Corda
As vezes sofremos por não querer soltar...
Segurando a corda até a mão sangrar. Gastando o tempo de aproveitar... as coisas soltas que estão pelo ar. Que tocam a pele, então faz chorar, proporcionando alívio que faz flutuar. Percebendo a vida ao inalar, o oxigênio que nutri meu lar.
Sou um ser e posso preencher a vida com infinitas razões para viver.
Viva mais o bem querer.
oque de mim venho a sentir?
o vazio,
machuco-a por tal arrogancia, de minha trsiteza, uma corda em minha cabeça,
para que a felicidade possa existir, a tristeza tem que nos fazer cair,
lua, me perdoe, mas a dias que nao quero nem sequer respirar e acordar,
chorar sem voce ver, nao sou um garotinho perfeito, vou decepciona-la muito,
assim com hoje, o cansaço me afeta, o sono se revela, os querem se fechar, para que nao olhem mais o que a luz tem a nos mostrar,
imagino em minha consciencia em alguns momentos,
quero que o tempo me mate, que o ar me sufoque, uqe o amor me cegue, que o amar me afogue,
afoga-me para o profundo mar, longe de pessoas que posso machucar, longe do amor, dem ela, nao ha vida, sem beijos, sem abraços quentes, sussurros nos ouvidos, uma casa em seu peito, onde deito-me e os problemas, jas esquecidos,
Vocês não eram equilibrados o suficiente. Vocês eram equilibristas. A corda bamba como terreno dos afetos.
Quando existe uma arma apontada para a sua cabeça, uma corda para o enforcar, uma fogueira para o queimar e ainda assim conseguir filosofar em meio a tanta ameaça, compreenda o que tornou possível.
Remédio da vida
Vencer a relva da mata
Carregue o triunfo na manga
Ambular na corda bamba
Procure ser um acrobata
Matar a saudade do beijo
E curar a sua sede
Descanse numa rede
Espere passar o desejo
Lapidar a pedra bruta
Persistência, força e luta
Arroste na escuridão
Vasculhe o remédio da vida
Abolir a dor da ferida
Deixada no coração!
Ademir Missias jan/21
“Existem olhos que não se fecham somente ao dormir; um exemplo é a corda, cuja versatilidade depende das mãos que a manipulam.”
Amor é como a corda de um instrumento musical estendida entre dois corações vibrando na mesma frequência quando tocadas pelo tempo.
Precisamos ter coragem de nos livrarmos de algumas pessoas que desequilibram demais a corda bamba de nossa vida, para que não venhamos a cair quando menos esperamos.
Às vezes, a tentativa de depender apenas de Ti é como andar na corda bamba. No entanto, não preciso ter medo de cair porque teus braços eternos são uma rede de segurança que me protege.
"A vida é como uma corda. Um dia ela se rompe sozinha ou nós a rompemos com as nossas próprias mãos."
“A Mentira como Corda Bamba”
Infidelidade não é só um ato, é um comportamento que se enraíza. Quem trai não só atravessa a linha da confiança: aprende a morar na terra da mentira. E como bem disse Fabrício Carpinejar, “O infiel não muda dentro daquela relação. Só aprende a mentir melhor.”
A frase tem o peso de uma verdade inconveniente. Porque, por mais que quem foi traído queira acreditar no arrependimento, no recomeço, o infiel raramente muda enquanto ainda está ali, no mesmo palco da traição. Ele se adapta. Como um equilibrista na corda bamba, não busca sair da situação, apenas aprender a não cair.
A infidelidade cria um ciclo vicioso. Não é só o beijo ou a mensagem escondida que fere; é o teatro que vem depois. O infiel se torna um ator exímio, ensaiando álibis, inventando histórias, medindo palavras para parecer inocente. E quanto mais ele se aperfeiçoa nessa arte, mais se distancia do que é verdadeiro. Ele não reconstrói a relação, apenas remenda os próprios atos para não ser descoberto novamente.
O problema é que mentir melhor não é amar melhor. Pelo contrário, é uma forma de fugir do amor. Porque amar de verdade é despir-se de máscaras, é enfrentar a vulnerabilidade. Quem trai e continua mentindo escolhe o caminho da fuga, não da mudança.
E quem está do outro lado? Muitas vezes, permanece na esperança de que o amor seja suficiente para transformar o outro. Mas amor não salva quem não quer ser salvo. Você pode oferecer sua confiança de novo, mas se o infiel não estiver disposto a encarar a dor que causou, ele continuará a andar na corda bamba. Não para equilibrar a relação, mas para sustentar a própria mentira.
Carpinejar nos faz enxergar que mudança real exige ruptura, não conveniência. O infiel só muda quando sai do jogo — quando é confrontado pela perda, pela solidão, pela necessidade de se encarar no espelho. E mesmo assim, nem sempre muda. Porque mudar não é sobre o outro, é sobre si mesmo.
A verdade é que não dá para amar com a sombra do engano por perto. Ou o amor é inteiro, ou é apenas um disfarce de algo que já não é. E, no fim, quem ama de verdade não precisa aprender a mentir. Ama porque é livre, porque a verdade basta.
E você, vive em um palco de mentiras ou em um lar de verdades?
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
Sexóloga/ Comunicadora/ encorajadora da Liberdade Feminina
O cabo de guerra é uma brincadeira antiga: dois lados puxando uma corda para ver quem é o mais forte. Na vida, não é muito diferente. Você puxa para um lado, o destino para outro, e isso acontece automaticamente, todos os dias, no amor, com os filhos, os amigos, no trabalho, e assim por diante.
A grande diferença é que, na vida, o cabo pode se romper. E, quando isso acontece, não adianta tentar dar um nó; ele nunca será tão forte quanto antes. Em algum momento, será preciso trocar a corda.
"Os segundos se transformavam em uma corda fina que apertava lentamente o meu pescoço, estrangulando-me aos poucos.
Minha cabeça borbulhava enquanto a corda corroía minha garganta: 'Não viu minha mensagem? Não quer falar comigo?'
Lá estava eu, enfrentando o silêncio cortante da rejeição."
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