Crime
O crime organizado se instala onde o Estado se mostra absenteísta; onde o gestor se preocupa com as luzes dos holofotes; é preciso juntar os cacos deste Estado quebrado e reconstituir sua organização; mas primeiro é preciso combater a maior e mais perigosa máfia brasileira: destruir o Primeiro Comando Organizado de Subtração do Erário Público. Isso é questão de sobrevivência.
A Polícia brasileira permanece na linha de frente da defesa da sociedade, enfrentando o crime organizado, combatendo a violência, recuperando patrimônios subtraídos e assegurando a aplicação da lei. Sua missão não se altera conforme os ventos políticos nem se submete às conveniências dos governantes de ocasião.
A Polícia é instituição de Estado. Os governos passam. A Polícia permanece. A Polícia não serve a governos. A Polícia serve ao povo brasileiro. Governos são transitórios. Surgem das urnas e se submetem ao julgamento periódico da democracia. Instituições policiais, ao contrário, possuem natureza permanente, sendo estruturadas para garantir a continuidade do Estado e a proteção dos direitos fundamentais independentemente das alternâncias de poder
Stefany meu amor
Stefany, tua boca é crime que me vicia,
Teu corpo é mapa, me guia e me inicia.
Você me olha e o juízo desafia,
Me chama e eu vou, sem freio, sem trégua, sem dia.
Teu beijo é chama que arde e alumia,
Teu toque é verso que o peito arrepia.
Se for pra ficar, que seja ousadia:
Te quero inteira, sem pausa, sem trégua, pura poesia.
Sou teu sem medo, sem rédea, sem guia.
Se for pecado, que seja alegria.
Stefany, vem cá, que hoje o mundo se arrepia:
Só nós dois, fogo, amor e fantasia.
Daniel Vinicius de Moraes
O crime organizado é uma das principais forças econômicas do mundo.
O crime organizado tem torcida no Brasil: agentes da Justiça, políticos, artistas, produtores culturais, jornalistas, intelectuais, professores. E o crime sabe bem disso.
Ele só entra na favela porque está sob a proteção do crime organizado.
No meio do povo, não anda — afinal, não foi eleito por ele.
"O racismo não é cultura, trata-se de um crime inaceitável, qual foi cultivado por séculos, sendo praticado de forma intensa até a atualidade".
Não era compra
Eu não sei que gesto virou crime
nem em que ponto ajudar ganhou preço.
Só sei que estendi a mão
e alguém chamou isso de troca.
Não era ouro.
Não era dívida.
Não era laço invisível puxando retorno.
Era cuidado cru,
do tipo que nasce quando a gente ama
e vê o outro afundando
sem saber nadar por ele.
Não se compra afeto.
Não se negocia carinho.
Amor não aceita recibo
nem vem com prazo de validade.
Se dei, foi porque tinha.
Se ajudei, foi porque doía ver faltar.
Quem confunde presença com posse
nunca soube o peso de ficar.
Eu não quis ter.
Eu quis amparar.
E se isso virou suspeita,
que fique claro:
Pior que ser mal-entendida
é desistir de ser quem se é.
Um homem que tenha sido detido para responder por um crime pode ficar na prisão por um tempo que pode chegar a um ou dois anos. Quando finalmente é dado como culpado e condenado, talvez possa ser libertado imediatamente, uma vez que já cumpriu quase toda sua pena. É claro que, se provada sua inocência, ninguém pode lhe restituir os anos que perdeu na cadeia.
O único assassino que é recompensado depois de cometer um crime é aquele que consegue matar a charada.
