Conversas

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Que a gente continue colecionando risadas fáceis, abraços que recarregam a alma e conversas que duram até madrugada. Que cada amanhecer seja a oportunidade de te escolher de novo, e que este seja apenas o primeiro capítulo de uma história infinita.
Enzo Ruchell_

Minhas preces se transformaram nas mais bonitas conversas com Jesus. Nelas tem amor que abraça, perdão e uma paz tão doce, que acalma a alma e faz meu coração sorrir. Entre nós não existem só pedidos de graças, mas gratidão por tudo que Ele faz, na minha vida

Em minhas conversas com Deus, não faço apenas pedidos. Agradeço, sobretudo, pelas coisas simples: um novo amanhecer, um abraço, um livramento. Porque quando o coração aprende a agradecer, até o pouco se transforma em bênção.

Vender pelo WhatsApp não é mandar mensagens. É conduzir conversas.

Há lugares que não aparecem nos mapas, conversas que desmontam certezas e experiências que a imaginação nunca ensaiou. Só as encontra quem atravessa o desconhecido sem pedir garantias e recusa o hábito preguiçoso de julgar o livro pela capa.

A Coragem do Talvez.


Talvez algumas conversas comecem como uma simples brincadeira e, sem que a gente perceba, acabem tocando em lugares que normalmente tentamos esconder até de nós mesmas.


Foi assim quando falamos sobre a razão e a vontade.


Porque algumas lembranças não ficam apenas na memória. Ficam na pele, na saudade, no peito e, principalmente, na vontade. E talvez seja justamente aí que more o conflito: quando a razão manda seguir em frente, mas alguma coisa dentro da gente continua puxando para o que sente.


Um conflito gostoso de enfrentar… ou perigoso.


Mas talvez, às vezes, o perigo sirva justamente para isso: para nos fazer viver algo que jamais imaginamos que um dia viveríamos.


Você disse que muita gente sente, mas poucos admitem.


Eu perguntei se você admitiria.


Você respondeu que seus desejos e suas vontades, sim.


Mas quando perguntei sobre sentimentos, veio aquela frase que ficou ecoando:


“Aí que mora o perigo.”


E talvez você tenha razão.


Porque admitir uma vontade pode ser simples. Admitir um sentimento é diferente. Sentimento traz consequências, muda certezas, bagunça aquilo que a razão passou tanto tempo tentando organizar.


E foi justamente aí que eu pensei: talvez o perigo não esteja em sentir. Talvez esteja em descobrir que aquilo que tentamos controlar já encontrou um lugar dentro da gente.


Você disse que prefere vivenciar a se fechar.


E eu acredito nisso também.


Porque às vezes só vivendo conseguimos entender aquilo que nenhuma explicação consegue traduzir. Só a experiência consegue responder perguntas que a razão insiste em fazer.


Você me perguntou se eu acreditava que valeria a pena.


E eu respondi que só vivenciando para entender tudo.


Mas, pensando bem, talvez já esteja valendo a pena.


Não necessariamente pelo resultado. Não por saber onde isso vai terminar. Mas pela coragem de não fingir que nada está acontecendo.


Você chamou isso de determinação.


Eu chamei de insistência.


Talvez sejam as duas coisas.


Porque, quando a gente quer alguma coisa e aquilo nos faz bem, por que simplesmente parar no caminho sem ao menos tentar?


Eu sou assim.


Prefiro tentar a passar a vida imaginando como teria sido.


E foi então que você disse algo que ficou comigo:


“Aqueles que conseguiram porque um dia tentaram e os que tentaram um dia conseguiram.”


Talvez seja isso.


Talvez algumas histórias só existam porque alguém teve coragem de dar o primeiro passo.


Talvez algumas vontades tenham aparecido para serem compreendidas, não escondidas.


E talvez alguns sentimentos cheguem justamente para nos ensinar que nem tudo na vida precisa ser explicado antes de ser vivido.


No fim, entre a razão e a vontade, existe sempre uma escolha.


E talvez o mais bonito — e também o mais perigoso — seja descobrir o que acontece quando, por um instante, a gente deixa o coração falar mais alto.


Porque algumas coisas passam.


Outras ficam na pele como tatuagem.


E existem aquelas que, mesmo sem saber o nome, a gente simplesmente sabe que valeu a pena sentir.


Então, vale o risco?


Você sabe que sim.


E sabe também que, desse risco, eu não estou correndo para longe.


Você perguntou sobre as consequências.


E eu pensei:


As consequências?


Que venham.


Porque só saberemos se serão boas ou ruins quando deixarmos, antes de tudo, aquilo que sentimos simplesmente existir.


Sem pressa para nomear.
Sem medo de compreender.
Sem tentar apagar antes mesmo de descobrir o que poderia ser.


Talvez o risco seja justamente esse:
dar espaço para aquilo que a razão tenta controlar,
mas que a vontade insiste em fazer florescer.


E, no fim, talvez não seja sobre saber onde isso vai chegar.


Talvez seja apenas sobre ter coragem de descobrir.

⁠A árvore você conhece pelo fruto, não pelas conversas, todo mundo tem suas próprias opiniões, mas a árvore boa dar frutos bons !

Quando escrevo, coloco dentro das frases restos de noites mal dormidas, ossos de conversas, ossos de decisões que não deram certo. As palavras são coletores de destroços: reúnem, organizam, explicam, são a única arca que consigo construir contra o dilúvio diário.

Não há conversas sobre futuro juntos, e no presente discussão sobre o passado.

SUSSURRANDO COM O VENTO

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Quando a tarde vai chegando,
E o silêncio vem pousar,
Fico ouvindo o vento manso
Pelas folhas a passar.
Ele sopra uma cantiga
Que ninguém consegue cantar.

Não sei se é voz ou segredo,
Se é lembrança ou pensamento,
Mas escuto cada sopro
Como um velho juramento.
O vento fala baixinho
Com a linguagem do tempo.

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Conto a ele meus segredos,
Minhas dores, meu querer,
As palavras que escondemos
Quando é difícil dizer.
O vento guarda o que escuta
Sem jamais me responder.

Se uma lágrima aparece,
Ele passa devagar,
Como quem seca o meu rosto
Sem sequer me tocar.
E aquilo que me entristece
Ele aprende a carregar.

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Quando o tempo vai passando,
Vou sentindo o seu movimento;
Cada brisa é uma lembrança,
Cada rajada, um momento.
O relógio não tem asas,
Mas o vento tem o tempo.

Ele conhece as estradas,
As montanhas e o sertão,
Já brincou com muitas folhas,
Já beijou muita plantação.
E carrega pelo mundo
Fragmentos do coração.

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Quando a noite abre os braços
E o cansaço vem chegar,
Deixo a janela entreaberta
Para o vento me embalar.
Ele sopra uma canção
Que me ensina a descansar.

Vento amigo, vento irmão,
Companheiro sem morada,
Quando o mundo me aperta,
Tu me dás uma parada.
Com teu sopro adormeço
E acordo em outra jornada.

E, dormindo, eu sonho longe,
Sem saber onde vou dar;
Talvez siga com o vento
Por caminhos sobre o mar.
Pois quem aprende a ouvi-lo
Também aprende a sonhar.

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Se amanhã eu for silêncio,
Se meu verso se calar,
Que o vento leve meus sonhos
Para alguém que queira escutar.
Porque a poesia é semente
Que o vento pode espalhar.

E assim sigo conversando,
Sem ninguém me interromper,
Pois o vento é confidente
Que não julga o meu viver.
Ele leva o que é tristeza
E deixa o que faz crescer.

Minhas conversas o vento interpretam,
umas deixam e outras levam.

Sinto saudade dos corredores da escola, das amizades que pareciam eternas e das conversas que não precisavam chegar a lugar nenhum. Saudade das risadas que nasciam por coisas bobas, das manhãs que pareciam longas e da leveza de não carregar o mundo sobre os ombros. Talvez eu não sinta falta apenas da escola, mas da época em que a felicidade cabia em uma conversa tranquila, uma gargalhada inesperada e algumas horas ao lado de quem fazia tudo parecer mais simples.

Pensei ter acabado com dor de amar. Sinto falta de esta perto, Saudades das nossas conversas, mas a dor de ser solitário é muito pior.

Ser casado é fácil, quero ver dar o celular para a esposa ler as suas conversas do Whatsapp.

Palavras folheiam conversas
do passado, essas fofoqueiras
que sempre recontam fatos e,
coisas quase acontecidas,
temperando o papo com páginas passadas;
abrem a boca de sentimentos
outrora calados agora tagarelas....
elas leem a fala aberta no
alô do poeta em uma ligação
sem fio trrrim-trrrim




Leonardo Mesquita

Minha conta é simples: uma única vida intensa vale mais do que mil anos de conversas vazias e sorrisos falsos. Se o paraíso é cheio de gente chata, prefiro que meu tempo acabe logo.

Riqueza real: Ter momentos tranquilos, boas conversas e pessoas queridas por perto vale mais do que bens materiais. P.G

“STATUS: Sem paciência pra chatear
hoje to de saco cheio pra ter que aturar certas conversas sem nexo...mais aos que são meramente pessoinhas importantes em nossas vidas, nos preenche com a presença de alguma forma e alegra nossa alma, só do simples fato de estar ai; sem precisar dizer nada com a boca, mais com os (olhos) declarando tudo.”

—By Coelhinha

Há abraços que são conversas inteiras
sem uma única palavra. Quando a boca silencia, a alma traduz-se no toque.

Pigmalião

-Sinto tanta falta dela...
Das conversas;
Das besteiras mais bestas que dividíamos;
Da confiança;
Da fé que tínhamos uma na outra;
Da sua voz que era uma festa!
Do seu sorriso (a sua marca registrada);
Da sua postura forte e emocional.

-É mágico lembrar dela!
Linda, nobre, generosa, elegante de sentimentos.
-Dizia-me ela: -Eu não fui nem de longe a mulher que todos esperavam que eu fosse, fui a mulher que pude ser.
Mas, fiz de você a mulher que eu gostaria ter sido.
-Somos um belo resgate de almas.

-Me bateram, me humilharam, duvidaram, mas não me venceram.
Assim, ensinei-lhe a andar, a falar, a sorrir, a escolher em tudo o melhor
de tudo.

-De mulher, não fui um belo exemplar eu sei...
Mas criei um belo exemplar Você!
-Quanto orgulho de mim eu sinto agora.
-Me sinto Pigmalião!
-Mas filha, só lhe peço uma coisa:
-Cuide bem da minha obra.
Assim todos terão de mim uma cara lembrança
Haredita Angel
28.01.1982

Conversas que ditam um tema, mas os cadernos estão em outro poema. Acreditam nas canetas coloridas, mas o estojo não gera briga. Papéis de carta que provocam invejas, mas os ensinamentos religiosos provocam misérias. Quão interessante se torna o caderno de perguntas, na deficiência intelectual de uma aventura?