Conquistar Menina que Ja tem Namorado
O mundo como o Enxergamos
Tem dias que me sinto um velho ancião, que já está aqui faz tanto tempo, que perdeu a noção do quanto. Olho o mundo e acho que está tudo errado, e que é tarde demais pra fazer alguma coisa. Penso que o amor morreu, que a esperança bateu asas e voou.
Em outros, acordo com a energia e os sonhos de um menino, acabando de chegar ao mundo, olho tudo e dizendo: "Que bagunça... Então mãos a obra".
E imediatamente começo a limpar, arrumar e tentar colocar tudo em seu lugar, sempre com um otimismo enorme de que tudo pode ser melhor, que as pessoas sempre são boas e que a amor sempre vence.
Tentei por muito tempo descobrir qual deles eu realmente sou. Até que um dia percebi que sou os dois, e que um prevalece ao outro conforme o sol ilumina a fresta da minha janela ao amanhecer.
O mundo é como o enxergamos e isso transforma nossa relação com ele.
Abre a janela, já que a porta está difícil de abrir. Talvez você tenha perdido a chave, talvez ela tenha ficado tanto tempo fechada que emperrou, enferrujou. Então abre a janela.
Deixa que entre o ar novo, tira esse cheiro, esse jeito de mofo, volta a enxergar de novo. Sai desse quaro escuro, renova esse ambiente sujo.
Vai, tenha coragem, dá só uma espiada. Mas depois escancara, pula para fora se for possível.
Sinta a luz do sol, olhe ao seu redor, há tanta vida lá fora. Há, lá fora, tanto esplendor!
(... Ou talvez abra um buraco na parede. Há tanta coisa sem importância guardada aí, há tanta coisa pesada, desajeitada, que não serve para nada... Certamente você encontrará algo para fazer de machado, de martelo, de enxada).
Ninguém aprende o que acha que já sabe. Seja melhor a cada dia. Faça o melhor sempre. Conviva com os outros, desenvolvendo relacionamentos capazes de oportunizar crescimento.
Mais um retrato da vida
Já passava das 22 horas e eles ainda estavam lá, sujos, maltrapilhos. Um, mais esperto que o outro, devia ser o mais velho. Uns dois anos de diferença, possivelmente. O outro, mais cansado, entretanto não com menos necessidade, buscava encontrar forças naquele a quem tinha como protetor. Com eles, só a esperança de concluir o trabalho: vender os latões vazios de margarina ou manteiga que ainda restavam sobre a carroça velha, puxada por um animal não menos faminto e cansado.
Podia-se perceber entre eles uma cumplicidade familiar. Aquele, o primeiro, protegia o menor como que se o quisesse livrar das amarguras do pesado serviço. Fez um sinal para que se deitasse em seu colo, mas teve seu pedido negado. Seria menos forte aquele que primeiro se entregasse ao cansaço.
Eram eles, duas crianças apenas, um com dez, aproximadamente, e outro com possíveis oito anos. Vinham famintos pela avenida, sendo constantemente ameaçados pela estupidez dos motoristas que por ali passavam, fervorosos por chegarem em suas casas e se deitarem nos lençóis macios e quentes, desejo esse que os impedia talvez de ver essa discreta crueldade pueril. Os pais? Não foram flagrados. Deviam estar em casa cuidando ainda da dúzia de filhos que tentavam colocar para dormir. Não tinham tempo. Precisavam dessa ajuda.
Eles iriam dormir? Sim, é certo que iriam, tão certo quanto não daria tempo de chegar em casa para relaxar. Mas... Já estão acostumados, afinal, a dormir num lugar amplo e livre - inseguro e desconfortável, é verdade -, que acolhe qualquer um que precise, sem distinção. Se já tiveram, em várias noites, o frio por companhia, nessa noite não haveriam de estranhar. Afinal, para que servem também os jornais? Melhor, porque amanhã não precisaram, ainda, vestir-se para o trabalho. Acordaram prontos, arrumados.
O interessante nisso tudo é que entre esses dois jovens trabalhadores, negros e pobres, havia algo de mágico, algo capaz de mover céus e terra e tornar a todos mais humanos e fraternos. Entre eles podia-se ver cumplicidade. Entre eles podia-se ver amor.
Estás indecisa quanto ao nosso amor, eu sei que não sou o teu primeiro amor.
Você já amou antes e aprendeste muito com as expectativas adiadas e com os fracassos... enfim... com as desilusões.
Tens medo de me entregar o teu coração, dizes que não sou homem sério em parte deves estar certa, por que foi essa impressão que eu causei em ti.
Mas,
Lembra que seriedade não é andar com o rosto trancado,
Mas ser eficiente nas exigências da vida...
Capaz de te fazer feliz eu sou, vontade de te levar ao altar eu tenho e vou lutar para isso se torna realidade.
Podes não se dar conta,
Mas eu combino bem contigo,e o teu lugar é ao meu lado infelizmente você não vê isso.
Estás a espera que eu desapareça no decorrer do tempo,para que depois possas te arrepender das tuas decisões.
Só que já será tarde, uma vez aplicada a lei do anulamento do produto já não de tem volta, a solução é partir para um novo amor.
Flores no meu jardim já não secam mais
Elas são regadas por lágrimas de quem se opôs
Dores que já senti, hoje não sinto mais
Desde o pedido que cê me propôs
Tem gente que te faz desistir
Tem gente que tenta te deter
Esse tipo de gente já morreu pra mim antes de deixar de viver.
Deixa eu te perguntar uma fita,
Já se sentiu sozinho de verdade
Olhou ao seu redor
Com uma sensação esquisita
Contou no dedo os que são de verdade
E quando mais precisou não recebeu uma visita?
Já é dia
Surge o sol
canta o galo
levanta o trabalhador
cheira o café
acordam as crianças
quebra-se o silêncio
abrem-se as portas
parte o trem
chega a esperança.
Até que os ventos já não passem
A lua não se escondesse
O sol não se ilumina-se
Mais o amor que sinto por você esse sim, jamais vai acabar
Te amo muito
Já ouvi dizer que a vida é simples: é tomar decisões e não se arrepender; Até concordo, porém é fácil tomar uma decisão, difícil fica depois!
Sim, você será amanhã, exatamente o que você está sendo hoje; sabe por quê?
Porque o amanhã, já é hoje!
Eu sei que você já ouviu milhões de vezes: “a vida é curta”, mas por favor, deixa eu te dizer mais uma vez, para jamais se esquecer: a vida é curta demais e não podemos perder um minuto dela; não tenha medo de errar, você está vivo e isso serve para viver, então faça valer, porquê a felicidade pode te pertencer, mas isso depende exclusivamente, e somente: de você!
