Conforto da Morte de um Filho
A proatividade é um pré-requisito inegociável na Defesa Civil, sobretudo na Gestão de Riscos.
Se essa habilidade ainda não faz parte do seu repertório profissional, há duas possibilidades: Você está falhando gravemente ou a Defesa Civil não é o lugar certo para você.
A DIVISÃO DA TURMA
Quando a turma começou
dava gosto até de ver
Era aluno pra todo lado
só faltava ão caber
Mas conversa era tanta
não dava pra se entender
O tumulto era tão grande
era muito até demais
o prof pedia silêncio
aí que "zuava" mais
o jeito foi dividir
pra poder estudar em paz
Na lista da chamada
era quase cinquenta alunos
os estudiosos sentavam na frente
e os bagunceiros iam pro fundo
teve que dividir a turma
e separar todo mundo
Apesar de tudo isso
nossa turma é legal
animados no cordel
nos sentimos genial
mas se falar em escrever,
não queremos nem saber!
A maioria maciça de vocês, adia o caminho para evolução, deixa sempre para amanhã o compromisso com seu próprio crescimento na carne, amanhã, semana que vêm, mês que vêm, ano que vêm… E o dia de assumir o compromisso com a espiritualidade nunca chega.
Mas para que haveria de chegar? Todos acreditam que são boas pessoas, tão extremamente boas que além das portas dos céus estarem abertas, o próprio Cristo vai as receber com condolências.
Analisem seu próprio interior com a luz da verdade, sem maquiagens, quem você realmente é? O que você realmente faz de benévolo? Para quais pessoas você realmente estende a mão?
Você é daqueles que faz o bem acreditando que assim está comprando sua morada no céu? Você é daqueles que vai em eventos de caridade para que os outros vejam quão bom você é? Você é daqueles que dá moedas ao mendigo apenas por que tem medo de ser atacado?
Saiba que Deus sabe quem você é por baixo de suas máscaras, caridade em troca de algo não é verdadeira caridade.
'Ah, mas eu não tenho dinheiro para ajudar ninguém, se Deus me fizer ganhar na Mega Sena eu vou ajudar muitas, muitas, muitas pessoas’, vai mesmo meu filho? Porque vejo você renovando o guarda roupas, vejo você mobiliando com tudo que há de melhor a sua nova casa, vejo você de queixo erguido dirigindo seu novo carro, vejo você comprando malas e passagens para conhecer o mundo. E a caridade que mentisses que farias, quando rogasses ao Pai que lhe enchesse seus bolsos de dinheiro, se resume a poucas moedas dadas no sinal, a contra gosto.
Caridade não se faz com dinheiro, caridade se faz com amor, amor a Deus, amor aos seus irmãos, amor aos que necessitam mais que você. Muitas vezes um sorriso, um abraço, uma palavra de conforto, alegram mais a Deus do que valores financeiros que você doa sem luz alguma, apenas para pagar uma parcela da casa que achas que estais comprando no céu.
Quantos erros meus filhos, o que esperar de pessoas que não amam nem a si mesmas? Para amar o seu cônjuge, para amar seus filhos, para amar seus irmãos, é preciso primordialmente amar a si mesmo, amando a si, aumentas a fagulha Divina que habita em vós, e assim, irradiando de dentro para fora, podes distribuir amor e luz a todos a sua volta.
A principal caridade é feita de você para você mesmo, tendo carinho, zelo e respeito por seu próprio corpo, a morada transitória de sua alma.
A doação que intentas fazer em favor do próximo, deve acontecer quando estiveres preparado, estudando, orando, entregando-se cada vez mais a luz, por livre e espontânea vontade, apenas por amor sincero essa depuração te engrandecerá.
Não percas tempo formulando desculpas para seus erros, suas faltas, seu vazio. Encare-se de frente, à luz da verdade, todos carregam seus ‘demônios’, todos têm suas sombras, todos têm inúmeros defeitos, não finja que seus erros não existem, ao contrário, olhe profundamente cada erro seu, se resigne com o que não pode ser mudado ou desfeito, e para todas as falhas que podem ser melhoradas ou solucionadas, esforce-se incansavelmente para alcançar este feito.
Reforço, a maior caridade que se pode fazer é para consigo mesmo, se auto conhecer, se melhorar, crescer como humano. Vocês, meus filhos, estão neste Planeta azul para evoluir, trilhando vagarosamente, passo a passo, em direção ao Pai Maior, e assim, tanto quanto os anjos de luz que os guiam, um dia serão vocês a ganhar suas asas, não apenas para voar até Deus, mas também para voar de volta à Terra, e com suas asas abraçarem aqueles que sofrem e iluminarem seus corações.
Creiam, meu filhos, a fé produz milagres todos os dias, e valorizem quem vocês são, pois além do amor incondicional que Ele tem, são vocês o principal milagre Dele.
O mundo está perdido porque o amor só acontece quando nos é conveniente, obrigado ou quando mexe com nosso orgulho.
Como algo pode ser duas coisas ao mesmo tempo? A função do sol é clarear e esquentar, porém, na beleza de um dia frio, qual é o seu papel se não apenas clarear? Mas mesmo assim ele da espaço para a lua, porque então, não faz os dois papeis? Por acaso não é capaz de se escurecer? Da mesma forma que Jesus sendo o próprio Deus, como pode ser seu proprio filho? Ele exerce ambos os papeis ou da espaço para seu segundo Eu atuar? Creio que na arrogância do nosso pensamento temos a tendência de querer entender três seres em um. Mas mal reparamos que todos queremos formar uma unidade com o próximo. No casamento o homem e a mulher se tornam uma só carne mas mesmo assim possuem dois corpos, e isso é bom, pois quem os esquentaria em um dia frio? O que os liga? Será suas atitudes que andam conjuntas e não se contradizem? Temos apenas uma opção para entender esse mistério, a qual se baseia em questionar a si mesmo, coisas como: O que você pediria a Deus e o que você pediria a Jesus? O que você pediria a ambos?
Chutar o pau da barraca coisa é para os fracos do passado, da época dos acampamentos. Hoje, a maior demonstração de virilidade é chutar a coluna do edifício e correr para não morrer soterrado. Detalhe: com o pé quebrado, se conseguir ou não fazer desmoronar a estrutura.
Mais Que Diamante
Ela fez da dor mais um motivo pra não desistir
Ela não deixou que a tristeza
Ocupasse um lugar do seu sorrir
Ela se fez forte
Quando o mundo ao seu redor caía
Ela enfrentou a escura noite, viu raiar o dia
Mãe, sua estrutura é reforçada
Por Deus foi testada, resistente és
Mãe, que nunca fugiu da batalha
E mesmo ferida, não perdeu a fé
Mais que um diamante é o seu valor
Em todos os desafios você se superou
Guerreira do senhor
Seu coração de mãe quase parou
Você tem tanta força e provou
Mãe, você e forte, você é forte
Segura firme em minhas mãos
Mãe, você é forte, você é forte
Meu exemplo de superação
Um dia as mascaras irão cair e todos irão perceber que o lobo nem sempre é o vilão e que a ovelhinha nem sempre é a mocinha.
A vida é um grande talvez e não sabemos o que acontecerá amanhã. Mas hoje... hoje eu só quero esquecer.
E eis que é assim o ser humano, dotado de mistério e imprevisibilidade, vivendo um incompreensível fenômeno chamado vida, dentro de um universo completamente adoecido.
A POESIA DE CADA UM
Levantem-se, poetas!
Por que esconder tanta beleza
Lacrada em ignoradas escrituras?
Há um poeta em cada homem!
Poesia não é a linha escrita
As frases montadas
As palavras difíceis
O sentido oculto.
Poeta não é o escolhido
O culto
O esquisito
O admirado
O discutido.
Poesia não é a face voltada
Ao pobre
Ao rude
Ao oprimido;
É algo simples,
Universal!
Poesia é do operário
Do pedreiro
Do Lixeiro
Do marceneiro
Do agricultor!
Como é dos médicos
Dos advogados
Dos engenheiros
Dos psicólogos
Dos professores!
Nas mãos do culto
É nota afinada;
Nas mãos do rude
É nota dissonante,
Sem deixar de ser poesia!
Poesia é a oitava do maestro
O tinir de instrumento do ferreiro.
Está nos livros adornados a ouro
E no papel de embrulhar pão;
Na eloquência do orador
E na mudez do flagelado.
Poesia é a flor do jardim imperial
E a flor do túmulo sem nome;
Está nos teatros
E está nos campos;
É a chuva
O sol
O arco-íris;
É a lama
A escória
O temor!
Quanta poesia há
Num mendigo que olha pro céu!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
IMPRESSÕES DA PRAÇA
Velha praça de imortal nome!
Encruzilhada de destinos
Que correm paralelos
Ou se entrecruzam
Em eventuais encontros.
Velha praça de imortal nome!
Onde os pássaros sufocam gorjeios
Ao alarido de veículos céleres;
Onde o trágico e o cômico se revezam
Aos olhos transfixos dos transeuntes.
Velha praça,
De novas emoções!
Em seu solo vicejam
Plantas e flores,
Pegadas e frases
Que Éolo mistura
Em algaravias
Que somente a brisa entende.
Os homens se esbarram,
Mas não se tocam;
Trocam ideias
Ou falam a si mesmos.
As árvores cumprem seus destinos:
Sombreiam, farfalham,
Tingem a paisagem cinza citadina
Com cores vivas;
Mantêm colóquios misteriosos
Entre si;
Brincam com anciões
Recostados em alvos brancos,
Derramando-lhes folhas soltas.
Velha praça de imortal nome!
Ao dia, é vida e burburinho;
À noite, é escura e melancólica;
É abrigo de aves gárrulas;
É repasto de pombos...
E de sonhadores!
Santos, Praça Rui Barbosa - 1980
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
Gotas de inspiração
Abro minhas mãos para o mundo
Ofertando um feixe de luz.
As gotas da última chuva,
Incidindo sobre as palmas
Destas mãos em oferta,
Descerram pequenino arco-íris
Que, num arco sobre o mundo
Colore as paletas dos artistas.
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
O cerne e o rosto
Velho rosto
Vetusto cerne;
Há em ambos
Linhas do tempo.
Na vida vegetativa
O tempo sulca a inconsciência;
Na vida humana
Sulca o tempo a consciência.
Em cada face
As linhas contam anos:
No cerne resplandece a Terra;
No rosto resplandece Deus!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
Revelação
Quis um dia palpar nuvens
Represar lágrimas do céu
Prender raios de sol;
As nuvens se desfizeram
As lágrimas o chão secou
Os raios a noite levou.
Quis um dia cantar a liberdade
Ensaiar o bailado dos pássaros
Voar o voo do condor;
A liberdade bailou com os pássaros
O condor voou com as nuvens.
Quis um dia sonhar com Deus;
Acordei e vi somente o homem,
Mas, vendo apenas o homem,
Vi também a mão de Deus!
COSTA, Sergio Diniz da. Etéreas: meus devaneios poéticos. Sorocaba/SP: Crearte Editora, 2012.
ESTRADAS
Sou viajante peregrino
Em terra de todos
E de ninguém;
Viandante do pó
Andarilho da esperança
Caminheiro das estradas
Buscando...
Ao acalento do sol
Ao frescor das chuvas
Ao canto da natureza
Caminho entre hinos da vida.
Romeiro dos templos humanos
Contemplo maravilhas
E misérias,
Na confusa amálgama
Dos pensamentos.
As estradas as conquisto
Com minhas pegadas ocres.
Deixo em cada curva
Pedaços de histórias:
Planto cruzes
Colho dúvidas
Recolho restos
Junto fragmentos.
Sou viajante peregrino
Apoiado no bastão
De minha vivência.
Andante solitário,
Buscando...
Estudar para quem amamos nos motiva e alimenta. Mais um ciclo completando-se rumo ao doutoramento. Não importa quanto tempo leve. A paixão pelo Conhecimento nos move, apesar de tudo e tantas perdas.
Epistemologia na veia nos ensinou o maior sentido da vida: Ser Feliz todo dia! Isso é o que importa.
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