Convite a Amizade
Às vezes, para o outro também é um sim, mas você, na dúvida, age como se não quisesse.
Se o que já existe é bom, não tenha medo de perder ao se expressar.
Não perdemos amigos por gostar demais,
até porque amizade também é uma forma de amar.
O Natal é o que nos fica das coisas simples:
o cheiro do pão quente na mesa,
o abraço que se dá sem motivo,
a luz serena de uma vela acesa,
que aquece mais do que qualquer ouro.
Não é preciso muito para encher o coração.
O brilho verdadeiro não está nas vitrines,
mas no olhar de quem partilha,
no sorriso que chega sem pressa,
na alegria de estar juntos,
mesmo quando o mundo lá fora parece agitado.
Este é o tempo de voltar ao essencial:
a palavra dita com carinho,
o gesto que ampara,
a gratidão por tudo o que já temos.
Porque o Natal não se mede em excessos,
mas na abundância do que é sincero.
Que os nossos dias sejam como esta época:
simples, luminosos, plenos.
E que a fartura maior esteja onde sempre esteve:
no calor humano que nos faz verdadeiramente ricos.
Coração Dividido
Em um labirinto de emoções, onde a luz e a sombra se entrelaçam, reside um coração dividido. Há um calor vibrante que se acende sempre que ele está por perto, uma paixão que parece transcender o cotidiano. É um amor que faz o mundo parecer mais colorido, onde cada sorriso e cada olhar trocado se transforma em um momento eterno. Esse sentimento é como um fogo que, embora ardente, traz consigo um misto de alegria e incerteza.
Por outro lado, existe o carinho profundo, um amor que, embora confortável e seguro, não possui a mesma intensidade. Ele trata com ternura, como se cada gesto fosse uma declaração de afeto, e isso é inegável. No entanto, o coração anseia por algo mais, algo que é difícil de definir, mas que se manifesta em pensamentos e sonhos.
A dúvida está sempre presente: seria possível deixar para trás o que é seguro por algo que, embora excitante, pode ser efêmero? O medo é um companheiro constante, um eco que ressoa nas decisões a serem tomadas. A ideia de perder o que se tem por algo incerto é aterrorizante. E, no fundo, a pergunta persiste: será que o amor verdadeiro é aquele que queima intensamente ou aquele que proporciona paz e conforto?
Neste emaranhado de sentimentos, o coração busca clareza, desejando entender qual caminho seguir, entre o que é conhecido e o que é desejado, entre a segurança e o impulso do amor arrebatador. É um dilema emocional onde cada escolha pode levar a um novo destino, repleto de esperanças e receios.
E se o que buscamos não está fora, mas dentro? Talvez o conforto que procuramos em palavras de outros seja apenas um espelho — não para refletir, mas para distorcer. Porque é mais fácil culpar o outro ou a condição humana do que admitir que, no fundo, a miséria que nos prende tem raízes na nossa incapacidade de domar o ego, de calar o orgulho. Talvez sejamos apenas fragmentos partidos de um todo que nunca entenderemos, eternamente a oscilar entre a dor de ser e o desejo de transformar.
O tempo é relativo e a única certeza que tenho sobre ele é que ele passa muito rápido quando estou contigo e muito devagar quando não estou.
Soneto à Divina Helena
Helena, és estrela que o céu adorna,
Rainha dos tempos, de eterna magia.
Teu nome ressoa, o mundo transforma,
És verso esculpido em pura harmonia.
Teus olhos, dois sóis, brilham com candura,
E trazem do Éden o mais raro fulgor.
Tua voz é melodia que perdura,
Encanta os sentidos, exala o amor.
És mais que mortal, és lenda vivente,
A própria beleza em forma terrena.
Nos corações deixas rastro ardente,
Sublime, encantada, divina Helena.
De ti se inspiram os céus e a terra,
Pois em tua essência a perfeição encerra.
Sublime, encantada, divina Helena.
De ti se inspiram os céus e a terra,
Pois em tua essência a perfeição encerra.
Edson Luiz Elo
São Paulo, 30 de Dezembro de 2024
Soneto À Alice
Alice, és sonho em forma de verdade,
Mistério e luz em perfeita união.
Teu nome carrega a suavidade
De um sopro divino em cada estação.
Nos teus passos, dança a leve brisa,
Teu riso é mel que adoça a jornada.
Tens no olhar o céu que nos precisa,
E na alma a paz tão desejada.
És poesia viva, encanto e ternura,
Flor que desabrocha ao toque do amor.
Tua presença traz vida à amargura,
És estrela que brilha com seu esplendor.
Alice, teu ser é pura magia,
Eternamente fonte de alegria.
Edson Luiz ELO
São Paulo, 30 de dezembro de 2024
Não ter tido a família presente e estruturada que sempre esperei, por muito tempo foi um peso que serviu de alicerce para a crença por mim sempre repetida: “não tenho família, sou sozinha”. Hoje eu sento com a Michelle de pouco tempo atrás e a olho ao mesmo tempo que lhe mostro estas fotos, e explico: veja… família é tudo o que te acolhe.
Família é quando seu amigo te faz cafuné depois de um término, é quando ele dorme mal por causa do seu próprio luto, família é quando a mãe dele te chama de filha e ressalta “pode contar comigo”, família é quando você vibra com os planos como se fossem seus, é quando se emociona com algo que o outro escreveu de si. Família é a paciência de ensinar sobre assuntos que pela milésima vez o outro desconhece, é quando você entende a dor, é quando se tem história símile, quando relembra o outro do valor que ele tem. É aquele exato momento em que você não abre mão de se encontrar com a pessoa porque vai se mudar no dia seguinte. Família é quando o tempo não é capaz de dissipar o elo.
Neste dia que marca o início de um novo ciclo pra você, eu quero agradecer por todas as vezes em que vivemos e manifestamos família um ao outro.
Voe alto, xuxu!
Tentar mexer na Suprema Corte para colocar amigo, (...) companheiro (...), partidário, é um atraso, é um retrocesso que a República Brasileira já conhece. (...). Eu sou contra. (...) a gente pode discutir, no futuro, se tiver uma nova constituinte (...) ter mandato ou não, (...) uma limitação maior (...) a Suprema Corte tem que ser escolhida por competência, por currículo e não por amizade.
Somos o verdadeiro presente, e tudo ao nosso redor são meras embalagens que adornam a magnificência da nossa amizade.
A felicidade de quem busca popularidade depende de curtidas e aceitação dos outros.
A felicidade do simples depende apenas de viver a vida como ela É.
Qual a sua colheita?
O que pretende plantar?seria a pergunta básica para este ano que se inicia e para todo o resto de sua vida.
O que plantar? Pergunta simples de se responder,tudo que possa gerar bons frutos,ironicamente quando se pensa em bons frutos deve-se pensar nos outros não em sí mesmo.
Plantar pensando nos outros é a certeza de uma colheita farta,todos plantando para os outros geraria uma colheita coletiva e farta mutuamente.
Todas as mágoas e discórdias são geradas pela arrogância,prepotência e egoísmo,altruísmo e solidariedade são virtudes que podem ser facilmente aprendidas e praticadas,exige paciência e persistência,perseverança, como quase tudo que se almeja conquistar na vida.
Nada se faz sem sacrifícios,a tão buscada e sonhada felicidade é gerada do costume de se doar ao próximo,engraçado, é fazendo a felicidade alheia que nos tornamos felizes.
Sinceridade;Todos deveríamos ter como ponto de partida a sinceridade, sofreríamos menos e quando fizéssemos alguém sofrer saberíamos,seríamos sinceramente comunicados por aquele que sofreu nossa injustiça.
Quantas promessas vãs fazemos no decorrer do ano,para os outros e por que não,para nós mesmos,tantos desejos falsos,sem sentimento,sem emoção, sem emoção,somente por protocolo,abraços,beijos,lágrimas,quantos e quantas seriam sinceros?
Muitas vezes somente se cumpre as regras,fazendo e agindo por obrigação e protocolo,ao passo que se deveria aproveitar a ocasião para liberar a emoção genuína presa em sua alma,à qual por insegurança,desconfiança ou vergonha você teme expor.
Muitas vezes por impulso ofendemos,passamos dos limites, magoamos que amamos ,esquecemos tudo de bom que vivemos e nos fechamos.Comum acreditarmos em mentiras que nos contamos,em defeitos que criamos para os outros,em pretextos e barreiras para não nos entregarmos abertamente à fraternidade, medo de ser decepcionado e traído.
E se conseguíssemos criar uma pandemia de altruísmo?sem medo de traições ou decepções?Decidíssemos entregar antes de receber?Como toda pandemia teria um início tímido,insignificante,mas em pouco tempo, exponencialmente,todos seriam contaminados,e ao contrário de outras pandemias todos sairíamos às ruas,dando e recebendo bons fluídos, gerando felicidade.
Não haveria desespero nem medo,não haveria necessidade de pânico isolamento ou exclusão ,todos contaminados reciprocamente,pelo vírus do amor,até que a doença fosse coletiva e incurável.
E,em breve tudo e todos seriam diferentes,não haveria desconfiança ou medo, viveríamos para alegrar e proteger o próximo.Com sinceridade, Amando-o como à si próprio,segundo as palavras do "cara".
Pode parecer sonho,mas não é impossível,como Lennon dizia,sem paraíso ou inferno,todos vivendo a vida em paz.
Imagine não haver fronteiras,é fácil se você tentar,sem fronteiras,sem posses, tudo , de todos,uns respeitando aos outros.Por tudo ser de todos não haveria o que roubar,nem necessidade de enganar,a mentira seria verbete de dicionário,a ganância talvez nem no dicionário estivesse.
Você pode me achar um sonhador,mas eu não seria o único,espero que um dia você acorde e decida me seguir,e o mundo, assim sendo,seria um só!
São muitos os convidados,quase ninguém tem tempo,ou vontade, não temos os costume da honestidade, é uma virtude plantada,que cresce com paciência e perseverança,exige cuidados constantes,senão morre.
Mas é possível cultiva-la,uma cultura frágil,que gera pragas,tudo ao redor conspira para que não gere frutos.Mas a colheita,quando acontece é farta, prazerosa ,gera orgulho para quem planta;Para aumentar o campo cultivado basta paciência,a honestidade se propaga através de exemplos, você pratica constantemente e ela contagia quem o cerca,demora para surtir efeito,gerar frutos,nem sempre o outro acredita no que vê,mas,com o tempo, por constrangimento percebe que o caminho correto é o melhor à ser seguido.
Assim acredito,assim faço,assim espero.
AMIZADES
Haviam dois amigos,
Que se conheciam como ninguém.
Nas desventuras da vida humana, houveram mudanças;
Juraram fidelidade na amizade, cuja base era sinceridade.
Cometeram o erro de achar que seus sentimentos eram rasos e facilmente decifraveis,
Movidos pela razão, acharam que se conheciam o suficiente.
Em consequência se afastaram, recolheram os cacos de seus jovens corações.
Estavam ligados, mas o desinteresse e a suposição os condenou.
Ninguém estava errado, apenas precipitados.
Não eram pedras,
iriam se recompor,
pois ali,
naquela amizade,
existia o amor.
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