Constante
Ela é um mar de intensidade,
possui um amor constante.
Com a simplicidade
de um lírico afeto,
raro e abundante.
Os seus atributos são autênticos e notórios, bem humorada, marcante, um amor caloroso, constante, oriundo da sua alma, a simplicidade encanta os seus olhos, a fogosidade inspira o seu coração, sua presença dá sabor de sonho à realidade, promovendo ao seu lado, uma amável emoção.
Dessarte, a sedução que provoca, vem a partir da sua essencialidade e se espalha por sua tamanha beleza numa precisão fascinante de detalhes, delicadeza, formas, contrastes, cores, curvas, uma escultura repleta de vitalidade, veemência, doçura, arte bela da renascença, desprezá-la chega ser loucura.
Consoante a estas minhas palavras, penso que conquistá-la pode ser considerada uma proeza e tanto, sendo necessário enxergar mais do que está explícito, pois o toque físico não lhe é o bastante se não tocar também a sua essência, típico de uma mulher que sabe se amar e que é uma bênção.
Desejo flamejante, um jeito terno que cativa, fogo constante na sua essencialidade, chama viva de uma simplicidade intensa, curvas precisas, ousadia nos olhos, conduta atrevida, desconhecida do grande público, rara, excêntrica, graciosidade explícita, viveza nítida da renascença, que inspira e o desânimo afugenta.
Sejam irmãos de sangue, sejam os que da vida escolhemos, nem sempre a paz é uma constante, há risos e tormentos, mas aqueles são essenciais, bom não esquecermos.
Universo memorável, autêntico, de fartos encantos como uma fênix admirável que vive um constante renascimento, seu âmago é intenso, feito de amor, existe fogo e verdade nos seus sentimentos, destaque merecido, grandeza imensurável, um lindo esplendor entre a sua vividade, camadas, significados, claro que não é isenta de falhas, porém, é bem maior o valor inegável destas qualidades tão encantadoras, um pouco daquilo que pertence a sua verdade, uma singularidade transformadora.
Fonte de vida, a natureza em constante movimento como a movimentação de águas cristalinas e a desenvoltura dos ventos, uma renovação contínua e a cada estação, um renascimento.
Uma emoção deleitosa de tamanha expressividade, uma arte divina que está em constante movimentação, certamente, a vida está por toda parte por ser capaz de avivar, de gerar felicidade, o que já justifica a minha grande admiração pelo mar, que é mais do que uma bela paisagem.
Admirar e ser renovado é uma rica oportunidade, uma forma de sentir-se abençoado através da valiosa simplicidade num breve momento de muito significado, saboreando fragmentos de liberdade, um primor detalhado, uma benesse do Senhor, repleta de vividade e de um genuíno amor.
Algo indispensável para suportarmos as adversidades ao revigorarmos as nossas forças, admirando os simples detalhes que estão a nossa volta e em diversos lugares que importam de fato, que alimentam a nossa essencialidade, então, um bem bastante admirável de muita profundidade.
Minha mente não se cansa facilmente, está em constante atividade, muitas vezes é caótica com uma bagunça de pensamentos impulsivos que consideram tanto o lúdico quanto a realidade, por isso que alguns são tão emocionados, fantasiosos, fortemente expressivos numa vontade insaciável de expressar seu distinto universo que nem sempre é compreendido.
Pela bondade do Senhor, uma das formas que encontrei para aliviar minha psique inquieta, trazendo-lhe uma porção de regularidade e um pouco de equilíbrio, foi usar o caos a meu favor através da música, principalmente, a instrumental, ouvindo com atenção a harmonia amável das suas notas, uma sonoridade emocional que prontamente avigora.
Focado neste deslumbramento sonoro, relaxo por um certo tempo, meu pensar sente-se acolhido e ainda fico muito inspirado, faço versos simplesmente vívidos graças aos sentimentos sonoramente provocados, um laço recíproco, de bom grado, devido a inspiração resultante da exultação por uma melodia que gera uma poesia feita de emoção.
A incerteza é uma constante na gestão pública e na vida. Muitas vezes, somos levados a acreditar que só podemos agir quando estivermos completamente preparados, mas a realidade demonstra o contrário: é no próprio processo que adquirimos a experiência e o conhecimento necessários para lidar com desafios. A frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" ilustra bem essa dinâmica e se alinha diretamente ao conceito de planejamento situacional, desenvolvido por Carlos Matus.
Matus, um dos principais teóricos da administração pública na América Latina, argumentava que o planejamento tradicional, rígido e baseado na previsibilidade, falha diante da complexidade e da constante mudança dos cenários sociais e políticos. Em contrapartida, seu modelo de planejamento situacional propõe uma abordagem flexível, na qual a tomada de decisões ocorre de forma contínua e ajustável, à medida que a realidade se transforma.
Este texto explora como essa perspectiva pode ser aplicada à gestão pública, destacando a importância da aprendizagem em movimento, da adaptação constante e da necessidade de gestores que compreendam que a prontidão não é um estado prévio à ação, mas sim um resultado dela.
Portanto a frase “uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo” reflete uma perspectiva que ressoa profundamente com o planejamento situacional proposto por Carlos Matus, em sua análise da gestão pública, particularmente no contexto da incerteza, da dinamicidade e da complexidade dos processos administrativos e sociais. Essa ideia pode ser entendida como um convite à flexibilidade e à adaptação contínua, elementos centrais no pensamento de Matus e na prática da gestão pública.
Planejamento Situacional de Carlos Matus
Carlos Matus, um dos principais teóricos latino-americanos em gestão pública, argumenta que o planejamento tradicional muitas vezes falha ao tentar ser rígido e previsível, em um ambiente social e político marcado pela incerteza e pela dinamicidade. Ele propõe, portanto, o planejamento situacional, que se caracteriza pela adaptabilidade e pela flexibilidade do planejamento, permitindo que ele seja moldado conforme as circunstâncias e o contexto que vão se desenrolando ao longo do tempo.
O planejamento situacional de Matus coloca em primeiro plano o aprendizado contínuo, a tomada de decisões descentralizada e o reconhecimento de que, enquanto a ação acontece, a realidade vai se alterando, e isso demanda ajustes constantes. A frase citada está intrinsecamente ligada a esse conceito, uma vez que sugere que a "prontidão" não é algo a ser alcançado antes de iniciar a ação, mas, ao contrário, é um processo contínuo de aprendizado e adaptação.
Análise Comparativa com o Planejamento Situacional
Incerteza e Flexibilidade
Planejamento Tradicional: Muitas vezes, o planejamento tradicional parte da ideia de que é possível e necessário prever e controlar todos os fatores possíveis antes de agir. Esse enfoque tende a ser rígido e, portanto, falha em lidar com a imprevisibilidade dos processos sociais e administrativos.
Planejamento Situacional: A frase pode ser vista como uma metáfora para o próprio planejamento situacional, onde a prontidão não é um pré-requisito para começar, mas sim algo que se conquista ao longo do processo, através da interação contínua com a realidade que está sendo gerida. O planejamento se ajusta e evolui com a dinâmica do ambiente, o que reflete uma visão mais aberta e adaptativa da gestão pública.
Descentralização e Processos Iterativos
Planejamento Tradicional: Muitas vezes é centralizado, com decisões tomadas de forma hierárquica e linear, sem espaço para reavaliações contínuas ou ajustes no caminho.
Planejamento Situacional: O conceito de que a pessoa se torna "pronta durante o processo" se alinha com a ideia de que os gestores públicos aprendem e se adaptam ao longo do tempo. Não é preciso esperar um momento de perfeição ou "prontidão", mas sim agir de forma iterativa, ajustando-se conforme novas informações e desafios se apresentam. Este processo de aprendizado constante é fundamental para o planejamento situacional.
Processo de Ação
Planejamento Tradicional: Ação é vista muitas vezes como algo que deve ser conduzido conforme uma estratégia previamente estabelecida, com pouca margem para improvisação ou mudanças durante a execução.
Planejamento Situacional: Em contraste, no planejamento situacional, a ação e o planejamento se misturam. O planejamento é simultâneo ao fazer, e as decisões não são rigidamente preestabelecidas. Em vez de uma visão linear, a realidade vai sendo adaptada à medida que a ação acontece. A frase exemplifica essa visão, pois sugere que a pessoa adquire o conhecimento necessário para estar "pronta" ao agir e aprender no caminho.
Gestão Pública
Planejamento Tradicional: Em muitas administrações públicas tradicionais, a ênfase é colocada em estabelecer metas e controle rigidamente definido, com um foco na previsibilidade e no cumprimento de prazos de forma rígida. A gestão pública tradicionalmente busca criar um sistema em que os gestores sejam “prontos” antes de começar, com planos bem definidos e objetivos específicos.
Planejamento Situacional em Gestão Pública: Matus, por outro lado, advoga que o processo de gestão pública deve ser mais flexível e dinâmico. A frase citada reflete a natureza interativa e evolutiva da gestão pública no modelo de Matus, onde os gestores não estão “prontos” antes de agir, mas se tornam prontos ao enfrentar os desafios e aprender com eles ao longo do processo. Isso se aplica diretamente à gestão pública em contextos onde as condições sociais, políticas e econômicas são imprevisíveis e em constante mudança. Matus argumenta que um bom gestor público deve estar sempre aberto ao aprendizado, ajustando suas estratégias conforme o processo avança.
Sistemas Adaptativos
Planejamento Tradicional: A visão tradicional tende a adotar uma abordagem rígida e fixa, com etapas de planejamento seguidas de execução de forma linear e sequencial.
Planejamento Situacional: Matus vê o processo de gestão pública como um sistema adaptativo, no qual as decisões se ajustam às situações emergentes. A frase se encaixa aqui, pois sugere que a pessoa se torna “pronta” enquanto faz, ou seja, o processo de gestão pública deve ser um processo de adaptação contínua, onde a compreensão das realidades administrativas vai se aprofundando à medida que o trabalho é realizado.
Conclusão
Em suma, a frase "uma pessoa nunca está 'pronta' antes de começar algo. Ela fica pronta durante o processo" serve como uma excelente metáfora para o planejamento situacional de Carlos Matus na gestão pública. A ideia de que a prontidão não é algo que se alcança antes de iniciar, mas sim um produto do próprio processo, é uma chamada para a adaptação contínua e o aprendizado constante no contexto da administração pública. Em vez de buscar um planejamento rígido e inflexível, o planejamento situacional defende que a gestão pública deve ser conduzida de forma dinâmica, com ajustes constantes, à medida que o contexto e os desafios se desenrolam.
Esse modelo contrasta com o planejamento tradicional, que muitas vezes busca um estado de “prontidão” ou controle absoluto antes de qualquer ação, algo que, no contexto da complexidade e da incerteza da gestão pública, pode ser irrealista e contraproducente. A gestão pública, portanto, deve ser vista não como um processo de aplicação de um plano pré-existente, mas como uma experiência contínua de aprendizado e adaptação às necessidades e desafios emergentes.
Um dos grandes males da humanidade seja objetivar sua existência na constante de resultados fáceis, nós buscamos finais felizes, mais nos acomodamos com os fáceis.
Asa morena
Vem e me abraça!
A dor é pequena,
Mas constante, não passa!
O passado condena,
A alma estilhaça...
Felicidade, me acena,
Me enche de graça...
Não importa o quanto você faça, sempre haverá um 'mais' a ser feito, um lembrete constante de que o suficiente nunca é suficiente, entenda bem isso.
O destino é uma linha do tempo em constante mudança; a vida é a jornada que traçamos, e a morte, uma transição inevitável que nos lembra de viver cada momento com intensidade e propósito.
A vida é um aprendizado constante para nós valorizarmos e nos tornarmos atores principais das nossas narrativas.
Mesmo não sendo merecedor de tão grande amor, Deus nunca desistiu de mim, sua presença é constante nos meus dias.
Então nada temo, pois minha luta pode até ser de joelhos, mas ele me fará triunfar em pé.
Amém!
"Confiança, discrição e proteção constante, é a segurança de alto padrão para aqueles que prezam e valorizam o bem maior e essencial: a vida."
