Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Ao longo da minha trajetória, busquei uma receita para o sucesso que fosse clara, fácil de lembrar e que pudesse dividir com meus amigos. Hoje, cheguei à seguinte percepção: Sucesso é igual a Informação + Análise + Reflexão + Ação!
Estar bem adaptado a uma sociedade doente não é sinal de saúde.
Se conformar em estar bem também é negligência quando não se assume o propósito de liderar crianças em terras sombrias, que as devoram, com a distração da responsabilidade de quem as, negligentemente, desumaniza.
O sol congelado
O sol se esconde atrás das nuvens.
Ele sente um eclipse chegar.
Uma metade congelou.
A outra oscilou.
O eclipse se afastou.
E o sol novamente brilhou.
O vento vai visitar.
O sol manda ele se acalmar.
A chuva chegou.
O brilho do sol se apagou.
Enfim, ela se cansou.
O sol está quase vendo um céu limpo.
Tempestade.
A sabedoria é uma mestra implacável que primeiro nos aplica a prova, para somente depois nos entregar o ensinamento.
A História é o agente do tempo, à ela nada escapa, é uma questão de pesquisa e tempo para elucidar fatos e trazê-los à tona.
Alguns "gênios" determinaram que o ser humano é uma folha em branco, onde escreve-se os valores das classes dominantes. No entanto, resistir e reescrever sua própria história é um ato revolucionário.
"Amei com a fúria de quem entrega as chaves e esquece de ficar com uma cópia.
No zelo de ser cais para o outro,
naufraguei em mim, deixando minha própria margem ao relento.
Odeio o rastro que os fins deixam:
esse eco de portas batendo em casas que ajudei a construir,
mas onde nunca fui o dono.
O medo, esse velho cúmplice, sorri no canto da sala,
lembrando-me de que, entre tantos 'adeus' que dei aos outros,
o mais doído foi o que sussurrei para o espelho."
Dos Meus Olhos Pros Seus
Demétrio Sena - Magé
Fotografar uma palha, um parafuso, um nó na madeira e uma gaveta velha, por exemplo, justifica um tratamento para que a palha, o parafuso, o nó e a gaveta ganhem contornos de arte além da fotografia, que já é uma arte. Refiro-me às edições manuais que acentuam, clareiam, escurecem e intensificam, sem descaracterizar o objeto ou o cenário. Sem distorcer ou subtrair em nada, sua originalidade.
Nada de inteligência artificial, porque inteligência artificial é simplesmente um plágio multi-fragmentado. Deixar que a IA faça por você o que seria um exercício a mais de criatividade, é fraude. A edição de fotos existe na própria câmera, desde os tempos analógicos, ou em aplicativos simples de edição, que oferecem as ferramentas; não a "mão-de-obra". A mão-de-obra é sua. O trabalho é todo seu, e se você não fizer bem, com olho clínico e talento, nada vai valer a pena.
Revisamos nossos textos, quando sentimos que falta algo. O pintor e o escultor dão retoques em suas obras, depois delas prontas. O pedreiro também. O cientista refaz experimentos em seu projeto, e seremos eternos, caso sigamos exemplificando. O fotógrafo também é assim, embora não seja obrigatório. Só não suporto que olhem para uma criação minha, crendo haver um só toque de IA.
Inteligência artificial não é inteligência. É o truque da preguiça de quem não quer usar o próprio cérebro. Nem as próprias mãos. Mas quer assinar o que não fez. Sempre me esmero para que os olhos gostem do que meus olhos olham... veem. E minhas mãos tratam com carinho, ética e critério.
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Respeite autorias. É lei.
Certa vez um camponês fez uma compra, foi-lhe entregue uma caixa vazia com um bilhete anexado discriminando os itens e a conta, o juíz chamou o louco da cidade para resolver o dilema, astuto e sábio, o louco convocou os envolvidos, lançou uma moeda de ouro em um recipiente de metal e disse ao vendedor: "pegue o tilintar da moeda como pagamento", e assim encerrou-se o caso.
