Contas
Eu perdi as contas quantas vezes o meu entusiasmo, a minha gentileza, a minha polidez e o meu sorriso estiveram sob ataque até por parte de quem nunca vi na vida, mas eu escolhi resistir e evoluir.
Todos os dias me esforço para prosseguir com firmeza...
A Chuva Da Alma Cansada Que Faz O Ânimo Renascer
No fim das contas, todos têm as suas lutas; conflitos internos, as suas angústias; estão muito cansados; sofrendo muitas vezes em silêncio, sempre em busca de algo que os faça lembrar que estão vivos, que ainda vale a pena lutar.
Segue cada um com o seu propósito, resistindo o máximo que pode, caindo e levantando de novo, mesmo que não se ache forte o suficiente; quando precisa, Graças a Deus, tira forças, pois desistir seria pior alternativa.
Muitos têm a sua própria maneira de lidar com determinadas situações, inclusive com aquelas imprevistas, inevitáveis, que não conseguem mudar; nem sempre as circunstâncias serão favoráveis.
O lamento constante não adianta, não surte efeito e o choro não soluciona, mas a alma também se cansa e carece desabafar, então, ela se emociona e transborda e os olhos passam a chover — a chuva do chorar é a mesma que faz renascer.
"O segredo está em senti-las, não apenas entendê-las.No fim das contas, tudo o que elas querem é saber que não estão sozinhas."
No fim de contas, o silêncio e o tempo dão um simples passo para cada um ver onde realmente quer estar.
Às vezes, cansa, não é?
A mente corre atrás de mil urgências,
das contas, do tempo, de tudo o que o mundo diz que importa...
Mas, hoje, eu só queria te pedir um instante de silêncio, Deus.
No meio desse barulho todo,
eu percebo que a minha maior busca não é pelo que está fora.
É por aquilo que precisa de paz aqui dentro.
Eu busco a cura.
A cura para os cansaços que não se resolvem dormindo,
a cura para as pressões que eu mesma me coloco.
Universo, me lembre de desacelerar.
Deus, que o Teu abraço me mostre que,
antes de resolver o mundo,
eu preciso cuidar de mim.
Estou a caminho.
Devagar, mas estou indo.
Guia os meus passos nessa busca.
Seu patrão não vota por você.
Seu político não paga suas contas.
É você quem sente as consequências!
"Trilhões de dólares não entram em contas bancárias por acaso; eles fluem para onde há eficiência absoluta, escala global e tempo de tela."
Não existe ninguém totalmente certo ou altruísta; no fim das contas, cada um só se importa com o próprio umbigo.
No fim das contas, a gente passa tanto tempo tentando parecer forte que esquece o básico, quase infantil, quase óbvio, mas ainda assim tão difícil: abrir a boca e dizer. Dizer o que incomoda, o que pesa, o que lateja baixinho no peito como quem pede socorro sem fazer barulho. Porque tem dores que não gritam, elas sussurram. E são justamente essas que mais machucam quando a gente decide ignorar.
Eu fico pensando que amar, de verdade, não tem nada a ver com esse teatro bonito onde ninguém erra, ninguém sente, ninguém reclama. Amar é meio bagunçado mesmo, meio torto, meio cheio de pausas estranhas no meio de uma conversa que deveria fluir melhor. Amar é ter coragem de olhar pra quem está do nosso lado e dizer com uma sinceridade quase constrangedora: olha, isso aqui me doeu. Não foi grande coisa pra você, eu sei. Mas aqui dentro fez barulho.
Porque quando a gente não fala, a gente cria. E a mente, ah, ela é uma roteirista dramática. Ela inventa histórias, aumenta detalhes, distorce intenções. O que era só um incômodo pequeno vira uma novela inteira dentro da cabeça. E aí a gente começa a se corroer por dentro, como se estivesse sendo consumida por algo que poderia ter sido resolvido em uma conversa simples, dessas de fim de tarde, com um café morno e um pouco de coragem.
Tem gente que acha que amar é aguentar calada. Que é nobre engolir o choro, fingir que não viu, que não sentiu, que não doeu. Mas isso não é amor, isso é acúmulo. E tudo que acumula uma hora transborda. Não como uma poesia bonita, mas como uma ferida aberta, daquelas que já poderiam ter sido tratadas lá no começo, quando ainda era só um arranhão.
Amar, no fim, é quase um exercício diário de manutenção emocional. É perceber o pequeno antes que ele vire gigante. É ajustar o que está fora do lugar antes que a casa inteira desmorone. É escolher conversar mesmo quando dá vontade de se fechar. Porque se fechar parece proteção, mas muitas vezes é só isolamento disfarçado.
E eu digo isso como quem já ficou em silêncio quando deveria ter falado. Como quem já criou mil histórias na cabeça por falta de uma frase dita no tempo certo. A verdade é que não existe amor que sobreviva bem ao silêncio constante. O silêncio até acolhe, às vezes, mas quando vira regra, ele distancia.
Então, talvez o que realmente importe seja isso mesmo: sentar, respirar e dizer. Sem ataque, sem defesa, sem roteiro pronto. Só dizer. Porque amar não é fingir que nada dói. É ter coragem de mostrar onde dói, enquanto ainda é possível cuidar.
E se tem uma coisa que a vida ensina, meio sem pedir licença, é que sentimentos ignorados não desaparecem. Eles só mudam de forma. E nem sempre a nova forma é gentil.
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No fim das contas, aquela árvore foi mais leal do que muita gente ali. Porque ela nunca fingiu ser algo que não era. Já as pessoas… ah, essas fazem teatro melhor que muito artista premiado.
No fim das contas, o tal do extraordinário não chega fazendo barulho. Ele não entra pela porta com trilha sonora, nem traz um roteiro pronto digno de cinema. O extraordinário, esse danado, tem uma mania irritante de chegar quando ninguém mais está prestando atenção. Porque no começo é tudo espetáculo. É conversa até de madrugada, risada fácil, promessa que parece contrato vitalício assinado com caneta de glitter. É bonito, claro que é. Mas também é fácil. Fácil demais.
Difícil mesmo é quando o silêncio começa a aparecer sem pedir licença. Quando a rotina bate na porta e não traz flores, só boleto emocional pra pagar. Quando a pessoa já não é novidade, já não é mistério, já não vem com manual de encantamento automático. É aí que a coisa fica interessante. Ou melhor, é aí que a coisa fica verdadeira.
Porque veja só, ficar quando tudo ainda é bonito não exige coragem nenhuma. Qualquer um fica quando o amor ainda está em fase de trailer. Quero ver é permanecer quando o filme já passou da metade, quando você já sabe os defeitos de cor, o tom de voz, o jeito que irrita sem esforço. Quero ver olhar pra aquilo tudo e ainda assim pensar, tá, não é perfeito, mas é aqui que eu quero estar.
E tem uma rebeldia silenciosa nisso. Uma teimosia quase poética. Num mundo que ensina a trocar tudo na primeira dificuldade, escolher ficar é praticamente um ato revolucionário. É dizer pro universo, olha, eu sei que seria mais fácil começar do zero, fingir que nada aconteceu, investir em alguém novo com aquele brilho de novidade... mas eu não quero fácil, eu quero real.
Porque substituir virou hábito. Construir virou raridade.
E construir, minha querida, dá trabalho. Dá preguiça às vezes. Dá vontade de largar tudo e sair correndo feito personagem dramática de novela das nove. Só que aí vem aquela lucidez incômoda, quase uma voz interna meio sarcástica, dizendo: você acha mesmo que lá fora vai ser diferente? Spoiler emocional: não vai.
Todo mundo decepciona. Todo mundo falha. Todo mundo, em algum momento, vai ser exatamente o contrário da expectativa que você criou. A diferença não está em evitar isso, porque isso é impossível. A diferença está em decidir com quem você topa atravessar essa bagunça chamada realidade.
E quando eu fico, não é por falta de opção. Não é por medo. Não é por comodismo. Eu fico porque eu escolho. Porque eu entendi que o extraordinário não mora no auge, mora na constância. Mora naquele café meio sem graça de manhã, na conversa que não é épica mas é honesta, no gesto pequeno que ninguém posta, mas que sustenta tudo.
O extraordinário é olhar pra mesma pessoa, depois de tudo, e ainda reconhecer ali um lugar possível de ficar.
E isso, sinceramente, não tem nada de marketing. Isso é quase um milagre cotidiano disfarçado de rotina.
No fim das contas, eu descobri uma coisa meio inconveniente, dessas que a gente não posta em status porque não rende aplauso imediato: o que é rápido quase nunca cria raiz. E raiz, minha querida, é feio no começo. Não tem filtro que salve. É terra, é esforço, é tempo, é aquela sensação de “será que isso aqui vai pra frente ou eu tô só regando um problema?”. Substituir é elegante, é limpo, é quase coreografado. Você troca, recomeça, reinventa, e pronto, parece que resolveu. Só que não resolveu nada, só mudou o cenário do mesmo enredo.
Construir, por outro lado, é quase um ato de teimosia emocional. É acordar num dia meio sem graça e ainda assim escolher continuar. É olhar praquilo que já não tem mais novidade nenhuma e, mesmo assim, encontrar um motivo pra permanecer. E olha, permanecer não tem glamour nenhum. Permanecer não ganha curtida, não vira história bonita pra contar em mesa de bar. Permanecer é silencioso, é repetitivo, é quase invisível. Mas é justamente aí que mora o segredo que ninguém gosta de admitir: o que fica não é o que começa perfeito, é o que sobrevive imperfeito.
Eu ando desconfiando cada vez mais desse vício moderno de querer tudo pronto, leve, sem atrito. Parece que qualquer dificuldade já virou motivo pra desistir. Como se tudo tivesse que vir com manual, garantia e botão de desistir fácil. Só que as coisas que realmente valem alguma coisa não funcionam assim. Elas exigem presença. Exigem paciência. Exigem que a gente suporte o desconforto de não ter certeza.
E eu sei, dá trabalho. Dá um trabalho quase ofensivo. Tem dias em que dá vontade de largar tudo e escolher o caminho mais curto, mais simples, mais bonito na superfície. Mas aí vem aquele pensamento inconveniente de novo: o fácil não sustenta. O rápido não aprofunda. O imediato não permanece.
Então eu fico. Fico não porque é sempre bom, mas porque é verdadeiro. Fico porque entendi que construir não é sobre ausência de dificuldade, é sobre decidir que aquilo merece o esforço. E, no fim, é quase engraçado perceber que aquilo que mais cansa é exatamente o que mais cria história. Porque ninguém conta com brilho nos olhos sobre aquilo que foi fácil demais. A gente conta sobre o que resistiu.
E eu, sinceramente, ando preferindo o que fica. O que cria raiz. O que demora. O que exige. Porque no meio de tanta coisa descartável, ter algo que permanece virou quase um luxo emocional.
Agora me conta… você também tá começando a desconfiar do que é fácil demais?
3826 🤔 Também já disse e também estou só "repetino": Não tenho Duas ou Mais Contas aqui para tirar vantagem ilegítima. Essa vergonha não me atinge!
"Eu vou ter que prestar contas a Deus? Ainda bem que é a Deus e não a você. Então, se manca e Adeus!"
Texto Meu 0919, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
0304 "Meu 'Coquetel do Bom Viver' é formado por Saúde, Paz, Contas Pagas e Bom Humor! Obrigado aos que contribuem para isso!"
2025 📜 "Se tivesse duas, três ou mais contas aqui no Pensador, eu estaria sempre em destaque e em evidência, caso Curtisse meus textos mais de uma vez. Estaria também envergonhado, pois isso pode vir a ser Tentativa de 'Esperteza'. 'Esperteza' entre aspas, claro!"
2093 📜 "Deve haver justificativa para alguém ter duas (ou mais) Contas nesta Rede Social. Deve haver!"
