Confianca Distancia Amor
E assim somos nós, quando criança quanta simplicidade,
quanto amor para dar, quantos sorrisos, quanta energia...
Uma pena que com o tempo vamos esquecendo nosso lado criança de ser, vamos perdendo nossa capacidade de simplesmente ver as coisas com um olhar puro, ingênuo, sem julgar nada, nem ninguém.
Como seria bom se todas as nossas dores, amores, medos, receios pudessem ser resolvidos com um colo de mãe, pois ali com certeza era nosso refúgio, o nosso porto seguro.
Hoje já não tenho mais aquela inocência, mas luto todos os dias para lembrar quem sou, tento resgatar o que ainda resta daquela criança que brincava sem se preocupar com o dia de amanhã, apenas aproveitando o SOL lá fora
Investir no amor é sempre um grande negócio. Porém pare quando surgir a dúvida. O amor é feito de certezas.
Não deixo de amar as pessoas que amei um dia. Independente de qual for a relação, amor apenas se transforma.
Por vezes, fico com raiva do amor, e chego a desacreditá-lo.
Mas, no fundo, no fundo, a esperança de encontrá-lo é a última que morre.
E tenho certeza que quando eu - finalmente - conhecê-lo, será para a vida inteira! Não tem outra alternativa, será eterno.
Terminou um relacionamento?!
Não cultive o rancor, deseje paz ao seu ex-amor.
Mas o mande para bem longe!
Porque ex só é bom longe dos olhos, e do coração...
Por mais que ainda não tenha dado certo com ninguém,
não se pode deixar de acreditar no amor!
De uma hora para outra, a pessoa ideal aparece
e te faz ver o quanto valeu a pena esperar,
tenha certeza disso!
Há pessoas que nascem para multiplicar o amor. E, com isso, tornam seus dias mais claros, menos expostos às penumbras das provações terrenas. Mire-se nelas.
A gente não precisa deixar o amor envelhecer.
Amor precisa ter sempre o fogo aceso, o brilhos nos olhos.
Senão não é amor, era mera especulação.
Despertar,
Acordar, sentir o amor
Sentido da vida
O sabor de amar
A alegria de ser desejada
Completa meu dia
Te amo....❤️
SENHOR, nos guarda no conforto dos teus braços, para que nós descansemos na paz e no amor de Cristo.
amém
Quando eu entro no caminho de bênção, Eu fico mais ainda viciado no amor de Deus. Eu dependo dele a todo tempo e cada instante que passa. Eu sinto Ele me conduzindo em prol da minha vida a cada dia. Sou completamente uma criança em busca de sua divindade. Oro todos os dias como se fosse os ultimos dias de minha vida.
ETERNIDADE
A vida é vazia e triste pra quem não acredita no amor...
A vida sem mistério é in-suportável...
É o tempo falando de etern-idade...
Eternidade...
O tempo que não perdoa, mas tudo a-quieta em seu lugar...
É o teu sim que vai falar
Nem, o seu, talvez...
Do que tu disseres é que vai de-pender...
Depender
APRENDIZADO (B.A.S)
Só venceremos na cartilha do amor,
da ternura, da paciência, tolerância,
e no silêncio interior...
E na ciência do sacrifício,
a fé sustentará a coragem dos sonhos,
e todas as preces realizaram-se...
O Amor que Nos Torna Iguais
O verdadeiro amor não é um discurso bonito, nem um sentimento que aparece apenas quando convém.Ele é silencioso, constante e, muitas vezes, invisível.É aquele gesto que ninguém vê, aquela ajuda que não pede reconhecimento, aquele cuidado que não cobra retorno.
A essência que nos iguala
Amar de verdade é enxergar no outro um reflexo de si mesmo.É entender que, por trás de qualquer rosto, história ou condição, existe alguém que também sente, sofre, sonha e busca ser feliz — exatamente como você.Quando essa consciência desperta, desaparecem as barreiras que o mundo insiste em construir: cor, classe, religião, aparência.Tudo isso perde importância diante da essência que nos iguala.
A grande casa da humanidade
Imagine o planeta como uma grande casa.Não uma casa perfeita, mas uma casa viva, em construção constante.Dentro dela, bilhões de pessoas convivem — diferentes, imperfeitas, mas profundamente conectadas.Somos, todos, moradores do mesmo lar.E, no fundo, todos buscamos a mesma coisa: paz, dignidade e felicidade.
Cooperar em vez de competir
O amor verdadeiro nasce quando deixamos de competir dentro dessa casa e começamos a cooperar.Quando paramos de querer “ter mais” e passamos a querer “ser melhor”.Quando entendemos que ajudar o outro não é um favor — é uma extensão natural de quem compreende a própria humanidade.
O papel da humildade
A humildade é o alicerce disso tudo.Ser humilde não é se diminuir, mas reconhecer que ninguém é maior ou menor — apenas diferente.É saber ouvir, aprender, ceder, e principalmente, respeitar.A humildade nos tira do pedestal da razão absoluta e nos coloca no lugar certo: ao lado dos outros, não acima deles.
E não, não precisamos ser perfeitos.A beleza está justamente nisso.Erramos, falhamos, aprendemos e seguimos.A nobreza não está em nunca cair, mas em levantar com mais consciência e mais compaixão — por si mesmo e pelos outros.
Todos no mesmo barco
No final das contas, a verdade é simples: toda a humanidade está no mesmo barco.Não importa quem você é ou de onde veio — se esse barco afundar, afunda para todos.Mas se cada um fizer sua parte, com amor, humildade e respeito, ele segue firme, atravessando qualquer tempestade.
O segredo da vida
E talvez o segredo da vida seja esse: entender que cuidar do outro é, na verdade, cuidar de todos… inclusive de si mesmo.
Chico Uchoa
No palco da vida,faço amor alucinadamente mesmo estando sozinha e carente.
Todo artista é extremamente
intenso (tanto para a luz quanto para a escuridão).Parece um eterno jogo entre êxtase e agonia.Poesia,fogo,dor e euforia.
Entre o Perdão e a Aurora do Amor.
Capítulo XV - Livro: Não Há Arco-íris No Meu Porão.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro. Ano: 2025.
Camille Marie Monfort caminhava por entre os corredores silenciosos de sua própria alma, onde ecos de antigas feridas insistiam em sussurrar lembranças. Cada passo era um diálogo com a ausência, cada suspiro, uma tentativa de reconciliar o ontem com o amanhã. Ao seu lado, Joseph Bevouir não era apenas presença; era horizonte, promessa e sombra. Ele carregava nos olhos a memória do que fora e a inquietação do que ainda poderia ser.
O perdão, nessa trama delicada, surgiu como vento inesperado: não pediu licença, não exigiu razão. Libertou antes que o amor pudesse ousar manifestar-se. Camille sentiu nas mãos um vazio que já não queimava; Joseph percebeu que o coração, antes contido, agora respirava em espaço desobstruído.
Entre eles, palavras não eram necessárias. Cada gesto era tradução de uma reconciliação íntima, um pacto silencioso com o tempo. O perdão abriu portais, revelou luz onde a sombra insistia e ofereceu o terreno fértil para que o amor, tímido e hesitante, florescesse com intensidade renovada.
E assim, num instante suspenso entre o que foi e o que virá, compreenderam que a libertação interior precede toda forma de entrega. O amor, sem pesos nem correntes, é a aurora que nasce depois da noite profunda do rancor. Camille e Joseph descobriram que o perdão não é fim, mas a promessa de novos começos e que aqueles que se atrevem a liberar a alma encontram, inevitavelmente, a plenitude do sentir.
O perdão é a primeira semente da liberdade emocional. Quem se permite perdoar antes de amar, descobre que o coração não carrega apenas cicatrizes, mas a capacidade de florescer novamente, mais intenso, mais vasto, mais verdadeiro.
Quando o perdão liberta antes do amor.
Há momentos em que o coração, ferido pela incompreensão, pelo abandono ou pela injustiça, precisa antes se despir do peso da mágoa para então reaprender o verbo amar.
O amor, em sua pureza, é um ato de entrega; mas o perdão é um ato de libertação, e às vezes é ele quem chega primeiro, abrindo as grades invisíveis que nos aprisionam ao passado.
Perdoar não é aceitar o erro, é compreender que a dor não deve governar o destino. O perdão não absolve o outro apenas; ele resgata a si mesmo. Porque enquanto o ressentimento persiste, o amor não respira, ele sufoca entre as lembranças, tentando florescer em solo infértil.
É no instante em que o perdão se faz ponte, e não muro, que a alma se reencontra consigo. E somente então o amor, que sempre esperou em silêncio, pode voltar a ser caminho, não mais ferida, mas aprendizado.
Alguns amores só sobrevivem quando são libertos pelo perdão. Outros só nascem depois dele. Mas, em todos os casos, o perdão é o primeiro gesto de amor, ainda que disfarçado de despedida.
