Mensagens de pesar pelo falecimento de um amigo que dão conforto
A Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que se paga por ser feliz diante da finitude da vida.
Talvez seja essa a ironia mais profunda da existência: aquilo que um dia nos fez transbordar de alegria é, muitas vezes, o que depois nos deixa vazios.
A vida nos concede instantes de plenitude, encontros que parecem eternos, abraços nos quais o mundo finalmente silencia e momentos tão simples que, enquanto acontecem, sequer percebemos a grandeza que carregam.
Só mais tarde compreendemos que estávamos sendo felizes — e que a felicidade, sem nos avisar, já começava a se transformar em lembrança.
A Saudade é a prova de que o tempo não leva tudo.
Há coisas que ele afasta dos nossos olhos, mas não consegue arrancar de dentro de nós.
Permanecem as vozes, os gestos, os lugares, os cheiros e até os silêncios compartilhados.
Permanecem, sobretudo, as versões de nós mesmos que existiram ao lado de certas pessoas, em determinados momentos, sob circunstâncias que jamais se repetirão da mesma maneira.
Porque não sentimos Saudade apenas de quem partiu ou do que perdemos; sentimos Saudade de quem fomos quando ainda tínhamos aquilo que agora nos falta.
E talvez seja essa a parte mais dolorosa: não há como regressar ao passado sem descobrir que ele já não existe.
Podemos revisitar uma casa, percorrer uma rua, ouvir uma canção ou reencontrar um rosto, mas nada será exatamente igual.
O tempo modifica os cenários, transforma as pessoas e, silenciosamente, também nos transforma.
Somos feitos de experiências irrepetíveis, e cada instante que vivemos desaparece no exato momento seguinte, como se a própria existência nos ensinasse, desde o princípio, a amar aquilo que não podemos conservar para sempre.
Ainda assim, seria injusto considerar a Saudade apenas uma forma de sofrimento.
Ela também é uma espécie de homenagem involuntária à felicidade.
Ninguém sente falta, com tamanha intensidade, daquilo que nunca lhe tocou a alma.
A dor da ausência é, de certa maneira, a continuidade da presença por outros meios.
O que já não podemos mais abraçar continua a nos alcançar pela memória; o que já não podemos reviver continua a influenciar nossas escolhas, nossos sentimentos e a maneira como enxergamos o mundo.
Talvez amadurecer seja compreender que amar alguém ou alguma coisa não significa possuir o poder de mantê-la conosco.
Pessoas não são eternas, momentos não obedecem à nossa vontade e a vida não nos oferece garantias de permanência.
Tudo aquilo que consideramos indispensável está sujeito à mudança, à distância e à perda.
E, diante dessa realidade, temos duas possibilidades: endurecer o coração na tentativa de evitar futuras dores ou aceitar a vulnerabilidade como parte inevitável de tudo o que verdadeiramente importa.
A primeira nos protege de algumas feridas, mas também nos distancia de muitas alegrias.
A segunda nos expõe ao risco de perder, mas nos permite experimentar a profundidade de estar vivo.
É por isso que talvez a sabedoria não consista em aprender a não sentir Saudade, mas em compreender o que ela nos revela.
Ela nos lembra que o presente merece atenção, que os encontros merecem entrega e que as palavras de afeto não deveriam ser adiadas indefinidamente.
Quantas vezes deixamos de dizer o que sentimos porque acreditamos que haverá outra oportunidade?
Quantos abraços economizamos, quantos instantes atravessamos distraídos, quantas pequenas felicidades desprezamos por estarmos ocupados demais esperando uma felicidade maior?
Vivemos como se o tempo fosse uma propriedade nossa, quando, na verdade, somos apenas passageiros de sua correnteza.
Fazemos planos, construímos certezas e adiamos experiências como se a vida tivesse a obrigação de nos conceder um amanhã semelhante ao que imaginamos.
Mas a finitude não pede licença.
Ela está presente em cada despedida, em cada mudança e até na passagem silenciosa dos dias comuns, aqueles que parecem insignificantes até se tornarem lembranças preciosas.
No fundo, talvez a Saudade seja o preço de termos sido tocados pela beleza de existir.
E, embora esse preço pareça alto demais quando a ausência aperta, seria ainda mais triste atravessar a vida sem nada que merecesse ser lembrado com os olhos marejados.
Porque há uma grandeza inexplicável em ter vivido algo que, mesmo depois de terminar, continua produzindo sentido dentro de nós.
Há uma espécie de eternidade escondida nas coisas que não duram: elas permanecem não porque o tempo deixou de agir sobre elas, mas porque, em algum momento, foram capazes de transformar quem somos.
No fim, não levaremos conosco as horas, os lugares ou as pessoas.
Levaremos aquilo que essas experiências fizeram de nós.
Talvez seja esse o único modo de permanência que a vida nos permite: não impedir que tudo passe, mas reconhecer que nem tudo o que passa desaparece por completo.
E, se a Saudade é o imposto mais alto e mais amargo que pagamos por ter sido felizes, que ao menos tenhamos a coragem de viver de maneira que valha a pena pagá-lo.
Que não nos falte a ousadia de amar sabendo que podemos perder, de celebrar sabendo que o instante terminará e de agradecer mesmo quando a felicidade já tiver se tornado memória.
Afinal, a vida é finita, mas o significado de alguns encontros ultrapassa o tempo em que aconteceram.
E talvez a verdadeira tragédia não seja sentir saudade daquilo que um dia nos fez felizes, mas passar por esta existência tão breve sem jamais ter encontrado algo — ou alguém — cuja ausência nos fizesse compreender a imensa beleza de sua presença.
Porque, no balanço final da existência, talvez a Saudade seja a única dívida que nos orgulhamos de ter contraído: ela é a marca deixada por tudo aquilo que, por algum instante, fez a vida valer a pena.
Saudade dos bons e velhos tempos em que quase todos queriam — e se atreviam a — ser diferentes uns dos outros.
Houve um tempo em que ser diferente não era uma estratégia para chamar a atenção, mas uma maneira espontânea de existir.
As pessoas carregavam suas excentricidades como quem carrega impressões digitais: únicas, intransferíveis, impossíveis de reproduzir por inteiro.
Havia quem desafiasse a moda, quem contrariasse os costumes, quem cultivasse ideias impopulares e quem simplesmente escolhesse caminhar na contramão, sem precisar transformar a própria existência em espetáculo.
Ser diferente era, antes de tudo, um exercício de liberdade.
Hoje, porém, parece que trocamos a inquietação de sermos nós mesmos pelo conforto de parecermos uns com os outros.
Vestimos as mesmas tendências, repetimos as mesmas opiniões, perseguimos os mesmos ideais e, muitas vezes, até fingimos sentir as mesmas emoções.
Nunca tivemos tantas possibilidades de expressão e, paradoxalmente, talvez nunca tenhamos sido tão tentados a esconder aquilo que verdadeiramente nos distingue.
A originalidade, que antes brotava da personalidade, parece agora depender da aprovação alheia.
Queremos ser únicos, desde que alguém confirme nossa unicidade.
Desejamos romper padrões, contanto que a ruptura esteja na moda.
Sonhamos com a liberdade, mas consultamos a multidão antes de dar o primeiro passo.
Eis uma das contradições mais curiosas do nosso tempo: nunca foi tão fácil mostrar quem somos, nem tão difícil escapar da tentação de mostrar aquilo que os outros esperam que sejamos.
As vitrines se multiplicaram, as vozes se tornaram infinitas e os palcos passaram a caber na palma da mão.
Todos podem falar, poucos parecem dispostos a pensar por conta própria; todos podem aparecer, mas nem todos se permitem simplesmente ser.
Há uma diferença imensa entre ter personalidade e construir um personagem, entre possuir convicções e colecionar opiniões emprestadas, entre pertencer a um grupo e entregar a ele as chaves da própria consciência.
Talvez o problema nunca tenha sido a semelhança em si.
Afinal, compartilhamos sonhos, medos, afetos e necessidades que nos aproximam enquanto seres humanos.
O problema começa quando a semelhança deixa de ser uma afinidade espontânea e se transforma numa exigência silenciosa.
Quando o medo de não pertencer se torna maior do que a vontade de ser autêntico.
Quando sacrificamos nossas particularidades no altar de uma aceitação que, por exigir tanto, acaba nos aceitando apenas pela metade.
Porque há uma solidão peculiar em ser igual a todo mundo: a de passar a vida inteira tentando ser reconhecido sem jamais permitir que alguém nos conheça de verdade.
Os antigos talvez não fossem mais livres, nem necessariamente mais autênticos.
Também carregavam preconceitos, convenções e receios.
Mas havia, em certos modos de viver, uma espontaneidade que hoje nos parece quase revolucionária: a liberdade de gostar do que ninguém gostava, de defender uma ideia sem transformá-la em bandeira de um grupo.
De vestir algo fora de época, de cultivar hábitos incompreendidos e de sustentar uma personalidade que não precisava de atualizações constantes para continuar sendo legítima.
Havia quem fosse estranho sem pedir desculpas.
Quem fosse extravagante sem precisar de plateia.
Quem pensasse diferente sem transformar toda discordância numa guerra.
E havia, sobretudo, a possibilidade de conviver com as diferenças sem essa necessidade quase infantil de converter o outro à nossa própria maneira de enxergar o mundo.
Que saudade dessa coragem despretensiosa!
Não necessariamente do passado, mas daquilo que nele existia de mais humano: a possibilidade de sermos imperfeitos, contraditórios, singulares e, ainda assim, dignos de afeto e respeito.
Talvez estejamos confundindo evolução com uniformidade.
Talvez tenhamos avançado tanto na capacidade de nos conectar que começamos a desaprender a arte de nos distinguir.
Afinal, conexão não é comunhão de consciências, assim como proximidade não significa intimidade.
Podemos estar ligados a milhares de pessoas e, ainda assim, distantes de nós mesmos.
E o mais inquietante é que ninguém precisa nos obrigar a abandonar nossa singularidade.
Fazemos isso voluntariamente, pouco a pouco, cada vez que silenciamos uma opinião para evitar desaprovação, escondemos uma preferência para não parecermos esquisitos ou abandonamos um sonho porque ele não combina com as expectativas alheias.
A uniformidade mais perigosa não é aquela imposta pela força, mas a que se instala tão suavemente que passamos a confundi-la com escolha.
Por isso, talvez ser diferente hoje exija mais coragem do que nunca.
Não a coragem barulhenta de quem precisa provar alguma coisa ao mundo, mas a coragem silenciosa de quem não negocia a própria essência por migalhas de reconhecimento.
A coragem de pensar antes de repetir, de questionar antes de concordar, de mudar de ideia quando necessário e de permanecer fiel a si mesmo quando mudar significaria apenas agradar à maioria.
Ser diferente não é discordar de tudo, assim como ser autêntico não é transformar cada particularidade numa virtude.
É ter a liberdade de concordar sem imitar, de discordar sem odiar e de existir sem pedir licença à opinião pública.
É compreender que a verdadeira originalidade não consiste em ser diferente dos outros a qualquer preço, mas em não se tornar uma cópia de ninguém por medo de não ser amado.
No fundo, talvez a saudade não seja só dos bons e velhos tempos.
Talvez seja de uma certa humanidade que parecia compreender, ainda que imperfeitamente, que a beleza da convivência não está em sermos todos iguais, mas em termos algo genuinamente nosso para compartilhar.
Porque uma sociedade na qual todos pretendem pensar da mesma maneira pode até parecer harmoniosa, mas corre o risco de perder a capacidade de pensar.
Um mundo em que todos desejam as mesmas coisas pode até produzir multidões satisfeitas, mas dificilmente compreenderá aqueles que sonham com o que ainda não existe.
Afinal, são as diferenças que ampliam os horizontes, as perguntas que desarrumam as certezas e as individualidades que impedem a humanidade de se transformar numa imensa sala de espelhos, onde cada um contempla a própria imagem multiplicada e acredita estar diante de um mundo inteiro.
Que nunca nos falte, portanto, a coragem de sermos quem somos, mesmo quando isso nos custar o privilégio de sermos iguais.
Que possamos recuperar a liberdade de não caber em todas as caixas, de não seguir todas as tendências, de não repetir todos os discursos e de não transformar a aprovação alheia numa medida do nosso valor.
Que voltemos a cultivar o prazer de surpreender, a elegância de discordar, a humildade de reconhecer nossos erros e a ousadia de sustentar nossas singularidades.
E que, no meio de tanta gente tentando desesperadamente se parecer com alguém, ainda existam aqueles que tenham a serenidade de não se parecer com ninguém além de si mesmos.
Porque o mundo não precisa de mais cópias bem-acabadas.
Precisa de pessoas inteiras.
E talvez a forma mais bonita de rebeldia, nos dias de hoje, seja esta: ter a coragem de continuar sendo original num mundo que transformou a imitação em pertencimento e a aprovação em identidade.
Fruto do Paraíso
"Minha saudade
é tipo pêssego em calda;
Doce na medida certa,
tenra como o fruto,
desmancha na boca e
sempre deixa o gosto
de quero mais...
Mais lembrança,
mais calda pra
adoçar a imortalidade
da saudade que sinto."
Márcia A. Prazeres
𓂃 ོ𓂃
Saudades tuas, poesia.
Onde era para estar, encontro rimas
De negócio, política e religião.
Sei que está em tudo, fazendo versos,
Mas não vejo tal versão.
Saudades tuas, poesia.
Da tua, da minha e de outrem.
Onde a inspiração era música,
Canto do passarinho e o balançar do vento.
Saudades do antigo lugar,
Que hoje está ao relento
Sobre as ruínas do novo tempo.
𓅓
A saudade bate, sinto sua falta, vejo que tem algo errado em mim. Só queria estar ao seu lado ouvindo sua doce voz e admirando seus lindos olhos castanhos
O fundo do poço de um homem é a saudade,porque a saudade nos leva ao profundo do sofrimento,a saudade em si corroi nossa alma,destitue nossos sonhos e mina nossas esperanças
Impossivel se refugiar de uma saudade,a saudade praticamente ela entra na nossa vida,sem permissão,aterroriza o nosso coração e disseca uma paixão!
saudade
Palavra tão pequena para um sentimento tão grande que não cabe dentro de mim.
Não sei com existem pessoas que conseguem contornar esse sentimento.
Em mim parece que tá faltando metade de mim,sinto-me impotente diante desse sentimento que me causa dor,falta o ar,perco a fala e as vezes perco o sono.
Ai de mim sem meus querido.
Preciso ouvir a voz de que amo.A saudade é como uma droga,na hora da abstinência fico sem sentido,falo alto,me deprimo,choro,grito,mas só de ouvir a voz de quem amo tudo se acalma.
Quando o reencontro acontece...
...Tudo fica diferente...
...Tudo fica mágico...
...Tudo fica colorido...
...O ar fica puro...
Desejo nunca mais me separar de quem amo,
Pois,A distância pode separar os corpos ,amas não separa os sentimentos.
Ideal
Onde estão aqueles olhos,
Que mentiram a pura verdade,
Que sorriam tristes,
Onde estão?
Onde está a alma que me confiou,
Que dizia ser eterna,
Mas mostrou-se efêmera,
E sumiu quando eu parei de pensar nela?
Sim, é verdade.
Você foi a mais pura ilusão,
Que amei apenas
Para saber o verdadeiro significado de amar.
Um hábito não é uma necessidade, saudade é sentimento ,pessoas já é outra coisa, a saudade muitas vezes não é reciproca.
Hoje senti saudades de ti, como se jamais tivesse sentido saudades na vida...foi uma sensação tão estranha...eu que sempre versei tão bem a solidão...hoje pela primeira vez na minha vida não ousei toca-la...não por não acreditar que ela exista de verdade...mas porque, pela primeira vez me senti só...por me dar conta que estava sem ti!
Vai chegar o momento que a saudade vai apertar, que o coração vai sangrar, vai chorar, vai doer. Já chegou. Mas vai passar. Tem que passar!
“A gente vira saudade pra não virar fim. A gente vira tristeza pra não virar fim. A gente vira choro pra não virar fim. A gente vira qualquer coisa, mas fim não. Porque fim é uma palavra dolorosa demais, ainda mais pra nós dois, que um dia já fomos tão bonitos. E não existe fim, se ainda tem amor. E se tem amor, meu bem, a gente tem o mundo inteiro."
" Sufoco".
Toca So damn lucky do Dave Matthews e eu sinto saudade. Tudo retraí a um passado bonito e difícil de esquecer. Não sinto dor, só saudade e sou uma tripa covarde que não consegue se mexer, só te ver de longe, parece mais saudável ou pelo menos eu consigo respirar. Me sinto capaz de te causar uma infelicidade bruta e se eu for arrancar a tua defesa, nem me aproximo. Não é justo eu destruir o pouco que sobrou. Se isso realmente aconteceu. Fica bem. Desculpa. Sempre falei melhor escrevendo do que por aquele aparelho telefônico. Eu baguncei tudo, em você, em mim. Agora eu entendo o termo usado na frase "encontrar para se perder", eu nunca estive tão dentro e fora de mim ao mesmo tempo.
Eu escrevo por etapa. Agora funciona assim meu organismo interno. Eu me escondo em meio aos meus livros novos que eu comprei para me proteger do vicio que é querer invadir a sua pele. Eu sinto uma falta que não é minha, e eu queria não existir por alguns instantes só para tentar entender o que é tudo isso. Mas o perigo se encontra no entendimento. Alguma coisa aperta minha garganta e eu não consigo gritar, não consigo chorar, não consigo correr. Eu gosto de correr. Eu gosto de tanta coisa que ninguém tem a mera ideia que é. Eu gosto dos meus vestidos florais que eu só uso quando quero me sentir tão eu mesma. Eu gosto quando as coisas funcionam fora da minha ordem imaginária e eu fico com o gosto de que a vida pode sim surpreender.
Eu gosto do mar, mesmo não sabendo nadar. Mas eu estou tão fora de mim por que agora, tem alguém dentro. Quieta vulnerabilidade. Não sei por que quando tá tudo dando certo demais, começa a tudo da errado de vez. A pressa é amiga do tempo, tenho certeza. A direção muda, e eu me apavoro o que é normal para um garota segura demais que vai dormir ao som de Radiohead por que tem medo de ouvir o coração acelerar enquanto sonha. Eu não sei funcionar mais. E existir tem sido difícil já que eu tenho passado dias e noites tentando adivinhar um futuro incerto e distante de mim. É o presente que eu não tenho conseguido viver.
Na inconstância de sentir saudade de tudo aquilo que ainda não passou, mas que não é mais meu, tenho cá dentro de mim um vazio.
E nem mesmo um turbilhão de sentimentos (alheios às minhas emoções) é capaz de preenchê-lo....
Todos nós temos dias ruins e tristes,temos os dias em que nos sentimos lindas,mas também temos os dias em que evitamos nos olhar no espelho,temos nossos dias felizes,mas também temos nossos dias em que estamos magoados,temos nossos dias em que sorrimos sem motivos,mas também temos nossos dias em que choramos sem motivos,temos nossos dias em que nos sentimos muito amados mas Também temos os dias em que nos sentimos esquecidos,rejeitados,porque assim como a lua todos nós temos nossos dias,nossas fases!
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