadados à queda. Da mesma forma, quando focamos questões vitais que venham a somar em nossa fé, como santidade, verdade e vida eterna, estamos persuadidos a beber do manancial da salvação.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Nossa natureza humana é má, ou diríamos, nossa natureza humana é desumana. E como tal, o homem tem um desejo intrínseco e natural pelo ego tirânico. A natureza pecaminosa do homem sem as virtudes do Criador o acarreta ao egocentrismo idealista exercendo forte influência em suas decisões individualistas.
Livro: Servir, o maior dos desafios
“O lamento mais triste que o ser humano ouvirá, será as palavras “Não vos conheço”.
Acordem amigos, acordem queridos irmãos. O Céu te espera ansiosamente.”
O velho homem não é como um peixe que é tirado d’água e morre. O velho homem é como à água jogada na areia que logo some, porém sempre chove no dia seguinte .
Pilatos ficou maravilhado com aquela ausência de palavras. Estranhamente conseguiu entender tudo e saiu convicto de aquele chamado de RÉU, deveria mesmo era ser chamado de REI.
Quanto ao rito eucarístico, parece admissível a seguinte especificação: o pão parece significar que “Deus entra em nós” e o vinho que “nós entramos em Deus”; presença da graça, por um lado, e extinção unitiva, por outro. Deus é o sujeito absoluto e perfeito, que ou entra no sujeito contingente e imperfeito, ou então o assimila, libertando-o dos grilhões da subjetividade objetivada, subjetividade exteriorizada e, portanto, paradoxalmente múltipla. Pode-se dizer também que o pão se refere mais particularmente à Salvação e o vinho à união, o que evoca a antiga distinção entre Pequenos Mistérios e Grandes Mistérios.
Jesus nasceu num estábulo porque, ao nascer em nós, é num estábulo que Ele nasce. Isso é, afinal, tudo o que nós temos a oferecer, um estábulo-o-nosso-coração: sujo, frio, escuro. Calçado não de púrpura e seda dignas de receber um Rei, mas com fezes, urina, palha e lama.
Não tenha medo: Esse seu nada é tudo de que Ele precisa para reinar, para lhe fazer ressuscitar e reinar com Ele.
"Ver Deus em si é um desafio gigante para humanidade e uma tarefa cotidiana para quem serve com humildade!"
Jesus encarnado é a quebra da meta-alteridade de Deus, o infinitamente incompreensível tornado infinitamente ao lado.
"Nós nunca teremos capacidade de criar algo tão complexo quanto a vida."
— Karyne Almeida
Esse pensamento reflete sobre a complexidade fisiológica da vida humana, que é extremamente intricada e impossível de replicar. O corpo humano pode ser visto como uma máquina detalhada e perfeita, onde cada respiração e cada ato de se alimentar são processos meticulosamente coordenados. O transporte de nutrientes, as interações celulares e a homeostase são apenas alguns exemplos da precisão com que tudo funciona.
Mesmo reconhecendo os avanços da ciência, há uma indiscutível presença de algo além de nós que possibilita a criação de algo que ultrapassa nosso intelecto. Essa visão abraça a interseção entre vida e espiritualidade, reconhecendo crenças e uma força que vai além da matéria.
Ao estudar a Bíblia e suas narrativas para meu livro mais recente, surpreende-me a quantidade de estórias que recebem uma interpretação totalmente oposto à aquela que uma pessoa sem fé chegaria. A estória são péssimas, e a moral não tem qualquer conexão com o texto. Seria como chegar à conclusão de que o Lobo mal é o herói da estória, não o vilão. Um grande exemplo é a estória de Jó. A ideia de que Deus é uma figura a admirar quando tortura seu seguidor mais fiel é sem sentido. Não faz qualquer sentido em admirar um Deus que tortura uma pessoa que representa o ápice de lealdade, tudo para preencher a insegurança de uma figura onisciente. Pensar que uma figura te tortura, e você ainda o admira, isso foge ao meu ver qualquer sentido lógico, que somente existe dentro da religião, e não existem em nenhuma parte.
Não brinque com Deus. Não brinque com Deus. Você ouviu o que eu disse? Não brinque com Deus! Você ouviu o que eu disse? Não brinque com Deus.
תשובה - Teshuvá – Retorno
A perfeição está conectada em examinar minuciosamente as palavras da Lei...
