Crença
Se houverdes de me perguntar se mudei de crença ou de religião, dizer-vos-ei que não, apenas sou e serei cada vez mais ligado nessa mídia que se chama Bíblia, donde podemos nos comunicar, sobretudo, com Eles: Pai, Filho e Espírito Santo a pedir-lhes que cuide bem de nós e de vós e que minha religião continua sendo a Cristandade!
A fé é a verdade interior. A crença é a mentira exterior produzida pelos limites culturais e ignorância do homem.
Nada é por acaso
Nada é por acaso.
Minha crença nessa afirmação se intensifica, toda vez que dedico tempo e me comprometo em avaliar, de forma honesta, minha jornada.
Nesses dias, absorvo meus acertos, perdoo meus erros e reconheço a necessidade de transformar todo o aprendizado em ação. Nesses dias consigo visualizar e propor as mudanças que desejo para minha evolução.
É nesses dias também que agradeço. Não com clichês ou palavras vãs, dessas que se perdem ao vento, mas sim com o coração.
Agradeço a força que encontro na fé que tenho em Deus.
Agradeço e celebro a vida e a oportunidade de ver, sentir e apreciar todo o espetáculo do mundo em que vivo.
Agradeço a consciência da existência de cores e luzes onde encontro abrigo, alívio e esperança quando as dores me atingem.
Agradeço às pessoas que estão sempre comigo, me direcionando e acrescentando “por quês” positivos para avançar. E as que não estão também, por se manterem longe e assim não poderem atrapalhar meu caminho.
Agradeço aos que disseram: “Você não pode fazer isso” por despertarem o desejo de testar e consolidar minha capacidade, pois toda vez que contrario essa afirmação, compreendo que as limitações pertencem a eles, não a mim.
Agradeço aos “nãos” que abriram o leque das mil e uma possibilidades, e aos “sins” que me envolveram nos momentos que mais precisei.
Agradeço por ser quem sou, com todas as qualidades, defeitos, sonhos e essa vontade enorme de ser apenas um ser humano melhor.
O única coisa que pode chegar próximo da verdade absoluta é essa crença, essa certeza íntima, as vezes apaixonada e cega, que os homens fazem de suas próprias convicções.
A bondade do homem não é medida por sua crença em determinada religião ou dogmas. A bondade ou uma pessoa boa é medida pelo seu carácter e por suas atitudes perante os outros.
Seja na crença ou não, tenha sempre metas e estratégias na mão, pois um dia pessoas falham, ficam, e tornam sonhos em vão.
O homem tem de viver dentro da verdade, saber que não é importante. A disseminação dessa crença levaria o homem a uma posição mais modesta.
Não são os anos que nos tornam velhos mas a crença de que não podemos mais sonhar e conquistar a vitória. Ha muitos jovens que já são velhos e muitos velhos que ainda são jovens.
É bonito de se ver que ainda há esperança
Que apesar da tempestade
Há crença e temperança
E é dela que vem a nossa seriedade.
