Consciência

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⁠Mantra do Hinário Visão Neutra

[intro]

(Verso 1)
Caminho firme, alma desperta,
Respeito o mundo como ele é.
Não julgo o passo de quem erra,
Ofereço amor com lucidez.

(Verso 2)
Meu peito é casa de esperança,
Abrigo pra quem quer renascer.
No silêncio da mudança,
Eu escolho compreender.

(Refrão)
Amor que não pede troco,
É chama que acende no olhar.
Sabedoria no pouco,
Empatia é meu jeito de amar.

(Verso 3)
Eu abraço o claro e o escuro,
O riso e a dor que vem do chão.
Sou rio livre, sigo puro,
Sem prisão, só compaixão.

(Ponte)
Não há razão pra dividir
O que nasceu pra acolher.
O amor se torna um sentir,
Escolher e entender.

(Refrão final)
Amor que não pede troco,
É chama que acende no olhar.
Sabedoria no pouco,
Empatia é meu jeito de amar.
Meu amor é luz do coração,
É consciência em expansão.
(Letra de Paulo Cid)

Inserida por visaoneutra

⁠Às vezes uma coisa, Às vezes outra...

Às vezes os silêncios,
Às vezes as vozes, os cantos,
As vezes as cores, as vezes sem cores,
De vez em quando, sussurros, murmúrios.
A consciência acontece nos intervalos
Entre esses largos momentos.
Marta Almeida: 07/07/2025

Inserida por MartaStosAlmeida

⁠Habitar-se é um tipo de exílio sagrado!
Sinto como se não tivesse sido feito da mesma matéria dos outros.
Minha infância era um espelho embaçado,
onde ninguém parecia me reconhecer.
E compreensível ou não, as vezes ainda carrego a mesma sensação,
como se o mundo me oferecesse moldes
que nunca abrigaram a forma da minha alma.
Tudo em mim
sempre foi um pouco desalinhado,
como se eu dançasse um ritmo
que só meu peito escutava.
Descompassado ou não, era o espetáculo que eu entregava - sem holofotes,
Sem plateia, somente a alma.
Nunca vi como os outros viam.
O mundo me parecia um palco deslumbrante e distante
e eu, um espectador melancólico,
sentado à beira do próprio abismo,
tateando sentidos com olhos em carne viva.
Ainda assim,
sempre que alguém cruzava o meu destino,
eu me doava inteiro!
Sem reservas,
sem cálculos,
sem planos de fuga.
Investia o que em mim era força,
o que era luz,
e até o que eu sabia que me faria falta depois.
Porque amar, mesmo que em ruínas,
é para mim,
uma das formas mais sinceras de tocar a vida que se deseja.
Mesmo que por um instante,
eu me permitia vibrar naquela realidade sonhada!
Ali onde o toque era cura,
a presença era templo,
e o “agora” … bastava!
Mas depois do “até logo”,
a maré me levava de volta à margem de mim.
Fechava os olhos ao mundo
e encarava, no escuro,
as rachaduras que ninguém via.
Tentava, com as mãos nuas,
tapar os vazamentos da alma,
ainda que tudo escorresse pelas frestas do silêncio.
Às vezes parecia inútil.
Às vezes era mesmo.
Mas nunca deixei de tentar.
Nunca deixei de viver com tudo que carrego.
Porque, mesmo nos dias em que a existência dói,
ainda creio que viemos experienciar a vida!
E por inteiro!
Não só o riso,
mas também o pranto,
o vazio,
as perguntas que giram sem respostas, nem repouso.
Creio que todos os dias são bonitos.
Mesmo os que machucam,
os que confundem,
os que silenciam demais.
Bonitos porque existem,
porque me atravessam a alma,
e sobretudo, me ensinam!
Alguns chegam com flores,
outros com pedras,
mas todos me convidam a sentir.
E em todos,
me mantenho aceso.
Contudo, alguns são apenas sobrevivência,
tormenta mental sem fim triunfante,
um salto visceral para os corredores mórbidos das camadas que me compõem.
E então compreendo, em silêncio:
as partes que em mim se partiram
não pedem camuflagem,
pedem reconhecimento.
Como ensina o Kintsugi,
não é preciso ocultar a rachadura -
é nela que o ouro se deposita.
É o que rompeu que revela,
é o que feriu que desenha
a cartografia exata do que sou.
E talvez, a beleza mais honesta
não esteja na perfeição preservada,
mas na imperfeição assumida
e transformada.
Porque habitar-se é um exílio, sim,
mas é também a única forma
de não se perder
no mundo dos que jamais se permitiram sentir demais.
Nem sempre por vontade,
às vezes só por não caber em lugar nenhum.
E quando não se cabe,
volta-se.
Para dentro, para perto,
para algo que ao menos ecoe,
para onde a existência faça algum sentido - mesmo que breve.
É ali, nas entrelinhas do sentir e do viver,
no ateliê invisível do tempo,
que acolho meus cacos com reverência
e os ressignifico em arte —
não para esconder a dor,
mas para deixá-la visível,
abrilhatada com ouro,
com presença e vida.
- Por Daniel Avancini Araújo

Inserida por DanielAvancini

⁠Muitas vezes devemos esquecer o que queremos e encontrar o que precisamos.
Alguém que nos enxergue sem o peso de um rótulo ou classificação.
Que atravesse o visível para enxergar o invisível que em nós habita, a nossa essência, que normalmente é ofuscada pelas aparências e filtros de nossa percepção desatenta.
A própria substância que formata nossa Consciência, a alma que nos torna únicos, preciosos e sagrados.
Porque o sagrado e valioso vive dentro de nós, mas só se revela em totalidade para àqueles que estão predispostos a olhar atentamente.

Inserida por LucyMel21

Os que se imaginam tão sábios⁠ as vezes se surpreendem quando percebe que os inscientes também se realizam, e talvez sem nenhuma pretensão de status ou financeiro. Porque com dinheiro, qualquer pessoa realiza algo perfeito!

Inserida por IlzimarDantas

⁠Só entenderá o quanto pesa um fardo de responsabilidade quem o carrega, quem estar apenas olhando o tamanho do volume, ficará apenas levantando hipóteses e julgando que é leve.

Inserida por IlzimarDantas

⁠A arte e a poesia, são refúgios, são ferramentas de expressão que não só traduzem trechos de minhas emoções, mas também as redesenham em novas formas o que sinto.

Inserida por mileneabreu

⁠Embriaga-te de ti mesmo, de tua própria essência; então não terás de ser refém do externo.

Inserida por mileneabreu

⁠Talvez ela não esteja errada, e tampouco ele esteja equivocado.
E, é claro que não é uma coincidência, depois de tantos dramas, que eles tenham a mesma consciência.

Inserida por mileneabreu

⁠Quem pensa em si somente,
ignora a necessidade de um
mundo melhor para seus
descendentes.

Inserida por JoaquimGomesAlves

⁠Valorizar a vida é cuidar de si pra que tenha forças pra cuidar do outro e juntos serem a transformação que o mundo precisa conhecer.

Inserida por ErikaTerapeuta10

⁠Penso o quão ruim deve ser viver em uma gaiola, seja ela do tipo que for; gaiolas físicas, gaiolas de sentimentos, gaiolas de alma. E, definitivamente, as gaiolas invisíveis que nos cercam, das quais muitas vezes nem ao menos temos consciência de que nos prendem, são as mais devastadoras.

Inserida por pensador

⁠Qual é o papel de um educador?
Oferecer aos estudantes, total acesso à todas as narrativas possíveis no que diz respeito às questões da sociedade na sua complexidade política, cultural, social e econômica.
A partir desse movimento do educador, cada ser vai fazer as conexões dessas informações ofertadas com as suas inteligências múltiplas, e com isso será capaz de construir a sua própria liberdade, pautado numa consciência crítica com relação ao tempo e ao espaço, tomando sobre os seus ombros a sua própria responsabilidade enquanto sujeito histórico, participativo e decisivo na sua individualidade e na coletividade como um todo.

Inserida por pedro_de_alexandre

O conhecimento por si só é como uma semente, que se não plantada, jamais florescerá. LEAL, Abdiel.

Inserida por ableal14

⁠Abra o paraquedas da sua mente. Ninguém é verdadeiramente livre enquanto não souber aonde ir.

Inserida por ferscheuer

⁠Tem lutas que são muito solitárias e não adianta contar com apoio se as pessoas não estão preparadas para batalhar. Algumas não tem consciência. Outras não querem ter.

Inserida por alineguima

⁠As vezes o que você chama de problema, é apenas o resultado de suas ações.

Inserida por FabioFernandoGalvao

⁠Nós enganamos mais a nós mesmos do que somos enganados pelo mundo.

Inserida por carlos_alberto_hang

⁠Nossa geração não consertará os males da humanidade, mas, pelo menos, pode optar pelo lado certo da história.

Inserida por leo_da_silva_alves

⁠O meu sensorial está se subordinando à razão.
odeio tudo isso ,
os pensamentos são revisados pela verossimilhança da consciência, que quer interagir no mundo das ideias.
Fujo dessa realidade concomitante na necessidade em tê-la, ela me humilha mostrando sua superioridade, seu poder sobre mim e me vejo mais uma vez a segui-la.

Inserida por jennifernunes