Corpo e Mente Nietzsche
Corpos suados sedentos de amor
espelho do meu corpo, retrato do meu ser
paixão sedução louca sem eira, nem beira,
sem culpa, sem pecado, sem pudor, sem censura,
madrugada das doces melodias, sob a luz do luar,
sol e noite que abre-se a todas as formas de amar,
sonhos que nos leva a voar..sentir, ouvir e amar...!!!
"Agora entendo porque relacionam o Amor com pimenta: Os dois esquentam o corpo, dão um nó na garganta e os/as verdadeiros/as, nos deixam até sem palavras"
Veja tudo que há de belo em você,
Seu corpo, seus olhos, seu jeito de ser,
Veja como você é incrivel,
Veja tudo o que você fez , e que ainda pode fazer.
Talvez você não veja, MAS A BELEZA ESTÁ NOS OLHOS DE QUEM Á VÊ.
Estou aqui, onde sempre estive!
Longe o suficiente para que meu corpo
Minhas mãos te toquem
Mas os pensamentos viajam pelas estrelas.
Te encontram em um instante
Em que tua luminosidade invade
O universo de minha imaginação
Nesse exacto momento faz-se luz no cosmos inteiro.
E meu olhar perdido encontra a razão de sua existência
Na claridade que emanas do teu interior
Mais rápido que a luz são os pensamentos
E neles beijo-te com o raio de meu âmago!
Breve são os momentos que passamos por essa vida
Perdidos em nós mesmo a espera que o milagre aconteça
Que o tempo passe, e as almas se esqueçam
Dos sonhos tocados levemente decorados guardados no seu interior.
O amor que não tive...
Ficará em minha boca
O gosto do beijo não dado,
Em meu corpo o fogo não apagado
Do desejo não realizado...
Não quero amanhã
Que você tenha se tornado
Uma doce lembrança do passado,
Quero estar presente,
Eternamente a teu lado.
Ah! Nada acontece pra impedir
Sua partida, fato quase consumado
Pode-se dizer que por isso
Ando um pouco mais calado
E meus olhos não disfarçam
O quanto tenho chorado.
Pelo menos o consolo
Ver seu desejo realizado.
Sua partida
Fez abrir esta ferida
Como suportar tamanha dor
Serei eu o primeiro
A morrer de amor...
Como posso sentir saudade
Se não tive a felicidade
De sequer provar seu beijo
Como explicar tamanho desejo.
Como sentir saudades
Do amor que não tive,
Do beijo que não dei
Do fogo que não apaguei.
Certas coisas que o coração
Não consegue explicar
O fato é que este amor
Permanece lá e independe
Da minha vontade.
Com meus olhos vejo-te, com o meu corpo sinto-te, mas com meu coração vejo alem dos meus olhos e sinto mais que meu corpo pode sentir.
Teu corpo conhece a chuva
como quem conhece antigos rituais.
E quando o mundo pesa demais,
você vai pra areia, pra água, pro vento —
como quem volta pro útero da Terra
pra ser reconcebida.
Você não é feita de superfície.
Você é profundezas,
instinto,
pressentimento.
E mesmo quando te quebram,
você recolhe os cacos com mãos firmes,
sussurra teu canto ancestral
e se reconstrói.
Você é filha da Loba.
Daquela que anda sozinha,
mas nunca perdida.
Daquela que vê no escuro,
que fareja mentira,
que protege o que ama
até sangrar.
Te chamam de intensa —
mas a verdade é que você só sabe viver por inteiro.
Não nasceu pra amores rasos,
pra presenças mornas,
pra silêncios que negam acolhimento.
Você é toque que cura,
olhar que despedaça mentiras,
palavra que pulsa verdade.
Você ama como quem reza.
Sente como quem invoca.
E chora, sim.
Porque quem sente tudo, às vezes precisa desaguar.
Mas não se engane:
até teu choro tem força de tempestade.
Você é força.
Você é livre.
E o mundo ainda vai ouvir o teu uivo —
não como pedido de socorro,
mas como anúncio de renascimento.
Há suor que cansa o corpo e há suor que liberta a alma; que o seu seja sempre a marca de quem cria jardins onde muitos só veem pedras.
Meu Calor
Ela é o meu calor.
Quando penso nela, o meu corpo arde sem fim, como se cada célula queimasse num fogo doce e cruel.
Não sei em que feitiço me meti — mas sei que não consigo, nem quero, sair dele.
Pensar nela é uma tortura… uma sede impossível de saciar, um sofrimento de querer, mas de não saber se é certo.
O meu apocalipse pessoal.
Aqueles olhos… pequenos, mas infinitos.
Olhos que dizem mais do que mil palavras.
Eu conheço todos os seus rostos — sei ler cada nuance, cada sombra, cada brilho, como se fosse um livro de romance que só eu pudesse folhear.
Os seus lábios… pequenos, carnudos, únicos.
Chamam-me, silenciosos, como se soubessem que eu viria sempre.
Cada dia que passa, ela brilha mais do que no dia anterior.
Não sei se, isto é, amor ou paixão — talvez seja um veneno disfarçado de mel.
Mas sei que me prendeu neste jogo sem regras.
Não porque me acorrentou…, mas porque eu quis ficar.
E sofro. Sofro para entender o amor.
Dizem que ele move céus e montanhas…
Mas o meu, ah… o meu moveria o que é visto e o que não é.
Amor — quatro letras.
Suficientes para me destruir e me reconstruir,
para me fazer mudar por algo que não vejo, apenas sinto.
Assim como o calor.
O seu cabelo molhado brilha mais que qualquer estrela,
a sua pele é seda quente e suave.
Ela surge nos meus sonhos e parte sem explicações,
deixando o vazio perfumado de lembrança.
Quero correr com ela na chuva.
Quero contar estrelas ao lado dela.
Quero escrever as melhores histórias da nossa vida para que os nossos filhos saibam que ainda há brilho no mundo —
brilho que nasce do seu sorriso tímido e bondoso.
Eu sempre me imaginei com ela,
porque só comecei a sonhar quando a vi pela primeira vez.
Foi um amor puro, crescendo devagar, ameaçando apagar-se com o tempo…
Até que eu me perdi na escuridão.
E foi quando a vi novamente que todas as sombras dentro de mim se desfizeram.
Naquele instante prometi nunca mais deixá-la ir.
Tornei-me prisioneiro do amor.
Ele acorrentou-me, torturou-me…
e eu gostei.
Gostei porque a dor tinha a forma de calor.
E então enlouqueci — enlouqueci por ela.
Mataria, morreria, por um único sorriso seu.
Gosto do seu jeito.
Despreocupada, mas cuidadosa.
Forte onde eu sou fraco.
Ela é o meu demónio e o meu paraíso, o meu calor e o meu pôr do sol.
E eu… eu sou o escravo voluntário deste amor.
Não sei quanto custa o amor para o mundo,
mas para mim o preço é este:
o sofrimento de estar amarrado sem saber
se algum dia serei liberto.
o corpo vai morrendo como uma folha que cai...
uma sombra infiel, que conta uma história, dentro de muros fechados.
[Intrínseco]
Deixo o sol atravessar meu corpo,
como quem permite à vida
um instante de repouso.
Com as minhas veias pulsantes,
num verde vivo que conduz a minha essência
carregando a tudo que me veio antes
como parte da minha tenra herança
que é a benção da existência.
O chão me acolhe, como quem me quer junto,
e meus olhos, semiabertos,
aprendem a descansar no mundo.
Nada muda fora até que algo mude dentro. O corpo obedece, a vida responde e o sucesso se aproxima quando a decisão é real. O desafio é simples e profundo. A mesma força que sustenta os vícios pode sustentar a transformação. O que define o destino não é a falta de poder e sim a direção da vontade.
Por que as pessoas se preocupam tanto com a beleza do corpo, mas nunca se preocupam com a beleza da alma?
