Conselho para uma Pessoa Orgulhosa
Ser família é mais do que um mero acaso biológico, é compartilhar uma essência intrínseca, pois vai além dos laços consanguíneos, habitando no âmago de cada indivíduo que escolhe intencionalmente trilhar o caminho do afeto, compreendendo que a verdadeira conexão transcende a mera origem e se nutre das escolhas mútuas de amar, apoiar e aceitar incondicionalmente, assim transformando a existência em um constante ato de pertencimento, uma sinfonia de almas que, harmoniosamente, escolhem fazer parte de uma família, não apenas por compartilhar sobrenomes, mas por se abraçarem na grande família humana.
O Criador está em você. O Criador está igualmente em todas as coisa, seres e fatos; é só uma questão de sintonia e consciência. Alguns seres são mais conscientes da sua divindade interior, e conseguem se alimentar desta fonte e viver por ela; assim, parecem estar vivendo e demonstrando algo de sobrenatural. Mas não há nada de sobrenatural; estão somente vivendo de acordo com as Leis Superiores e usando corretamente seus poderes interiores. O ar existe para ser respirado, mas é você que decide aspirá-lo. A eletricidade existe para ser usada, mas tem que ser dominada para que se possa ligar o botão e usá-la. Se a eletricidade não for ligada, não poderá demonstrar o poder que está esperando para ser liberado. O mesmo acontece com o poder Divino contido em você: Ele existe para que você possa usá-lo, mas depende de você apertar o botão para liberá-lo.
A vida é uma jornada imprevisível e repleta de emoções. À medida que seguimos nosso caminho, nos partimos com uma variedade de experiências, algumas delas alegres e empolgantes, enquanto outras podem ser desafiadoras e dolorosas. Essas emoções formam um espiral em nossas vidas, nos levando a altos e baixos que são inevitáveis. Embora existam momentos em que nos sentimos impotentes diante das circunstâncias, é importante lembrar que cada emoção que enfrentamos tem o poder de nos ensinar e transformar, se aprendemos a ressignificá-las.
Não podemos controlar todas as situações que a vida nos apresenta, mas podemos moldar nossa resposta emocional a elas. Quando confrontados com momentos de tristeza ou perda, é normal sentir-se abalado e vulnerável. No entanto, é crucial lembrar que essas emoções também são uma parte natural da existência humana. Negar sua presença pode levar a uma emoção de forte e bloqueio emocional.
Aprender a enfrentar essas emoções de frente, permitindo-nos senti-las sem julgamento, é o primeiro passo para a ressignificação. Em vez de omitir, devemos acolhê-las como uma parte essencial de quem somos. Cada emoção desempenha um papel importante em nossa vida, ensinando-nos a elevar os momentos felizes, a aprender com os desafios e a crescer através da superação de obstáculos.
Ao compreender que a vida é um espiral de emoções, percebemos que os sentimentos negativos também têm uma função. Eles nos mostram o que é verdadeiramente importante para nós e podem ser uma fonte de motivação para fazer mudanças positivas. Ao enfrentar a tristeza, por exemplo, podemos descobrir nossa força interior, aprender a pedir ajuda e apreciar a importância das conexões humanas.
Entretanto, é importante entender que ressignificar não significa esquecer ou negar as experiências que nos afetaram profundamente. Pelo contrário, trata-se de atribuir um novo significado a essas experiências, permitindo-nos aprender e crescer com elas. Podemos transformar a dor em sabedoria, a decepção em oportunidades de crescimento e a tristeza em compaixão pelos outros.
Ao longo do tempo, esse espiral de emoções se torna uma jornada de autoconhecimento e aceitação. À medida que ganhamos uma compreensão mais profunda de nós mesmos, desenvolvemos uma maior capacidade de lidar com os altos e baixos da vida. Isso não significa que não enfrentaremos desafios futuros, mas estaremos capacitados emocionalmente para enfrentá-los com resiliência e compreensão.
Essa caminhada nos ensina que na vida sempre vamos nos encontrar em meio a um espiral de emoções. No entanto, podemos aprender a ressignificar essas experiências, abraçando todas as emoções como parte da nossa jornada. Ao fazer isso, nos tornamos mais compassivos conosco e com os outros, encontrando força na vulnerabilidade e sabedoria nas adversidades. E, assim, seguimos em frente, conscientes de que cada emoção é um tijolo na construção do nosso ser, moldando-nos e nos guiando ao longo do nosso caminho do autoconhecimento e crescimento subjetivo.
O LUGAR DO SOL
Acordei hoje e olhei para um objecto tão simples como uma maçaneta de uma porta... E pensei que na vida há várias maçanetas e puxadores metafóricos para o nosso intelecto, para a nossa viagem... Há portas por toda a parte, em qualquer caminho que se percorra dentro desta casa tão grande que é a nossa vida e o nosso eu interior...
Para abrir uma porta é simples, basta rodar a maçaneta e empurrar, et voilá! já estamos na outra divisão da casa. Mas por vezes não parece assim tão simples, há portas emperradas e maçanetas cheias de ferrugem, portas que vão ficando rombas com o tempo, que para além de uma mão para a abrir é preciso o empurrão de um joelho ou uma palma da mão firme...
Quando precisamos de aceder aquela divisão da casa e a porta nos apresenta uma valente batalha o que fazemos? Desistimos? Damos meia volta e deixamos de fazer o que precisamos de fazer dentro dessa divisão da casa? Humm... Não me parece que ninguém o faça... Normalmente pegamos em nós e damos luta! Nem que para isso seja preciso ir à garagem buscar uma mala cheia de ferramentas essa porta vai ser aberta! Na vida devemos ter a mesma atitude. Se há uma porta que não se abre com um simples girar de maçaneta nós não nos devemos dar por vencidos. Vamos é pegar em todas as forças e ferramentas que viemos a acumular até hoje e vamos abrir essa porta. Há coisas para serem feitas nessa divisão da casa que é a nossa vida.
Por vezes somos postos à prova pela nossa própria vida. A maioria das vezes esta porta emperrada serve apenas para que se possa ver qual a nossa capacidade e mérito para lidar com o que está por de trás dessa mesma porta...
As portas foram feitas para serem abertas...
Raquel Ribau
16/06/2015
Ser feliz é uma opção.
Ser infeliz também.
Quanto tempo vc vai dedicar à sua infelicidade?
Quanto vc vai nutri-la?
Abraçar o perdão é abraçar a si mesmo.
Deixe as pedras da tristeza pelo caminho. Elas são pesadas demais.
O caminho pode ser longo, mas também pode ser muito divertido.
PERMITA-SE SUPERAR!
Quando uma ideia o deixa empolgado, mas você não dá vazão a ela, não raro essa ideia encontra voz por meio de outro criador. Não porque o outro artista tenha roubado sua ideia, mas porque a hora da ideia chegou.
Quando você chega aos 40 anos e daí em diante, você realmente amadurece de uma forma a enxergar tudo bem diferente, todos os erros que cometeu em situações ou momentos da vida, que se pudesse retroceder hoje, viver a mesmas coisas com a mentalidade que adquiriu, seria totalmente o oposto.
Até concordo que seria, mas, foram justamente estas experiências que te amadureceram ao ponto de hoje está refletindo, reconhecendo cada erro e buscando fazer o certo daqui para frente, na primeira oportunidade que lhe for dada.
Quando uma porta se fecha,
sinto a tristeza da alma vazia.
Imagino a dor na cravada da flecha,
que vem da solidão e dos amargurados dias.
É como um grito que ninguém ouve,
como um silêncio que nos torna insanos.
Sei que há lagartas cortando folhas
e raivosas tesouras abrindo o pano.
É como a tristeza, depois que o trem passa,
e a incerteza da dúvida se a angústiacessará.
É choro no embarque entre promessas
e a incerteza de quando a saudade gritará.
Quem nasce poeta, não parece ter uma vida funcional. Para o poeta, a vida é de outra natureza ergonómica.
