Cristianismo
Cristão, quanto mais impaciente e birrento você é, mais tempo Deus fará você esperar por uma resposta dEle.
Todo crente tem como patriarca Abraão, Moises, Elias, enfim, os profetas. Todo comunista tem como patriarca todos os inimigos de Deus.
Nossa alegria não vem de Jesus nos dar o que queremos, mas de Jesus ser o que queremos.
Tudo na sociedade moderna é projetado para tornar a memória – histórica, social e cultural – difícil de cultivar. Os cristãos devem compreender isto não só para resistir ao totalitarismo brando, mas também para transmitir a fé às gerações vindouras.
Relativamente poucos cristãos contemporâneos estão preparados para sofrer pela fé, porque a sociedade terapêutica que os formou nega, em primeiro lugar, o propósito do sofrimento, e a ideia de suportar a dor em prol da verdade parece ridícula.
Como é que a maximização da sensação de bem-estar se tornou o objetivo final das pessoas e das sociedades modernas? O sociólogo e crítico cultural americano Philip Rieff não era um crente religioso, mas poucos profetas escreveram de forma mais penetrante sobre a natureza da revolução cultural que assolou o Ocidente no século XX e que define o núcleo do totalitarismo suave.
Em seu livro marcante de 1966, "O triunfo da terapêutica", Rieff disse que a morte de Deus no Ocidente deu origem a uma nova civilização dedicada a libertar o indivíduo para buscar seus próprios prazeres e administrar ansiedades emergentes. O Homem Religioso, que vivia de acordo com a crença em princípios transcendentes que ordenavam a vida humana em torno de propósitos comunitários, deu lugar ao Homem Psicológico, que acreditava que não havia ordem transcendente e que o propósito da vida era encontrar experimentalmente o seu próprio caminho. O homem já não se entendia como um peregrino numa viagem significativa com os outros, mas como um turista que viajava pela vida de acordo com o itinerário que ele próprio concebeu, tendo a felicidade pessoal como o seu objetivo final.
(…) A sociedade concernente a Jesus avança para chegar a uma concepção superior em um tema referente a Deus parecida com a de alguém que nasceu antes de Jesus. (…)
Nós devemos amar a Deus da mesma forma que Jesus demonstrou Seu amor por nós. Jesus deixou Sua glória e sacrificou a Si mesmo para morrer por nós, e hoje, nós sacrificamos a nós mesmos, nossas próprias vontades, para viver por Cristo.
Uma das fortes lições deste livro é que todos os cristãos de boa vontade devem aprender a reconhecer seus inimigos como inimigos, e parar de cortejar as mesmas pessoas que desejam sua ruína.
Para contexto, um inimigo inclui qualquer um (como Picasso, por exemplo) que tente persuadi-lo de que a feiura é beleza ou que use as belas artes como uma tentação para a degradação da pessoa humana.
Somos comandados a amar nossos inimigos, mas eles continuam inimigos e é altamente imprudente, senão suicida, confundi-los com amigos.
O carnaval é uma festa da carne que Deus e os cristãos abominam, mas que é apreciada pelos ímpios que vivem escravizados pelos seus pecados em toda sorte de impureza e indecência.
Algumas pessoas tem uma falsa sensação de que certas pessoas então no céu, quando, na verdade, tais pessoas nunca demonstraram os frutos gloriosos de uma nova vida em Cristo.
O evangelho não é exclusivista, não tem barreiras denominacionais, não é para “alguns sim” e para “outros não”. O evangelho é para todos os que reconhecem que são pecadores, desprovidos, fracassados,...
Livro: Servir, o maior dos desafios
Em toda a história bíblica vemos que Deus usou homens que cometeram grandes atrocidades e prejudicaram ao próximo, mas isso não justifica um desvio de caráter. Deus perdoa, salva e transforma, mas as sequelas ficam, pessoas se escandalizam e almas se perdem. Deus é amor, mas não é porque todo homem está sujeito a falhas, assim como Davi, Pedro ou Paulo, que você tem o direito de agir com esse caráter cheio de mazelas junto ao bem mais precioso do Criador: almas, vidas, pessoas,...
Livro: Servir, o maior dos desafios
O evangelho é graça. Não precisa de servidores altaneiros que acham que podem manipular a verdade, promulgar o medo e de eufóricos evangelistas da prosperidade que fazem das riquezas materiais desse mundo o bem supremo da vida.
Livro: Servir, o maior dos desafios
Que o Cordeiro nos leve a uma profunda compaixão pelos perdidos, amor pelo próximo, compromisso real com o evangelho da graça.
Que nosso inconformismo nos leve a galgar os ideais da busca pela verdade única do evangelho da graça.
Que nosso foco seja dia a dia a cruz: “porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.” (1 Co 1:18)
Livro: Servir, o maior dos desafios
Seu caráter nunca será exposto por suas pretensões ou boas intenções, mas sim por suas execuções e ações decorrentes dos fatos.
Livro: Servir, o maior dos desafios
O egoísmo é uma tragédia para a alma humana, uma expressão patética.
Livro: Servir, o maior dos desafios
