Crise de Existência
Sabe quando tu acorda naqueles dias de crises existenciais? Tipo, hoje você se sente amado por todos, mas por um segundo acha que ninguém te ama. Você sente a necessidade de ser o centro das atenções, por pelo menos um dia, não é questão de querer aparecer, mas sim, uma simples crise de existencialismo, normal de todo ser humano, nós temos uma enorme carência interior, alguns demonstram isso, por serem sentimentais demais ao ponto de serem melosos, outros não gostam de mostrar essa carência, por terem medo de se mostrarem fracos, dó, tenho dó de quem se mostra durão por fora, que não faz questão de mostrar o que sente, essas pessoas são as que mais precisam de carinho, pois por fora se mostram como uma estátua, frígido e áspero, mas por dentro, uma manteiga derretida, uma confusão de sentimentos, por simplesmente os terem acumulados. Sentimento foi feito para ser expressado, demonstrado, retribuído, é isso mesmo, tem que existir uma mutualidade sentimental.
Guardar sentimentos para que?
A vida é única, passageira…
E então, já olhou nos olhos de alguém hoje e já disse que o amava?
Um simples sms de bom dia, pode mudar o percurso de um dia inteiro…
Amar não é pecado, nem feio, nem errado…
Ame, simplesmente ame, seja amável, seja o próprio amor…
Procure alguém que seja o motivo dos teus sorrisos bobos, alguém que te faz viver intensamente, alguém que te transborde…
Só te peço, não tenha medo desse amor!
Quem na vida já passou por uma profunda crise existencial talvez se lembre: a mudança para melhor iniciou-se exatamente na fase em que se parou de lutar.
Pensando em buscar lavadeiras e propor meu corpo ao invés de lençóis, minhas crises existenciais ao invés dos cânticos, e uma dose de batidas em pedras áridas ao invés das pancadas da vida.
Eu entendo quando você sofre de crises existenciais e diz que quer ficar sozinha. Eu entendo quando você fica com ciúmes do nada, ou até mesmo começa a chorar sem motivo algum. Eu entendo quando você se olha e diz que não está se sentindo bem consigo mesmo. Eu entendo, juro. Eu entendo você, meu bem. Mas por favor, não se esqueça que você é uma mulher admirável.
Crise existencial... uma coisa tão simples, mas nunca compreendida, e quase sempre temos a mesma dúvida... Por que eu existo? Bom, eu disse que era sempre a mesma pergunta, mas nunca, nunca a mesma resposta... Eu não achei a minha ainda, talvez ela nem mesmo exista... Mas aqui, nesse mundo, nesse universo, eu fiz a diferença na vida de algumas pessoas, hoje não sei se ainda faço, mas naquele momento, naquele instante, eu ajudei alguém, aconselhei e lhe proporcionei mais um dia de vida, talvez, se eu não estivesse lá, se eu não tivesse falado tudo o que falei, ela poderia não estar mais aqui, ela não se lembraria daquele dia pra recuperar suas forças... e sei que ela era uma guerreira, e ela tirou sua armadura e chorou, desabafou comigo, e eu a escutei, somos todos guerreiros, mas guerreiros têm suas fraquezas, tem sempre aquela dúvida... - e se essa batalha eu perder e não lutar mais? Bom, eu lutei com ela... e ela agora deve estar lutando mais uma batalha... e quem sabe, se eu viver mais tempo, não ajude outras pessoas e no final acabe encontrando meu papel nesse mundo... talvez seja só isso... mas algo em mim diz que não... porque, afinal, a vida nunca é um ponto final... ela é uma história, um livro, que não acaba em um final feliz nem triste, porque ela simplesmente não acaba, somos eternos, e em cada mundo vamos deixando um pedacinho de nós, uma ajuda, uma história, e em cada um mudamos o rumo de algumas pessoas, uns pra melhor outros pra pior, mas o que seria o destino senão tudo que acontece, nada acontece por acaso, tudo tem seus motivos, até minha crise existencial...
Crise de existência;
Estou expressando meus sentimentos neste singelo poema
Não sei se estou no lugar certo
Não sei se estou no lugar errado
Também não sei o porque sou tão calado
Um mundo onde o molde deve prevalecer;
A sociedade nos diz:
Estudar, trabalhar, morrer!
Essa crise existencialista,
essa incessante busca em ser aceita,
esse medo de ser só ...
Uma hora, tristeza
Outra hora, alegria.
Uma crise existencial ocorre, em minha opinião, como soma de um monte de crises menores, coisinhas pequenas do dia a dia, que subestimamos, que não tratamos com a devida atenção, que não resolvemos, que se juntam umas as outras ou a um ou outro problema maior e viram algo sério.
Crise existencial, pão com queijo e coca-cola e uma boa dose de engenheiros do hawaii com suas músicas paradoxais para me deixar mais confusa.
Infelizmente, eu possuo uma infeliz mente. Crise existencial, sempre existe mal. Queria a felicidade da simplicidade de uma simples cidade. Não tenho nada, mas continuo a nadar.
"Esse momento de crise profunda aflora em muitos o inevitável dilema da existência de ser conduzido pelo instinto primitivo, que regride a escala animal, ou pela razão espiritual que eleva a imagem e semelhança de Deus. O diagnóstico que evidencia em qual dos pratos da balança se encontra é perceber, e honestamente reconhecer, para qual dos lados seus pensamentos, sentimentos, razões e ações lhe estão conduzindo, para o primitivo ou para o Divino".
Não importa de onde você veio, nem as crises existenciais que enfrenta o importante é onde irá chegar, no auge dos seus sonhos.
Não sei se vivemos sob uma eterna crise existencial ou se somos tão inertes que julgamos que meia honestidade é suficiente para sermos decentes, ou, simplesmente somos covardes para vendermos a alma e abraçarmos o diabo de uma vez. Talvez nosso ego necessite da aprovação da plateia, reafirmando como somos os bons.
O Brasil atravessa uma profunda crise existencial e moral. Nesse cenário, destaca-se a figura do padre Júlio Lancelotti, que vive, na prática, os princípios basilares do cristianismo. Aquele mesmo cristianismo anunciado por Jesus Cristo, que, ao “fazer-se carne e verbo”, ensinou que ser cristão é amar o próximo, respeitar o outro, inclusive — e sobretudo — em meio às diferenças e indiferenças.
Na sua filosofia, Jesus é claro ao afirmar: “amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Padre Júlio Lancelotti encarna esse ensinamento. Contudo, paradoxalmente, é atacado por setores do neopentecostalismo brasileiro, cujos líderes buscam reconhecimento monetário e prestígio social, em flagrante contradição com o pensamento de Cristo.
Esses pseudo-religiosos mercantilizam a fé, transformando-a em produto: vendem promessas em troca de dinheiro, ouro e poder. Esquecem que Jesus, ainda em vida, confrontou diretamente essa lógica ao expulsar os mercadores do templo. Quando afirmou que destruiria o templo e o reconstruiria em três dias, utilizou uma metáfora de sua vida, morte e ressurreição — mas também uma crítica direta à religião transformada em comércio.
O que se vê hoje no Brasil é justamente essa “igreja mercantil” que Jesus combateu. O neopentecostalismo tornou-se um câncer social ao se infiltrar na política, levando consigo preceitos ideológicos racistas, homofóbicos e misóginos, travestidos de moral cristã. Criou-se a falsa ideia de que ser de direita é ser cristão.
No entanto, se Jesus estivesse vivo hoje, estaria ao lado das prostitutas, dos marginalizados, dos excluídos — exatamente como fez há dois mil anos. Sob uma leitura anacrônica, Jesus estaria muito mais próximo da esquerda social do que dos políticos religiosos contemporâneos.
Se Cristo retornasse ao Brasil atual, muito provavelmente seria condenado, perseguido e morto novamente — desta vez, não pelos romanos, mas pelos próprios líderes religiosos que dizem falar em seu nome.
Por fim percebo que toda crise do meu existencial se resume a se importa ou se não importa, por que se não importa não existo e se importa me forço a existir, então procuro dentre as maranatas da minha concepção outra pessoa que comprove me julgamento.
É uma crise apenas e vai passar, talvez amanhã, talvez mês que vem, mas vai passar. Crise existencial não era o que você dizia? Crise de identidade? Mas hoje sei que não é crise existencial o que eu tenho é a crise de não mais existir, hoje sei que não é crise de identidade o que me afeta, e sim crise de quem não tem mais no espelho familiaridade, crise de quem não se reconhece. Hoje cheguei em casa e mesmo um caco eu não queria está ali mais, eu não queria olhar aquelas paredes, eu não queria estar naquele quarto frio, seco, isolado de mim, eu não queria sentir sono, eu não queria sentir nada... talvez andar por aí sem rumo, reconhecer em algo simples um motivo, um motivo sequer pra seguir nessa montanha russa que é a vida, sem vomitar diante de tanta hipocrisia. Sentir, nada mais ridículo que sentir, a gente não poderia apenas viver? Acordar cedo, trabalhar, faculdade, um cineminha quem sabe, levar os filhos a escola, atender o telefone e pronto. Porque diabos a gente precisa sentir? Quantas vezes critiquei pessoas vazias, ocas sem saber que só é feliz quem finge, só é feliz quem não vê com esses olhos de alma que poucos parecem ter. Hoje me sinto como uma criança que se acha estranha de todas por ter medo do papai Noel que todos dizem que é o bom velhinho, hoje me sinto como uma adolescente que se descobriu grávida sem nem saber que era mulher, hoje eu sou como um relógio quebrado que sempre marca o mesmo ponto e nunca sai do mesmo lugar, que insiste em um tempo que não volta mais. Hoje eu queria o colo de alguém que não me afetasse, hoje eu queria falar pra alguém que apenas ouvisse mas não me escutasse, hoje eu queria uma condenação que me desse um prazo, uma sentença qualquer que eu pudesse vislumbrar algo de digno no fim que pudesse me libertar de mim.
Ninguém leva a sério minhas crises existencialistas e de carência sem carinho. Absolutamente redundante.
