Criação e inspiração
Quando eu era menor, não tinha medos comuns que qualquer criança tinha. Meus medos iam além da minha capacidade de entender o mundo. Eu não suportava a ideia de que um dia, meus pais me deixariam ou eu deixaria meus pais. Hoje, vejo que nada mudou.
Posso até perder todos meu amigos, mais não vou desistir da minha vída.
Porque Deus é o meu melhor amigo, e com ele posso enfrentar, todos os problemas da vída.
E mesmo assim, o imaginário se torna completo quando ao seu lado eu tenho segurança de estar próximo do além...
Procuramos fazer o melhor para nós, mas sempre magoamos alguém na tentativa desesperada de ser feliz.
Os doces melhoram a nossas vidas, nos deixam alegres. E tem gente que faz dieta disso, é a mesma coisa que você fazer dieta de felicidade.
Castigo maior não há de ter que de nossas virtudes sobrem apenas remorsos. Deixo que a minha criança reflita e que meu adulto desfrute dessas sensações e conhecimentos que a sensatez não trará.
Achei que éramos iguais.
Que éramos a mesma pessoa.
Imagine meu choque, quando descobri;
Você jogava sempre sozinho.
Precisava era de uma muleta,
enquanto eu só queria teu carinho.
Que coisa…na minha situação já não consigo mais imaginar coisas boas.Mas pensando bem, isso é até bom porque quando uma mínima coisa boa acontece ,já me surpreendo!Por isso nunca se deve esperar nada da vida,o que tiver que ser sejá,pode ter certeza!!
Tenho medo de criar expectativas demais e acabar vendo que o que falam por aí é verdade. Continuo a pensar que tudo tem exceções…
A felicidade adulta é imaginária, é o imaginar, o que vai vir, o que poderá ser concreto, o entrar e sair de vários caminhos para chegar a quaisquer outros que tragam sucesso. E por mais contentes que possamos vir a estar, sempre falta alguma coisa, nunca estamos completos. Sempre falta aquele quê, nos perdemos confiantes que vamos nos encontrar logo mais. E nunca haverá algo mais se já não estiver presente conosco.
Pensar pensar, as vezes é melhor do que tanto falar e as vezes demonstra mais do que fazendo para ver!
Eu sempre escrevo melhor quando estou triste. Sempre encontrei as palavras mais excruciantes para tocar e ferir nas minhas poesias. Hoje, busco as palavras mais afáveis, mais ternas. Estar feliz, me faz muito mais singela.
