Consciente
Se liga vagabundo de farda,
Você atira e o futuro que trava,
Entre as leis da sociedade
Malucos te chuta e te mete a porrada.
Abraça a noite, repousa e sente o teu sábio inconsciente.
Ele guia-te e faz-te crescer com consciência.
Na simplicidade do meu ser;
Existem verdades de valor imensurável;
Que excedem o fato de apenas estar consciente.
Para entrar no inconsciente é necessário a posse da chave; no subconsciente basta empurrar a porta, e no consciente, a entrada é livre, porque a porta está sempre aberta.
Inconscientemente procuramos o tempo todo desculpas para justificar a nós mesmos que não podemos fazer algo que, consciente, sabemos que nos levará ao próximo nível, ao nosso sucesso, a nossa felicidade.
O Mundo De Sofia
(De Jostein Gaarder, por Marino, Ricardo, Rafael e Thiago)
O Mundo de Sofia, editado pela primeira vez em 1991, é um dos livros que continua a encantar todo o tipo de leitores. Mesmo depois de todo o êxito inicial e de se ter tornado quase de imediato um best-seller, continua a ser lido, hoje em dia, por milhares de pessoas, em particular por jovens. O autor, Jostein Gaarder, professor de filosofia do secundário, conseguiu de uma forma original desenvolver uma aventura cheia de reflexões e perguntas através da história da filosofia desde o princípio dos tempos.
O objetivo principal deste livro não é, segundo o nosso ponto de vista, relatar ao leitor a evolução da filosofia ao longo do tempo, mas sim fazer com que este não seja tão indiferente àquilo que o rodeia. Isto é conseguido através das respostas dos grandes filósofos às questões que sempre afligiram o mundo.
A capacidade de nos surpreendermos é a única coisa de que precisamos para nos tornarmos bons filósofos (...) E agora tens que te decidir, Sofia: és uma criança que ainda não se habituou ao mundo? Ou és uma filósofa que pode jurar que isso nunca lhe acontecerá?... Não quero que tu pertenças à categoria dos apáticos e dos indiferentes. Quero que vivas a tua vida de forma consciente.
Quem és tu?, De onde vem o mundo?, Haverá uma vontade e um sentido por detrás daquilo que acontece?, estas são algumas das perguntas colocadas a Sofia durante aquilo que irá ser um verdadeiro curso de filosofia. Este curso foi oferecido a Sofia por uma pessoa que ela não conhecia mas que acabou por se tornar rapidamente num grande amigo. Através dele, Sofia viaja até 600 a.c., onde encontra os primeiros filósofos, e a partir daí segue o rumo da história dos homens e o evoluir da mentalidade e do pensar filosófico. É por meio do seu professor de filosofia que Sofia conhece Sócrates, Aristóteles, Descartes, Spinoza, Kant, Hegel, Marx, Freud, entre muitos outros.
Mas a história de Sofia e Alberto (o seu professor) não fica por aqui. Ao mesmo tempo que se vai desenvolvendo o seu curso de filosofia, as duas personagens vão-se apercebendo da existência de outra realidade para além daquela em que vivem.
É uma história composta de muitas outras, que nos faz pensar se não seremos também nós apenas personagens duma história que um dia alguém escreveu. É nesta perspectiva que o autor faz aparecer na mesma realidade que Sofia personagens como o Capuchinho Vermelho, Aladino ou o João Ratão, todas elas criadas um dia por alguém que lhes era superior e que lhes restringia a existência a uma simples história infantil. Depois de criadas, todas elas são obrigadas a viver num plano de existência paralelo. O mesmo aconteceu a Sofia e Alberto, que no fundo não passam de duas personagens duma aventura na filosofia.
Nos é outorgado viver livremente, mas devemos saber que nos é delegado uma memória, que é dependente inconscientemente do que contruímos e da ânsia do que contruiremos, sendo primordialmente consciente do que estamos contruindo.
Todos os momentos da vida trazem consigo a oportunidade de expressar o sentimento que melhor define o seu eu interior. Esteja consciente para eles e saiba usá-los e lembre-se que o que você dá você há de receber.
Não existe o destino; Não existe nada que "era pra ser"; Tudo depende de sua própria vontade consciente, de querer que seja ou não.
Terra de ninguém
Os que moram lá no sul,
tem água pra dana!
Enquanto aqui no nordeste,
só vejo açudes a secar.
Uns falam de Francisco,
outros de João...
Enquanto aqui na minha terra,
Não vejo uma plantação.
Eles prometem melhorias,
nós finge acreditar.
Mais com o passar dos anos,
não vejo nada se concretizar.
Esperança eu tenho, de tudo melhorar..
Por isso, olho pro céu todo dia,
e rezo ave-Maria.
Ela hei de me salvar.
Que nada seja capaz de aprisionar nossos sonhos, que nossas derrotas, como vitórias, sejam o alicerce de nossos pés ao aprender, que trilhemos o caminho do conhecimento com verdade e discernimento.
Não deixe de expressão expressar, a libertação é um único dispertar, livre comunicar, incentivo a luta contínua.
Que não condicione a nos limitar, unicamente às "redes" que aparentemente nos adequamos sendo na verdade sutilmente adequados, colocados sobre o cabresto das rédeas, onde a teoria segrega as ações práticas, dando o falso sentimento de dever cumprido, não, não, estás sendo induzido !
Então reaja, antes que toda luta seja meramente resumida as linhas escritas, e a realidade fique cada vez mais distante, e nosso povo sangre, sangre, sangre e sangre, e continue a sangrar, e que por fim a história lembre de nós como a era dos covardes, os hipócritas da mediocridade.
Kaab
Nós não escolhemos onde nascemos, não escolhemos como, onde vamos morrer, mas de alguma forma renascemos todos os dias.
Kaab
Não vejo como é possível para um cristão pecar conscientemente, mesmo sabendo que nada, em toda a criação, está oculto aos olhos de Deus, sem que tal ‘cristão’ esteja bem longe de Cristo.
