Conversa entre Deus Eum Anjo

Cerca de 113501 frases e pensamentos: Conversa entre Deus Eum Anjo

⁠Chato é aquele conhecido que te encontra quando vc esta atrasado e fica conversando demais,
Aí vc fala, desculpa agora preciso ir e ele responde: Eu vou com você.

Inserida por MiltonCavalcanti26

⁠À TI
Ventura deliciosa é quando,
juntos estamos.
O espaço que nos separa de
algumas horas, parece longo
demais.
Quando enfim estamos juntos,
tudo muda, o carinho que
repartimos um com o outro,o
amor dado, beijos que nos
unem e nos ligam mais ainda.
A conversa que mantemos no
leito, com o passar do tempo,
vai virando um mundo de
carícias e beijos, a busca
pelos corpos um do outro.
Quando a madrugada chega, te
tornas mais meiga, e a tudo
revives até cansar.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. R/J
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
Acadêmico da Acilbras - Cadeira - 681
Patrono Comendador Maestro - Armando Caarüara - Presidente

Inserida por RoldaoAires

CAUSOS PÓS CORONAVÍRUS 2020
Uma vizinha do meu condomínio interfonou: “-Alô, é o Dr. Jota? Me desculpe, aqui é a Leda do apartamento 122, a gente nunca se falou antes, mas me disseram que o senhor é uma pessoa muito legal. Preciso falar com alguém. Ouvir vozes, pelo menos, já que não podemos nos abraçar.” Pasmo, quedei mudo, por instantes. “Doutor, o senhor está me ouvindo?” Mesmo sabendo do risco, decidi Compartilhar: “-Sim estou ouvindo sim Dona Leda. Fique à vontade para conversar. No que eu posso ser útil?” Mal falei e me arrependi. Soou igual aos atendentes das lojas. Dona Leda prosseguiu: “Posso te chamar de Jota? É mais íntimo...” Vixe. Agora que ela ouviu minha voz (grave, envolvente), vai ser difícil administrar. Mas vamos lá, a causa é humanitária. A solidão é atroz para muitos idosos. Mesmo tendo familiares não muito distantes, a maioria é ignorada pelos parentes. Não é por maldade, apenas cada um tem suas próprias preocupações e prioridades. Poucas pessoas (Anjos de Luz) dedicam algum tempo àqueles mais frágeis, mais vulneráveis. Interessante notar que muita gente faz doações (em espécie ou em dinheiro) para instituições e causas diversas, mas nunca pensaram em saber como vivem alguns familiares menos afortunados. Duvido que vocês não tenham pessoas próximas que se comportam assim. É rápido e confortável fazer doações pelas redes sociais e ou transferências bancárias, sem necessidade de “encarar a realidade”. Tudo bem, sem críticas, somos imperfeitos e cada um faz o que pode. “-Como o senhor está enfrentando esse confinamento? Eu sempre fui “rueira”, desde que me aposentei na Rede de Ensino Pública passei a sair com as amigas, ir aos shoppings quase diariamente, aos cinemas e teatros pelo menos uma vez por semana...” Pensei bem antes de responder, esse tipo de papo é o ideal para profissionais que cobram “por hora”, com pacientes confortavelmente deitados no divã, o que não é o meu caso. Decidi encurtar a conversa: “Dona Leda, foi prazer conversar com a senhora, mas estou com duas panelas no fogão que exigem minha atenção. Podemos falar em outro horário? Legal. Muito obrigado por ter me ligado. Saúde e boa sorte.” Ela foi compreensiva e se despediu, agradecida. E lá fui eu cuidar dos afazeres domésticos, afinal, há muitos anos moro sozinho e é preciso “se virar”.
(Juares de Marcos Jardim - Santo André / São Paulo - SP)
(© J. M. Jardim - Direitos reservados - Lei Federal 9610/98)

Inserida por Superjujar

É impossível conversar comigo duas vezes, na segunda vez eu já não seria o mesmo.

Inserida por mkhorion

⁠Enquanto conversamos, vou lhe oferecer um conselho grátis: fale menos.

Inserida por pensador

O poder de uma mulher
não está nas vestes caras,
nos perfumes importados
ou nos diplomas na parede.

O poder de uma mulher
está na serenidade que acalma,
no olhar que encanta a alma,
naquela conversa repleta de essência,
no sorriso sincero
que eterniza um momento
e na malícia disfarçada de inocência.

#JaneFernandaN

Inserida por JaneFernandaN

⁠Quando falamos demasiadamente o desnecessário, esquecemo-nos do fundamental.

Inserida por poetamarcosfernandes

⁠Flores que não florescem.
E, de repente, mais uma vez eu sinto necessidade de você, vida. Ao acordar, e
tudo me lembrar: a brisa da manhã, alta velocidade e ipês floridos, a sua alegria
e beleza ao vê-los retratados, além de tudo de mais bonito que avistava e
admirava. Tudo só não é mais bonito que nossa paixão louca, estridente e
incandescente. O pior que lembrar é ter a certeza que ela não voltará para ele.
Miguel e Jade se conheciam há bastante tempo. Ele, um rapaz da cidade grande; e
ela, uma bela mocinha do campo. A forma que se conheceram foi um pouco inusitada:
Miguel trabalhava com vendas. Um dia de inverno, Miguel precisava vender móveis por
aquela região. Se sentia um pouco perdido, o tempo escurecido e sem sinal de vendas, até
que começou uma tempestade. Era uma região pequena, pouquíssimas casas a compunha.
Em meio àquela grande chuva, Miguel bateu na porta de uma casa. Um senhor o recebeu e
lhe disse que passasse a chuva lá. O que esse senhor não sabia é que aquele dia mudaria
a vida de sua querida filha, Jade, sua maior riqueza.
Sr. Henrique, pai protetor, mas distante emocionalmente, pediu que alguém
trouxesse um chá quente, para que o rapaz se aquecesse. Sempre obediente às ordens de
seu pai, Jade o atendeu e levou o chá para o mocinho.
Ao chegar na sala em que estavam, a jovem Jade se sentiu encantada por aquela
beleza: um homem diferente, alto, forte, moreno, olhar de anjo caído e misterioso. Miguel
carregava um mistério no olhar. Ao avistar a mocinha, ele também se sentiu atraído, avistou
em Jade uma pureza, uma beleza extraordinária e um olhar de luz, a luz que poderia clarear
sua vida ou escurecê-la de vez. Estremeceram por alguns segundos se olhando, até que o
senhor Henrique tossiu e Jade entregou a xícara ao rapaz e voltou em seguida ao seu
quarto, onde permaneceu até o fim da tempestade.
Ao terminar a chuva, Jade voltou à sala. Lá só encontrou seu pai. Tentou perguntar
quem era o moço que estava em sua casa. Senhor Henrique, desconfiado de tanto
interesse da filha em um desconhecido, apenas retrucou que não sabia o nome do infeliz e
que só o recebeu por causa do temporal. Jade, aborrecida, não o questionou mais. Depois
daquele dia, Jade e Miguel ficaram presos em pensamentos.
Passaram muitos dias, mas nenhum dos dois haviam esquecido aquela maravilha
de encontro. Jade, como costumava ir para a escola todos os dias de manhã cedinho,
estava no caminho admirando as árvores. O ipê amarelo que tinha ali era seu favorito,
quando viu alguém se aproximando. Não recuou e continuou caminhando. Ao se aproximar
mais, viu que era Miguel em sua linda moto cor de vinho e um capacete meio estranho. Os
dois se olharam fixamente e riram timidamente.
— Que bom te ver novamente — disse Miguel.
Jade, sempre tímida, apenas riu faceiramente. Conversaram pouco, tão pouco que não
tiveram chance de perguntarem seus nomes. Logo o caboclo subiu na sua moto e
rapidamente, em grande velocidade, desapareceu naquela estrada deserta. Depois daquele
dia, a mocinha não tirou Miguel de sua cabeça. Era seu primeiro pensamento do dia, e em
silêncio, pois os pais de Jade eram conservadores e não aceitariam a filha apaixonada por
um rapaz de tão longe e que não conhecessem. Mesmo em segredo, a garota só pensava
em Miguel e pensava em quando o veria novamente. E assim continuou, na espera de seu
misterioso. As esperas sem sucesso fizeram com que Jade acreditasse que não veria mais
seu amado, pois de repente Miguel se distanciou da região, mas poderia ser por conta do
seu trabalho.
Muito tempo depois, a família de Jade precisou ir embora dali, para cuidarem de
familiares que viviam adoecidos. Jade não sabia que agora viveria na mesma cidade que
seu grande amor. Depois de uns dias tentando se adaptar à vida longe do campo, lá estava
a jovenzinha dentro de uma biblioteca lendo seu livro favorito de romance, quando viu
alguém com a mesma fisionomia de Miguel brincando com uma mulher e uma criança na
praça, em frente. Jade apenas tentou observar de longe, não tinha certeza de quem era.
Ficou pensando, foi para casa, mas aquilo era sua única preocupação. A garota sempre
voltava ali, era seu lugar favorito. Um dia, ao sair lendo seu livro, não percebeu e esbarrou
em alguém. Quando levantou para pedir desculpas pelo descuido, viu o belo rosto de
Miguel rindo para ela. A alegria de Jade estava estampada em seu semblante, igual era a
expressão de Miguel. Logo ele a chamou para entrarem na biblioteca, mas nunca, jamais
conversaram na praça. Jade não questionou nada. A felicidade dela era tão grande que ela
não se importava em lhe perguntar nada. Ficaram juntos ali por um tempo, agora se
sentiam mais próximos. O rapaz lhe perguntou se ela podia lhe acompanhar a um lugar. A
mocinha não hesitou e foi com ele. Lá ficaram a tarde toda, em uma casinha afastada, que
não morava ninguém. Conversaram muito, até que a menina perguntou se aquelas pessoas
que ela viu se tratava dele. Logo ele a olhou com uma expressão assustada e lhe disse que
sim, que estava com sua irmã e sobrinha. Jade, tão ingênua, acreditou. Logo voltaram para
a realidade. Ali era o lugar de fuga do casal, mas Jade precisava voltar para casa e Miguel
para sua vida verdadeira.
Os jovens viveram bons momentos. Eles batizaram esses momentos de refúgio,
fuga e descanso, onde se sentiam bem e longe dos problemas. Ali era um lugar mágico,
não havia preocupação, apenas o amor importava. Era sempre no mesmo lugar, na casinha
abandonada e afastada. Miguel sempre trazia presentes para sua amada, trazia belíssimas
fotos de ipês floridos, representações de rios, riachos, de belezas naturais. Ele sabia que
ela amava. Depois de um tempo, Miguel se afastou, havia algum problema.
Certo dia, Miguel escreveu para Jade que precisava vê-la. Logo se encontraram no
refúgio, mas agora era diferente, existia um problema ali, e Miguel se dispôs a contar para a
garota. Lhe contou que não poderiam continuar se encontrando e que existia uma parte em
sua vida que ela não conhecia. Miguel lhe disse que a mulher e a criança que estavam com
ele eram sua esposa e seu filho. Jade não poderia acreditar e jurou ser blasfêmia dele. Ele
ainda disse que a amava, mas não podia abandonar sua família e que não poderia a
envolver em problemas da sua vida.
Os dias de Jade mudaram completamente. Pensava que Miguel não poderia tê-la
enganado de tal maneira. Passou a viver dias tristes e doentios. A família de Jade não sabia
que tristeza era essa da garota, tentavam ajudá-la, mas era impossível. Ela sabia da
ignorância de seu pai e como ele não a compreenderia. Eles não sabiam da história de
amor que a filha viveu. Se passaram muitos dias e semanas. Jade não levantava da cama.
Com tanta tristeza, a menina não sentia necessidade, nem vontade de nada. Ela só
pensava em Miguel, como tudo isso não significava nada para ele. Com tudo isso em sua
cabeça e em silêncio, a dor silenciosa de Jade culmina em sua morte: suicidou-se.
Suicidou-se por não aguentar viver tudo isso sozinha, carregando a culpa do amor, da
confiança, por ter se entregado a alguém que não a queria em sua vida.
Senhor Henrique sofreu muito, por ter perdido sua riqueza tão precoce, tão jovem,
tão linda. Miguel também sofreu ao saber do acontecimento, e se culpou muito. Mudou de
cidade para tentar esquecê-la e conseguir viver com sua família.

A sua vida importa! Converse com sua família ou alguém próximo, não sofra em silêncio. A
sua dor merece ser ouvida, você é maior que ela.

⁠Paciente: Doutor, ultimamente tenho postado algumas fotos no Instagram e uns amigos de rede sempre deixam curtidas e comentários carinhosos ,a pessoa que tenho um relacionamento fica chateado com isso e diz que não é normal. O que o senhor acha?
Psiquiatra: Você segue esses homens ou eles apenas interagem nas suas fotos?
Paciente: Bem, alguns deles eu sigo, mas outros só comentam nas minhas fotos. Acho completamente normal e não vejo problema algum sobre isso.
Psiquiatra: Entendo. A questão aqui não é necessariamente o que é "normal", mas sim como essas interações afetam seu relacionamento. Você acredita que essas interações estão prejudicando sua conexão com essa pessoa ?
Paciente: Sim, acho que sim. Ele fica muito desconfortável, as vezes acaba até reclamando sobre isso excessivamente.
Psiquiatra: Nesse caso, é importante ter uma conversa aberta com seu parceiro sobre o que ambos consideram aceitável. Talvez seja útil estabelecer alguns limites juntos para evitar mal-entendidos, ao meu ver se incomoda de fato ele acredito que saída seria realmente você agir ou o pior pode acontecer , definitivamente vocês precisamos colocar um ponto final nessa questão, converse realmente com ele ,Você acha que isso poderia ajudar?
Paciente: Sim, acho que sim. Vou conversar com ele.
Psiquiatra: Excelente. A comunicação é a chave para resolver esses problemas.
"Construir um relacionamento saudável envolve identificar e ajustar os pontos que geram desconforto, respeitar os limites e preferências do parceiro, e estabelecer padrões de comportamento aceitáveis para ambos. A comunicação aberta e honesta é fundamental para evitar mal-entendidos e fortalecer a conexão emocional. Ao priorizar o respeito mútuo e a compreensão, os parceiros podem criar um ambiente de confiança e apoio, onde ambos se sentem valorizados e respeitados."

Inserida por halajko_heitor

⁠Se o assunto do sussurro fosse bom, ele teria sido dito em voz alta.

Inserida por brennolorran

⁠Palavras que nascem do silêncio, brota entendimento, e liberta.

Inserida por mileneabreu

⁠Aquela amiga chata que você ama e que quando você não está bem, mesmo você não querendo, ela faz-lhe engolir uma dose generosa de verdades, então você melhora.

Inserida por mileneabreu

⁠A ferida não reside na mentira dita, mas na cicatriz permanente que deixastes, pois a confiança que um dia eu tive, deu lugar há muros que não posso mais derrubar.

Inserida por mileneabreu

⁠Se até a natureza se expressa com suas tempestades, quem sou eu para silênciar-me quando algo me incomoda?

Inserida por mileneabreu

⁠TE VI
Passavas a um lado da rua,
cabelos a esvoaçar,
o vento não ousava nem de
longe embaraçar.
Vestido solto e liso, não
me viste; olhei-te.de novo
o coração diz, insiste.
Atravessei a rua
para ao teu lado ficar,
caminhavas tão depressa,e eu
atrás de ti, já sem ar.
Apressei então o passo, e ao
teu lado fiquei.
Me olhas-te, te olhei,sorriste,
sorri também.
Nesse momento senti que o amor,
ao primeiro olhar,não é conversa
de poeta.
Amor, a primeira vista e que eterno
pode ser,não é sonho, nem prosa,
simplesmente, se sente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U B E
Acadêmico da ACILBRAS -
Cadeira 681
Patrono -Armando Caaraüra -
Presidente

Inserida por RoldaoAires

⁠Quando uma pessoa responde a algo simples com tom de agressividade, a outra recebe como um ataque e ataca em retorno.
O que era uma faísca se torna um incêndio.

Inserida por alineguima

⁠Uma vez, olhei para meu lado direito e não conseguia chegar em primeiro, olhei ao meu esquerdo e vi que não conseguia chegar em último, nesse momento percebi que existe um caminho a só nós pertencente.

Inserida por anib786423

⁠Passastes
Já não torturas tanto.
Embora mantenhas o teu encanto
ainda forte sobre mim.
Pensar? Penso sim, um pouco,não
o tanto que do meu tempo tomavas,
das noites perdidas contigo sonhando.
Passo agora o tempo, escrevendo ou
com alguém falando.
Tipo de conversa diferente, outras
idéias,outros horizontes são comentados.
Passamos horas sobre um tema, dissertando
não coisa inútil, algo que possa ser usado
para benefício de outros.
Bem diferente da nossa conversa fútil.
Onde o tema era vazio, sem fim e inútil.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabistade Letras RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

Inserida por RoldaoAires

⁠Não te intrometas em confusões alheias, pois mesmo aquele que se aproxima do fogo com a intenção de apagá-lo sentirá o seu calor.

Inserida por WilmarLeitte

⁠Conversas Fiadas, o que se precisa saber sobre elas. É que sempre vai existir. Só basta você decidir ,se vai leva-las a sério ou não.

Inserida por AloiseAA14