Confusão
Sua boca era minha confusão. Em seus lábios me sentia em uma intensa rebelião, de sentidos, de sorrisos e de verdades. Tudo o que eu tinha como concreto, perto de ti se desfazia, e se transmutava em perguntas. E as poucas respostas que possuía, você as consumia, com apenas o roçar de sua língua em minhas vontades.
Todas as coisas que escrevo me rende uma boa confusão de pensamentos, noites sem dormir, algumas doses de tequila e alguns cigarros.
Às vezes sei que é difícil.
Estamos mais da metade e paira uma certa confusão.
Moço ou velho?
O que sei e bem é que mudanças existem em mim.
Hormônios, metabolismo, conceitos, preferências, escolhas…
Por vezes eu mesma fico na berlinda.
O importante é que guardo em mim muito do que fui.
Responsabilidade, chatice , alegria (nem sempre tão freqüente) e vontade de estar sempre fuçando coisas novas.
À espreita sempre aquele muro alto que me enfrenta e eu penso em pular.
De um lado a vida vivida,
do outro o novo – fascinante e tentador.
Me arremesso, pés no chão e toco o bonde.
Carrego coragem e medos normais.
Sou feliz?
Não importa!
O que posso dizer é que há ainda muita vida a ser vivida.
Da melhor maneira.
Agradecendo mais do que pedindo.
E vamos que vamos.
“Queria que em um dia qualquer, toda essa confusão acabasse e tudo voltasse a ser como antes. Mas, e o que eu faria com as confusões de antes?”
E toda essa confusão de gostar, se apaixonar, amor, amar ... Parece que esse tal de coração adora brincar.
"E no meio dessa confusão alguém partiu sem se despedir; foi triste. Se houvesse uma despedida talvez fosse mais triste, talvez tenha sido melhor assim, uma separação como às vezes acontece em um baile de carnaval — uma pessoa se perda da outra, procura-a por um instante e depois adere a qualquer cordão. É melhor para os amantes pensar que a última vez que se encontraram se amaram muito — depois apenas aconteceu que não se encontraram mais. Eles não se despediram, a vida é que os despediu, cada um para seu lado — sem glória nem humilhação..."
É esse tal medo
E essa tal de confusão
Vestígios de dores, sei...
Escondidos no coração
Então, vamos crescer?
Sei que está na hora
Mas não grite para mim:
''O tempo é agora!''
Já se foi o tempo
Em que eu falava de dor
Mas minhas poesias tristes
Sempre tiveram uma pitada de amor
Você diz pra mim:
''Venha, pegue minha mão.''
Pego sim, mas tenho receio
De enfrentar de novo a solidão
Esqueci de dizer que te amo
Mas você conhece meu sentimento
Te vejo por todos os lados
E não te esqueci nem por um momento
"Tenho confundido ‘eu’ com ‘nós’. Mas essa confusão só me acontece porque eu tenho certeza de tudo que eu sinto." -
Temos que chegar a conclusão de que o planeta está em toda essa confusão, porque o ser humano é avesso à ética.
Eu queria era expulsar vocês dois da minha vida, acabar com essa confusão, mas não dá. Posso até expulsá-los do meu campo de visão, meu circulos de amigos e contatos do meu celular, mas não posso expulsá-los do meu coração, pelo menos ainda não sei fazer isso, me falta experiências nesse assuntos , não sei mandar em meus sentimentos, quer dizer, posso até mandar, mas eles nunca obedecem.
Desconhecidos se misturam em uma confusão de cores e sons distinguidos apenas pelos passos. Eu sou apenas mais uma completando a variedade de tons de peles e cabelos que se difundem em meio à multidão das cidades.
A incerteza não é confusão nem razão. Assim é o amor, não cresce como uma árvore, mas ergue fronteiras onde floresce a felicidade uma alegria constante.
A simplicidade não é humildade embora seja confusão em mentes desgarradas a humildade caminhar a passos com ignorância.
Nunca mais sofrerei de confusão:
Mar
&
Amar.
__Porque sou Amar(é), nímios suscetível a sol e lua.
Leonice Santos................... 🌞🌝🪐🌟🌌
