Cristianismo
O humanismo disfarçado de cristianismo fala de evangelho, mas coloca Jesus Cristo em um plano periférico. Quando São Paulo diz: “tudo posso naquele que me fortalece” o cristianismo humanizado com uma dose moderna de antropocentrismo pode até repetir o mesmo pensar, mas a mente entenebrecida interpreta assim: tudo posso, o que vem depois não me importa.
Cristocentrismo ou antropocentrismo?
Rever é bom e se mover nesta direção é melhor:”prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. (São Paulo - Fp 3.14)
O cristianismo original fundado por Jesus Cristo e seus apóstolos é simples, objetivo e eficiente.
O que surgiu depois, mesclado com animismo, fetichismo, mistério, misticismo, todo hierarquizado, é outra coisa. Espraiou-se…
É preciso distingui-lo, para não ser enredado.
O segredo da fé salvadora e transformadora, no conceito de cristianismo, não consiste nos rituais, tampouco fazer parte de uma boa religião, mas sim, ter uma experiência pessoal com Jesus Cristo. A religião fica em segundo plano e que se compatibilize com os ensinamentos de Jesus Cristo.
“E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (São Paulo)
"Não faça do cristianismo um evangelho sendo 'MODA.' Ser Cristão é um ESTILO de vida, que admitimos viver de transformações para Cristo, não de complementos para nós ."
—By Coelhinha
"CRISTIANISMO não é vigiar os outros, mas vigiar a si mesmo. Não é construir um lugar seguro para ficar protegido do mundo, mas entrar no mundo e transformar o mundo com a paz e a auto-negação. Não é pregar uma mensagem de fé e esperança, mas encarnar a mensagem em gestos e atitudes (a fé sem obras é uma fé morta -Tiago2:26). Não é viver uma vida perfeita, dentro de uma igreja perfeita, julgando quem não vive a vida igual a nossa. Não é escrever sobre o Evangelho, falar sobre oração, e combater os erros do mundo. Cristianismo é amar os excluídos como Jesus amou; abandonar a glória em favor dos pecadores como Jesus abandonou. Praticar a humildade, servir o próximo, nunca revidar; e perdoar sempre, como Jesus perdoou. E se preciso for, dar a outra face, entregar a túnica, sofrer o dano para o bem dos outros sem pensar em si mesmo."
#AvivamentoJá #VidaNoEspirito #OrarTodoTempoNoEspírito
—By Coelhinha
"O Cristianismo não é sobre ser perfeito, mas sobre reconhecer suas imperfeições e buscar a perfeição em Deus."
O cristianismo
inspirou e elevou a cultura
ocidental...
Retire-o e o que sobrará de Bach,
Da Vinci, de Shakespeare,
entre tantos outros?
Nada!
... se passados
dois mil anos, segue
o Cristianismo repetidas vezes
perseguido ou pobremente distorcido,
em virtude da apatiae maus tratos
desse mundo - significaque, não
obstante toda informalidade e
contorcionismos humanos:
o Cristo vive!
O Cristianismo é a Religião predominante do Ocidente. Jesus influencia como Mestre até hoje. Jesus teve apóstolos.
Apóstolos= Discípulos= Alunos
Sei que a igreja tem suas tolices, incoerências e irrelevâncias; mas amo minha mãe, a despeito de suas fraquezas e rugas.
Pastor que tem cargo na igreja não deve se envolver com Política e nem deve aceitar Político no altar. O que vemos hoje é um falso cristianismo avarento, político e corrompido.
Igreja?
- Não, obrigado.
Hoje é dia 28.10.18 e só consigo ver estampada a hipocrisia do que o “cristianismo” se tornou. À memória, em compasso binário, dobram-se os joelhos na Marcha da Família com Deus (1964).
Houve, na atualidade, uma barganha do respeito, pelo amor ao ódio. Da liberdade, pela opressão. Da justiça que atinge a todos, pelo vulto da seletiva justificação e santidade para com a segunda pessoa do singular. Senso vago de justiça que prefere iludir-se, enganar-se, perder-se no desconhecido óbvio, afastado-se da realidade. Como a amante que não se importa em ver seus valores banidos, mas apaixona-se perdidamente, cega, pela figura mitológica criada só na falsa intelectualidade da sua irracionalidade.
Do cristianismo que liberta, passam para o apresso a ideologia que exclui, para o culto à idolatria do pensamento escravocrata doutrinário, longe do realismo do próprio Deus. A Verdade (pelo menos a visão humana construída sobre ela) não liberta mais, mas oprime, reprime, persegue, acusa. O dogma, há tempos, vale muito mais que a graça. A aparência, bem mais que o conteúdo. A intenção limita-se ao ideologismo, tendo bem maior valor e importância do que a real verdade (falha, manchada, suja mas passiva de modificações). A máscara vale bem mais que a realidade.
Caiados sepulcros rachados já não cheiram bem. Por isso causam repulsa social, ao invés de atração. O ‘atrativismo’ contemporâneo embasa-se no deus da troca (venha para receber) pois perdeu-se a essência do Deus da existência (venha para ser), dando reinado ao deus da penitencia. Nesse “cristianismo”, que da tradição só restou a indulgência do pensamento culpado, Cristo já deixou de ser o centro há tempos.
Já fazem algumas estações que o vento tem gritado: “Eu já não estou na igreja”; “Nunca preferi a sinagoga”. O grande problema é que a repulsa cria ânsia e ânsia fortes dores estomacais. Se é pra perder a fé? Óbvio que não! É pra amplia-la, já que o som das paredes da sinagoga, há algum tempo, falam mais alto a respeito do auto égo do que da realidade que transforma, individualmente, o ser, este que a ele ainda é audível a pergunta: “você quer vir após mim?”.
Por isso, hoje, se o ofertório questionador é:
Igreja (templo material)?
A resposta possível é: - não obrigado!
"Uma coisa que muitas vezes esquecemos é que todas as religiões são compostas por pessoas, e o amor ao outro é o Cerne de todas as crenças"
Muitos estão em igrejas, seguindo a Jesus nos próprios termos, que lhes convém. Têm uma certa crença em Deus, mas se recusam a sujeitar suas vontades a Ele. São os ultimamente chamados de cristãos modernos. Eu, contudo, os chamo de religiosos que provavelmente nunca foram salvos.
"Deus criou a matéria, que constitui os mundos. Também criou seres inteligentes, que chamamos Espíritos, encarregados de administrar os mundos materiais, segundo as leis imutáveis da criação, e que são perfectíveis por natureza. Aperfeiçoando-se, eles se aproximam da Divindade."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
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