Conquistar Menina que Ja tem Namorado

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MÁGOA

Você já é passado
que preciso esquecer
quando a mágoa é muito grande
faz o amor morrer.

A mágoa é um veneno
que extermina o amor
não existe nenhum antídoto
pra evitar esta dor.

Foi tão grande o sofrimento
que você me fez passar
parece que a ferida
nunca vai cicatrizar.

Sei que fui em sua vida
apenas mais um que passou
com tanta mágoa e veneno
um grande amor acabou.

Por tanta decepção
nenhum mal vou desejar
só espero que você um dia
também aprenda a amar.

Não me preocupo com a opinião alheia... já vivi para os outros... sofri tanto que morri... aí nasci para mim.

"Lutar por algo que já está perdido não é determinação, é estupidez."

⁠Na nebulosa da infância, a sensitiva já procurava bondade e beleza. Mas a bondade e a beleza são conceitos do homem. E a menina não encontrava a verdade e a beleza por onde procurava. Talvez porque já caminhasse fora dos conceitos humanos.

Já não consigo não pensar em você...

Decidi me entregar
Com toda alma e coração
E aceitar, que essa relação
Já tomara um caminho diferente
Mas o tempo passa e a nos enganamos.
Esperamos...
Como um beijo pode mudar toda a situação?
Palavras em vão,
Vazias,
mas cheias o suficiente pra ferir,
A vida passa,

O tempo muda,
No fim cada um colhe o que semeia
Não guardo rancor,
Eu aprendi ser amor.

Me namora

Lembro que te vi caminhar
Já havia um brilho no olhar
E junto com um sorriso seu
O teu olhar vem de encontro ao meu
E o meu dia se fez mais feliz
Mesmo sem você perto de mim
Mesmo longe de mim...

Eu fico o tempo todo a imaginar,
O que fazer, quando te encontrar
Mas se eu fizer, o que vai dizer?
Será que é capaz de entender?
Mesmo se não for eu vou tentar,
Vou fazer você me notar
Por isso eu vim aqui te dizer...


Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços, vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços, vem e me namora

Eu penso estar vivendo uma ilusão
Sem saber se me quer ou não?
Quem dera se a resposta fosse sim
Mas acho que já nem liga pra mim
Se for assim o meu coração
Sofre, só, sem você em vão
Bate mais triste, então...

Mas ele ainda pode se alegrar
Se de repente você reparar
Que com você também aconteceu
Que sente amor tão grande quanto o meu...
Abra os olhos, veja quem te adora
E sonha com você mundo afora
E volta só pra te dizer...

Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços vem e me namora

Me namora, pois quando eu saio, sei que você chora
E fica em casa só contando as horas
Reclama só do tempo que demora
Abre os braços vem e me namora
Eu quero dar vazão ao sentimento
Mostrar que é lindo o que eu sinto por dentro
Beleza essa que eu te canto agora
Abre os braços vem e me namora

Já me disseram que é preciso
criar algo para fugir da realidade
e foi assim que construi um mundo
inteiro paralelo ao cotidiano

'Um simples "até já" pode conter inimagináveis nuncas. Ou sempres. Nada é mais triste que uma fotografia alegre. Quantas despedidas podem estalar dali em diante? Nada pode vir a ser mais enganoso que um simples até logo.
Maravilhosa e cruel a vida! Tudo pode acontecer. As ligações, salvo poucas, fazem-se precárias e falíveis. Nosso destino é preso a acontecimentos não controláveis. Os impulsos, cansaços e as discordâncias são imprevisíveis. E geram despedidas antes inesperáveis. Ninguém sabe de quem se afastará. Nem quais as amizades e amores de toda a vida, nada obstante existam. Raros captam a dor que estala em cada hipótese de despedida. Separar-se contém sempre a hipótese da despedida. Por isso uma dor sempre se infiltra em cada afastamento. Algo se assusta, escondido, em tudo o que se separa. Ainda que para ir ali pertinho e logo voltar.
As grandes despedidas dão-se - contudo - sem que o percebamos. As que sabemos e sofremos não são despedidas completas, pois a saudade e a memória hão de trazer de volta o sentimento genuíno que agora causa dor. As grandes despedidas infiltram-se no cotidiano e nos atos corriqueiros de cada dia, sem serem percebidas. Muitos anos depois, vamos verificar que, disfarçadas em dia-a-dia, ali estavam e estalavam saudades antecipadas, vários nuncas dos quais jamais suspeitamos. Nunca se sabe onde está uma despedida. A não ser muito depois.

hoje tentando fazer uma poesia para te mandar lembrei que a poesia mais linda já avia sido feita você...

Em minhas digitais já tem um pouco de você

Já vivi muito… muito de muito e muito de nada…
Uma vida farta de nada e vazia de tudo… uma vida repleta de tanto na verdadeira imensidão do intenso, do abundante…
Já vivi sem ter sentido e já senti cuidando não ter vivido…
Já me apaixonei muitas vezes… Já me apaixonei por gestos, por sorrisos, por lágrimas… Já me apaixonei pelo verdadeiro, pelo inato, por âmagos não moldados…
Tudo o que é artificial, ajustado, abomino. Tudo quanto é genuíno e expressado com despretensão, apaixona-me…
Já fui tanto e tão pouco… Já fui de tudo um pouco… Já senti e vivi todos as sensações que um ser humano pode experimentar: já ri às gargalhadas até chorar de tanto rir; já chorei de pena; já chorei de morte; já chorei de alegria ao trazer um filho ao mundo…
Já sorri em vez de chorar, enganando o choro e enganando-me a mim… Já sorri pela felicidade do retorno dum sorriso…
Já sofri, sofrer de dor profunda, de dor intrínseca e enraizada… Já sofri sem saber porquê…
Já amei e amo… amor de amor, de dar sem pedir nem esperar… amor de filha, amor de irmã, amor de mãe, amor de mulher…
Já pedi, já implorei, já me humilhei… e de joelhos já supliquei…
Já corri até ficar sem fôlego e já corri em passos lentos sem sair do lugar ao sabor da vida e dos demais…
Esperar? Já esperei, desesperei… Hoje já não espero… a vida é uma espera constante e de tão constante ser, passou à certeza do certo… e o que é certo não é esperado…
Já quis ser e não fui e já fui o que não quis ser nem ambicionei… Já quis e não quis sem saber qual o querer…
Já dei pelo prazer de dar e já recebi sem esperar receber…
Já acreditei sem questionar e já questionei sem querer saber o porquê…
Já julguei sonhar acordada, mas os sonhos não existem… os proclamados de sonhos são meramente as vontades, os anseios não realizados… porque é tão mais fácil falar de uma utopia do que querer, lutar por concretizar o desejo… o sonho é o unívoco do querer e só deixará de ser sonho se houver vontade de querer e fazer…
Já olhei com olhos de ver, já julguei ver o que os olhos não viram e já olhei para o escuro e vi o que os olhos pensaram não ver…
Já fui abençoada com pessoas boas de índole pura, amantes da vida, do amor e do próximo…
Já cruzei com entes estranhos, ficcionando vidas que não são as suas ou não as podem ter, conjecturando realidades díspares das suas naturezas… perdidos sem quererem ser achados…
Já cruzei com a mentira, com a falsidade, aquela a que engana, atraiçoa, que não tem começo nem fim, que dilacera, aguilhoa com desdém, até com contornos de perversidade…
Já cruzei com a sinceridade e com aqueles que se dizem “demasiado sinceros” também… com a sinceridade que inunda a alma e me faz crer na vida e nas pessoas… àqueles que se dizem “demasiado sinceros” apelido-os de embustes do ser humano… não existe demasiado sincero, ou se é sincero ou não se é. A sinceridade só tem um peso e uma medida…
E hoje, que tenho hoje? Uma vida que me sorri e me envolve com os seus ensinamentos de todo um percurso caminhado perscrutando, observando e apreendendo todos os possíveis meandros, cantos e recantos do ser humano, em prol da felicidade… a minha felicidade e a dos meus…
Que retive da vida que passou por mim e da vida que agarrei de rédeas nas minhas mãos?
Aprendi que o amor se constrói, se edifica com o saber, com a coragem, a força, a luta diária, o acreditar, o dar e voltar a dar e se mais for necessário, novamente dar…
Que a felicidade nos pertence, que nasceu no dia em que nascemos, que é uma dádiva adquirida à nascença, que vive dentro de nós desde sempre… que emergirá e nos fará sorrir e dizer que experimentámos a felicidade, se e só se tivermos a capacidade de lutar e o querer de querer ser feliz…

Já não sei mais chorar, a dor me consome por dentro e até as lágrimas, fonte de desabafo, ela rouba de mim. Queria ser mais condescendente com você, mas continuo sendo humana demais para aceitar tantos maus tratos, queria que estivesses no meu lugar ao menos uma vez, e verias quão mal fez para mim!!

Quem sou eu?
Já me perguntei isso milhões de vezes... E claro tive milhões de resposta diferentes, porque estou sempre em processo de metamorfose...

Minha caneta já é fraca, meu papel é amassado, minhas palavras são borradas, por lágrimas e whisky.

Colcha de Retalhos

Vocês já reparam como a vida é feita de pequenos momentos? Alguns marcam, outros traumatizam, uns ensinam, mas a verdade absoluta sobre isso é que você não consegue excluir momentos, eles farão parte de sua vida, seja para o bem ou seja para o mal. E nem seria interessante excluí-los, afinal são eles que fazem de você o que você é hoje. Após cada experiência, você pegará o seu pedaço de pano e irá costurar em sua colcha de retalhos, goste ou não da experiência vivida.

⁠Não me dê rosas, me dê hortênsias!
Elas não tem espinhos e já são um buquê.

Eu não te conheço tão bem, mas já ganhei seu coração. Você parece tão distante, mas eu sei que posso te tocar em algum lugar. Eu sonhei com alguém assim, feito para mim. E você apareceu, e eu encontrei um lugar para me apoiar. Encontrei um alguém para cuidar do meu coração. E você fez, e continua fazendo isso a cada vez que diz que me ama. Você demonstra em cada detalhe de um 'eu te amo' o quando eu sou importante para você. Eu não quero te perder, demorei demais para te encontrar.. e agora, eu não vou suportar viver sem te ter.

Não sei o motivo das pessoas reclamarem do isolamento/distanciamento social, sendo que já era uma prática.
As pessoas praticavam quando, rejeitavam, menosprezavam e segregavam os seus próximos e os menos favorecidos!
Reflitam!

A internet é um mundo imaginário, no qual somos apenas copias de algo que um dia existiu ou já se foi embora. (M.P.P.)