Constante
Vivemos em constante conflito entre estabilidade e liberdade, desejos divididos sem solução definida.
Na sociedade pós-moderna, a pressão constante para se tornar um empreendedor de si mesmo gera uma cultura de busca incessante por sucesso e felicidade, promovendo uma visão extremamente individualista e egoísta.
Que este Dia dos Namorados seja um lembrete constante da beleza do amor, da força que ele nos dá e da alegria que traz ás nossas vidas. Que possamos, hoje e sempre, celebrar o amor em todas as suas formas, valorizando cada momento e cada pessoa que faz nosso coração bater mais forte. Afinal, o amor é o que nos move, o que nos completa, o que dá cor e sentido à nossa existência.
Estou aprendendo
A vida é isso aprendizagem
Não somos projetos acabados
Estamos em constante metamorfose
Em cada segundo a construção e descontrução da personalidade.
Somos produto de vários condicionamento
Envelhecer é inevitável, mas manter-se aberto à mudança é essencial.
Em um mundo em constante evolução, o maior perigo reside em tornar-se mentalmente obsoleto.
A capacidade de refletir sobre o passado e adaptar-se para o futuro é fundamental.
Reconhecer a necessidade de novas atitudes diante dos desafios contemporâneos é imprescindível para a atualização constante de nossas ações.
A constante necessidade de aprovação alheia também deriva da vaidade e das idealizações exageradas acerca da vida.
No entanto, assim como não temos a obrigação de corresponder às expectativas dos outros, eles também não têm a obrigação de corresponder às nossas.
Ademais, ninguém é capaz de suprir as demandas infinitas da insatisfação humana.
Muitos problemas decorrem do egoísmo e da ilusão de que os outros nos devem algo, como uma espécie de aprovação eterna e amor incondicional, que talvez ninguém possa oferecer por completo, pois todos nós temos limitações, dilemas e mistérios em nosso inconsciente.
O tempo existe e é uma constante onipresente neste universo.
Mas, ao mesmo tempo, para nós ele é uma ilusão.
Não o aceleramos e nem diminuímos a velocidade do tempo.
Não temos o tempo que passou e não teremos o tempo que não chegou.
Nem mesmo o tempo presente nos pertence, afinal que controle temos sobre ele?
Na verdade, o tempo flui através do INSTANTE.
Nossa existência nesta vida se resume ao instante.
Que o passado sirva como memórias e aprendizados.
Que o futuro nos permita planejar objetivos.
Mas que a vida seja VIVIDA no presente.
A vida não são as memórias passadas e nem os objetivos futuros.
A vida é o INSTANTE.
Saber utilizar as lembranças, desfrutar o instante e planejar os objetivos é o que permite aproximarmo-nos da plenitude existencial.
Viver é dor constante,
que nos obriga e nos faz distantes,
num desaba e reconstrói.
Dores edificantes,
amores desconcertantes,
o avesso é quem nos corrói.
O ser humano vive em constante estado alterado de consciência, seja por autoindução, seja por elementos externos, e isso se dá como maneira protetiva ou como ferramenta alienante.
Minha menina, meu amor, viver ao seu lado é um motivo de constante felicidade, é uma festa sem fim. Te amo!
