Coragem
O dia de hoje fala sobre isso: Na eternidade do amor cabe o Universo. No conceito de Ressurreição está implícito a coragem de vencer a morte. Olhem para o Céu e para a Natureza terrena que verão a grandeza do amor de Deus. Aleluia, é sábado!
Quando um grande problema se levantar contra você, lembre-se de que foi um pequeno servo de Deus que derrotou um gigante.
Todos nós nascemos dentro de um avião em queda livre, com poucos paraquedas e gritos dizendo que não somos merecedores. Vivemos o dilema entre ser digno de salvação, carregando a culpa, ou arriscar a própria vida para ajudar o próximo.
Quando você estiver preparado, Deus dará asas para voar mais alto, mas nunca para você fugir.
Na dificuldade, Deus se torna nossa espada e escudo para vencer qualquer desafio.
Por vezes é preciso ter a audácia das flores que sempre renascem em todas as Primaveras, mas que se mantiveram discretos bolbos uma estação inteira.
Não são as pedras no caminho que se constituem obstáculos para nossa evolução... São nossas atitudes e pensamentos que nos impedem...
A boa vontade faz germinar qualquer semente e a coragem nos faz brilhar nos terrenos hostis da vida...
O Peso das Palavras: Quando Consolar se Transforma em Ferir.
Em tempos em que o sofrimento emocional se torna tema cada vez mais presente nas conversas cotidianas, cresce também a urgência de repensar como falamos com quem está fragilizado. Muitas vezes, na ânsia de confortar, acabamos ferindo não por maldade, mas por falta de preparo emocional.
Psicólogos têm alertado para um fenômeno comum: a tentativa de consolar com frases feitas, o que, em vez de aliviar, agrava o sofrimento. A expressão “Você tem que procurar ajuda”, por exemplo, parece prudente, mas soa como uma ordem e invalida o desabafo. Em um momento de vulnerabilidade, esse tipo de fala pode reforçar a sensação de impotência e solidão, justamente quando o indivíduo mais precisa se sentir compreendido.
Quando o “dizer algo” machuca.
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo, essas respostas automáticas se repetem porque a sociedade as normalizou. Fomos treinados a preencher o silêncio, a dar respostas rápidas, como se o silêncio fosse sinônimo de descuido. Contudo, o impulso de “dizer algo” muitas vezes vem do desconforto de quem ouve, e não da necessidade de quem sofre.
O problema é que, ao tentar “arrumar” a dor do outro, transferimos para ele a responsabilidade emocional de melhorar. A frase pronta “Anime-se, a vida continua” soa como uma tentativa de encurtar o luto, de apressar a recuperação. Mas a dor não segue cronogramas, e quem sofre precisa de tempo, não de pressa.
O que não dizer.
Algumas expressões, embora pareçam inofensivas, diminuem a experiência do outro:
“Você já deveria ter superado.”
“Eu sei como você se sente.”
“Tudo acontece por um motivo.”
“Poderia ser pior.”
“Você tem que ser forte.”
“Não chore.”
“Anime-se, a vida continua.”
Cada uma delas nega a singularidade da dor. Ao comparar, racionalizar ou impor força, anulamos a liberdade emocional da pessoa. O resultado é o oposto da empatia: culpa, solidão e incompreensão.
Por que caímos nesses erros?
Três fatores se destacam:
1. Falta de educação emocional. Muitos de nós não aprendemos a lidar com emoções profundas, nem as próprias, nem as alheias.
2. Medo do silêncio.
O silêncio é visto como constrangimento, quando, na verdade, ele pode ser o espaço mais terapêutico.
3. Desconforto diante da dor.
A tristeza e a vulnerabilidade lembram a todos a própria fragilidade, e isso gera fuga disfarçada em palavras de consolo.
Ao tentar “melhorar” o outro, fugimos da própria impotência e esquecemos que empatia não é consertar, é estar junto.
O que realmente ajuda.
A verdadeira presença não exige discursos, mas escuta, atenção e disponibilidade. Frases simples, quando ditas com sinceridade, têm o poder de acolher:
“Estou aqui para você.”
“Sinto muito que você esteja passando por isso.”
“Você quer conversar ou prefere se distrair um pouco?”
“Não sei o que dizer, mas estou com você.”
“Obrigada por confiar em mim.”
Essas expressões validam o sentimento e oferecem segurança emocional. Elas não tentam resolver, apenas confirmam: “você não está sozinho”.
Orientações práticas de acolhimento.
Ouça sem interromper. Às vezes, o desabafo é mais curativo do que qualquer resposta.
Evite julgamentos e conselhos não solicitados. O ouvinte não precisa ser terapeuta; precisa ser humano.
Reconheça a emoção: “Entendo que isso deve ser difícil.”
Ofereça companhia, não soluções. Estar junto é mais eficaz do que tentar corrigir.
Cuide do tom de voz e da expressão corporal. A empatia também se comunica pelo olhar e pelo gesto.
Respeite o silêncio. Há momentos em que falar menos é amar mais.
Busque informação sobre saúde mental. Saber o básico evita erros que perpetuam o sofrimento.
Consolar é sustentar, não corrigir.
Consolar alguém não é encontrar a frase perfeita, mas sustentar o tempo e o ritmo do outro. É permitir que o sofrimento se expresse, sem apressar a cura. Empatia é permanecer quando o outro não tem mais força; é segurar o silêncio sem precisar preenchê-lo.
Porque, no fundo, as palavras que curam são as que nascem do respeito e não da pressa de fazer o outro se sentir melhor.
“A escuta é o primeiro gesto do amor.
Acolher não é dizer algo certo, é estar presente no tempo certo.”
Texto do: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
De acordo com a psicóloga Rosa Sánchez, da Fundación Mario Losantos del Campo.
Nada que faças nessa vida é um erro, e sim essas tuas tentativas de acerto é que mostram em ti essa maturidade que tens impulsionando-te a seguir em frente, e mesmo com esses teus medos pequenos e pueris, tens em ti essa coragem grandiosa e absurda de acertar...
A vida é um jogo de futebol, que você entra pra enfrentar (adversidades) tem que vestir a camiseta (força, coragem, fé e determinação) e chutar com força a bola para o gol e tirar de letra tudo que tu puxa pra baixo e reavivar no peito o grito da tua vitória.
Sensação de missão cumprida é olhar para o passado e pensar que não suportaria enfrentar aquela adversidade, e hoje sabe que se não passasse por aquilo não saberia a força que tens e principalmente crês que nada é para sempre e tudo passa!
Agradeço ao meu Pai Divino
Não sei se mereço tanta Bênção
Sois Vós o Dono do Sagrado Ensino
Me ensinando a cada dia a te amar com perfeição
Tudo começou a nove anos atrás
A Inspiração a me manifestar
Um dom que somente me traz a Paz
Verdadeira do coração sempre iluminar
Escrevendo música em forma de poesia
Para trazer de volta a Verdade e o Bem querer
De Vós sempre comento com alegria
Espalhando pelo mundo Vossa Coragem e Saber
Saúde eu Peço ao meu Pai
Sou filho Senhor,te lembres de mim
Seguindo para onde Ele Vai
Peço saúde,firmeza na mente enfim
Tome cuidado com artimanhas
Armadilhas preparadas para você cair
Suportar os inimigos e suas sanhas
Enfrentar essa batalha e decidir
É preciso coragem para ficar
Defender o Sagrado Ensino
O povo pensa somente em guerrear
Esquecendo-se do Nosso Mestre Divino
Ele lhe entregou sua Luz
Mas você esqueceu de vigiar
O Divino Mestre ainda nos conduz
Para o Caminho do saber e amar
Tenha carinho,amor e fé
Para espalhar o fervor
A Compaixão de Jesus de Nazaré
Nosso Mestre do Amor!
É fácil louvar quando a vida está a brilhar,
Quando tudo vai bem, sem nada a pesar.
É simples agradecer pelo caminho a percorrer,
Quando os passos são leves, sem nada a temer.
Mas na provação, o louvor é uma canção,
Que ecoa nas sombras, desafiando a razão.
Na necessidade, a fé é raridade,
Um sopro de coragem na imensidão da cidade.
Difícil é cantar com o estômago a roncar,
Olhar o vazio e ainda assim esperar.
É ver no olhar do filho uma vontade a crescer,
E no nada ter, uma força para oferecer.
Às vezes dá vontade de chorar muito,expor tudo pra fora,quando nos sentimos quebrados.Aí vem aquela força que nos levanta,nos dá coragem fé e esperança,enchendo-nos de ânimo,duplicando nossa força!
