Coração Mão
Amor!!!
que sentimento é esse...
que faz o o coração acelerar
que faz as pernas tremerem
que mexe com a libido da gente
que alegra os dias
que transforma a alma
que faz o coração bater diferente...
Qualquer um pode contornar minha vida, mas você é incontestável.
Quando te vejo meu coração vem à boca,
um calafrio no corpo me faz suar frio,
tento reprimir o desejo que exalta,
influenciando a mente que fica a mil.
Tudo é migalha diante de ti,
não sossego, fico impaciente,
e pra nada encontro graça.
Tua falta me lancina,
chega a ser persistente,
é como um filme que passa e repassa,
e me apinhá-la ironicamente.
Já levei flores a você,
se podes-se teria levado o céu,
e não o meu amor,
que tanto o vilipendiou,
tornando minha vida insípida.
Por que não se sujeitou ao meu amor?
que lhe dediquei com tanto entusiasmo,
e mesmo que o achasse pouco,
não merecia tanta humilhação.
Só necessito respirar,
sem que me sujeite a sentir tua respiração.
E triste rasgar as cartas,
que com tanto amor as escrevi,
queimar as fotos, cujo a fumaça só vão me trazer as cinzas.
Sou ciente que o escrúpulo está no coração,
e não há como evitar, nem esconder a falta que faz pra mim
se trago você exposto no olhar,
nem que eu quisesse esconder
sou tua de qualquer jeito
é que sempre aceito os horários,
os dias e as noites que tira pra vir me ver ou então minha dor me fará órfão
prefiro assim, aceitar em silêncio
do que me escravizar na opção de te esquecer.
A dez centimetros da minha respiraçao
Senti você, senti seu coração bater...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Você me envolveu em seus braços e fiquei ali, parada, sem saber o que fazer...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Vi ali, seus olhos castanhos, ternos, a me pedir...
A dez centimetros da minha respiraçao.
Na alma o conflito, no coração o desejo contido.
Então, enfim, naquele momento, de olhos fechados, eu senti a sua respiração.
O coração, o desejo que antes suprimido, era agora satisfeito.
E passamos a ser um, a sentir a nossa respiração.
“Perguntas, estúpidas perguntas”
Você é feliz?
Talvez sim, só não diga a seu coração.
Você é eterno aprendiz?
Talvez não, espere outros dias para ter razão.
Você é dono de si?
Talvez sim, as pessoas não enxergam esta situação.
Você faz feliz seu coração?
Talvez não, a vida não mostrou esta opção.
Você possui sua liberdade?
Talvez sim, somente não digo isto com convicção.
Você torce seu nariz?
Talvez não, aprendi a viver sem alguma emoção.
Você acredita no que diz?
Talvez sim, sou exímio trapaceiro, nada de solução.
Você aprendeu aquela canção?
Talvez não, a vida fora corrida, descomedido trovão.
Você alguma vez sorriu?
Talvez sim, não de descontentamento, pedindo somente explicação.
Você nunca partiu?
Talvez não, nunca estivera presente, garoto sem compreensão.
Reflexão? Algumas fotos seriam cenas de um Filme. Vejo que o coração das pessoas não são os mesmos, podemos continuar sendo a gente, mas os outros deixam de ser quem realmente são
O meu amor sussurrou no meu ouvido;
Não falou com a boca, mas afirmou com o coração;
Ela transmite os sorrisos mais lindos, que são únicos dela;
Ela é tão natural que eu fico bobo apaixonado;
Ela nunca deixa de sorrir e sempre procura expandir todo amor que ela sente por mim;
Eu constantemente pensando, sorrindo e sempre amando a mulher que eu vejo cantando;
Ela canta com coração, expressando gratidão em viver a nossa paixão;
Ela sorrir com o olhar e me encanta em todo lugar, Eu sou feliz com ela estar;
Obrigado meu Deus por minha Luanda a mulher que eu amo para Sempre. ❤
Quando você ajuda as pessoas e que seja de coração, Deus te devolve tudo em dobro, até mesmo sem você perceber.
Loucura do coração.
Coração acelerado, pensamentos aleatórios, nó na garganta; dor que rasga a alma e sofrimento que não passa.
Sinto falta da luz pôs o abismo me consome em escuridão e não tenho sua mão.
Só estou mas ninguém se importa, sofro por amor, mas meu amor foi embora.
O coração dos bondosos, é o aperitivo mais apetecido que os falsos e da má-fé devoram, antes de se empanturrarem com o prato principal da sua gula insaciável.
TANTA PAZ DEITADA FORA
E eu tanto queria tê-la
Absorvê-la
Como moribundo
Das dores do coração
Senti-la como divina graça
Como luz rápida que passa
No instantâneo
Naquela desintoxicação
De a sentir ao bebê-la
Nesta taça de emoção
Ainda que momentâneo.
Escorre a paz em sangue esvaída
Nas sarjetas
Da vida
Com os dejetos que expelem fedegosos
Os poderosos
Pelas bocas e rabos proxenetas.
Tanta paz deitada fora
Pura e tão cristalina
E eu tanto queria tê-la
Agora
Neste coração de má-sina.
(Carlos de Castro, In S. Pedro de Aldriz, 30-06-2022)
DIZ-ME NUM VÓMITO
Diz-me, porque estás triste ?
Amor rebelde, sem meu coração
Do sangue que pedias
Com a tua espada em riste,
Nessa mão,
Tremulando
Velhinha de emoção
Como a minha ficando
Apalpando o que não existe.
Diz-me, porque estás triste ?
Assombramento meu,
Sempre ao cimo da minha cama
De penas,
Tão apenas
Nas noites claras de breu,
Quando eu tinha medo de mim
Ao subir as escadas da cama musical
De bacanais infernal,
Que dizem ser ruim,
Até a do Orfeu.
Maldito seja eu
E quem me desafia
Em euforia,
Nesta noite tão só, tão fria,
Em que vou, sem vir
Mais que tempo de ir
Sem pena
Nem pensar
De voltar.
Diz-me, porque estás triste?...
(Carlos De Castro, " in Portugal Sem Censura, No Brasil, Sim", Em 06-09-2022)
Negro, choroso e triste fica o coração, quando o homem se recusa a pensar pela razão da sua massa cinzenta.
SONHOS INCERTOS
Ó sonhos por construir
Neste coração de sentir,
Dir-me-eis
Quando vireis,
No agora ou no porvir?
Ó amores que prometeis
Os vossos belos anéis,
Dizei-me tições fogosos
Vícios da carne gostosos,
Quando vireis?
Ó vida real e crua,
Afasta de mim a incerteza:
Sonhos serão surpresa,
Como corpo de mulher nua?
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 13-01-2023)
Durante anos, a minha boca e o meu coração foram amantes inseparáveis.
Hoje, sinto que os dois estão numa fase adiantada de divórcio.
VINGANÇAS
A vingança não dura um segundo
No coração dos simples e puros
Como a água cristalina e corrente
Que desliza frémita e tão contente
Passando apressada nas barreiras
Marcações de pedras fronteiras
E socalcos das terras do mundo.
Água vinha
Água vem
Água se foi
Água mansinha
Sem mais ninguém.
A vingança, por si se dói,
Nos corações benditos.
Nos corações empedernidos
Sem ponta de bons fluídos,
Ela corrói e destrói,
Vem, mas não vai.
É teimosa,
Birrenta
Como égua fanhosa
Peçonhenta
Que rebenta nos piores adjetivos.
Mas vai um dia na noite que cai
Com ventos de depuração.
Vingança que não vai
Não tem razão
De morar nos sem sentidos
Dos corações bandidos.
E eis que os corações tais
Desses empedernidos mortais
Não aguentaram o choque
E morreram sem esperança
Nem reboque
De aplicar a vingança.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 02-05-2023)
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