Conto Amor de Clarice Lispector

Cerca de 96605 frases e pensamentos: Conto Amor de Clarice Lispector

⁠Dizia-se amar as flores, mas esquecia de regá-las e cultivá-las.
Amar é mais do que o plantio de uma semente, é mais do que mostrar que tens um jardim e regá-las apenas na primavera.
Amar é proteger sem pose, é cultivar sem medo de perdê-las.
Amar é oferecer aos outros o jardim que gostaria de receber delas.

COISAS QUE APRENDI COM A VIDA:

- Que não existe meio termo, ou a pessoa é boa ou não é.
- Que a bondade está relacionada com a maturidade de se doar ao próximo.
- Que o mundo gira e se não semearmos boas sementes a colheita não será próspera.
- Que nada será em vão se fizermos com amor.
- Que a maldade não dura para sempre, um dia tudo vem à tona.
- Que a vida nos ensina com os tropeços e se não aprendermos a superá-los, não conseguiremos sobreviver nesta selva.
- Que ser corajoso é não ter medo de viver
- Que lutar contra as determinações do universo, é lutar em vão.
- Que a felicidade vibra constantemente de dentro para fora.
- Que o tempo é e será um ótimo aliado.
- Que nada será para sempre e tudo tem um prazo de validade, inclusive nós.

Decepção

A decepção vem
Sempre que esperamos
Muito de alguém.

A vida ensina
Que nada nos pertence
Ninguém é de ninguém.

O sofrimento vem
E a vida leva consigo
Momentos de alegria

Por quê
Se o amor esta dentro de nós?
Olha dentro de ti,
Descobrirás.

Quando tudo parece dissipado
Quando tudo negrusco fica
Tu reapareces
Do nada tudo fica.

DOADORAS DE EMOÇÕES


Só nós mulheres permitimos que a dor se instale no momento em que ela é única. Só nós mulheres enfrentamos e combatemos esta dor, sem deixar nosso carisma de lado. Só nós mulheres carregamos dentro de nós um ser tão especial que quando nos separamos dele, sorrimos. Só nós e mais ninguém deixamos uma parte se desprender e seguir seu caminho, mesmo que este caminho seja um rasgar de intensidade.

Somos esculpidas por um Deus que teve a ideia e a sensibilidade de saber que dentro de cada uma, haveria amor o suficiente para doarmos para toda a humanidade. Somos elementos de um quebra-cabeça que quando unidos nos tornamos tão fortes, mas, tão fortes que nem uma tempestade devastadora conseguiria nos derrubar.

Se há em algum canto do nosso universo feminino elementos que nos deixam sensíveis, esses elementos são os nossos desejos de ser além de mulher. Nascemos e morremos várias vezes e não deixamos que ninguém perceba. Somos sensíveis o suficiente para deixar que a fortaleza seja nossa aliada. Dilaceramos nossos sentimentos quando eles acabam interferindo no nosso momento, que é único.

Perseveramos nos nossos ideais e jamais deixamos que a dor interfira nas nossas lutas. Somos fortes e a dor física jamais nos aflige se estivermos fortes o suficientes para seguirmos em frente. Nossa dor é muito mais além da carne, por isso sabemos que ela é necessária.

Plantamos dentro de nós sementes prósperas e no inicio de cada primavera elas nutrirão nossos olhos e o nosso espírito. É o momento de renascer, o momento de desabrochar mais uma vez para a vida e se preciso for, passar novamente por todas aquelas dores.

Contornamos todos os obstáculos, serpenteamos nos íngremes e tortuosos caminhos, suportamos as bruscas quedas e saímos ilesas. Somos a própria semente. Damos a luz a mais linda flor que possa existir. Flor esta que desabrocha dentro e fora de nós. Somos extremamente a bela e exuberante natureza, que nos dá todos os dias o nascimento de mais um dia.

Somos eternas porque somos doadoras de emoções e de vidas...

SOU BELA, RECATADA E DO LAR!

SOU NATURALMENTE BELA... Amo-me como sou, mesmo não me achando perfeita. Nunca fui escrava da beleza, de frequentar academias, de ficar me analisando no espelho e fazendo selfies o dia inteiro. Não tenho cirurgias plásticas, tintura no cabelo, lente colorida; odeio maquiagem e exercícios localizados. A genética me favoreceu e - até o momento - me alimento de tudo sem muito engordar ou prejudicar minha saúde. Não me considero vaidosa, somente o suficiente para me sentir confortável, pois me cuido para me sentir bem e não para ser admirada. Odeio me preocupar com decotes em que preciso tapar com a mão para me curvar, saias curtas e justas em que eu tenho que ficar puxando enquanto eu ando ou cada vez que me sento, roupas transparentes demais ou agarradas demais que mostre ou marque cada detalhe do meu corpo. O fato de eu não ser vaidosa não significa que eu seja relaxada, do tipo que usa saia até o pé e camisas de mangas pra não ter que depilar as pernas e as axilas usando a desculpa de que a religião não permite. Amo perfume, mas não para substituir a higiene. Minhas roupas não são de marca, mas tem marca de patas e pelos de cachorros, é só lavar que sai... Acredito que a beleza está em não precisar ficar se enfeitando muito para ter que desmontar tudo na hora de dormir e acordar alguém irreconhecível.

SOU MODERADAMENTE RECATADA... Moderadamente porque não sou santinha e nem tenho a pretensão de ser, pois não levo jeito para ser hipócrita. Já fui sim meio porra-louca (ops, soltei um palavrão), na minha época de solteirice e juventude, fase em que nada nos intimida, amedronta e que não medimos muito as consequências dos nossos atos. Fazemos protestos por causas patéticas (e achamos bonito), nos revoltamos por idiotices, fazendo coisas que não resolvem os velhos problemas e ainda acrescentam novos. Já me importei demais com a aprovação e aceitação dos outros. Já fiz coisas para chamar a atenção e atrair admiração. Já experimentei coisas, por revolta ou mesmo curiosidade, buscando nelas um modo de ser quem eu nunca fui ou seria por causa de uma ilusória insatisfação de ser quem eu era. Eu já quis ser o que quisesse, quanto e até quando quisesse. Já quis ser o centro e o motivo das atenções. Já quis ser ouvida, falando o que vinha na cabeça e nos moldes do “doa a quem doer”. Enfim, poderia dizer que aproveitei bem tudo o que pude na juventude e solteirice, e que só me arrependo das coisas que não fiz. Já pensei assim, no entanto não penso mais. Hoje me dou ao “luxo” de ser mais recatada (no sentido de me resguardar, ser cautelosa, ponderada, criteriosa); e não só porque sou casada, mas principalmente porque ser porra-louca não me fez feliz. (Ops, falei palavrão de novo). O que ganhei sendo assim? O vício do cigarro, algumas decepções amorosas, relações oportunistas e rasas, olhares desejosos (outros invejosos e outros raivosos), noites sem dormir chorando ou “amando” quem não merecia, prazeres momentâneos de risos fáceis, fúteis e inúteis. Arrependo-me da maioria das coisas que já fiz e o que me conforta um pouco hoje é ter aprendido algumas lições, ainda que na dor, e ter tido a chance de corrigir algumas coisas sem me prejudicar ainda mais. O bom em conseguir se arrepender das coisas (e deixar de praticá-las) é ter a convicção de que não somos psicopatas, o que é um alívio! Na verdade, a ideia de prejudicar os outros sempre me incomodou e toda a minha porra-louquice prejudicou apenas a mim. (Cacete, falei palavrão mais uma vez)... Bom, eu disse que sou recatada e não santa, ok?).

SOU OPCIONALMENTE DO LAR... Fui criada pra casar, mas não tive casamento planejado e nem fui dada através de dote num casamento de conveniência. Ainda bem que algumas coisas melhoram com o tempo e o casamento por amor foi finalmente admitido (mesmo nas famílias nobres, ainda que alguns se utilizem de chantagem ameaçando deserdar filhos desprendidos de status). Fui educada pro casamento - por amor - com um homem de bem, direito, responsável, respeitoso... Enfim, atributos automáticos de quem ama... Na verdade o que minha mãe me aconselhava era casar por amor e de preferência com alguém que me quisesse como esposa pelo mesmo motivo, pois ela queria me ver uma mulher realizada. Mas paralelamente, ela me incentivava a estudar, trabalhar e buscar minha independência e realização pessoal. Muito sábia minha mãe! No entanto, nasci numa geração em que a sociedade jovem já pedia por mudanças... As meninas já não aceitavam mais serem as “Amélias”; e os meninos, quando não “saiam do armário”, exigiam dividir a conta e não abriam mais a porta do carro, afinal, as mulheres estavam ficando cada vez mais “independentes” e cada vez menos “românticas” (quando não eram interesseiras e preferiam joias em vez de flores ou caixa de bombons). E eu cresci nessa geração meio doida, sempre ficava dividida entre conservar tradições ou me livrar delas aceitando novos valores. Como ser alguém normal? Sobrevivi, tive uma boa educação em casa, me formei, trabalhei bastante (ainda trabalho) e me tornei uma mulher com muita bagagem e maturidade precoce, apesar de não parecer pra quem vê esse meu rostinho "de 15" e não conhece minha história. No entanto, meu maior sonho sempre foi o de constituir uma família. E após diversas tentativas frustradas, pude finalmente conhecer o amor. Sim hoje eu sei o que é o amor e tenho certeza de que não foi nada daquilo que vivi antes (pena ter demorado tanto para conhecê-lo). Casei-me, da forma moderninha que já está batida (juntando as escovas de dente), com um homem que não é rico e não me dá joias, porém me proporciona o que de mais precioso pode haver numa relação. Entendi o significado de ser esposa, que não é o de andar atrás (à sombra do marido), nem tampouco à frente, e sim ao lado. Tive a sorte de ter como esposo um amigo, um parceiro, um cavalheiro que faz questão e se sente honrado em ser o provedor do lar e um homem de família. Não me proíbe de trabalhar, mas tenta me proteger de ter que enfrentar estresses e aborrecimentos, seja de condução lotada, trânsito, ou de passar mais de oito horas na rua aguentando pressões externas e principalmente sem valer o esforço; tendo inclusive de lidar com o fato de que neste país talento e capacidade é o que menos importa e não enriquece ninguém. Ele me deixa a vontade para escolher, pensar, agir e fazemos isso sempre juntos... Mas tenho ciência de que a cada escolha há uma renúncia e definitivamente não quero correr o risco de sacrificar meu casamento, pois sei como é difícil chegar bem em casa depois de um dia cansativo na rua e não ter a mãe pra fazer a janta e colocar comida no seu prato. Então, sou do lar sim! Um lar de amor, paz, companheirismo, respeito, onde um não faz nada sem a aprovação do outro, onde um conhece muito bem o outro, onde um coopera com o outro e ambos trabalham juntos em prol do bom funcionamento desse lar. Um lar acima de tudo cristão no qual o Senhor habita, tendo como projeto perfeito de Deus a união da uma só carne em que um é dependente (e suficiente) ao outro e ambos de Deus.

Casamento não é negócio. Não é sociedade em que o contrato permanece enquanto se tem dinheiro ou estoque. Não foi feito pra ser “eterno enquanto dure”. Não se sustenta dos “ismos” do machismo e feminismo, ou qualquer outro fanatismo em que a motivação seja o “EU” e não o “NÓS”. Se não for um pelo outro e ambos pelo lar, melhor não casar.

Ass: uma esposa, com orgulho!

Não possuíam riquezas. Pensando bem, possuíam sim. Dentro de quatro paredes singelas e de mobília simples, porém bem ajeitada, tinham algo que reis, faraós, marajás e nobres não poderiam comprar. Em sua intimidade, sorrisos expressavam o quanto eram felizes de viver naquele paraíso particular.
"Se você fizer a pipoca, lavo toda a louça depois", dizia ele. Com um sorriso ela foi fazer esse agrado. Particularmente, ela preferia evitar a água da torneira nos dias frios que se seguiam. Porém o preço da pipoca, além de louça lavada, seria uma troca por beijos. Castigo esse que o rapaz teria o prazer de aceitar.

A beleza da Lua passa despercebida por nós depois de algum tempo. Solitária e fria, como a imagino, algumas lendas dizem que seu amante, o sol, foi separado de sua amada por desejos dos astros. Seu toque eram os raios que refletiam nela e nos atingia na Terra. Então seríamos nós agraciados pelo amor do Sol pela Lua, quando nos banhamos com sua luz? Seríamos testemunhas do amor infinito e distante entre os dois?
Solitária e fria, é assim que sempre imaginei a Lua. Já seu amado sol, humildemente se cala, nos permite sentir a luz de sua amada, sem ciúmes, sem arrependimentos. Testemunhamos sem perceber, o amor dos longínquos.
Bom, assim reza a lenda...

Atreveu-se a arriscar,
Sobre o desejo incessante
Foi de mais um a amante
Frente ao reflexo de amar.

Foi de passinho em passinho,
Mas foi gravando o caminho
Quem sai no mundo sozinho
Tem que aprender a voltar.

Fez do amor o seu ninho.
Pouso de um passarinho
Voando devagarinho,
Do seu jeitinho alcançou.

Teceu na prosa e no verso
Juras de um ato confesso,
Bendigo os sonhos expressos
Nos versos que o vento levou.

"Olha, eu tenho uma teoria." Disse o rapaz, capturando a atenção da moça quase que de imediato. "O fato de não estarmos juntos causa um desequilíbrio natural. O cosmos não trabalha como deveria, guerras estouram em todo o mundo, o cereal das pessoas viram papa em apenas 1 minuto na tigela de leite. Você só precisa dizer sim e o mundo volta ao caminho da organização, amor e completa paz."
Ela riu descontroladamente, respondeu dizendo: "Então quer dizer que estarmos juntos é o melhor para o mundo?" Usando de um tom sarcástico. Ele respondeu: "Para os nossos mundos, pelo menos, tenho certeza que é o melhor."
Resposta ligeira, certeira, que troca um sorriso caçoador por bochechas rosadas e um tanto envergonhadas. Um começo, talvez...

⁠É estranho, e totalmente possível,
Mas alguém pode te amar tanto que precisa partir.
Eu sei, parece confuso.
Na nossa mente condicionada a pensamentos filosóficos.
Amor não separa, não expulsa, não condena ao banimento.
Desde pequeno você houve sobre o amor de uma mãe, e projeta em todos os amores o mesmo ideal.
Mas é um equívoco. Você vai amar tanto uma pessoa, que talvez, só a morte os separe, e talvez nem ela seja capaz.
Mas em outros casos alguém pode te amar tanto que chega a se perder dentro de si, que perca o amor primordial, que é o próprio.
Nesse momento quem te ama partirá, não por deixar de sentir, mas por sentir tanto por outro que fez falta para si.

Se amas verdadeiramente um pássaro, por mais que seu canto traga paz, sabes que é no céu, distante de ti, que sua verdadeira canção será cantada.

Ame à ponto de dizer adeus.

ESPELHOS DO TEMPO

Aquela pessoa que você admira e reconhece por ter uma qualidade de caráter ou virtude que você também gostaria de ter, é você, amanhã, mostrando hoje o que já existe no seu interior e que aguarda ser desenvolvido.

Aquela pessoa que lhe irrita a ponto de mobilizar o seu pensamento e suas emoções, é você também, hoje, refletindo aspecto da sua sombra a ser integrado e trazido à luz.

Aquela pessoa cujas ações equivocadas você consegue compreender, a ponto de ter apenas compaixão, é você, ontem, mostrando no agora aspectos que você já superou, em algum tempo.

Somos seres-espelhos, semelhantes e conectados, vindos da mesma Fonte, buscando consciência, compreensão e amor.

Sob nomes e aparências variadas, e expressando níveis de entendimento diferentes, somos apenas UM nesta transitória e infinita jornada do tempo e espaço.

Não espere nada em Troca
Nunca damos algo a alguém na esperança que a pessoa devolva ou agradeça, isso não está presente nas pessoas... não mais, por mais que bondosa as pessoas sejam, ou grata se sintam às vezes ela não vai agradecer ou demonstrar um gesto similar, isso não é o fim, apenas mostra qual distorcido esse mundo esta. Não espere nada... Você pode ser melhor dando mais de si do que esperando receber.

É tão lindo o voou de um
Beija flor, assim como o
Amanhecer e o entardecer.
O desabrochar de uma rosa,
Ou o cheiro de várias rosas.

É tão puro andar com os pé
Descalços na terra molhada,
Tão puro como uma bela infância.
Sentar em uma roda de amigos
E nem se dar conta das horas
A passar, momentos puros...

Em um dia nublado, em um belo
Lugar, sentado com aconchego
Cercado de livros é uma dose de café.
Coisas puras que apenas a natureza
Pode nos dar, coisas simples da vida
Que dinheiro algum pode comprar.

Ficamos tão presos em nossas
Privações, gastamos tanto tempo
Em nossos empregos, tantas horas, alegrias e até mesmo disposição,
Que esquecemos que oque realmente queremos é algo simples,
Algo que só precisamos observar
Para apreciar, mas nossos dias
Rouba nossa alegria.

Deixamos de aproveitar nossos
Filhos, ou, nossa família para
Tentar buscar um bom futuro a eles
E isso rouba nossa alegria.
Não tente comprar o futuro para
Sua família.
Aproveite seu tempo e desenhe um bom presente...
Dê o seu melhor a todos...
Muitas vezes o seu melhor é só
O seu tempo... pare... aprecie...
Viva para ser feliz

Vivendo essa vida eu amei, amei com todo entusiasmo, amei com toda empolgação, com toda a emoção, amei verdadeiramente, dei tudo de mim para amar, eu me entreguei por inteiro. Porém, só ganhei dor e sofrimento, uma vez pior que a outra.
Diante disso cheguei na seguinte conclusão, amar é apanas uma ilusão, então eu digo que se amar for uma ilusão, eu quero conhecer a morte com a mesma força que amei, da mesma maneira que me entreguei nessa ilusão que é o amor.

⁠É na minha loucura, esta doce e louca sensibilidade que falei verdades e escondi sentimentos...
Brinquei de não querer amar, por medo de sofrer e perder o que nunca tive.
Infinito breve é meu tempo que corre num constante desatino de querer viver...
Talvez estas linhas ainda estejam em um estado crisálido...
Quero apenas deixar claro que minha loucura tem um nome, tem um motivo real e sigiloso. Guardado em um passado cruel que me rasgou a alma.
Um dia não muito distante tu saberás que minhas palavras sem nexo foram minhas mais profundas doses de querer viver e amar de viver para todo sempre contigo... Um anjo, o meu anjo.


Texto: Re Pinheiro (Copyright©) - Texto protegido pela Lei do Direito Autoral nº 9.610/98 - Por favor, reposte com o crédito! Imensamente grata!


Arrume suas desordens.
Faça hoje o que você tanto adia.
Não se cale mais com o que te incomoda.
Não permita nada que te entristeça.
Dispense tudo que te tira a paz, por menor que pareça.
Uma coisa fora do lugar.
Uma asa de xícara quebrada.
Um comportamento de outra pessoa que te machuca.
Não tenha medo de desapegar.
Deixe ao teu redor só o que te faz bem.
Se cuide.
Se organize.
Por dentro. Por fora.
Cuide de sua luz! Você é preciosidade de Deus...O amor é singular!
DIZ O SENHOR: TE AMO! SEJA FELIZ !!!
Re Pinheiro

⁠Todos os dias somos nutridos de muitos sentimentos
Sejam bons ou ruins
Todos os dias alimentamos alguém da mesma forma
Você nutre ou é nutrido ?
Deposita nela o que deseja receber
Ou só o mínimo para manter ?
Transborda sinceridade
E exonera a falsidade
Ou não existe reciprocidade ?
Você nutre ou é nutrido ?
Transborda ou carece ?
No fim, tudo é o que parece
Alimentamos um sentimento
Bom ou ruim ele floresce
Nos consome , amadurece
E um dia simplesmente ...
Espera que ele cesse.

Existe um ciclo afetivo que determina um prazo até que estejamos prontos para nos relacionar novamente com aqueles que um dia amamos. Esse ciclo estabelece um período de tempo em que temos que nos curar e sermos capazes de direcionar nosso afeto, nosso carinho e nossas boas lembranças para um novo tipo de relação: a amizade.

Foi Domingos de Oliveira que disse: “Aqueles que se amaram muito um dia têm que permanecer amigos para sempre, senão o mundo fica cruel demais“. Não há crueldade maior que nunca mais trocar algumas palavras com aqueles que um dia amamos. Não há insensatez maior do que acreditar que não é possível olhar para trás com ternura e afeição, sem um pingo de má intenção. Não há incoerência maior que imaginar que o amor não possa se transformar numa amizade real e desprovida de recaídas.

Por alguma razão seguimos em frente por caminhos distintos, mas isso não significa que colocamos uma pedra em cima do que fomos ou do que vivemos. Carregamos em nós retalhos de nossas vivências e vestígios de nossas experiências afetivas.

Aqueles que um dia se amaram muito jamais poderão agir como meros desconhecidos. Depois que a poeira baixa e as feridas cicatrizam, ainda resta a possibilidade da amizade. Não como um prêmio de consolação, e sim com a certeza de que é possível usufruir desse vínculo de uma outra maneira, muitas vezes bem melhor.

Por mais doloroso que tenha sido o fim, um dia deixará de doer. E sentiremos falta da pessoa não como objeto da nossa paixão e sim como alguém que queríamos sempre por perto. Tornar possível a amizade com quem um dia amamos é um gesto de amor próprio.

A tristeza pelo fim de uma relação amorosa pode ser amenizada pela esperança de um dia nos tornarmos amigos. Pela possibilidade de um dia voltarmos a nos encontrar de uma forma mais suave, sem o medo de ser abandonado, sem a insegurança da paixão, sem as cobranças e exigências de uma relação. Talvez isso amenize a dor do fim. Talvez isso possa ser o combustível para termos paciência com o tempo e as demoras. Talvez isso nos permita ver a vida como um ciclo de finais e recomeços😊

Saudade imensa do meu pai.
Partiu numa véspera do Dia de São Francisco.
Sentimento de tempo não aproveitado, amor insuficientemente demonstrado, abraços e beijos guardados para um tempo que não chegou a acontecer.
Que bom seria se fosse proibido aos pais partirem antes da aposentadoria dos filhos...

"" Todos nós temos o direito de sonhar. Acordamos todos os dias para lutar para que um dia nossos sonhos se realizem, todos temos oportunidades é só saber aproveitar!
Quando somos crianças sempre temos aquele desejo de ter um brinquedo, carrinho/boneca etc e não sabemos onde enfiar a cara de felicidade quando ganhamos, quando crescemos a realidade é outra, temos que batalhar para ter! Mas no final é gratificante!