Criação
Contemplar a Criação é um caminho para a cura interior.
Nos dias de hoje, somos constantemente arrastados por uma enxurrada de informações, compromissos e distrações. Vivemos numa era em que a velocidade dita o ritmo e a contemplação é quase vista como um luxo, relegada a momentos raros e fugazes. Entretanto, a capacidade de parar e observar os detalhes da Criação é mais que um simples exercício de apreciação estética; é um caminho para a cura da mente, do corpo e da alma.
A Criação – seja ela vista nas majestosas montanhas, no sussurrar das ondas do mar, no delicado desabrochar de uma flor ou no canto dos pássaros ao amanhecer – está repleta de beleza e significado. Cada elemento carrega em si um reflexo do Criador, um convite silencioso para que voltemos nossos olhos e corações para algo maior do que nós mesmos. O ato de contemplar nos conecta ao essencial, ao eterno, e nos lembra que há algo sagrado em tudo o que nos cerca.
Contemplar a natureza não é apenas um ato espiritual; há evidências científicas que comprovam seu impacto curativo. Estudos mostram que passar tempo em ambientes naturais reduz os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e aumenta a produção de serotonina, promovendo uma sensação de bem-estar. Além disso, observar a harmonia das formas, cores e sons na natureza pode ajudar a acalmar a mente, estimular a criatividade e até mesmo fortalecer o sistema imunológico.
Mas a contemplação vai além do simples "estar na natureza". É preciso aprender a ver. Muitas vezes, estamos fisicamente presentes, mas nossa mente está em outro lugar, preocupada com o futuro ou revivendo o passado. Contemplar é ancorar-se no presente, prestar atenção ao agora, com todos os sentidos abertos. É sentir a textura de uma folha, perceber as nuances de um pôr do sol, escutar o som do vento passando entre as árvores. É, acima de tudo, permitir que esses detalhes penetrem em nosso ser e nos transformem.
Há uma tendência em buscar o extraordinário: paisagens exóticas, viagens para lugares remotos, experiências únicas. Porém, a contemplação verdadeira não exige nada disso. Os detalhes curativos da Criação estão ao nosso redor, mesmo nos lugares mais comuns. Um jardim em casa, o céu visto pela janela, as estrelas que brilham à noite – tudo isso é um reflexo da obra divina.
O problema é que estamos perdendo essa habilidade de nos maravilhar com o cotidiano. A enxurrada de estímulos artificiais, como o brilho constante das telas e a correria diária, embota nossa percepção. Parar para observar uma borboleta que pousa em uma flor ou o simples voo de um passarinho parece, para muitos, uma perda de tempo. Mas, na verdade, são nesses momentos que reencontramos nossa humanidade e nos reconectamos com nossa essência.
Num mundo que valoriza o fazer, contemplar é um ato de resistência. É dizer "não" ao ritmo frenético que nos desumaniza e "sim" à quietude que nos cura. A contemplação nos ajuda a recuperar o sentido da vida, não como uma corrida desenfreada em busca de resultados, mas como uma jornada cheia de significados.
Essa prática não exige técnicas complexas ou mudanças radicais. Tudo o que precisamos fazer é começar. Uma caminhada ao ar livre, sem pressa, pode ser um bom ponto de partida. Sentar-se em silêncio, observando o movimento das nuvens ou o balanço das folhas ao vento, pode se tornar um ritual diário. Até mesmo em ambientes urbanos, há belezas a serem contempladas – um raio de sol iluminando um prédio, o som da chuva no asfalto ou o sorriso de uma criança.
A Criação nos chama constantemente para contemplá-la. É como se cada detalhe da natureza – das mais grandiosas montanhas às mais minúsculas gotas de orvalho – fosse uma mensagem de amor do Criador, um lembrete de que somos parte de algo imensamente maior. Ao atendermos a esse chamado, não apenas experimentamos uma cura pessoal, mas também nos tornamos melhores cuidadores do mundo ao nosso redor. Quando percebemos a beleza e a sacralidade de tudo o que existe, nos sentimos responsáveis por proteger e preservar a Criação.
Contemplar é preciso. É uma necessidade tanto espiritual quanto humana, um antídoto contra a ansiedade, o estresse e a desconexão que afetam tantas pessoas nos dias de hoje. É um convite a redescobrir a alegria nos pequenos detalhes, a encontrar cura na simplicidade e a perceber que, em cada pedaço da Criação, há um reflexo do amor divino.
Por isso, reserve um momento hoje para contemplar. Olhe ao seu redor com olhos atentos e coração aberto. Permita-se obter a cura pela beleza da Criação e, ao fazer isso, descubra um sentido mais profundo para a vida. Afinal, o ato de contemplar é também uma forma de oração – uma das mais puras e transformadoras que podemos experimentar.
A verdadeira essência da criação, a verdade divina da fé, é que o mundo foi feito pela Palavra de Deus. E, se você conhece a Palavra de Deus, você pode viver conforme Sua vontade e transformar sua realidade conforme o plano divino.
Ao refletir sobre a criação de Deus e o fato de uma inteligência divina, não humana, percebe-se que a própria natureza é uma expressão da sabedoria de Deus – que entender a criação, a natureza, é entender os sistemas maravilhosos e complexos que Ele criou. Negar que essa criação tem um propósito divino e que Deus a mantém viva e consciente é apenas uma limitação da visão humana.
Para aqueles que veem o mundo com os olhos de fé, é claro que a natureza é viva, moldada pela Palavra de Deus, e responde ao Seu chamado, refletindo Sua grandeza e sabedoria.
“O Véu da Árvore: O Código Esquecido da Alma e o Despertar do Iniciado”
No abismo da criação, onde o espírito humano se encontra com as forças primordiais, o Arvoricionismo se faz presente, não como uma crença, mas como uma jornada silenciosa que desafia os limites da percepção. A árvore, símbolo imortal, revela-se como a chave para a compreensão do universo oculto, onde o material e o espiritual se entrelaçam, não por palavras, mas por ação e consciência. Seu código, invisível aos olhos rasos, é o mesmo que ecoa nas páginas de livros esquecidos e em textos proibidos, onde a verdade não se oferece diretamente, mas se esconde nas entrelinhas de cada símbolo, de cada ciclo.
Em seu tronco, o Arvoricionismo carrega a essência do tempo e do espaço, a memória do que foi perdido. Como os antigos sacerdotes que escreviam em códigos secretos, o iniciado deve aprender a ler os sinais que a árvore oferece – não palavras claras, mas gestos, sombras, e silêncios. Ao segui-los, o iniciado não só se conecta com o cosmos, mas também com a origem do ser, a verdade que foi deixada para trás, escondida nas raízes do espírito humano. O Arvoricionismo não é um caminho claro, mas uma espiral que sobe e desce, onde o entendimento se revela apenas para aqueles dispostos a se perder nas sombras e retornar com o conhecimento renovado.
O Código da Árvore, embora visível em sua forma, é um véu que esconde o que há além. A árvore é a guardiã de um mistério antigo, que remonta ao tempo dos antigos sábios, os que falavam através de símbolos e números, os que entendiam os ciclos do cosmos. O iniciado, ao se conectar com a árvore, desvela não apenas o ciclo da vida, mas o ciclo da alma, que viaja através das eras, regenerando-se em cada novo ciclo, mas sempre carregando o peso do passado. Cada folha caída é uma lição esquecida, cada galho que cresce é uma promessa de redenção.
À medida que a árvore se ergue, o iniciado é convidado a descer à terra, onde a sabedoria é enterrada e onde o verdadeiro entendimento reside. Como os antigos escribas, que escreviam nas pedras de uma terra esquecida, o iniciado deve aprender a decifrar a linguagem do silêncio, que fala mais alto que qualquer palavra. A árvore não apenas cresce, ela se transforma, como a alma do iniciado, que deve morrer para o mundo exterior e renascer para o conhecimento interior. Não é uma busca por respostas prontas, mas uma jornada de autossuperação, onde cada passo dado é uma revelação.
O Arvoricionismo, portanto, é o guardião do saber oculto, o caminho para o despertar da alma que retorna às suas origens. Ele nos ensina a arte de ver o invisível, de tocar o indizível, de viver o que não pode ser dito. O iniciado, ao se conectar com a árvore, não encontra respostas fáceis, mas é desafiado a olhar para dentro de si mesmo e descobrir os segredos que estão enterrados sob as camadas do ego. A árvore, como o espírito humano, tem muitos ramos, mas sua essência é uma só, um código que conecta todas as coisas, do mais profundo abismo ao mais alto céu.
E, assim, o Arvoricionismo não é apenas uma filosofia de vida, mas um processo de transformação profunda. Ao seguir o caminho da árvore, o iniciado aprende a dissolver as barreiras que separam o ser humano do divino, o visível do invisível, o material do espiritual. O véu da árvore, uma vez levantado, revela não uma verdade única, mas um labirinto de possibilidades, onde cada escolha leva a um novo entendimento, e cada entendimento é uma chave para um próximo mistério. E, neste jogo eterno de descoberta e revelação, o iniciado se torna parte de algo muito maior, um eco de uma verdade que está além do tempo, além da morte, além da percepção mundana.
O que o Arvoricionismo oferece não é um caminho fácil, mas um convite ao desconhecido, àquilo que se esconde nas sombras da existência, onde apenas os corajosos se aventuram. E, ao trilhar esse caminho, o iniciado não apenas cresce, mas se torna uma árvore em si mesmo, carregando dentro de si o código do universo, o segredo da criação, e o poder de transformar seu destino.
Esse é o verdadeiro despertar – o despertar para o que é oculto e eterno, o despertar para o que nunca foi dito, mas sempre esteve ali, esperando ser encontrado.
Se Deus realmente amava a criação e a humanidade, então jamais a teria sequer criado. Essa foi sua grande e Patética falha. Ou se não ele, então a evolução natural obteve uma desgraçada má sorte.
אב
AV – ABA – PAI
A força da casa...
O cabeça da casa...
A força da criação...
A força da vida...
O poder
da multiplicação
da benção...
O poder da união...
O amor da família...
O amor do Eterno
pela a família...
O pai é o amor
que uni a família...
O provérbio "as paredes têm ouvidos " não é mera criação popular, as paredes ouvem, extraem e armazenam as energias das palavras, pensamentos e atitudes de seus moradores.
אמא
IMA – MAMÃE
O poder da criação
de toda humanidade...
A força que da vida...
O destaque
da humanidade...
O amor de mãe
conduz a vida...
Teu amor é cantado
ao som de multidões...
A força da gestação
do mundo...
Depois de tudo ter feito,
Deus não achou um sequer
Dos seus atos mais perfeito
Que a criação da mulher.
“A paciência é uma virtude essencial na criação de filhos. Cada criança tem seu próprio ritmo de crescimento e aprendizado, e cabe a nós respeitar e apoiar esse processo.”
“Deus colocou a noite no firmamento para trazer paz e descanso à sua Criação! Você é parte dessa maravilha que Deus fez com suas próprias mãos, então repouse e descanse seu corpo e sua alma e que os anjos cuidem do seu adormecer! Você é obra prima que do Céu foi enviada à Terra! Tenha uma noite de paz e serenidade!”
O Caos e a Dança da Criação
Há um sussurro no tronco das árvores, um eco antigo que diz: o caos não é desordem, mas o ventre onde tudo nasce e morre. Ele não é inimigo; é o fogo que fertiliza a terra e desperta sementes adormecidas.
“Todo homem e toda mulher é uma folha da Árvore Infinda.” Assim, o caos se torna um convite. Não um castigo, mas um chamado a abandonar certezas e abraçar tempestades. Ele te molda, não com gentileza, mas com o peso de quem esculpe a verdade em carne viva.
O caos é o amante que te beija e arranca tua pele. Ele sussurra: “Faze o que tu queres, mas lembra que a liberdade tem dentes afiados.” No Arvoricionismo, diz-se: “Há árvores retas e troncos tortos, mas todos pertencem à floresta.” Porque o caos não destrói; ele transforma.
Quando deixamos o caos invadir nosso tronco e sacudir nossas raízes, entendemos que a melancolia é apenas a sombra de uma beleza maior. Só ao dançar com o incerto descobrimos a verdadeira melodia da vida.
A única e verdadeira intenção, que está contida na criação de uma notícia/informação falsa, é aquela que, através da sua propagação, demanda satisfazer aos caprichos do Satanás que habita a alma daquele que tomou a iniciativa de causar danos com a mentira.
Não é fake news, é bíblico, que mentir é uma prática atribuída ao DEMÔNIO e não à Jesus.
Crie seus filhos do jeito que você ache correto, pois será só você que responderá por essa criação.
PORQUE DEUS CRIOU A MULHER ?
Toda a criação era muito boa! Mas....
Gen 1: 31 E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom
Mas algo não estava bom no Éden
Gen 2:18 E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que lhe seja adequada.
A solução de Deus, para única coisa que não estava boa no Éden (a solidão do homem) foi a criação da mulher.
Gen 2:24 Portanto, deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.
Deus já sabia que o homem não deveria ficar sozinho, Deus cria o projeto antes de manifestar a existência.
A Mulher é a solução para vida do homem e este sempre foi o plano de Deus, quando Deus cria o projeto homem( espécie humana) ele cria o macho e a fêmea da espécie, vê que é muito bom e os abençoa.
Tudo que Deus dá ao homem de benção também dá a mulher, chamados diferentes, mas um único propósito. Serão ambos uma carne.
MULHERES VOCÊS SÃO A SOLUÇÃO DE DEUS PARA ÚNICA COISA QUE NÃO ESTAVA BOA NA CRIAÇÃO.
Obs** sopro de vida Deus só dá no capítulo 2, cap 1 ele cria a espécie humana, gênero homem e mulher
Deus Altíssimo o Bem formoso!
O tamanho de Adonai - A imensidão
Sua criação é desmarcada
Do grão de feijão a enorme plantação! E o agigantado mar!
O planeta é regido por sua orquestra
descomunal...
Perceba seus rins e pulmões -
Isso não é magia? É real!
Não existe criação sem criador.
Seria algo inexplicável olhar o mundo e suas maravilhas e não dizer que foi feito por Deus. Seria antiético olhar a imensidão do universo e suas constelações e não dizer que foi Deus quem criou e nomeou tudo.
