Conforto da Morte de um Filho

Cerca de 477598 frases e pensamentos: Conforto da Morte de um Filho

OPINIÃO
O saber está para a informação como a opinião para a ignorância.

Inserida por antoniojusto

COVID - 19
⁠Eu sempre desconfiei de muitas medidas do confinamento, apenas tomei a sério o vírus! No reino da opinião todos ralham e todos têm razão!

Inserida por antoniojusto

⁠O MAL
Deus serve-se do mal como o lavrador se serve do estrume para adubar a terra.

Inserida por antoniojusto

FANATISMO RELIGIOSO E ATEU

É triste verificar-se que o fanatismo não tem fronteiras! O fanatismo é prisioneiro do contra e cava a própria trincheira no que julga ter de ser o bem do outro; daí criam autoestima gerada pelo sentimento de se poderem autodefinir no declarar-se contra o outro. A necessidade de definir-se, é por vezes tão precária que torna o fanatismo num "bem-comum" de ateus, teimosos e crentes religiosos e seculares!

Inserida por antoniojusto

MULHER RAINHA

⁠Metade do mundo são mulheres, a outra metade filhos delas—e ainda assim os homens pensam que mandam

Inserida por antoniojusto

EMOÇÃO E PENSAMENTO

A sinceridade emocional alivia o sofrimento do pensamento complexo mas, as narrativas públicas são para se questionar, não para se crer."⁠

Inserida por antoniojusto

SOLITUDE
Com Deus ao meu lado, preservo meu ser; navego contra a enxurrada do pensamento feito, sozinho, mas nunca solitário.
Mais conciso:
Com Deus ao meu lado, preservo minha ipseidade; sozinho, mas nunca solitário.

Inserida por antoniojusto

⁠DEMOCRACIA?

Quando os valores são armas, a democracia destrói nações para salvar o seu império.

Inserida por antoniojusto

⁠A fé pode não sobrepujar o assombro da ignorância humana, mas é guerreira o bastante para desafiar o impossível.

Inserida por Mugdeburg

Quanto à existência, sempre está em comunhão, nada é em vão.

Inserida por Mugdeburg

Antes de sermos escolhas, fomos circunstâncias

É que o impossível só demora um pouco

Inserida por ssolsevilha

Mais Que Diamante

Ela fez da dor mais um motivo pra não desistir
Ela não deixou que a tristeza
Ocupasse um lugar do seu sorrir
Ela se fez forte
Quando o mundo ao seu redor caía
Ela enfrentou a escura noite, viu raiar o dia

Mãe, sua estrutura é reforçada
Por Deus foi testada, resistente és
Mãe, que nunca fugiu da batalha
E mesmo ferida, não perdeu a fé

Mais que um diamante é o seu valor
Em todos os desafios você se superou
Guerreira do senhor
Seu coração de mãe quase parou
Você tem tanta força e provou

Mãe, você e forte, você é forte
Segura firme em minhas mãos
Mãe, você é forte, você é forte
Meu exemplo de superação

Inserida por daniloekarinaoficial

⁠Um dia as mascaras irão cair e todos irão perceber que o lobo nem sempre é o vilão e que a ovelhinha nem sempre é a mocinha.

Inserida por velhopoema

⁠O coração é como um lutador, que mesmo todo arrebentado e sem forças ainda continua batendo.

Inserida por velhopoema

⁠A vida é um grande talvez e não sabemos o que acontecerá amanhã. Mas hoje... hoje eu só quero esquecer.

Inserida por eliottross

⁠E eis que é assim o ser humano, dotado de mistério e imprevisibilidade, vivendo um incompreensível fenômeno chamado vida, dentro de um universo completamente adoecido.

Inserida por RosalbaSaraiva

A POESIA DE CADA UM


Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?

Há um poeta em cada homem!

Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.

Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.

Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!

Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!

Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!

Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.

Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;


É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!

Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.




IMPRESSÕES DA PRAÇA

Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.

Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.

Velha praça,
De novas emoções!

Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.

Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.

Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!

Santos, Praça Rui Barbosa - 1980

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.

Inserida por SergioDiniz001

Gotas de inspiração


Abro minhas mãos para o mundo
Ofertando um feixe de luz.
As gotas da última chuva,
Incidindo sobre as palmas
Destas mãos em oferta,
Descerram pequenino arco-íris
Que, num arco sobre o mundo
Colore as paletas dos artistas.

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.



O cerne e o rosto

Velho rosto
Vetusto cerne;
Há em ambos
Linhas do tempo.

Na vida vegetativa
O tempo sulca a inconsciência;
Na vida humana
Sulca o tempo a consciência.

Em cada face
As linhas contam anos:
No cerne resplandece a Terra;
No rosto resplandece Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


Revelação

Quis um dia palpar nuvens
Represar lágrimas do céu
Prender raios de sol;
As nuvens se desfizeram
As lágrimas o chão secou
Os raios a noite levou.

Quis um dia cantar a liberdade
Ensaiar o bailado dos pássaros
Voar o voo do condor;
A liberdade bailou com os pássaros
O condor voou com as nuvens.

Quis um dia sonhar com Deus;
Acordei e vi somente o homem,
Mas, vendo apenas o homem,
Vi também a mão de Deus!

COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.


ESTRADAS

Sou viajante peregrino
Em terra de todos
E de ninguém;
Viandante do pó
Andarilho da esperança
Caminheiro das estradas
Buscando...

Ao acalento do sol
Ao frescor das chuvas
Ao canto da natureza
Caminho entre hinos da vida.

Romeiro dos templos humanos
Contemplo maravilhas
E misérias,
Na confusa amálgama
Dos pensamentos.

As estradas as conquisto
Com minhas pegadas ocres.
Deixo em cada curva
Pedaços de histórias:
Planto cruzes
Colho dúvidas
Recolho restos
Junto fragmentos.

Sou viajante peregrino
Apoiado no bastão
De minha vivência.
Andante solitário,
Buscando...

Inserida por SergioDiniz001

⁠Estudar para quem amamos nos motiva e alimenta. Mais um ciclo completando-se rumo ao doutoramento. Não importa quanto tempo leve. A paixão pelo Conhecimento nos move, apesar de tudo e tantas perdas.
Epistemologia na veia nos ensinou o maior sentido da vida: Ser Feliz todo dia! Isso é o que importa.

Inserida por JAugustoMaiaBaptista