Coração Lindo

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A minha alma está em guerra, lutando contra a correnteza das incertezas. Meu coração insiste em não desistir de você, mesmo quando a esperança parece ser uma lâmina afiada que me corta ao tentar segurá-la.

Ainda assim, meu amor não se rende. Talvez amanhã o vento sussurre novas promessas e o sol ilumine o caminho que nos leva um ao outro. Sei que é difícil, e que a dor às vezes rouba o fôlego, mas o que sinto por você é forte demais para se apagar nas sombras de uma noite difícil.

Até lá, vou continuar sonhando. Quem sabe, em um amanhecer próximo, seus olhos encontrarão os meus e, enfim, a tempestade dará lugar à calmaria que tanto desejo ao seu lado.

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⁠Amar você é como tocar o infinito com as pontas dos dedos, um universo que se abre apenas para quem ousa se perder. O mundo ao redor desaparece, e só resta a nossa existência suspensa, onde tudo parece fazer sentido. Mas amar é também expor a alma, deixar o coração nas suas mãos, vulnerável como vidro fino.

Quando você sorri, é como se o meu mundo inteiro se aquecesse ao brilho do sol. Quando estamos juntos, o tempo se curva, obediente, e nos dá o presente de uma eternidade em cada instante. Mas, ao mesmo tempo, existe uma fragilidade. O poder que você tem de me tocar tão profundamente também pode me quebrar de forma irreparável.

E, se um dia você for embora, levará consigo a parte mais preciosa de mim. O mundo, antes repleto de cores, será um borrão desbotado, e o silêncio da sua ausência será ensurdecedor. No entanto, escolho te amar mesmo assim, porque a intensidade desse sentimento vale cada risco. Amar você é viver à beira de um abismo, com a alma nas alturas e o coração à mercê do vento.

Se o amor é uma prisão, então que seja nos seus braços, pois só neles a liberdade existe.

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⁠Meu coração é de metal, forjado no calor de batalhas passadas, endurecido por cicatrizes visíveis e invisíveis. Cada batida é um eco surdo, marcado pela resistência de quem já se feriu demais para sentir com a mesma intensidade de outrora. Nas minhas veias, não há paixão impetuosa, mas um sangue frio como o gelo, que percorre meu corpo com calma, lembrando-me que a emoção agora se submete à razão.

Ainda assim, mesmo com essa couraça, há um brilho tênue que resiste. Porque, apesar do metal, há um pulsar sutil que não se apaga. Talvez seja a lembrança de um amor que um dia aqueceu esse sangue gelado, ou a esperança, ainda que pequena, de que um dia o calor retorne.

E quem sabe, um toque delicado, um olhar profundo, seja capaz de derreter o gelo, suavizar o metal e relembrar-me do que é sentir com a alma desnuda.

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⁠Ele pensava que, ao entregar o coração, perderia o direito de ser amado, como se o amor exigisse reserva ou cautela. Mas a verdade é que só quem se entrega por completo pode sentir o amor em toda sua profundidade. Afinal, a beleza do amor não está em retê-lo, mas em permitir que ele floresça em meio às entregas, ainda que isso traga um toque de vulnerabilidade.

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⁠Ele caminhava pelas sombras do que um dia fora o brilho de seu próprio coração, crendo que a entrega completa lhe havia cobrado um preço alto demais. Sentia-se despido de armaduras, como se cada pedaço seu já não lhe pertencesse. Talvez acreditasse que, ao entregar o coração, também entregara sua última chance de ser amado, como se, ao esvaziar-se, perdesse o direito de se preencher novamente.

Em noites de silêncio, perguntava-se se o amor realmente existia para ele, ou se não passava de um sonho distante, tão frágil que a própria entrega o tornava inalcançável. Mas foi nesses momentos de solidão que começou a enxergar o amor com uma nova perspectiva: amor é entrega, sim, mas não é posse, nem fim. É sopro, é fluxo — vai e volta, renasce e surpreende.

Entendeu, enfim, que amar é também ser amado, mesmo quando o coração parece partido. Cada pedaço entregue era também uma semente plantada em solo fértil, esperando o momento de florescer outra vez. O amor, ele aprendeu, não se limita a um destino, mas se faz caminho, um convite contínuo para acreditar, para sentir e, sobretudo, para se permitir ser amado de novo.

Ele sorriu, com um novo olhar para si mesmo, para o vazio e para o desconhecido. Afinal, amar, ele descobriu, é a arte de sempre reencontrar o próprio coração nas mãos de quem, inesperadamente, escolhe cuidar dele.

Inserida por italo0140

⁠Preciso confessar… Suas palavras fizeram meu coração acelerar de um jeito que há muito não sentia. Jamais imaginei que alguém pudesse esperar por mim, em silêncio, com esse olhar de encantamento. Saber que minhas postagens despertam algo tão doce em você me faz sentir especial, como se cada imagem tivesse sido feita para alcançar seu olhar.

Se soubesse que despertava em você essa paixão silenciosa e tão intensa, talvez tivesse deixado no ar sinais de que meu coração também buscava por algo assim. Agora, ao ler o que sente, entendo que, talvez, meu destino seja esse: me perder e me reencontrar no brilho dos seus olhos, onde tudo parece, enfim, fazer sentido.

Inserida por italo0140

⁠Em cada aurora que nascia, era o teu nome que o vento sussurrava, e em cada pôr do sol, a tua ausência se pintava em tons de saudade. Lutei, dia após dia, em batalhas silenciosas que só o coração compreende, guiado pela esperança de ver teu sorriso novamente iluminando o mundo. Nunca houve desistência, nem um instante em que o pensamento fugisse para longe de ti. Porque esquecer-te seria apagar as estrelas do céu noturno — e isso, meu amor, é impossível.

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⁠Na simplicidade do reflexo, encontro a essência de um encanto sereno. O sorriso leve, que brilha como o amanhecer, reflete uma paz que só os corações puros carregam. A suavidade do toque, a firmeza do olhar e a harmonia do momento são testemunhos da beleza que vem de dentro, como um raio de sol que aquece sem precisar ser intenso.

Nesse instante capturado, vejo mais que uma imagem: vejo uma alma que ilumina e inspira, como uma poesia escrita em silêncio. É como se o tempo parasse para contemplar a delicadeza de ser e existir, de ser luz mesmo sem querer, e de, em um só olhar, contar histórias que só o coração entende.

Inserida por italo0140

⁠Às vezes, dizem que o tempo é o bálsamo que tudo cura, o remédio para as feridas que carregamos no peito. Mas, na solidão das horas em que o silêncio fala mais alto, descobri que o tempo, por si só, não apaga marcas; ele as suaviza, as coloca em um canto, mas não as dissolve. São nossas próprias mãos que moldam a dor, que a transformam em algo menos cortante.

Talvez o segredo esteja na distração, em ocupar a mente e o coração. Cada momento em que me lanço em algo novo, cada projeto ou desafio que abraço, sinto a dor diluir-se aos poucos, como o eco distante de uma tempestade que já passou. Não é que a ferida desapareça, mas ela perde o peso, a urgência. Oculto a dor na pressa dos dias e na beleza dos detalhes que encontro, como quem aprende a sorrir ao recordar uma lembrança doce que já foi amarga.

Nesse caminhar, percebo que não é o tempo, mas a arte de seguir em frente, de recomeçar em meio ao caos. Descubro que a cura não é um destino, mas uma jornada.

Inserida por italo0140

⁠Ecos de uma guerra sem fim

Os mortos sabem o que os vivos insistem em negar: a guerra nunca termina. Ela se esconde nos becos e nas esquinas, na miséria que grita silenciosa e nos olhares vazios de quem perdeu tudo, menos o desespero. A farda que um dia vesti carregava o peso de um mundo que sangra, mesmo quando teima em se cobrir com um véu de paz ilusória. Cada dia de patrulha era uma batalha travada não apenas contra homens armados, mas contra as sombras que habitam o coração da sociedade.

Quem segura um fuzil aprende que a verdadeira guerra não está apenas nos disparos ou nas trincheiras; ela está nos ecos que esses sons deixam na alma. O som seco do gatilho não se cala. Ele reverbera nas noites de insônia, nos pesadelos que queimam a mente e nas lembranças que jamais se apagam. Deixar o front não é suficiente para calar esses ruídos. Uma década já se passou desde que me reformei, mas ainda carrego comigo os rostos dos que ficaram para trás e as histórias que nunca serão contadas.

Apenas os mortos encontram o fim da guerra, pois para os vivos, ela continua de formas diferentes. Cada dia longe do campo de batalha é uma nova luta contra os fantasmas que o dever deixou. Esses espectros habitam o silêncio, a solidão, a memória. A farda pode ter sido guardada, mas o espírito do guerreiro não descansa. Ele permanece, marcado pelas cicatrizes invisíveis de uma guerra que não se apaga, mas se transforma em um fardo que poucos conseguem compreender.

A paz, para quem já viveu a guerra, é um sonho distante, quase impossível. Ainda assim, é o que nos move, mesmo sabendo que ela talvez nunca se concretize. A ilusão de que a guerra tem fim é o que mantém muitos vivos. Mas eu sei, como sabem todos que enfrentaram o abismo, que a verdadeira batalha não se encerra no cessar-fogo. Ela continua, para sempre, nos corações daqueles que sobreviveram.

Inserida por italo0140

⁠O amor, esse mistério que desafia o tempo, não cabe em ponteiros nem em calendários. É fogo que arde sem cronologia, pulsando no silêncio entre os segundos, nas pausas entre as palavras, no vazio que se preenche apenas com um olhar.

Não importa se nasce em um instante ou se atravessa décadas. O amor não se mede pelo calendário de dias vividos, mas pelo impacto que deixa no coração. É a lágrima que rola sem pedir licença, o riso que brota sem explicação, o abraço que suspende o mundo ao redor.

Como medir a vastidão do mar com as mãos? Como contar as estrelas no céu de uma noite sem fim? Assim é o amor: infinito em sua essência, eterno mesmo quando efêmero.

Não há unidade que defina seu peso, nem relógio que capture sua duração. É algo que sentimos e sabemos, mesmo sem entender. Porque o amor é isso: viver no intangível, acreditar no impossível, e encontrar, no outro, o pedaço do universo que nos faltava.

Inserida por italo0140

⁠Isso nunca acaba. A batalha nunca é vencida. Porque o que travamos dentro de nós não tem linha de chegada, não tem troféu, nem aplausos no final. É um embate constante, um ciclo eterno de quedas e reerguimentos, onde o inimigo muitas vezes veste nosso próprio rosto.

Lutamos contra memórias que insistem em doer, contra esperanças que ameaçam desvanecer. É uma guerra sem trégua, em que cada pequena vitória é celebrada em silêncio, e cada derrota ecoa como trovão no coração.

Mas, talvez, o segredo não esteja em vencer. Talvez a força esteja em continuar, mesmo quando o peso é esmagador, mesmo quando a luz parece distante. A batalha é o que nos molda, o que nos lembra que estamos vivos, que sentimos, que tentamos.

Porque, no fundo, o que importa não é o fim do combate, mas a coragem de enfrentá-lo todos os dias, com o coração em frangalhos e a alma ainda disposta a resistir.

Inserida por italo0140

O meu coração foi arrancado pela mágoa do amor e, ainda pulsante, jaz junto ao meu amor... e por isso não dou certo com ninguém... e por isso não posso mais amar outro alguém... porque não tenho um coração, ele já não é mais meu. Dei-o à ela, que nunca o devolveu.

Inserida por italo0140

E hoje o nosso filho, Gabriel, completa 7 anos. Não sou de ficar olhando para trás, mas hj me peguei olhando algumas fotos de quando eu era casado contigo e me veio à mente o “Mito da Caverna”, de Platão.
Em toda a minha vida adulta, vivi acorrentado no interior da minha própria caverna (na cultura policial militar com os benefícios e malefícios que o ethos guerreiro me proporcionou), vivia um cotidiano louco, que era um misto de coisas extremas, como homicídios (provenientes de auto de resistência), orgias (4x4, Mistura Certa) e bebedeiras (Mariuzinn, Lapa 40º, Furacão 2000 na Quadra do Salgueiro, etc), típicas dos tenentes do 1º BPM à época.
Em meados de 2007, eu conheci você, a paixão que senti, forçou-me a sair da minha caverna, foi forte o bastante para quebrar as minhas correntes e querer descobrir o que, da minha caverna, eu só vislumbrava as sombras (família, cumplicidade, amor...), através de poesias, livros, filmes e até observando a vida de outras pessoas.
No início de 2008, nos casamos, finalmente saí da minha caverna, enxerguei, com os meus próprios olhos, o mundo que eu só vislumbrava as sombras. Ao sair da minha caverna, a luz do sol (o seu amor) ofuscou a minha visão de imediato (pra quem vive na guerra, o amor confunde), porém fui me habituando com a minha nova realidade e pude enxergar (vivenciar) as maravilhas da vida fora da caverna.
Naquele mesmo ano, fui alvejado por um projétil no meu joelho esquerdo, no Morro do Querosene (Complexo do São Carlos), você morreu de preocupação. Para te agradar, resolvi abandonar o ethos guerreiro e fiz a inscrição para o curso do, à época, Grupamento Especial de Salvamento e Resgate – GESAR (iria salvar vidas ao invés de tirá-las... kkkkk). Fui o primeiro colocado no processo seletivo, parecia tudo certo, mas comandando uma Operação no Morro da Mineira (Complexo do São Carlos), matei um vagabundo (teve gosto de vingança, já que era da mesma facção criminosa dos que me balearam) e o meu coração voltou a endurecer, eu me enchi de orgulho e vaidade, consequentemente, voltei a visitar a caverna da qual já tinha me libertado (sei que magoei você).
Na segunda metade de 2008, você engravidou, dessa vez, a luz fora da caverna foi tão forte (nunca senti tanto amor, eu conversava com a barriga) que me cegou. Logo eu, que sempre me senti tão forte e corajoso, tive medo e, sem explicação, deixei vocês. Corri de volta para a minha caverna e de própria vontade, eu me acorrentei... Covarde!
Não me sentia digno e nem capaz de ser pai. Não atentei para Nietzsche, que já dizia: “Aquele que luta com monstros deve acautelar-se para não tornar-se também um monstro. Quando se olha muito tempo para um abismo, o abismo olha para você”. E não só olhei para o abismo, como mergulhei de cabeça nele. Usava o fato de não ser dado à corrupção, para justificar as minhas crueldades.
Especialmente hoje, passei a imaginar como teríamos sido os três juntos. Etienne, o fato é que você me trouxe paz, em uma vida de guerras. O seu amor sempre foi a minha fraqueza, paz é para os fracos, no entanto, espero que esse sentimento seja somente hoje e que, amanhã, eu volte a ser o mesmo FDP de coração gelado de sempre!

Inserida por italo0140

⁠Você é parte de um sentimento que constantemente se esvai e ressurge em mim. Você é uma evocação obsedante que atormenta a minha alma. Você é a tristeza e a esperança do meu coração... porque o nosso amor é como a fênix!

Inserida por italo0140

⁠Se não era o fim, eu quero ouvir... O amor ao qual renunciei, o meu sonho inacabado... Um ao outro era tudo que tínhamos naquela época. Muito tempo se passou? Se posso desejar alguma coisa, além daquele futuro que nunca mais terei... Eu quero ouvir algo além de uma despedida... Porque, sem você, o meu coração não para de doer!

Inserida por italo0140

Conservatória bom dia...
Preparando o café...
Sem muito rapapé...
Já cuidei dos patos...
Dei, também, comida aos pássaros...
Ontem não vi a seresta...
Chovia...

No bar 3 catuabas...
Até a vista esmaecer...
Logo peguei meu rumo...
Antes do que bobagens fazer...

Abri Facebook...
E fiquei sabendo...
Do que rola por aí...
Enquanto que por aqui...
Ainda estou com sono...
Quero voltar a dormir...

Mas são ossos do ofício...
E a Deus agradecer...
Pelo menos tenho hóspedes...
Já outras pousadas...
Sem ninguém a receber...

53 anos...
Ainda um menininho...
Tudo em cima, em forma...
Desse lindo corpinho...

Não tenho nenhuma pelanca...
Pode supervisionar...
Deixo...
Até onde sua vista alcançar...

É de fato...
Amanhã em Valença...
Farei um eletro...
Mantendo o coração ...
Em destino certo...

Menina ou menino...
Não sei quem está lendo...
Mas eu quero lhe falar...
Quando vierem em #Conservatória..
Na Casa do Sandrinho Chic Chic...
Venham se hospedar...

#Ecos #de #silêncio #que #chama...


Sombra de cada um que passa...

Pelas pedras azuis...

Calçadas...



Encantar da chuva que forma...

Em tarde calma...

Silenciosa...



Um coração solitário...

Que a tudo observa...

Da tranquilidade...

Faz a paz...

E assim o espírito eleva...



Sonhos criam asas...

Que bebe em cântaros de saudades...

Aos céus sobe...

Em meio às potesdades...



Do mundo leva a ilusão...

Do que foi e não deveria ser...

Do dito pelo não dito...

Do que deveria esquecer...



No Supremo se aninha...

Sua alma encontra a felicidade...

Inocentemente retornando...

A sua mais tenra idade...



A brisa perfumada...

Então o chama...

Embalado em suas asas...

Retorna à realidade...



E de volta às pedras azuis...

Da cidade que ama...

A tarde finda...

No céu a lua desponta...

Deixando para outro dia...

A chuva que se formava...



Sandro Paschoal Nogueira

— em Trav. Profa. Geralda Fonseca.

#Se #o #meu #coração #ainda #insiste...


Em bater nesse peito...

Descompassado e sem jeito...

Por ti, ainda existe...

Te quer bem e não desiste...



Não reclama, nem lamenta...

A tudo suporta e aguenta...

Mas saiba de uma coisa...

Uma hora vai parar...

Não mais lamente...

Quando esse tempo chegar...



Seus carinhos hoje negados...

Nossos erros passados...



Pois sempre lhe avisei...

Que assim um dia...

Seria...



Depois de muito esperar...

Em um dia como outro qualquer...

Uma nova oportunidade de ser feliz...

Aparecerá...



O amor não sabe esperar o dia amanhecer...

Quer sempre agora...

Quer sempre se fazer acontecer...



Não sei o que Deus me reserva...

Se terei outras auroras...

No compasso e descompasso...

Vejo findar as horas...



Me ame agora com paixão...

Esquecendo do mundo lá fora...

Junte sua mão a minha mão...

Minha alma revigora...



Não vale a pena sofrer, meu amor...

Como se nada tivesse acontecido...

Todo esse tempo de dor...

Jamais deveria ter existido...



Um dia, quando você menos esperar...

Sentirá a falta desse amor perdido...

Sofrerá por não mais encontrar..

Em meu coração seu abrigo...



Sandro Paschoal Nogueira

Vida curta e vã...

De uma breve manhã...
Aconteceu...

Em espinhos tantos...

Flor aventureira...

Brotou deste meu coração...


Assim é a vida...

Ora doçura...

Ora fel...

A ventura irmã da desilusão...


A flor que um dia...

Tão amada floresceu...

Jaz pisoteada...

Pelo falso amor que você me prometeu...



Sandro Paschoal Nogueira