Criança Doce

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Se o beijo for doce, peça dois.

Se o beijo for doce, não queira um; queira dois.

O amor é leve, doce, suave. Isso é amor.

Acorda, amor só vale se for doce, azedou, deixe ir.

Tem gente de um olhar tão doce que um piscar basta.

⁠Menina doce...
Eu amo você!
Escuta o meu
coração!

Amizade, é um doce amor
que carrega flores no coração,
e faz festa na alma.

Um doce de vó

Minha vó morava perto do campo de futebol. Era comum, depois das brincadeiras no campo — que ficava onde hoje existe o colégio —, passarmos pela casa dela.

Certa vez, eu e um amigo encontramos uma velha bola de capotão. Estava furada, com o couro bastante desgastado, quase no fim da vida. Mas, para dois meninos, uma bola nunca estava velha demais. Demoramos um tempão para consertá-la e deixá-la em condições de voltar aos gramados.

Ou, pelo menos, ao quintal da minha vó.

A casa dela tinha um quintal bem grande, perfeito para nossas partidas. Marcamos o gol com as camisetas no chão e começamos nosso campeonato particular de “chute em gol”: cada um batia três vezes e depois trocávamos o batedor.

A brincadeira ia muito bem.

Até minha vó aparecer.

Veio caminhando em direção ao nosso campinho com uma faca na mão. Antes que pudéssemos entender o que estava acontecendo, pegou a pobre bola e, sem a menor cerimônia, deu umas dez facadas nela.

Dez!

E, como se a bola fosse a única culpada pela desordem, ainda sobraram para mim alguns cloques na cabeça, dados com aqueles dedos duros de vó.

Acabou-se a festa.

A bola, que já tinha sobrevivido sabe-se lá a quantas peladas antes de chegar às nossas mãos, dessa vez parecia definitivamente morta.

Mas não estava.

Dias depois, encontrei o cadáver debaixo do assoalho da casa da minha vó.

Resgatei aquele pobre pedaço de couro e fui atrás do meu amigo, o companheiro das cobranças de falta. Examinamos a situação e resolvemos ressuscitá-la. Só que, depois das facadas da minha vó, não havia remendo que desse jeito.

Então tivemos uma ideia.

Uma péssima ideia, naturalmente.

Fizemos um enxerto e enchemos a bola com areia.

Ela ficou pesada feito uma pedra.

Foi aí que nasceu uma nova brincadeira.

Colocávamos nossa “bola” num ponto estratégico da rua, onde costumavam aparecer outros meninos, e fingíamos estar batendo faltas. Bastava esperar.

Logo surgia algum candidato querendo mostrar suas habilidades.

— Deixa eu bater uma?

Era tudo o que queríamos.

O sujeito tomava distância, ajeitava o corpo, corria cheio de confiança e...

PÁ!

Chutava aquela bola cheia de areia.

Nós caíamos na gargalhada. Os outros meninos que já conheciam a brincadeira também. E assim a velha bola de capotão, que não servia mais para jogar futebol, encontrou uma segunda profissão: castigar os pés dos desavisados.

Até que, certo dia, apareceu um menino bem maior do que nós.

Ele também quis mostrar suas habilidades.

Tomou distância, correu e soltou o pé.

Quase torceu o tornozelo.

Dessa vez, ninguém teve muito tempo para rir.

Furioso, ele distribuiu uns tapas nos menores — eu e meu amigo incluídos — e, para completar o castigo, levou embora nossa bola cheia de areia.

Foi o fim definitivo daquele capotão.

Pensando hoje, talvez tenha sido melhor assim.

Primeiro minha vó tentou matar a bola com dez facadas. Nós a ressuscitamos, enchemos de areia e a transformamos numa armadilha. Depois apareceu alguém maior, acertou nossas contas e levou embora o corpo do delito.

E minha vó?

Minha vó nunca ficou sabendo da ressurreição.

Ainda bem.

Porque, conhecendo aqueles dedos duros, desconfio que os cloques da segunda vez teriam sido muito piores.

Ivo Terra Mattos

É difícil ser amargo quando se é doce.

A doçura não é um comportamento que se veste conforme as circunstâncias; é uma natureza. Quem é doce por essência pode endurecer a postura, mas raramente endurece o coração. Pode aprender a dizer "não", a partir, a proteger-se, mas sem perder aquilo que o define.

É difícil ser amargo quando a alma foi feita para espalhar leveza. Porque a essência sempre encontra um jeito de falar mais alto do que as feridas.

Ele é extremamente doce como mel. E, de alguma forma, isso me faz querer protegê-lo do mundo.




ff

⁠Num lindo dia. Conheci Ana Maria. Uma linda Princesinha, filha de uma Rainha. Seu nome é doce e belo, e o sobrenome docinho de caramelo .

A derrocada do amor
Desfigurando sabor
O doce ficou amargo
E da solidão eu não largo.

Ao visitar um apiário tenha cuidado para não se sentir mais doce que o próprio mel das abelhas

A vida é uma combinação de "sabores", às vezes a vida é doce, outras vezes azeda e por vezes amarga ou salgada.
Por que não, umami ?
Uma sensação de sabor "saboroso" ou "gosto delicioso" que persiste na boca. Aquela de dar "água na boca" e na vida.

Entre as uvas da vida, encontrei em você o melhor vinho.
Intensa, leve, suave, doce, viciante…
daquelas que o tempo só melhora, que se degusta sem pressa e deixa um gosto bom na alma — impossível provar e não querer mais.

Entre as uvas da vida, encontrei em você o melhor vinho.

Intensa, leve, suave, doce, viciante...

Daquelas raridades que o tempo não estraga, apenas aperfeiçoa. Quanto mais conheço você, mais descubro novos sabores, novas razões para admirar sua essência.

Você não embriaga os sentidos, embriaga a alma.

⁠🍷🥀
Que a gente envelheça igual a um bom vinho,
doce, agradável e essencial ❣️

⁠A vida pra ser doce , tem que ser saboreada com muitos doces.

“Naveguei por mares revoltos; caminhei por veredas escuras, até chegar no doce de teu beijo e nos braços de teu abraço.”

As melhores conversas são feitas em torno de um prato de bolo para deixar a alma doce.