Crise
Crise e transporte urbano no Brasil
"Além das incertezas e oscilações que vêm sendo vivenciadas pelo mercado financeiro no País, o próximo efeito da crise no Brasil deverá ser sentido no mercado de trabalho, com o aumento do desemprego. Tal aumento do desemprego deve desencadear uma queda da demanda por transporte público coletivo urbano, levando a uma redução das receitas tarifárias das concessionárias. Como importante parcela da remuneração dos serviços de transporte urbano se dá por meio dessas receitas, não é difícil visualizar que a sustentabilidade econômica e financeira desses serviços deverá ficar fragilizada."
Rafael H. Moraes Pereira é sociólogo pela UnB e mestre em Demografia pela Unicamp. Pesquisador bolsista do Programa Nacional de Pesquisa em Desenvolvimento (PNPD) do Ipea e Ana Paula Borba G. Barros é arquiteta, mestre em Transportes e doutoranda em Transportes pela UnB. Pesquisadora bolsista do Programa Nacional de Pesquisa em Desenvolvimento (PNPD) do Ipea
Fonte:
"http://www.ipea.gov.br/desafios/index.php?option=com_content&view=article&id=1023:crise-e-transporte-urbano-no-brasil&catid=29:artigos-materias&Itemid=34"
"Não importa que a queda da demanda é do transporte ou do transportador, não tendo uma demografia sustentavel toda logistica será sobrecarregada em um espaço concentrado de procura e oferta sem saida de distribuição gera desemprego local de funções e a consequencia da falta de distribuição é a falta de relacionamento social de negocios e vai indo um ciclo de pré-queda e pós-queda." Eron de Sousa Tavares
Sou morador de Três Lagoas/MS e lembro que desemprego não apenas não ter trabalho mas também não ter profissão ou direitos dignos de trabalho é um desemprego da função ou de atividades auxiliares que exerce por não ter insentivos devidos para exercer seu valor social.
Vivemos em uma sociedade de vantagens e desvantagens que não respeita o direito e o valor de exercer beneficios e não de exercer vantagens e desvantagens produtivas não levam e não traz nenhum direito e beneficio para valer demografico social.
Vantagens são vistas como objetos de consumo e a desvantagens são vistas como os objetos encalhados no consumo mas nenhum e nem outro são culpados pois são objetos mas o uso exagerado em um espaço concentrado faz da demografia um jogo de vantagens e desvantagens e não uma estrategia de distribuição demografica.
Pra ter um casamento em crise, basta não ter um namoro santo. Ter relações sexuais, não ter uma vida íntima com Deus no namoro só vai trazer consequências se um dia vier a ocorrer o casamento.
Portanto, tenha um namoro SANTO, busque agradar a Deus e não a sua carne.
Em período de crise ascende o socialismo. Quiça essa ideia não prevalecerá no futuro, em virtude da compaixão e reflexão com o próximo e seus direitos: liberdade, igualdade fraternidade, bem como os essenciais: a vida, saúde, moradia, alimentação, educação, proteção... Tal ideal poderia ajudar muitos, conforme defende K. Marx e F. Engel, que ressalta a ideia que para mudar a sociedade primeiro é necessário uma transformação na base, a economia. Esta já esta em pleno uso devido ao contexto atual, portanto o capitalismo está em declínio, logo aparece o socialismo. " É preciso dar um passo para trás, para avançar dois passos no futuro", Lênin.
“Infelizmente muitos dos profissionais, que diante da crise econômica não estão conseguindo recolocação no mercado, com o mesmo status que tinham, estão se transformando em Coach.”
Toda crise é assim, ou você persevera ou você desiste. Eu prefiro perseverar, a dor vai existir, mas ela não pode ser maior que os meus sonhos.
Em tempos de crise...
Se achar impossível busque um motivo.
Se for difícil, fale com seu amigo.
Só não desista do seu sorriso, ele é o abrigo de quem te ama.
Em cada crise, a vida oferece a você uma oportunidade de se regenerar e encontrar nas falhas, erros e fracassos novas janelas a serem exploradas. Quando você aceita sua história e seu poder de modificá-la é que haverá lugar para a superação - e é, justamente, aí que a vida começa… Atreva-se a abandonar velhos padrões e a aventurar-se em novos caminhos!
Se a graça é remédio divino para o pecado original e se o remédio apazigua a crise epiléptica, a arte é o mais eficaz de todos os remédios humanos. O melhor deles.
Ó crise de ações,
Que dás o sofrer
E, a ti, dão lições!
Ó crise de amor,
Que dás o gemer
E, a ti, dão calor!
Muitos se perguntam onde iremos parar com esta crise moral e ética. Silenciosamente, lamento muito aqueles que arcarão com a reconstrução após o desfecho dela.
Quero ter um caminho,
Uma crise de alegria e uma vida hipócrita de felicidade,
Sem bagagem, sem ser sozinho,
Porque...
A escolha que fiz só me atropela.
As crises estão cada vez piores.
A vida que se diz boa não me faz bem.
O fardo já está pesado demais.
A solidão me devora.
COMUNISMO CAPITALISTA
Em 2008, a General Motors, passando por uma grave crise econômica, decide fechar sua fábrica no estado de Ohio (EUA), deixando mais de dez mil pessoas desempregadas. Grande parte destes trabalhadores não conseguiram retornar ao mercado de trabalho, perdendo todos os seus bens.
Em uma queda vertiginosa rumo à pobreza extrema, a esperança em retornar à classe média veio com o anúncio da compra do espaço da antiga fábrica, por um grupo chinês, fabricante de vidro para carros - Fuyao.
O documentário "AMERICAN FACTORY" traz a história desta integração sino-americana com todos os benefícios e dificuldades, principalmente no cenário de exploração dos funcionários pela empresa "Fuyao Glass America". Resultado da parceria formada pela NETFLIX e a produtora Higher Ground, do ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama e sua esposa Michelle, com direção de Steven Bognar e Julia Reichert, esta produção recebeu o Oscar 2020 de melhor documentário.
Um dos temas apresentados no enredo é o modelo de cooperação onde o trabalhador chinês atua com um norte-americano, integrando as duas culturas. em todos os níveis de função e de comando. O presidente Cao, supervisiona diretamente os trabalhos de instalação e a produção nos primeiros meses de funcionamento. Cada americano é capacitado e supervisionado por um chinês todo o tempo. A legislação americana de direito trabalhista é criticada pelo empresário, mas respeitada, apesar do salário oferecido ser abaixo da média do mercado americano.
Esta integração vai além dos muros da fábrica. O documentário apresenta cenas onde os chineses pescam com os moradores americanos, participam de festas tradicionais, apresentando a cultura americana aos chineses, desenvolvendo laços de amizade. Eles se surpreendem com a liberdade de expressão dos americanos, ao descobrir que ali é permitido fazer piadas sobre o presidente, sem nada acontecer.
Cao tenta constantemente impor a cultura econômica chinesa, fazendo exigências incomuns aos executivos americanos, tanto no aumento da exploração dos espaços reservados aos funcionários, reduzindo o refeitório para aumentar a linha de produção, quanto na proibição da sindicalização dos funcionários, ameaçando com demissões e até mesmo o fechamento da fábrica, caso isto acontecesse.
Na cultura chinesa os funcionários trabalham incansavelmente, em jornada de doze horas e uma folga mensal. Passam longos períodos de tempo longe da família, até anos em alguns casos. Comem pouco, o salário é baixo - ganha mais quem trabalha mais. Não conversam durante o trabalho, que, geralmente é repetitivo e monótono na linha de produção. E seu maior objetivo é o sucesso da indústria, pois ela é a razão de estarem empregados e garantir o sustento da família. Eles crescem com esta mentalidade e se surpreendem com jeito americano "preguiçoso" de trabalhar e com a postura destes trabalhadores, que não conseguem servir seus patrões sem nenhum questionamento.
O enredo é desenvolvido pela narrativa de forma linear pelos diretores Bognar e Reichert. Inicia-se apresentando o desalento dos desempregados com o encerramento das atividades da GM em Ohio, a esperança do retorno à classe média com a notícia da instalação da fábrica Fuyao, a integração das duas culturas no trabalho e na vida social, a imposição do modelo econômico chinês com exploração do trabalho e pressão contra a sindicalização, o desânimo e a decepção dos trabalhadores, que são obrigados à se submeterem ao atual modelo de trabalho oferecido pela fábrica, pois o cenário econômico é de crise e falta de emprego. No final é apresentada uma ameaça ainda maior - o início da substituição de trabalhadores por máquinas mais produtivas.
O sucesso deste documentário está na reflexão sobre o momento econômico atual, com companhias chinesas conquistando diversos novos mercados e substituindo marcas antes consolidadas, geralmente americanas. Mas isto não acontece só com os chineses. A narrativa tem a possibilidade de expor ao público as dificuldades enfrentadas por trabalhadores de todo o mundo.
Respeitando as peculiaridades culturais de cada nação, com maior ou menor intensidade, funcionários de todos os níveis, precisam do emprego para sobreviver e manter a família e por isso são obrigados a se calar diante da exploração empresarial e retirada de seus direitos básicos. Quem trabalha, ou já trabalhou em linha de produção de uma empresa de grande ou médio porte, vai se identificar vendo este documentário.
São duas visões diferentes sobre o capitalismo, ambas voltadas para o consumo de milhões, tendo no modelo americano a apresentação de um processo produtivo mais humano. Já o modelo chinês visa a produção e só se interessa em extrair o máximo de seus trabalhadores, sem se importar com acidentes, condições de trabalho ou sua opinião.
Trate bem o seu chefe, porque o próximo pode ser pior! As máquinas vem aí...
