Contexto da Poesia Tecendo a Manha
Queria ser uma estrela
Ter todo o seu brilho
Toda sua beleza
Reluzir lindamente.
Morar em meio a outras estrelas
Onde a maldade não chega
Apenas a natureza exerce seu poder
E a paz é constante.
Esta estrela deve ter inveja de mim
Porque moro na terra
Não passo solidão
E tenho uma história.
De onde está, ela nos olha
Se pergunta como é o amor
Como é sentir as emoções
E chora sem poder chorar.
Sempre queremos ser o que não somos
Por achar que o valor do outro é maior
Maldição ter esse pensamento
Todos somos preciosos, cada um do seu jeito.
Queria ser uma Rosa
Queria ser uma flor formosa
Com um perfume que cativa
Revestida em um traje deslumbrante
Com espinhos que a protegem.
Desabrochando lindamente
Alegrando o jardim
Recebendo beijo dos beija flores
Vivendo entre outras flores.
Somos apenas o que somos
Tão relevantes para quem nos ama
Tão pequenos diante do mundo
Somos únicos, cada um do seu jeito.
Não temos a pureza das rosas
Mesmo assim não podemos inveja-la
Pois temos algo que elas nunca terão
A possibilidade de poder sentir amor.
Muitas das noites mal dormidas foi pensando em nós dois em meio a brigas e intrigas o amor ficou pra depois ...
Faltou diálogo ,carinho um pouco mais de dedicação e foi crescendo muitos espinhos dentro do meu coração , eu um perfeito desatento não percebi oque acontecia que entre inúmeras discussões o seu amor por mim morria , mas foi aí que eu percebi e nessa hora a ficha cai e quando de tudo eu me arrependi notei que era tarde demais
Você cansou de esperar mudanças e olha que só você acreditou em mim e com minhas atitudes de criança fiz nosso amor chegar ao fim 😟
Paradoxo da Quarentena
Em meio há falta de fatos,
Existem sobra de falas,
Diminui-se as pessoas,
Multiplicam-se as valas.
Somam os achismos,
Baseado em "notícias".
São totalmente verdadeiras?
Ou apenas fictícias?
O que é seguro?
Será que vale o conceito?
O importante é o povo?
Ou o que fala o prefeito?
Ser humano em conflito
Pela inversão de valores,
Ouvem-se choro de mortos
Isto é um circo de horrores.
Economia contra Saúde
Quem vence esta guerra?
De quem será os espólios?
Polarizações na terra.
A consciência em xeque
Com aumento na desunião,
Ainda vemos outro ser
Como o nosso irmão?
Dicotomia da Sociedade
Bem vindo a sociedade líquida,
Que esta semana em Suzano
Fez mais do que 20 vítimas.
Enquanto muitos buscam por causas,
Se negam a enxergar a origem.
Jogar a culpa no vídeo game é fácil,
Difícil é admitir a loucura ,
Deste mundo onde a gente vive.
Lugar onde a morte é banalizada.
Acende-se o sinal de alerta.
Será que nós estamos criando
A sociedade da maneira certa?
Ou só procurando culpados,
Para de fato, aliviamos os nossos fardos.
Vemos o futuro, ou estamos satisfeitos
Mas vale o silêncio, do que lutar por direitos.
Não se pode esquecer do futuro...
Manchada de sangue a instituição,
Aquilo que move o mundo,
O que tem sido feito pela a educação?
As matérias são sempre chocantes,
Com declarações fortes e marcantes.
Incentivam a armar a população,
Igual os chamados meliantes.
Qual será a diferença se fizermos isso?
O medo não deve gerar vingança.
Porém obrigam surgir ideias novas,
Que possam trazer mudanças.
O pensamento necessita de horizonte,
Chega da sociedade navegar a esmo.
As decisões têm de construir pontes,
Para que não aconteça mais do mesmo.
Mãe
Mãe,carinho maior do mundo,
É o sentimento não passageiro,
Pode alcançar o globo inteiro,
Não para em nenhum segundo.
No coração delas, sempre cabe mais um,
Sendo do próprio sangue,
Ou não tendo laço nenhum.
O seu instinto protetor,
Os seus olhos ligeiramente mareados,
Demonstram quão grande amor,
Que por nós elas têm carregado.
Desde o ventre dela,
Somos contagiados!
Ela imagina o nosso rosto,
Mesmo antes de ele ter sido formado.
Aguentam-nos na fase mais chata,
Onde nos achamos ser, “donos da vida”,
Mas se ela ousa nos machucar
Com afeto, cuida de nossas feridas.
Mãe nunca desiste do filho,
Por isso nos aconselha,
Mesmo depois de velhos,
Com joelho ao chão, nos ajudam nas pelejas.
Se cairmos, nos auxiliam a levantar.
Se sorrirmos, estão conosco a gargalha.
Se partirmos, sentem a nossa falta,
Mas sempre de braços abertos
Anseiam a nossa volta.
Então nos casamos
E temos que nos despedir,
Porém não é para sempre
O que nos conforta, é saber,
Que seu colo, ainda estará ali.
Quando vemos os seus cabelos prateados,
Seu rosto pouco enrugado,
Com gentileza falamos: ”Mãe, a senhora esta linda”.
E percebemos quão rápido o tempo tem passado.
Mãe que deixa de sorrir,
Às vezes até de sonhar,
Porém fica toda feliz com filho,
Que seus sonhos esta para realizar.
Logo chega a época,
Em que o cuidado se inverte,
Ela nos levava para passear,
Agora que leva ela é a gente.
Isto é um privilégio,
Que Deus nos presenteia,
Não se esqueça dela neste momento,
Mostre a afeição em todo tempo.
Aproveite cada instante,
Como se não houvesse o seguinte,
Faça todos os momentos ao seu lado emocionante,
Com seus afazeres não se limite.
E quando vier a hora de partir,
Com a lágrima no olhar,
Possa em seu coração sentir,
Mãe, eu fiz tudo para retribuir,
Tudo o que a senhora já fez,
Só por me amar.
Quarto de hotel é promíscuo.
Por mais que seja limpo
por zelosas faxineiras,
permanece sempre o cisco
de emoções e pensamentos
de seus hóspedes fugazes,
nos lençóis, nos travesseiros,
nas fronhas, mesmo lavados,
diligentemente trocados,
no chão e no guarda-roupa,
na cama e nas cadeiras.
Nos cabides pendurados
problemas ali deixados
e também mágoas dormidas
fedendo nos cobertores.
Não vejo as tuas pegadas
nem escuto os teus passos,
pois és feito de silêncio
e de invisibilidade.
O real não é a medida
da nossa percepção.
Eu creio no que não vejo,
no que não ouço, nem toco.
Os sentidos me apequenam
e a razão me aprisiona,
o corpo me faz mortal.
Tempo e espaço são o cárcere
do prisioneiro ilusório.
Quem crê em suas paredes,
não pode ver o infinito.
Somente quando te fizeres vazio,
experimentarás o Vazio.
Somente quando não tiveres vontade,
conhecerás a Vontade.
Somente quando deixares de ser,
encontrarás o Ser.
Somente quando te despojares
do que julgas ser teu,
possuirás o que é teu.
Somente quando te sentires vazio de tudo,
reconquistarás a Plenitude.
A lógica não é o metro da realidade. É uma atividade pragmática do espirito e limitada a uma determinada área operacional.
A lógica não apreende o real. Não está nas coisas, pois se constituí em mera atividade do espirito. Nem prova o real, embora demonstre que certos fatos aparentemente se comportam segundo seu modelo. Por isso, somos inclinados a admitir que os fatos que acontecem segundo a nossa lógica são reais e os que assim não se comportam são ilusões.
A lógica, por outro lado, tem uma função psicológica: dá ao homem o sentimento de
controle sobre os fatos. Daí o seu apego a tudo o que é lógico, pois a lógica lhe dá uma sensação de segurança e poder. A lei da causalidade se torna, assim, de importância fundamental para o homem: é a certeza de sua capacidade de controle sobre as coisas. Explicar é uma tentativa que lhe proporciona um sentimento vicário de dominar situações. Por isso, o homem é tentado a explicar tudo para se sentir senhor dos fatos.
Real é o que existe em relação a nós. Isto não importa negar o real com o qual não nos relacionamos.
O real objetivo é o real compartilhado, o chamado mundo das relações.
O real subjetivo é o real privado, com as suas peculiaridades, mas possuindo, também, conteúdos do real compartilhado.
O real é o físico e o psíquico, mesmo que este não se converta naquele.
A realidade, como significado, é uma convenção. É possível que a realidade tenha um significado, mas não o conhecemos. Por isso, criamos modelos significativos para a realidade. O convencional, porém, só é real como forma de relações humanas. O mundo social é realidade criada pelo homem e este pode modificar o mundo que criou.
Há um real independente de nós. Há um real criado para nós: é o nosso modo peculiar de perceber o real.
Tudo nos leva a crer que há infinitos níveis e formas da realidade.
Só há uma lei universal: a de que existem leis e que estas variam em universos diferentes.
Leis podem variar, mas sempre existem leis - esta é a lei.
Porque vemos as coisas acontecerem da mesma maneira, acreditamos que elas sempre acontecerão assim para sempre. A esta nossa crença demos o nome de leis da natureza.
Na infância, os olhos límpidos
vêem o mundo claramente
sem a catarata do tempo.
A fé no visto e no sonho.
A vida maior que a morte.
O corpo livre do peso
do vivido e não vivido,
do perdido e do não gasto.
Na velhice, os olhos turvos,
a opacidade do mundo,
a fé no que não se vê,
a morte maior que a vida,
recordações (e não sonhos),
algumas já desbotadas
ou outras reinventadas,
e as sensações prazerosas,
que o corpo já esqueceu.
Todo o perigo da dor
não é seu próprio doer:
é a sua anestesia.
A dor que já não se sente,
nem em si e nem nos outros.
A dor que perdeu a voz.
A dor a que falta o espasmo.
A dor que não causa espanto.
A dor que não mais revolta.
A dor que nos fez eunuco
no amargo céu da impotência.
Essa loucura desmedida em que me encontro, mira um vocabulário que muitas vezes não é politicamente correto, mas é depravadamente sentido em toda letra que sai desse teclado. Esse remetente chamado coração, quer apenas que o destinatário compreenda que sem essa ''boniteza'' a vida deixa de ser bela.
Rebeca
-
Qualquer palavra simples cria refinamento. Qualquer palavra indecorosa vira aquele jogo audacioso. Nosso amor desembaraçado faz minha carne pedir mais coisas obscenas, só pra essa alma deslocar o quadril e mexer sem pudor. E mexe, sempre mexe.
Quanto mais deslizo nesse amor...
... mais amo esse homem que me segura.
~*Rebeca*~
-
Percorro em alta velocidade seus pensamentos, todos os seus amores por mim[são vários] e só diminuo a pancada, quando passo a segunda e vou bem devagar, me deliciando pelo seu corpo que é meu abrigo. Como é bom chegar em casa quando você abre tudo pra mim. Quando começo não paro e quando abre a torneira, realmente, inunda tudo. Não vou torturar, mas posso maltratar? Não sei o que é mais pulsante em mim. Se o coração ou o.... coraçãozinho.
Rebeca
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Meu Violeiro, que desde o dia que fez a tal da sétima aumentada eu só sei viver na cola dele. Um homem totalmente encantador e que sabe ser indecente de uma forma que minha imoralidade agradece. Sabe enlouquecer qualquer mulher, mas foi comigo que ele encontrou uma libertinagem jamais vivida. É de enlouquecer esse seu jeito sagaz e totalmente envolvente. Seduz o ar que respira, viciando uma atmosfera com seus encantos. Surpreende todos os minutos com essa forma gostosa que passa os segundos ao meu lado. Sua personalidade imponente e única, apaixona um coração que só sabe bater às custas dele. O risco de topar qualquer levada com ele é de tirar qualquer dúvida da reta. Ele sabe engolir uma mulher com maestria e quando mastiga então... aiaiai...
Amo e amo e amo... não canso de dizer... não canso....
~*Rebeca*~
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Amor que coloca todo o guarda-roupa abaixo e veste sua melhor roupa pra esperar essa Paixão bem linda. Paixão coloca seu melhor perfume pra esse Amor não sair por nada do cangote dela. Vejo também uma Paixão encantada com essa fragrância de perfeição que exala nosso carinho. Totalmente indispensável esse Amor e totalmente provável dentro da nossa imaginação tão encorpada. Paixão chega todos os dias no mesmo local marcado, com todas as emoções que sempre pregam peça, deixando mais sentimentos fluírem. Amarrada pela cintura, esse Amor puxa naquela força nada delicada essa Paixão pra perto dele e faz comoção nas palavras simples de um sentimento composto. Caimento perfeito, mesmo nas horas que pensamos que não tem jeito. Jeitinho, pois é... A Paixão sempre vai com jeitinho nesse Amor que não disfarça seu querer bem por ela. Esse nosso amor não perde a cor, muito menos a ternura. Posso ser toda metida a fatal, mas é a destrambelhada que faz esse amor continuar com aquele gosto que não sai por nada da sua boca, muito menos da minha.
Rebeca
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Hoje senti uma vontade de fazer aquela faxina na nossa casa e ficar bem ''do lar'' mesmo. Arrumar todas as palavras e deixar todas as reticências bem limpas, tudo naquele zelo de dona de casa caprichosa. Deixar o ar com cheiro de gostosura e o amor com gosto de delícia. Tudo no fogo alto e com todas as bocas bem acesas. Fogão do bom, que faz comida da boa e saudade que sempre sai do ponto. Vida de princesa que nada, o negócio é arregaçar a manga, deixar várias palavras bem quentinhas prontas e com aquela mesa posta que só a sua mulher sabe fazer. Não vejo a hora de ver o sol pra preparar seu desjejum. Vou bater essa saudade na velocidade 4 com iogurte de felicidade. Pão de mel com geléia de tranquidade, será que fica muito doce? Ah, mas sem você por perto, minhas palavras perdem um pouco a noção e ficam nessa meladeira toda. Suco de esperança, suco de oba-oba da vida e mais outro suco de paixão lasciva. Torradas cheias de dignidade e bolachas no pote de porradas. Café a olho nu e pegando fogo na cara do freguês. Religiosamente esse ritual é sagrado. Minha palavra interage com sua frase e formamos textos e textos e mais textos de puro amor, puro. Se existe uma coisa que me faz ganhar o dia, é arrancar bem na marra, um sorriso seu.
Rebeca
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