Criança Doce
Amar é um cativeiro consentido,
doce engano em peito consumido;
é ver no olhar um mundo que se some
suave erro que aceito por perdido.
É feitiço sutil que a alma tome,
razão rendida ao gesto proibido;
é ter no peito o sonho que me nome
e, em seu silêncio, arder sem ser ouvido.
Deixa que eu ame, ainda que em segredo,
se amar é padecer tão doce pena,
se é delírio mortal e paraíso.
Que seja amor, ainda que com medo,
pois mais vale esta dor que me condena
que a fria paz de um coração sem riso.
Estou amando um homem muçulmano
E ele é tão doce
Seus olhos me contemplam
Ele ama a natureza
Ama rosas
Ele faz coisas para me agradar
Ele me fala para descansar
Ele traz comidas para mim de forma gentil e preocupada
Ele dança
Ele sorri com seus amigos
Ele faz as suas orações e sorri pra mim
Ele fala que somos doces
Seu nome faz reverência a Allah
Ao seu lado, eu contemplo o vento nas folhas
Ele não bebe álcool
Ele não come carne de porco
Ele me coloca em seus braços
Ele ama a chuva
Chove e ele roda comigo na chuva em seus braços
Com ele, eu aprendi a amar coisas que antes não amava
Com ele, eu sinto prazer, tenho vontades
Com ele, eu me ilumino
Ele é cientista
É perfeccionista
Ele não tenta me convencer sobre Allah
Porque as montanhas que eu via aos oito anos de idade me falam sobre esse agora.
No Teu Charme, um Doce Incêndio
Sabor excêntrico: doce e apimentado, contido no teu charme. O mesmo gosto de beijos correspondidos, onde a fogosidade é compartilhada.
Um fogo ardente que envolve o corpo e o espírito numa interação veemente, que não usa a fala, mas que intensifica os outros sentidos,
Criando um diálogo mais profundo e aprazível — um que precisa ser sentido por dois mundos. Então, o teu jeito charmoso revela-se bastante expressivo.
"Ah, a doce lembrança de um tempo onde o nosso amor era a melodia constante... Recordo-me com ardente saudade de quando eu fazia do nosso romance uma narrativa diária, enviando-lhe novas histórias de amor, ou de quando a urgência do meu desejo me impulsionava a atravessar distâncias, movido unicamente pela necessidade irrevogável de a ter nos meus braços."
Não me recordo como é amar
Não me recordo como é amar,
A doce vertigem de se entregar,
Embriagado por algo tão puro,
Tão intenso… difícil de acalmar, tão duro.
O amor talvez nasça da paixão,
E paixões tive — confesso — um turbilhão.
Mas se meu peito não fosse tão raso,
Talvez durassem além do acaso.
Luta que a gente escolhe viver,
Pois amar é a razão de crescer.
É chama que molda o espírito aflito,
É fogo que purifica o infinito.
Mas ninguém fala da dor da saudade,
Quando o amor ainda arde em verdade.
Só comentam quando tudo esfria,
Quando resta silêncio onde havia poesia.
Entre todos os amores que o tempo levou,
Hoje entendo: só uma vez meu peito amou.
E foi justamente a ela, em meu erro profundo,
Que causei o maior mal deste mundo.
Hoje sofro, agonizo calado,
Carrego o peso de um amor passado.
Mas precisei deixá-la partir,
Pois amar também é saber abrir.
Sua felicidade era grande demais
Para caber nos meus braços frágeis e mortais.
Beleza que ofuscava o pôr do sol,
Aurora viva, meu farol.
Hoje ela segue, encontrou seu caminho,
E eu sigo em oração, sozinho.
Clamando aos céus, com fé e primaveras,
Que ela encontre o que não dei — em outras eras.
E se um dia o amor me visitar,
Que eu saiba, enfim, permanecer e cuidar.
Sem medo, sem fuga, sem dor,
Aprendendo que amar… também é ser melhor.
Quem me assassinou para que eu seja tão doce?
Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.
A mulher é poesia escrita pelas mãos de Deus. Forte nas batalhas, doce no amor e gigante na fé. Seu coração acolhe, sua voz encoraja e sua presença ilumina. Uma criação divina que espalha beleza, coragem e esperança por onde passa.
Feliz dia Internacional da Mulher!
Te am❤r foi como ouvir uma música que me faz sorrir e chorar na mesma nota: doce demais pra esquecer, intensa demais pra não doer😶
Você se alimenta de doce espiritual, mas recusa o alimento sólido. E depois não entende por que não cresce.
A festa te anima. A doutrina te revela. Por isso você corre de uma e foge da outra.
Exalava um perfume exótico com inconfundível aroma, doce da suave melanina, com pés descalços, mas o andar altivo de bailarina, trazia na beleza o sorriso de menina... Impressionante como fascina! Era tão perceptível a luz em seu averso, que conseguia tudo e a todos encantar, seus súditos viviam a enamorar, uma deusa negra que, por onde passava, tudo iluminava com seu gracejar.
PÉTALAS DO AMOR!
Preciosidade é imã para reter, um sorriso de mistura doce, encanto e bem querer, a expressão de carisma define você, olhar de nobreza cativante na beleza do ser, iluminada deixou a grandeza do avesso transparecer.
Os mais belos hinos e poesias foram escritos na tribulação, e da harpa a doce melodia se ouviu no meio da escuridão.
Minha doce e indomável Lucia,
Mesmo sem as palavras perfeitas (porque, né, quem precisa disso?), lanço ao vento o grito silencioso do meu coração dramático.
Você invadiu minha vida feito um furacão celestial — ou seria um tornado de confusão?
Virando a essência mais “sublime” e “divina” do meu ser (ou pelo menos tentando).
A musa eterna que inspira cada batida do meu peito — ou cada suspiro de cansaço.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais “puros” (ou só muito teimosa), que persegue seus ideais sagrados com a paixão de quem procura Wi-Fi grátis.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção (e uma pitada de desespero) pelo destino que nossos corações “entrelaçaram” no tempo — ou pelo menos até o próximo episódio da série.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram (ou quando você derrubou café na minha camisa),
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas — ou numa selva cheia de mosquitos.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais (e algumas dores de cabeça).
Entrego-me a essa aposta divina (ou a essa roleta russa emocional),
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia — ou pelo menos sem brigar pelo controle remoto.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser (e um pouco de medo do seu “não”),
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso — ou pelo menos um jantar sem discussões.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre (ou até o próximo reality show).
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver — ou pelo menos minha parceira de Netflix.
@*Menos te querer*
Podias ser, o fruto mais doce do meu pomar
Ostentando eu, o manjar da ilusão
Soltando risadas nutridas de paixão
Sem se importar...
Aonde orbita minha razão
Tolos, são meus desejos
Umbigo d 'minha perdição
Deixam escorrer paixão,
até em gracejos
Orquestrando assim, minha destruição
Mocinha, não é que, eu não queira...
Esbaganhar sua edeia,
Nectarizar minha boca; enquanto sua saboreia…
Ou chupar-te como se fosses o fruto duma ameixeira
Só não posso ter essa idéia!
Tenta, dizia ela sem dizer
Estava escrito no seu olhar, pude ler!
Quando se aproxima, muda completamente o clima
Um olhar, basta, para me perder
Eleva os meus desejos, toda, inconsequente
Rumo a perdição eu caminho
E encontra -me a razão, próximo d'seu beicinho
Respondo então somente...
Posso tudo, menos te querer!
É ela menina
A doce carícia
que vira delícia
quando seus lábios sorri
às vezes é nuvem
que indica bom tempo
Em outras vendaval
que sugere temporal
Menina matreira
Menina brejeira
De olhos morenos
e pele castanha
às vezes é drama
esperneia e reclama
Menina risonha
que ri e que sonha
na quarentena sozinha
sentindo a falta
de seus coleguinhas
Menina poesia
é só alegria
Ama a vida
com inocente paixão
e sempre que pode
foge da solidão
Essa menina
um dia tão pequenina
que queria ser bailarina
Hoje viaja aleatoriamente
buscando num porto ancorar
É tudo em excesso
buscando se encontrar
Tomara que o tempo
dela a alegria não tire
Nem esta inebriante vontade
de a tudo conquistar
Saiba que sempre será amada
mesmo sendo assim
tão complicada
e um pouco estabanada
quem é esta menina
já não tão pequenina
que um dia quis ser bailarina ?
Maria Eduarda
Sempre amada
nossa querida Dudinha
e linda princesinha
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