Cristianismo
Poucos sabem, mas a primeira obra de teologia sistemática no Cristianismo foi escrita por Philipp Melanchthon quando tinha 24 nos de idade. Melanchthon foi discípulo, sucessor e braço direito de Lutero na reforma protestante. Melanchthon tinha uma visão teológica parecida com a Ortodoxia e com o que ficou conhecido posteriormente por Arminianismo.
Quando o Cristianismo estava surgindo, o foco era em Jesus Cristo e em seu reino — não na teologia. Para ficar claro, existem doutrinas fundamentais que os cristãos sempre consideraram essenciais à fé. De algum modo, porém, as coisas vistas como essenciais cresceram de umas poucas frases para uma longa lista de princípios teológicos, muitos deles desconhecidos dos primeiros cristãos.
Arminianismo Brasil
Os teólogos estão destruindo o cristianismo do reino de dentro para fora com eficácia. Aliás, eu não ficaria surpreso se os cristãos do Reino de hoje perdessem a maioria dos ensinos de Jesus sobre o reino no decorrer de uma ou duas gerações.
Lutero levou o Cristianismo institucional um passo mais longe do Reino de Deus do que qualquer teólogo que o precedeu. Nenhum deles havia transformado Paulo no grande mestre do Cristianismo. Nenhum deles tinha colocado Paulo acima de Jesus.
Ateu desinformado: “O Cristianismo é inimigo da ciência”.
Cristianismo: “vocês, ateus cientificistas acreditam no big bang proposto por um padre (Georges Lemaître), acreditam na teoria da evolução proposta por um teólogo (Charles Darwin), acreditam no método científico proposto por um cristão (Roger Bacon) e usam computadores graças a um apologista cristão
(Charles Babbage)”.
Fechando com Louis Pasteur: Um pouco de ciência nos afasta de Deus. Muito, nos aproxima.
O Cristianismo atual não é nem sombra do Cristianismo da era apostólica de tão corrompido que está.
Católicos e calvinistas sempre tiveram a mesma opinião ao pensar que a essência do cristianismo eram suas confissões de fé, e não um relacionamento de amor leal e íntimo com Jesus e com o próximo. Estavam em total acordo ao defender que igreja e estado deveriam se unir e que era correto perseguir, prender, torturar e matar todos aqueles que não concordassem com suas doutrinas.
Estaremos nós, os cristãos, nos divertindo enquanto muitos perecem? Se esse cristianismo de ir à igreja uma vez por semana, devolver os dízimos e cantar no coral é o máximo do nosso culto cristão e a extensão da nossa paixão pelos perdidos, não passamos de uma farsa. Nesta guerra santa, nós, que lamuriamos em cultos voltados para nossos próprios interesses [...] somos semelhantes a uma multidão de homens à qual foi concedida toda a munição necessária e todo o equipamento requerido para lutar e, mesmo assim, nos recusamos fazê-lo. Que Deus tenha piedade de nós!
É o simples, o verdadeiro e antigo cristianismo o que prego, renunciando e detestando todas as outras marcas de distinção. Porém, dos verdadeiros cristãos, qualquer que seja sua denominação, desejamos ardentemente em nada nos distinguir... por questão de opiniões e termos, não destruamos a obra de Deus. Amar e temer a Deus? Isso é o bastante! Te estendo a mão direita do companheirismo. Quanto a todas as opiniões que não danificam as raízes do cristianismo, nós pensamos e deixamos pensar.
Superman e o Cristianismo
Muitos não sabem, mais o personagem Clark Kent (Superman) era Metodista. Criado em 1938 por uma dupla de quadrinistas; Jerry Siegel e Joe Shuster, ambos judeus, que inseriram referências bíblicas na estória de origem do personagem. Clark Kent cresceu em uma família Metodista em Smallville, Kansas, estado norte-americano, onde a religião da maioria local e Metodista.
Clark Kent, em sua juventude, frequentava os cultos em todos os domingos regularmente com sua mãe, conforme estabelecido em uma edição lançada em 2007. Após a morte de seu pai adotivo (No filme O Homem de Aço 2013), procurou os conselhos de seu pastor, hábito que continuou durante a sua vida adulta. Nesse filme, Superman é visto entrando em uma igreja durante um dos momentos mais difíceis da sua vida refletindo sobre decisões importantes que deveria tomar, ao fundo há um vitral que representa Jesus no Jardim de Getsêmani, local em que o Filho de Deus toma a decisão mais importante para a história humana, isto é, escolheu o seu próprio sacrifício a fim de salvar a humanidade pecadora.
A imagem do Superman agrega muitos valores ensinados pelo Evangelho de Cristo tais como: Fidelidade, verdade, bondade, empatia, amor aos mais fracos, justiça, temperança, etc. A desconstrução que está ocorrendo há anos pelo marxismo cultural do personagem, expõe o ódio desses grupos a Jesus e ao cristianismo (Misocristia), eles não vão poupar nem as HQs da aculturação marxista.
A relação entre Jesus Cristo e Superman não é uma teoria da conspiração. Existe desde a criação do personagem. Mas está maliciosamente desaparecendo nas últimas décadas por militantes do marxismo cultural. (leia a entrevista de Zack Snyder, em 2013, durante o lançamento de O Homem de Aço). Nessa entrevista o diretor afirma que as origens do personagem possuem claras alusões ao Primeiro e Segundo Testamento.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba Pater, Marcelo Rissma.
O Cristianismo é a Religião predominante do Ocidente. Jesus influencia como Mestre até hoje. Jesus teve apóstolos.
Apóstolos= Discípulos= Alunos
Sei que a igreja tem suas tolices, incoerências e irrelevâncias; mas amo minha mãe, a despeito de suas fraquezas e rugas.
Pastor que tem cargo na igreja não deve se envolver com Política e nem deve aceitar Político no altar. O que vemos hoje é um falso cristianismo avarento, político e corrompido.
Igreja?
- Não, obrigado.
Hoje é dia 28.10.18 e só consigo ver estampada a hipocrisia do que o “cristianismo” se tornou. À memória, em compasso binário, dobram-se os joelhos na Marcha da Família com Deus (1964).
Houve, na atualidade, uma barganha do respeito, pelo amor ao ódio. Da liberdade, pela opressão. Da justiça que atinge a todos, pelo vulto da seletiva justificação e santidade para com a segunda pessoa do singular. Senso vago de justiça que prefere iludir-se, enganar-se, perder-se no desconhecido óbvio, afastado-se da realidade. Como a amante que não se importa em ver seus valores banidos, mas apaixona-se perdidamente, cega, pela figura mitológica criada só na falsa intelectualidade da sua irracionalidade.
Do cristianismo que liberta, passam para o apresso a ideologia que exclui, para o culto à idolatria do pensamento escravocrata doutrinário, longe do realismo do próprio Deus. A Verdade (pelo menos a visão humana construída sobre ela) não liberta mais, mas oprime, reprime, persegue, acusa. O dogma, há tempos, vale muito mais que a graça. A aparência, bem mais que o conteúdo. A intenção limita-se ao ideologismo, tendo bem maior valor e importância do que a real verdade (falha, manchada, suja mas passiva de modificações). A máscara vale bem mais que a realidade.
Caiados sepulcros rachados já não cheiram bem. Por isso causam repulsa social, ao invés de atração. O ‘atrativismo’ contemporâneo embasa-se no deus da troca (venha para receber) pois perdeu-se a essência do Deus da existência (venha para ser), dando reinado ao deus da penitencia. Nesse “cristianismo”, que da tradição só restou a indulgência do pensamento culpado, Cristo já deixou de ser o centro há tempos.
Já fazem algumas estações que o vento tem gritado: “Eu já não estou na igreja”; “Nunca preferi a sinagoga”. O grande problema é que a repulsa cria ânsia e ânsia fortes dores estomacais. Se é pra perder a fé? Óbvio que não! É pra amplia-la, já que o som das paredes da sinagoga, há algum tempo, falam mais alto a respeito do auto égo do que da realidade que transforma, individualmente, o ser, este que a ele ainda é audível a pergunta: “você quer vir após mim?”.
Por isso, hoje, se o ofertório questionador é:
Igreja (templo material)?
A resposta possível é: - não obrigado!
"Uma coisa que muitas vezes esquecemos é que todas as religiões são compostas por pessoas, e o amor ao outro é o Cerne de todas as crenças"
Muitos estão em igrejas, seguindo a Jesus nos próprios termos, que lhes convém. Têm uma certa crença em Deus, mas se recusam a sujeitar suas vontades a Ele. São os ultimamente chamados de cristãos modernos. Eu, contudo, os chamo de religiosos que provavelmente nunca foram salvos.
"Deus criou a matéria, que constitui os mundos. Também criou seres inteligentes, que chamamos Espíritos, encarregados de administrar os mundos materiais, segundo as leis imutáveis da criação, e que são perfectíveis por natureza. Aperfeiçoando-se, eles se aproximam da Divindade."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"O Espírito, propriamente dito, é o princípio inteligente. Sua natureza íntima nos é desconhecida. Para nós, é imaterial, porque não tem qualquer analogia com o que chamamos matéria."
Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
