Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
A maioria das coisas importantes em nossa vida, nós escolhemos com base em uma aposta, e isso é apavorante para a maioria de nós!
É comum sentir-se perdido em determinados momentos da vida, seja na escolha de uma carreira, em relacionamentos ou em outras situações importantes. Nesses momentos, é importante lembrar que é normal não saber qual caminho seguir.Uma maneira de encontrar uma direção é refletir sobre as suas prioridades e objetivos. Pergunte-se o que é importante para você e o que você deseja alcançar na vida. Isso pode ajudá-lo a tomar decisões mais informadas e a encontrar um caminho que esteja alinhado com seus valores e metas.Lembre-se também que tentativas e erros fazem parte do processo de aprendizagem e crescimento. Não tenha medo de experimentar coisas novas e de cometer erros ao longo do caminho. Cada experiência pode ajudá-lo a aprender mais sobre si mesmo e a descobrir o seu caminho único.
A relação entre psicanálise e semiologia pode ser delineada a partir de uma interrogação central: como os signos revelam dimensões ocultas da subjetividade? Para Freud (2010), o sintoma é um substituto de algo recalcado, um signo que aponta para um conteúdo inconsciente. Do lado da linguística, Saussure (2006) inaugura a semiologia como ciência geral dos signos, compreendendo o signo como a união entre significante e significado. A articulação entre esses dois campos demonstra que a subjetividade se constrói na e pela linguagem, e que toda manifestação sintomática pode ser lida como signo.
Do artigo :A Linguagem do Inconsciente: Interfaces entre Psicanálise e Semiologia
- A ideia central é que sem uma experiência pessoal com Deus, é difícil falar adequadamente sobre Ele.
- A fé necessária é descrita como inabalável e envolve a compreensão de que tudo e todos somos deuses e que tudo foi criado por Deus.
- A noção aqui é que a experiência pessoal com Deus é um pilar central para a genuína compreensão e discurso sobre o divino.
- Sem essa experiência, a fala sobre Deus pode se tornar teórica e desprovida de vivência real.
Do livro: O poder da criação, de Nina Lee Magalhães de Sá
“A dor não é apenas um sinal do corpo é uma experiência que atravessa toda a existência.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá
“O cérebro não revela a realidade ele constrói uma versão possível dela.”
O Ser Humano como Sistema Integrado
Nina Lee Magalhães de Sá
“A mente nem sempre mente por maldade; muitas vezes, mente para proteger uma dor que ainda não encontrou palavra.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“O cérebro prefere uma resposta rápida a uma resposta profunda, mas é na profundidade que a consciência começa a se libertar.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“O viés é uma prisão silenciosa: ele não nos impede de pensar, mas nos faz acreditar que já pensamos o suficiente.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A memória não é um arquivo intacto; é uma narrativa viva que o presente reescreve todos os dias.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“Quando o ego está ferido, até uma pergunta pode parecer ataque.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A pressa é uma das formas preferidas da manipulação: quem decide com medo raramente decide com liberdade.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“A maior armadilha da mente é transformar uma interpretação em destino.”
A Mente Enganada — Nina Lee Magalhães de Sá
“Toda repetição dolorosa pede uma pergunta: quem em mim ainda observa a vida a partir da mesma ferida?”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A observação honesta é uma forma silenciosa de cura.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O ego espiritualizado é uma das máscaras mais sutis da vaidade humana.”
Do livro O Observador Interior, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Uma criança desatenta nem sempre está desafiando a autoridade; muitas vezes, está pedindo ajuda de um modo que ainda não sabe explicar.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“O TDAH não é falta de caráter, nem ausência de inteligência; é uma dificuldade real de organizar intenção, impulso, tempo e ação.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Diagnosticar TDAH não é preencher critérios frios; é escutar uma história de tentativas, fracassos, culpas e recomeços.”
Do livro TDAH: Déficit de Atenção, Distúrbio ou Apenas Distração?, de Nina Lee Magalhães de Sá.
