Conversa
Uma Velhinha fabricada pela jovem
Poly - COMO LÁ NA FRENTE SER UMA VELHINHA TRANQUILA E SEM STRESS?
SE EU HOJE , UMA JOVEM MENINA , ME INCOMODO COM TUDO AO MEU REDOR? digo sempre , a mim mesma, que consigo ser , mas não estou sendo agora.
Penny - Velhinhas tranquilas atuais , ralaram muito
na sua adolescência para conquistar essa paz interior , ou melhor, essa inteligência emocional.
Poly - Elas erraram ?
Penny - claro que sim ! e erraram muito. a mente explodiu de sentimento, o rancor bateu na porta , a doença ,
e os gritos ecoaram em seus quartos.Mas , foi de pouquinho em pouquinho , que elas entenderam e assim apreciaram aquele momento que parecia tão infinito. Porque não só basta , entender , mas apreciar
também , precisa-se apreciar as coisas para poder se incomodar com elas ,e resolver o problema pela raiz.
Poly - O que as deixavam nervosas? qual era a chave que abria a porta do PERIGO dos PENSAMENTOS AVULSOS?
Penny - eram as perguntas que elas faziam a si mesmas.
Poly - E se quando descobrissem a chave da porta, o que fariam com ela? a chave por acaso, era viva e automaticamente abria a porta sem permissão da dona dela?
Penny - sim, Estamos falando de jovens , que tinham portas de perigo dentro dos seus pensamentos, cuja chaves secretas abriam sem pemissão as portas malucas das cabeças das lindas jovens donas de si ,que
mesmo donas de si,
não sabiam controlar as supostas chaves.
Poly - e como lidaram com essas chaves ?
Penny - Elas quebraram a fechadura e a porta , com isso , as chaves não tiveram mais o que fazer ali . E deixaram os pensamentos avulsos fugirem, mas para que eles não voltassem , elas encheram suas cabeças
de lembranças nobres , de músicas clássicas e começaram a fazer coisas diferentes,coisas que nunca prestaram atenção antes, como observar a espuma que fazia quando elas ensaboavam as mãos ,
ou focavam na sensação que a água dava quando tocava na pele.
Poly - Então eu só preciso quebrar a porta?
Penny - Não sei Poly , essa história de chave , de perigo , de pensamentos avulsos , foi você quem criou, eu só entrei no assunto e continuei sua história.
Polly - ...
Penny - Você criou suas próprias perguntas, e como não ter as respostas?
Poly - Eu posso cria-las.
Crie suas perguntas e crie também as respostas,
De que vale a pergunta se não tem respostas?
e das respostas , fabrique esse alguém que você quer ser quando tiver velhinha!
A velhinha foi arquitetada pela jovem.
O trabalho em equipe é tão melhor que trabalhar sozinho que até mesmo um dialogo simples que você fez uma pergunta muito complexa que para você estava sendo muito difícil de resolver você pode receber uma resposta genuína e simplesmente abrir a sua mente novamente para coisas novas, assim que isso acontecer você ira conseguir continuar normalmente ou até mesmo mais feliz durante o seu dia.
Gosto
Quando podemos conversar
Quando deito em minha cama
Olho para a janela
E você está lá.
Como é linda
Toda noite de Luar.
O dia me cativa
Permite ver coisas
Há vidas
Que só podem ser vistas
Com a luz do Sol
A Luz do dia
Mas a noite...
A noite me deslumbra
Me facina
Me apaixona
É a minha vida
Sem pressa,
Sendo vivida.
O escuro
O silêncio
Não há solidão
Está cheio de vida
Meu coração
Vida noturna
Ruas escuras
Ruas vazias
E tem a sua companhia
Majestosa Lua
Minha melhor amiga.
Trate as pessoas pelas redes sociais da mesma forma que você as trataria se estivessem conversando pessoalmente.
Se você é alguém que tem educação e um bom caráter, não vai ser uma simples tela que irá mudar isso.
Sei que hoje não é o melhor dia, mas que dia melhor do que o agora? O depois de ontem ou o antes de amanhã?
Porque tão ligeiro amigo tempo?
Madrugada de pensamentos constantes
Lembranças vagas de sinceras gargalhadas
e momentos contagiantes.
Reflexividade talvez Ou só decepção
O que me leva a constantes pensamentos sob tal comparação,
Como estou vendo o hoje?, será que foi em vão?
Para mim um alerta de que o tempo não espera
Inimigo de mim eu diria
Que a cada minuto um momento de mim ele leva.
Passando por mim ligeiramente
Sem sequer comprimentar
O que me causa conflitos na mente
Como devo me habituar?
Às vezes ansiosa, aí que demora
Às vezes confusa comigo
Por que tão rápido se passou
Será que é amigo ou inimigo
Não compreendo o porquê da pressa
Levando de mim singelos momentos
Não quero ser de ti inimigo
Devolve a mim lembranças levadas ao vento
Não me faz perder tudo q tenho
O que eu vivi faz parte de mim
Não faz isso comigo oh tempo
Faria para mim um favor
De passar por mim mais lento?
Hoje já não te espero, como antes
Não sinto a tua falta, como sempre senti
E te trazia pra mim, em noites de escuridão
Nas muitas conversas com teu espectro
Conversas em dias de chuvas intensas
Hoje vives no meu passado
Ancorado no meu coração
Em um espaço que brilha
Assim reza na história do nosso passado
Tumultuado, enérgico, intenso, inteiro
Feliz!
Rodrigo Gael - Portugal
Quem cala consente? Não, por vezes quem cala ouve, pensa, reflete antes de falar por impulso. Outras vezes cala-se por desinteresse em discutir com pessoas inflexíveis quando notoriamente não querem dialogar e sim impor sua opinião. No silêncio há muita sabedoria e respeito a si e ao outro.
Hoje eu acordei com saudade do seu carinho, daquele café na cama que você fez outro dia, daquela conversa sobre o nosso futuro. Volta logo pra gente poder transformar o futuro em presente.
Diálogo não é apenas a base sólida de qualquer relação. É o maior indicativo de quem se importa com você.
Em épocas marcadas pelo narcisismo e o imediatismo, que qualquer dificuldade se resume em bloqueio, são raros os que vestem a tolerância para escutar o outro. Épocas estas que confundem amor próprio com egoísmo, de quem finge desapego mesmo ardendo de desejo para voltar atrás, desarmar as convicções e falar que está destroçado por dentro.
Porque discutir a relação é desgastante, e exatamente por isso, quem se preocupa a descer do salto para falar que sente falta, que diz “olha, isso está me machucando” e não se rende a ser cúmplice do orgulho enquanto o mundo a sua volta sussurra que demonstrar sentimentos é fraqueza, é quem têm todo o mérito de fortalecer os laços.
E eu sei que é mais comum ver quem age de forma contrária. Mas esses são os mesmos que enchem-se de conexões que pouco conhece uns aos outros de verdade, e por isso, não demoram muito para findar. Esses são os mesmos que tiram conclusões por uma mensagem de texto, evitando uma conversa séria por ligação que tiraria da sua zona de conforto. Que invés de comunicar o que está acontecendo, age com frieza para que a outra parte adivinhe o erro que cometeu. Que fizeram do amor uma disputa e entenderam tudo errado.
Não entendem que o diálogo é a base sólida para que nada venha abaixo.
Que através da fala clara e sincera tentando estabelecer uma compreensão, é, na verdade, o maior indicativo de que alguém se importa com elas. Pois quando paramos de nos expressar, as brigas cessam e as tentativas para que algo dê certo se esgota, é quando a indiferença já começa bater a porta.
Quando nos acomodamos no nosso estado de fluxo esperando que entendam nossas expressões, abrimos espaço para, não só múltiplas interpretações, mas muitos conflitos e dificuldades.
E sabemos que o silêncio separa mais que muralhas. Que o "deixar como está" têm terminado relações que podiam ser muito boas, afastado outras por mal-entendidos, e quando nos damos conta, temos perpetuado para uma época de pessoas que pouco se entendem, pouco se põe em seus lugares, acumulando arrependimentos por não terem tentado mais e dado o seu melhor.
E que ser honesto com o outro para se abrir, é estar também sendo honesto consigo mesmo.
no ser, sou eu o pequeno caído, que grita sem voz, gemendo juízo, vestes o que sente e chora por dentro este triste lamento que tu mesmo cativou;
tu és despresada, no compasso da vida poucos te querem e como reges teu passo, um grande abraço triste eu vou. Senhora, por que me olhas? Teu brilho não esconde o semblante autrora de quem já foi grande!
Mas, ela me disse, "sou quem vois sou, sou gente da gente que rege temente um puro temor", traída, desmantelada, sou quem restou, agora cede na tua prosa, tuas mãos frias, para levantar e caminhar comigo se quiseres, caminhando e pensado, há de florar algo além que possamos enxergar.
No compasso, calado, desprovido de sentido tornei a perguntar;
Vindes de onde, não te vi neste altar?
- sou este que te diz, estes enxergam apenas o que lhe agrada, sorriem de alma deslavada, como pragas ao redor da planta, choram sem lá está àquele a pensar, na forma de ganhar medo e sem lágrimas.
Se por um momento, todos procurassem falar, só sobre assuntos que tenham um razoável domínio, as poucas conversas seriam as melhores.
Só me diga quando! Em que momento o seu tempo se encaixaria no meu?
E as risadas, quando seriam?
As conversas jogadas fora, o companheirismo?
Quando seria?
Não sei...
Vejo que existem pessoas, escrevendo sobre suposta causa que defendem, mas que não representa sua verdade inerente, vez que escrevem uma coisa aparentemente demonstrando que se interessam e que defendem, mas que não passa de um pouco de tinta visual num monitor onde acabaram de escrever por meio de um teclado e usualmente escolhido editor de texto.
e o tempo enLEVOU!
.
Saudade daquelas casas
De muros baixos e roseiras.
Época de segurança
Na calçada... cadeiras.
Prosa e conversa fiada
De mãos dadas com a amada
Durava noites inteiras!
