Contas
Afinal de contas, você não pode ser uma cópia do Freud, do Einsten, do Jackson, do Jobs. O caminho "deles", "eles" percorreram. Não se aprisione. Liberte-se e aja naturalmente. O seu caminho é tão importante quanto o deles. Mas não se compare. Prossiga sua missão, simplesmente. Faça o seu caminho.
Não se exponha desnecessariamente.
Você terá que prestar contas a sua consciência quando estiver sóbrio... ou maduro!
Idolatria não irá pagar suas contas...
Eu tenho um sonho...
Compreenda que ninguém vai mudar sua história...
Ou vai fazer uma matéria com sua tragédia...
A única coisa que temos em comum é a morte...
Desistir de um sonho nunca foi uma opção...
Tudo bem se acredita no poder daqueles grandes mentirosos.
Ferem brincando com seus sentimentos...
Sonhos podem se transpor...
Lutar para que verdade seja a vitória de cada um...
Arrebatamento por uma luz que se apaga a cada instante.
Mais esperança permanece num sonho...
Acredito na liberdade de expressão e na igualdade...
Num mundo sem preconceitos...
Nos direitos humanos derradeiro nos momentos sombrios aonde vivemos apenas por viver.
Meu amado barco
Espatifou-se nas pedras da rotina
Acertei as contas com a vida
E é inútil continuar contando
Dores sofridas em mãos alheias.
As desgraças
E os insultos.
Sorte aos que ficam.
E que todos os dias inicie uma nova etapa e um novo recomeço, afinal de contas, o ontem é muito pouco para ficar se martirizando.
Ser humano é movido a sonhos, não a salários. Ser humano é movido a perspectivas, não a pagar contas no fim do mês. Ser humano é movido a propósitos e causas, não a metas dadas pelo seu chefe. Ser humano é um ser complexo e quem consegue compreendê-lo e ajudá-lo a se conhecer e a se superar, pode ser chamado e reconhecido como um Líder. O mundo precisa de líderes e não de meros "pagadores de salários".
Acredite: somos mulheres independentes sim, mas no final das contas, somos apenas meninas desejosas por proteção, torcendo por alguém que nos ouça e nas horas difíceis, nos abrace e diga que tudo vai ficar bem!
Reflexão...
Trabalho arduamente, mas o dinheiro some rapidamente. As contas são pagas, mas não sobra nada para investir no futuro. Anos de dedicação à empresa não renderam o retorno esperado. Não é sobre satisfazer desejos passageiros, mas sim sobre construir um legado.
A constância e a responsabilidade são fundamentais para o crescimento. Infelizmente, a falta de disciplina e planejamento pessoal me impediu de alcançar meus objetivos.
Agora, aos 30 anos, percebo que o tempo voou e não estou satisfeito com a minha vida. No entanto, sou grata pelas bênçãos que recebi, que não vieram da mão do homem, mas sim de Deus.
Ele é a minha força, a minha motivação e o meu propósito. Não é o capricho humano que me move, mas sim a fé e a confiança em um plano maior.
No final das contas você tem sua história para se autoestimular. Nada do que acontece é por acaso. Tudo tem sentido, mesmo que você não consiga vê-lo naquele momento.
Todos que usam o
nome de Jesus Cristo,
Prestarão contas
ao Espírito Santo.
O Mundo a isso assistirá.
Ninguém ficará impune.
Respeitem o Filho de Jeová!
A chave para a felicidade é ter o controle sobre o seus sentimentos. Pois no final das contas quase tudo é meio lógico.
Somente ofereça aos abutres que sobrevoam sua vida o necessário, afinal de contas, carne podre só servirá de isca a quem se alimenta de rejeitos
Faça do autoamor a sua bandeira! No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor.
Há uma frase que eu gosto muito e que diz assim: “Não há inimigo fora de ti.” Em linhas gerais, talvez o segredo de tudo o que fazemos ou deixamos de fazer na vida não seja tão secreto assim. Está em nós. Em mim. Em você. Naquela pessoa que você encontra todos os dias no elevador, na fila do pão, no ponto de ônibus, na pista de caminhada, mas que você nunca perguntou nem o nome, muito menos olhou dentro dos olhos ao dar um bom dia (será que deu?). Porque é estranho. Esquisito. Desconfortável.
Assim como a grande sacada de tudo isso: é você o seu próprio vilão. É você o seu próprio herói. “Não há inimigo fora de ti”, lembra?
Ao mesmo tempo em que essa verdade liberta, ela dói. Porque às vezes tudo o que a gente precisa é de alguém – ou de alguma coisa – que nos livre da angústia de estarmos simplesmente com a gente mesmo. Já não experimentamos solitude. A roupa bonita e a casa arrumada só fazem sentido se formos receber visita ou se o plano é o de sairmos com alguém. Ir ao cinema sozinho, jantar sozinho, viajar sozinho, passear sozinho. Estranho. Solitário. Solidão. Será?
Eu só comecei a realizar os meus sonhos na vida quando eu parei de condicionar a minha felicidade a qualquer outro lugar que não esteja dentro de mim. Quando eu parei de culpar o outro pela forma como eu me sentia ou deixava de me sentir, pelas coisas que eu fazia ou deixava de fazer, pelas escolhas que, a bem da verdade, eram minhas, de mais ninguém.
Eu só comecei a efetivamente assumir as rédeas da minha vida quando eu parei de viver de “e ses” e de “quando isso acontecer, aí sim…” e passei a valorizar o agora.
Quando eu escolhi me amar e me respeitar apesar e justamente por causa dos meus defeitos. Quando aceitei e abracei as minhas vulnerabilidades. Quando entendi que sou falha, que não sei tudo, que não vi tudo, que não vou dar conta de tudo. E que está tudo bem.
Eu só comecei a viver relacionamentos mais saudáveis e mais empáticos com os outros – no amor, no trabalho, nas amizades, nas parcerias – quando aprendi a reconhecer e a exaltar o meu valor. Quando comecei a querer me arrumar e a me ver bonita para mim. Quando passei a enfeitar a casa e a mesa para mim. A cuidar do meu corpo e da minha mente para mim. A ser uma companhia querida e agradável para mim.
Sim, é válido e muito importante nos perguntarmos sempre: “Eu gosto de Fulano? Gosto da forma como Fulano me trata? Gosto de como me sinto quando estou com Fulano? Gosto de como me comporto? Mas, na mesma medida, será que você já se perguntou o quanto você se gosta? De que forma você se trata? De como você se sente quando a sua única companhia é você mesmo? De como você se comporta quando ninguém vê?”
Se você não se sente em paz com a sua própria companhia, confortável dentro do seu próprio corpo, preenchido com seus próprios silêncios, verdadeiro na sua própria pele, feliz simplesmente sendo você, sem máscaras, disfarces, justificativas e poréns, dificilmente você será uma boa companhia para alguém ou se sentirá confortável, preenchido, verdadeiro e feliz dentro do mundo, principalmente quando as necessidades de conexão e de pertencimento, inerentes ao ser humano, são tão grandes a ponto de nos afastar de nós mesmos, da nossa essência, dos nossos valores, das nossas buscas, de quem a gente realmente é.
Seja você a pessoa que você gostaria de ter como melhor amigo, aquela que você sempre deseja estar perto, que o faz sentir-se em que casa, que lhe traz paz, que lhe faz o bem.
No fim das contas, pessoas vêm e vão, mas você fica. Trate-se bem. Trate-se com amor. Você não precisa de ninguém para “salvá-lo” ou “fazê-lo feliz”.
Tudo bem, ninguém é uma ilha. É na conexão que nos reconhecemos e nos fortalecemos como seres humanos, mas você não precisa de nenhum salvador ou herói que não seja você mesmo. “Não há inimigo fora de ti.”
No final das contas, você não vai achar quem você sempre procurou, e sim se encontrar com alguém que sempre esperou por você.
No final das contas, tudo entra nos eixos… até lá, ria das confusões, viva o momento e saiba que tudo acontece por um motivo.
